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O que é Mettā

 

O desejo de desfrutar de paz e êxito em sua vida é mettā. O desejo de estar livre de dor é mettā. E esta boa intenção deve ser desenvolvida e estendida aos membros de sua família e amigos. À medida que você progride, deve estendê-la gradualmente ao mundo todo, incluindo seus inimigos. O desejo de vê-los bem e felizes é o espírito de mettā.

Você deseja progredir social, econômica e espiritualmente. Isto é mettā. Quando nos desejamos boa saúde e prosperidade, estamos simplesmente desenvolvendo a consciência de benevolência a nós mesmos – promovendo amor para nós mesmos e evitando o perigo, a dor e a inimizade.

Não Comece Pelo Mundo Inteiro

Mettā é uma bondade (empatia e boa vontade para com os demais) mediante a qual se deseja o bem-estar dos seres. Neste mundo, todas as criaturas vivas amam a si mesmas e deveriam ter consciência deste sentimento. Deveriam, a seguir, estender esse sentimento àqueles seres próximos tais como parentes, membros da família, filhos, filhas, irmãos, irmãs e mestres. Essa é a forma de começar a estender ou expandir mettā. Há alguns que começam dizendo: “Que todas as criaturas no Leste estejam bem e sejam felizes”. Alguns praticam mettā somente com o mundo inteiro como objeto de meditação, passando por alto as pessoas mais próximas e mais queridas para eles. Se não somos capazes de desenvolver mettā para nós mesmos e para nossos amigos, como podemos esperar estender mettā ao mundo inteiro? Não é lógico. Isso poderia se tornar um esforço inútil e, às vezes, quase uma peça destinada a mera exibição pública.

A Dimensão Universal de Mettā

Dado que mettā é universal por natureza, como disse anteriormente, temos que ter um sentimento sadio não só para com nós mesmos, mas também para com os demais. Do contrário, mettā poderá perder sua verdadeira natureza e ser vencida por seu agressor invisível: o apego e o egoísmo. Ela, então, deixará de ser mettā.

Mettā, por sua própria natureza, facilita a diminuição gradual da fronteira entre você e seus familiares, amigos e desconhecidos, e entre você mesmo e o inimigo. O preconceito, o favoritismo e o medo são manifestações adversas de mettā; criam uma divisória mental entre aqueles de quem você gosta e aqueles de quem você não gosta. Mettā ajuda a reduzir e eliminar esse preconceito e discriminação. Mettā dá uma dimensão universal a nossa forma de pensar e agir. Mettā implica virtudes como bondade e honestidade. Alguém que tenha desenvolvido suficientemente mettā é excepcionalmente atento, cuidadoso e amoroso. É paciente e está disposto a ouvir o ponto de vista do outro [1]. Mettā busca transformar o caráter interno de uma pessoa à medida que oferece paz e uma atitude confiante perante a vida.

Traduzido pelo Grupo de Tradução do Nalanda

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Mettā (Páli: मेत्ता em Devanagari)ou maitrī (Sânscrito: मैत्री) é benevolência, afabilidade, amizade, bondade, união mental próxima (sinergia), e interesse ativo nos outros.[1]

É um dos dez pāramīs da Escola Teravada de Budismo e o primeiro dos quatro estados sublimes (Brahmavihāras). Este é o amor sem apego (upādāna).

 

http://sobrebudismo.com.br/amorosidade-de-voce-para-o-universo/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Mett%C4%81

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A Biografia do Mooji

                                                               

Você Está no Vazio, ou Você é o Vazio?

