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Os 13 Sintomas da Deficiência de Cálcio

 Os sintomas da deficiência de cálcio se refletem principalmente na fraqueza dos ossos, que dão origem à osteoporose. O cálcio é um mineral vital que o nosso corpo usa para estabilizar a pressão arterial, construir ossos e dentes fortes, regular o ritmo cardíaco, melhorar as contrações musculares e até na coagulação sanguínea.
Todos devemos consumir a quantidade recomendada de cálcio por dia, através de alimentos para evitar a hipocalcemia, que é a deficiência de cálcio no organismo.

Sintomas da Deficiência de Cálcio

 

 

O processo natural de envelhecimento pode causar muitas doenças relacionadas a deficiência de cálcio. Pois, a maior parte do cálcio no corpo é armazenado nos ossos. Com o passar dos anos, os ossos começam a afinar, aumentando a sua necessidade diária de cálcio.

Conheça os 13 sintomas da deficiência de cálcio.

  • Dores e cãibras musculares.
  • Irritabilidade, Nervosismo.
  • Ossos fracos ou deformados.
  • Cólicas menstruais, Unhas fracas e pálidas.
  • Perda de memória.
  • Espasmos musculares.
  • Dor na coluna, Depressão.
  • Periodontite, Artrite crônica.
  • Dormência e formigamento nas mãos, pés e rosto.
  • Dores de cabeça.
  • Constipações, gripes e infecções.
  • Ansiedade.
  • Pressão alta.

Deficiência de cálcio pode aumentar os riscos de desenvolver osteoporose.

A osteoporose é uma doença que faz com que seus ossos se tornem quebradiços, e portanto, fraturam com pouco impacto.

Além disso, a deficiência de cálcio é geralmente simples de tratar, tipicamente envolve a adição de mais cálcio à sua dieta.Os Sintomas da Deficiência de CálcioO uso de uma suplementação, sem a aprovação do seu médico pode levar a uma overdose de cálcio, o que poderia ser mortal.

Adaptado do link : http://www.saudedica.com.br/os-13-sintomas-da-deficiencia-de-calcio/

Após essa leitura, não deixar de ler o post seguinte:

 

http://www.aartedeamadurecer.com.br/folha-de-amora-possui-22-vezes-mais-calcio-que-o-leite/

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8 dicas para cuidar de uma pessoa com depressão

A depressão é a doença mais recorrente do século, sem distinção de sexo, cor, ou idade, qualquer um pode desenvolve-la. A depressão pode aparecer de diversos tipos e todas precisam ser tratadas com cuidado. Lidar com uma pessoa que apresenta o quadro da doença, não é fácil, mas devemos tratar com a devida seriedade.

Abaixo, listamos 8 dicas que auxiliam nos cuidados de uma pessoa com depressão

1. Compreenda a doença.

A depressão, é uma doença como qualquer outra, e para auxiliar uma pessoa deprimida, é importante entender bem sobre a doença, principalmente os efeitos que a depressão causa no doente, o que ele sente e a melhor forma de lidar com isso. Então, leia sobre o assunto, informe-se, acompanhe-o ao médico, sane dúvidas, converse com outras pessoas que já passaram ou estão passando por isso, assim, você irá puder se tornar mais útil nos momentos de angústias e necessidades da pessoa doente. Pessoas que não procuram entender sobre a doença, normalmente tratam ela como coisa banal, ou no dito popular “frescura”, dificultando muito a recuperação da pessoa doente.

2. Apoio emocional.

A depressão não é uma doença que passa de uma hora para outra, ela pode durar meses ou até mesmo anos. Durante esse tempo, esteja sempre presente quando a pessoa precisar, o apoio emocional, é tão importante quanto acompanhamento médico. Seja muito compreensivo, paciente e carinhoso, são fatores importantíssimos para a melhora. Seja um bom ouvinte, expresse amor, de abraços, use palavras encorajadoras, e sempre mostre que você está ali para ajudar, isso passa confiança a pessoa doente.

3. Saber distinguir a pessoa da doença.

Por mais difícil que seja lidar com uma pessoa com depressão, não deixe-a desconfortável, não deixe-a pensar que de alguma forma, está lhe incomodando, pois a depressão deixa as emoções ”a flor da pele”, deixando a pessoa doente muito intensa.

Se a pessoa doente lhe falar algo que você não goste, lembre-se, é a doença que está falando, não fique insistindo em assuntos contrários a sua crença, evite debates, discussões, não abra assuntos polêmicos. Deixe tudo no neutro, e concorde com ela, por mais que você não goste.