Mooji: Este vazio não é uma coisa trivial. É o estado o mais supremo. Mas na consciência há esta coceira, e eu uso este termo: a mente do pé do atleta. Existe um pensamento vindo na mente, há esta coceira, e sente-se a necessidade de dar uma coçadinha, você sabe! Como uma questão surgindo, algo mais a ser resolvido. Mas eu digo: permaneça somente como Isto (vazio), e essa coceira desaparecerá. Quando esta coceira está lá, existe a tentação de começar a coçá-la, mas isso apenas faz com que ela se torne mais machucada e horrível. Então apenas tome consciência disto por este momento, mas permaneça como você é, já que você não pode melhorar este vazio. Assim, muitos dos seres estão buscando ser este vazio, retornar a este vazio, você percebe, conscientemente. Quando você vai dormir, você deixa de lado todos seus cuidados e seus interesses sobre você e sua vida. E você ama Ser sem estas pré-ocupações. Quanto dinheiro nós gastamos com a cama, com o quarto, para ter o melhor sono e assim esquecer-se de tudo? E quando o despertar surge há um frescor no ser, percebe, porque põe de lado todos estes interesses e pré-ocupações. Este vazio que você fala a respeito agora parece ter sido ocultado por seus interesses e onde você põe sua atenção, e enquanto você está se pré-ocupando com seus interesses e atividades do dia-a-dia na verdade você está sendo perturbado. Assim um pequeno bocado de meditação ou de auto-investigação retorna-o a esta afirmação em Seu ser, a este reconhecimento: tudo que há é apenas uma forma de vazio, além até do conceito de vazio.

E então, há como você pisar fora deste vazio agora?

Q: Não de minha própria vontade. Eu sei que eu posso. Eu nunca tentei escapar…

M: No vazio, o que é você? Você está no vazio como você está neste quarto, ou você é o vazio?

Veja, se você disser que você está em algo, então há como dois: há um sentido de Eu e um sentido que Eu estou em algo. É esta a direção que eu estou apontando, porque se você sente que está dentro de algo, logo o vazio transforma-se num tipo de experiência, e você permanece como o experienciador, e há uma forma de dualidade nisto. Assim se faz possível o sentido de sair do vazio, isso se torna muito mais vivo e real, uma possibilidade. É por isso que eu lhe estou perguntando: no vazio, o que é você? Que forma você está vestindo no vazio? Você está nele, ou você é ele?

Q: Eu sou ele.

M: Então se você é ele, como você pode pisar fora?

Q: Algo vem e o cobre. Lixo.

M: Você percebe? Se você estiver na terra, você poderá dizer: uma nuvem cobriu o sol. Mas o sol não conhece isso. Não conhece a sensação que Eu estou sendo coberto.

Q: Ok. Então o importante é quem está vendo.

M: Sim. Quando você diz: Eu estou coberto, é como se eu estivesse escondido de mim mesmo. Eu estou apenas fazendo com que você olhe, e isto é muito importante realmente. É simplesmente através desta sutil negligência que esta dor se infiltra, esta sensação de separação, esta sensação de divisão em seu Ser. Mas quando você a investiga realmente, isto é exposto como um tipo de fraude. Você é apenas você. Ontem nós falamos sobre isso, que a faca pode cortar muitas coisas, mas não pode cortar-se porque é um consigo própria. E o olho pode ver muitas coisas, mas não pode ver-se porque é um consigo mesmo. E uma balança pode pesar muitas coisas, mas não pode pesar-se porque é um. E você é você mesmo, você não pode perceber-se. Você pode somente perceber alguma idéia de você. Você é esta unidade, percebe? Não há nenhuma divisão em você. Somente por esta função da consciência é que parece como se você estivesse se transformado em algo qualitativo, algo que você pode avaliar. Mas o que quer que você possa ver não pode ser você.

Q: Inclusive o vazio?

M: O vazio é somente uma ideia neste momento. Uma palavra na consciência. Mas aponta para algo que na realidade você sente intuitivamente. De certa forma é como o vazio estivesse percebendo o vazio. Ou a consciência percebendo a consciência. Não há realmente uma forma que está sendo observada nisto. Não há nenhuma palavra realmente adequada para expressar isto. Neste momento você está na periferia da linguagem, e as palavras estão esgotando sua própria energia porque nenhuma palavra servirá. Apenas este reconhecimento Eu Sou, mas o que Eu Sou eu não posso dizer. Você não pode definir o que este SER é.

Algum distúrbio?

Q: Sim, eu estou me sentindo desconfortável…

M: Não sinta que você não deva se sentir assim. Às vezes você sente: “bom eu estaria bem se somente…” Hoje nós comentamos um exemplo, um amigo ligou: “Alô, como você está?” – “eu estou muito bem, e você?” – “na verdade eu ainda estou no trabalho e foi um dia muito estressante e eu tenho ainda um par de horas a fazer, mas não importa porque em breve eu estarei em casa e tomarei um banho, e tudo estará bem…” Eu disse: – “não, não; não deixe que sua mente te engane por mais três horas!” Nós sempre estamos fazendo este tipo de coisa: “quando as crianças crescerem, daí então eu começarei a viver novamente, terei minha vida de volta!” ou “se somente eu pudesse arranjar este financiamento…” “Quando… e então…” sempre esta promessa, você percebe? É um ladrão. Então eu disse: – “Não, agora mesmo Você é”. E imediatamente sua resposta foi: -“Obrigado”. Ele necessitou apenas disto para despertar outra vez. Foi o bastante, a argumentação parou, percebe? Ás vezes esta borbulha está fervendo mas se você não a alimenta, pode ignorá-la. É como se você estivesse cozinhando um ensopado, você desliga o fogo, mas ele continua ainda borbulhando. Mas eventualmente tudo se acalma porque a fonte, o combustível, foi esgotado, você vê? Desta forma esta desconexão é somente a sua convicção: – “O que quer que esteja surgindo, Não, isto não sou eu”. Ainda sim: “bla, bla, blá, bla!” Isto seguramente diminuirá, mas você não estará esperando.

Q: Eu necessito que você me lembre.

M: Não, você não necessita. Você aprecia. Você não necessita de coisa alguma. Você aprecia ser lembrado. Obrigado!

Fontes:

http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/search/label/Mooji
http://ventosdepaz.blogspot.com/2014/02/onda-de-amor-papaji.html
https://mooji.org/pt/a-biografia-do-mooji/

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Papaji (H. W. L. Poonja)