4. Delinear um plano.

Não adianta ficar sentado esperando que a doença passe por si só, ou que os medicamentos façam efeito de um dia para outro. É muito importante delinear um plano de ação em conjunto com a pessoa. É importante saber o que aborrece a pessoa doente e evitar, porém, mais importante, é perceber quais atividades deixam-a feliz e repeti-las. 

Dieta alimentar, dormir o suficiente, praticar exercício físico, participar de terapias, são muito importante para a pessoa doente se reerguer, ela precisa ter uma agenda social  A depressão não precisa ser uma doença incapacitante e é preciso vencê-la, um passo de cada vez.

5. Tempo de qualidade juntos.

Não deixe a depressão dominar a vida da pessoa e nem a vida de quem convive diariamente com ela. Se vocês tinham algum costume, compromissos, antes da doença, continuem fazendo, quanto mais vezes, melhor. A diversão é um dos melhores remédios para a depressão.
Não deixe que a pessoa deprimida coloque a sua vida em standby por causa da depressão, isso só deixará o tratamento mais demorado.

6. Tarefas diárias.

Como dito anteriormente, para uma pessoa com depressão, tudo é muito intenso, até mesmo pequenas mudanças do dia-a-dia se tornam um enorme suplício, tudo é difícil, tudo é fonte de estresse e não apetece fazer nada. Ajudar a pessoa deprimida com pequenas tarefas diárias, é uma das formas mais simples de apoiar. Mas não trate-o como um inválido, se precisar ir no mercado, leve-a junto com você, pois ver gente, contato com pessoas é muito importante para acelerar o processo de cura da doença.

7. Sair de casa.

Uma pessoa deprimida tem como tendência natural, desligar-se do mundo la fora, e essa falta de contato, dificulta ainda mais a situação. E isso é uma coisa que você que convive com a pessoa doente, não pode deixar acontecer. Se ela não quiser de jeito algum fazer algo, convença-a de apenas ir dar uma volta no sol, mas não force-a a fazer algo que não quer, comece devagar, torne as saídas um hábito, almeje o grande e convença-se com o pequeno, se ela não quiser ir para uma festa, convide-a para um jantar em um restaurante, mas sempre tente tirar ela de casa.

8. Cuidar de si.

Quem cuida de uma pessoa doente, também precisa cuidar de si, caso contrário, pode facilmente ficar fisicamente e emocionalmente exausto, elevando os níveis de ansiedade e estresse. É crucial quem cuida de uma pessoa, não viva só para ela, é necessário que continue a levar sua vida, sem abandonar os momentos de lazer, sem sentimentos de culpa. Se sentir que sua vida está ficando para trás, é necessário dar uma pausa, peça apoio a um familiar ou amigo e descanse durante uns dias. Pois você estar bem, é o que irá ajudar a pessoa deprimida.

William Candaten
Veja mais em: http://www.equilibrioemvida.com/2015/10/8-dicas-para-cuidar-de-uma-pessoa-com-depressao/#ixzz3qXIiFWdq

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6 fatos sobre depressão que todo mundo precisa saber

Morte de Robin Williams e Fausto Fanti levantam a questão sobre a doença que atinge mais de 350 milhões de pessoas no mundo

A depressão fez mais uma vítima nesta semana. De acordo com a polícia da Califórnia, tudo indica que o ator Robin Williams tenha se suicidado por asfixia, na última segunda-feira, aos 63 anos. O vencedor do Oscar por “Gênio Indomável” e artista consagrado por filmes como “Sociedade dos Poetas Mortos” e “Patch Adams – O Amor é Contagioso” lutava contra a depressão e o vício em cocaína e álcool.

A notícia pegou o mundo inteiro de surpresa e levantou a importante questão que gira em torno dessa doença. Se não for tratada a tempo, ela pode ter um desfecho tão triste quanto o de Williams ou do humorista Fausto Fanti, que, no final de julho, também tirou a própria vida, possivelmente, em decorrência do sofrimento psíquico.

Na opinião do médico Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, políticas públicas voltadas para esse problema e um tratamento da mídia sem tabus poderiam ajudar a evitar consequências graves.

“Ao contrário do que se pensa, as pessoas não vão se matar se a mídia falar mais sobre o suicídio. O importante é a orientação sobre isso. Deve-se falar disso para prevenir”, afirma. Todos os anos, a ABP realiza uma caminhada no dia 10 de setembro para lembrar o “dia mundial da prevenção ao suicídio” e, nos locais em que acontece esse tipo de ação, segundo ele, a incidência tem parecido menor.