Hariwansh Lal Poonja nasceu em 1913, perto de Lyalpur, uma cidade que ficava na Índia, mas que, em 1947 passou a fazer parte do Paquistão. Em 1919 a família Poonja fez uma viagem para Lahore, e foi lá que Hariwansh teve sua primeira grande experiência de despertar espiritual (ainda na infância). Espontaneamente Hariwansh teve uma experiência direta do Eu Real, tornando-se paralisado. Permaneceu incapaz de mover-se ou falar, ficando absorto neste estado por três dias. Hariwansh descreveu essa experiência como uma experiência de pura felicidade e beleza. Uma vez que teve esse contato com a felicidade do Eu Real ele passou muito de seus anos seguintes tentando experimentar esse estado novamente, sendo ocasionalmente puxado de volta para o mesmo, espontaneamente.
Sua mãe, que era uma ardente devota de Krishna, convenceu-lhe que a devoção a Krishna lhe devolveria o estado de felicidade. Seguindo seu conselho,Hariwansh começou a concentrar-se em krishna com tanta intensidade que a forma física deste passou a aparecer na sua frente, de maneira tão sólida que ele poderia tocá-la. Embora mais ninguém na família pudesse ver krishna, todos eles viam Hariwansh brincar com o seu amigo “invisível”. Hariwansh tornou-se tão apegado à forma de Krishna, que por muitos anos o seu principal desejo espiritual era que Krishna aparecesse a fim de que ele pudesse usufruir da beatitude de estar na presença da divindade.
Hariwansh era o filho mais velho da família. Quando ele tinha 16 anos, passou pelo tradicional casamento arranjado e começou a trabalhar como comerciante, pois seu pai não tinha dinheiro para lhe mandar para o ensino médio. Seu trabalho o levou a Bombaim, quando ele passou boa parte dos anos de 1930, ganhando dinheiro suficiente para sustentar sua esposa e filhos, e também outros membros de sua família, que viviam em Lyalpur.
No início da década de 1940, Hariwansh inscreveu-se para ser um oficial no exército britânico. Ele acreditava que os combatentes pela liberdade indiana, dos anos 20 e 30 haviam falhado porque não tinham o treinamento militar adequado. Assim, apresentando-se para lutar pelos ingleses na Segunda Guerra, ele pretendia obter um treinamento militar adequado a fim de posteriormente lutar contra a ocupação britânica em seu país. Durante todos os seus anos como membro do exército e como homem casado, trabalhando em Bombaim, hariwansh nunca abandonou seu amor por Krishna ou o desejo de ter visões dele. Com o tempo, percebendo que o serviço militar era incompatível com seu estilo de vida, ele abandonou a comissão de que participava a fim de encontrar um Guru que lhe ajudasse a ver krishna o tempo todo.
Sua busca o levou por toda a Índia, inclusive o fez visitar alguns dos mais famosos mestres da época, mas nenhum deles conseguiu responder-lhe satisfatoriamente a sua pergunta padrão: “Você já viu Deus? Senão, conhece alguém que o tenha visto?“. Depois de muitos fracassos, um tempo após retornar para casa, um sadhu [monge mendicante] apareceu em sua porta de casa em Lyalpur, mendigando. Hariwansh o fez a mesma pergunta de sempre. O sadhu respondeu “Sim, eu conheço uma pessoa que pode lhe mostrar Deus. Se você o visitar, tudo estará bem para você. Seu nome é Ramana Maharshi“.Hariwansh informou-se com o sadhu e descobriu que Ramana Maharshi vivia em Tiruvannamalai, no sul da Índia. Como ele já havia gasto todo o seu dinheiro nas suas viagens anteriores à busca de um Guru, ele financiou sua presente jornada conseguindo um emprego em uma empresa que ficava em Madras, uma cidade a poucas horas de distância de Tiruvannamalai.
Quando ele chegou no ashram de Ramana Maharshi, em 1944, ele descobriu, para a sua frustração, que Ramana Maharshi era a mesma pessoa que apareceu para ele, como um sadhu, em Lyalpur. Sentindo-se enganado, ele estava prestes a deixar o ashram, quando foi informado, por um devoto que lá residia, que Ramana Maharshi jamais havia deixado Tiruvannamalai nos últimos 50 anos. Intrigado, ele decidiu ficar.
A primeira vez que ele falou com Ramana Maharshi, ele perguntou: “Você é o homem que apareceu para mim na minha casa em Punjab?“, mas Sri Ramana permaneceu em silêncio. Então ele perguntou: “Você já viu Deus? Caso positivo, pode mostrá-Lo para mim?“. Maharshi respondeu: “Eu não posso lhe mostrar Deus porque Deus não é um objeto a ser visto. Deus é o sujeito. Ele é aquele que vê. Não se preocupe com aquilo que é visto. Descubra quem é aquele que vê“. E acrescentou: “Apenas você é Deus“.
Muito embora Hariwansh não estivesse disposto a seguir tal conselho, ele permaneceu no ashram por tempo suficiente para ter uma experiência transformadora na presença de Sri Ramana. Assim ele a descreve:
Suas palavras não me impressionaram. Elas me pareceram mais uma desculpa na longa lista daquelas que eu já havia ouvidos de diversos swamis em todo o país. Ele me prometeu mostrar-me Deus [quando apareceu em minha casa em Punjab], mas agora ele diz que não apenas não pode me mostrar Deus, como ninguém pode. Eu o teria abandonado imediatamente sem pensar duas vezes, se não fosse pela experiência que eu tive imediatamente após ele me dizer para descobrir quem era o “eu” que queria ver Deus. Ao concluir as suas palavras, ele olhou para mim, e na medida em que ele olhou profundamente em meus olhos, todo o meu corpo começou a tremer. Uma vibração de energia nervosa atravessou meu corpo. Sentia como se minhas terminações nervosas estivesse dançando, e meus pelos se arrepiaram. Tornei-me consciente do Coração espiritual dentro de mim. Este não é o coração físico. É, isto sim, a fonte e apoio de tudo o que existe. Dentro do coração eu senti ou vi algo como um botão de flor fechado. Ele era brilhante e azulado. Com o Maharshi me olhando e eu em um estado de silêncio interior, senti esse botão abrir-se e florescer. Eu uso a palavra “botão”, mas essa não é uma descrição exata. Seria mais correto dizer que algo que parecia um botão abriu e floresceu em meu Coração.
Apesar de tal experiência, Hariwansh decidiu que os ensinamentos de Sri Ramana não eram para ele. Então foi para o outro lado de Arunachala e continuou suas meditações em krishna. Krishna apareceu para ele inúmeras vezes.
Antes de retornar para Madras, decidiu parar no Sri Ramanasramam e ver o Bhagavan mais uma vez. Hariwansh disse novamente que tinha visões constantes de krishna. Sri Ramana perguntou: “Você o vê neste momento?“.
Não, respondeu o devoto. “Então qual é a utilidade de uma divindade que surge e desaparece? Se ele é um Deus real, ele deve estar contigo o tempo todo“, retorquiu o mestre.
Hariwansh retornou para Madras para começar seu trabalho novo. Ele intensificou sua prática de repetir o nome de krishna, coordenando-a com sua respiração, até que chegou em um estágio em que repetia o mantra de Krishna 50.000 vezes todos os idas. Então, de uma forma surpreendente, os deuses RamSita e Lakshman apareceu na sua frente em sua casa em Madras, e ali passaram durante toda a noite, enquanto Hariwansh passou atirado a seus pés, em um estado em que perdera a noção de tempo. Depois que as divindades o deixaram, ele sentiu-se incapaz de continuar com a repetição dos mantras. Perplexo com esse novo desenvolvimento em sua prática decidiu retornar ao Ramanasramam para explicar seu predicado a Maharshi. Lá chegando, ele detalha o que ocorreu ao Guru, e Sri Ramana responde lhe dizendo que a sua prática foi como um trem que o levou ao seu destino. Assim Hariwansh descreve o encontro:
Sri Ramana disse: “O trem [de Madras a Tiruvannamalai] o trouxe até sua destinação. Você desceu dele porque não mais precisava do veículo. Ele já o trouxe ao local que você queria chegar… É isso que ocorreu com a sua prática. Seu japa [repetição do nome de Deus], suas leituras, sua meditação, trouxeram-lhe a sua destinação espiritual. Você não mais precisa delas. Você não as abandonou: as práticas o deixaram por si só, porque elas alcançaram seu propósito. Você chegou”.
Então ele me olhou atentamente. Eu conseguia sentir que todo o meu corpo e mente estavam sendo lavados com ondas de pureza. Eles estavam sendo purificados pelo seu olhar silencioso. Eu sentia ele olhando diretamente para o meu coração. Sob o efeito daquele olhar encantador sentir cada átomo do meu corpo sendo purificado. Era como se um novo corpo estivesse sendo criado para mim. Um processo de transformação estava ocorrendo – o velho corpo estava morrendo, átomo por átomo, e o novo corpo estava sendo criado no seu lugar. Então, repentinamente, eu entendi. Compreendi que este homem com quem havia falado era, na realidade, o meu verdadeiro Ser, aquilo que sempre fui. Ocorreu um súbito reconhecimento, na medida em que me tornei consciente do Eu Real. Eu uso a palavra “reconhecimento” propositadamente uma vez que eu sabia, assim que essa experiência me foi revelada, que este era o mesmo estado de paz e felicidade no qual eu tinha ficado absorto quando era um garoto em Lahore. O olhar silencioso de Maharshi restabeleceu em mim este estado original. O desejo de buscar um Deus externo desapareceu sob a luz do conhecimento do Eu Real, que o Maharshi me revelou. (…). Eu sabia que minha busca espiritual havia terminado.
Hariwansh voltou a Madras e retomou seu trabalho, visitando o Ramanasramam sempre que possível.
Em 1950, depois de Sri Ramana ter falecido, Hariwansh foi a Tiruvannamalai com a intenção de viver lá como um sadhu. Mas o destino tinha outros planos para ele. Após uma breve visita ao Sri Ramanasramam, ele viajou a Bangalore, onde lhe foi oferecido um trabalho como gerente de uma companhia de mineração. Ele o aceitou, principalmente para ter os recursos para sustentar sua família. Trabalhou em inúmeras minas em Karnataka e Goa até o ano de 1966, quando se aposentou.
Assim que abandonou seu emprego, Hariwansh começou a viajar por toda a Índia. Muito embora, nunca tenha anunciado a si mesmo como um mestre, ele sempre atraiu um pequeno número de devotos onde quer que fosse. Esses números gradualmente começaram a crescer. Entre 1970 e 1990 viajou extensamente, tanto dentro da Índia como fora, sendo a maioria das viagens feitas a pedido dos devotos que queriam vê-lo. Ele resistiu a todas as tentativas de fundarem um centro ou ashram em seu nome.
Embora tenha visitado praticamente todos os principais centros espirituais da Índia e muitos no Ocidente, ao ser questionado sobre quantos jnanis (seres Iluminados) Papaji havia encontrado, mencionava: “Ramana Maharshi, um sufi que havia encontrado em Madras, um Mahatma que havia encontrado na floresta entre tiruvannamalai e Bangalore, e Nisargadatta Maharaj“. David Godman, seu biógrafo oficial, refere que a “lista de iluminados” podia expandir ou diminuir de acordo com os “humores” do mestre, mas que nunca excedia a sete pessoas.
No final da década de 80, quando a debilidade física o preveniu de viajar sozinho, ele estabeleceu-se em Lucknow. Foi lá que ele permaneceu os últimos anos de sua vida, dando satsangs diários, e ocasionalmente viajando para breves visitas ao Ganga. Foi por volta de 1990 que ele recebeu o título de “Papaji”, significando “pai respeitado”. Faleceu em setembro de 1997.
[Bibliografia traduzida e interpretada a partir do texto da introdução do livro “The Fire of Freedom – Satsang with Papaji I, editado por David Godman].