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O psiquiatra diz que, em cada 100 pessoas com depressão grave, 15 cometem suicídio. O número é preocupante, mas pode ser revertido se preconceitos forem combatidos e informações forem divulgadas.

A seguir, você confere fatos que todo mundo deveria saber para lidar melhor com o problema.

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Depressão é uma doença, não “frescura”

Uma das principais dificuldades enfrentadas por quem sofre de depressão é entender e fazer com que os outros entendam que ela não é “frescura”, mas uma doença, como hipertensão ou diabetes.

Isso significa que precisa ser tratada por um psiquiatra, capaz de orientar e, se necessário, medicar adequadamente o paciente. A psicoterapia em conjunto pode ser muito útil, mas o tratamento médico é essencial.

Preconceito só atrapalha a cura

“Psiquiatra é médico de louco e eu não estou doido”. Esta frase, lembrada por Silva, resume boa parte do preconceito que ainda existe em torno da depressão, dos transtornos mentais e até mesmo dessa especialidade da medicina. Por vergonha ou medo de que conhecidos fiquem sabendo, pacientes evitam procurar ajuda ou perdem um apoio importante dos entes queridos.

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Com um amigo deprimido, não adianta só conversar

Outro efeito nocivo do tabu é a desconsideração da gravidade do quadro. Muita gente acredita, por exemplo, que basta conversar com a pessoa deprimida para resolver o problema. Nada mais ilusório.

É claro que o apoio, o consolo e a compreensão são estritamente necessários, mas frases como “Calma, vai passar” ou “Deixa isso para lá” não acrescentam e, dependendo da situação, podem ser prejudiciais. Se o paciente estiver com ideias suicidas, por exemplo, a melhor forma de ajudar é incentivá-lo a ir ao médico.

E falar coisas como “Poxa, mas você não está nem tentando ficar feliz” ou “Você poderia se esforçar mais para melhorar” é, na opinião do médico, maldade. “Isso é a mesma coisa que, se você usa óculos, alguém pedir para que tire as lentes e ordenar que enxergue tudo sem elas”, afirma o psiquiatra.

Os sintomas podem ser físicos e psíquicos

A tristeza e o desânimo podem ser sintomas da depressão, mas não são os únicos. De acordo com Antônio Geraldo da Silva, é possível haver sinais físicos, como perda ou ganho de peso, dores inexplicáveis no corpo e insônia ou sonolência em excesso.

Entre os sintomas psíquicos estão: desânimo intenso, cansaço, apatia, falta de vontade de fazer suas tarefas, falta de prazer, de alegria, choro fácil, temperamento explosivo, irritabilidade.

O diagnóstico, claro, precisa ser feito pelo médico, já que a chamada “síndrome depressiva” tem sintomas que podem ser confundidos com outras enfermidades, como o hipotireoidismo ou o hipertireoidismo.

Qualquer pessoa pode ter depressão

Assim como grande parte das outras doenças, a depressão não “escolhe” alvos específicos. Segundo o psiquiatra, homens e mulheres, crianças, adultos e idosos podem ser acometidos pelo mal.

Esse fato vai de encontro com outro preconceito muito comum: o que diz que “pessoas bem-sucedidas ou ricas não deveriam ficar deprimidas”. Por esse raciocínio, quem não tem motivos aparentes para sofrer deveria ser imune.

A realidade, no entanto, é mais complexa. Há pessoas que têm mais propensão à doença devido à genética. Há outras que podem sofrer com o problema devido a suas condições de vida e o ambiente em que convivem.

De acordo com o médico, fatores como o uso de álcool e drogas, uma rotina muito estressante e noites sem dormir podem aumentar a incidência da enfermidade.

Depressão é uma das principais causas de afastamento do trabalho

Apesar de todo estigma existente em torno da depressão, ela é uma das principais doenças que acometem a humanidade atualmente. Dados de 2013 divulgados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) indicam que mais de 350 milhões de pessoas no planeta têm depressão – o que representa 5% da população mundial.

De acordo com estudo publicado na revista científica PLOS Medicine, no ano passado, ela é a segunda maior causa de invalidez, no mundo, ficando atrás apenas das dores nas costas.

Antônio Geraldo da Silva estima que 20% das pessoas já tiveram, têm ou ainda terão a doença ao longo da vida. Por isso, ele ressalta a importância de falar mais sobre o tema, dentro das empresas, na família, nos governos e na sociedade como um todo.

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