Fonte: http://www.advaita.com.br/papaji/

http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/05/biografia.html

O NÃO-CAMINHO É O ÚNICO CAMINHO – PAPAJI

“Eu confio que vocês todos são leões.
Toda ignorância começou com os pastores.
Pastores são para ovelhas.
Eu confio que vocês são leões. Leões não são para serem arrebanhados; aonde eles andam é sua própria trilha.
Não há rebanho de leões; há somente rebanho de ovelhas. Vocês são todos leões – então vá pelo seu caminho.
Não andem em caminhos batidos feito ovelhas; um após o outro.
Não sigam nenhum caminho.
Leões, não seguem um ao outro como as ovelhas.
A maioria das pessoas são ovelhas, seguem pastores pelo mundo todo.
A religião começou com pastores e as pessoas os seguem como ovelhas.
Mas aonde vocês forem serão leões, e não há caminhos para leões.
Onde o leão andar, é o caminho.
Para o leão o não-caminho, é o único caminho.
Então não se coloque no meio de ovelhas precisando de um pastor.
O seu caminho é o não-caminho – isso é saber quem você é.
Isto é não seguir como uma ovelha. Este é um novo caminho, decididamente desconhecido. Uma vez conhecido, isto é bem conhecido.
Aquele que sabe completou o propósito do esforço de toda vida humana.
Ele é feliz e em paz.
 Ele aproveita ambos: aqui e depois.
Por favor, não se torne uma ovelha.
Não siga ninguém.
Não olhe aqui e ali.
Não olhe para nenhum lugar.
Pare de procurar. Pare toda sua imaginação pelo futuro e conceitualização do passado.
Mantenha seu ser neste momento, que é um não-momento.
Descubra de onde esse momento vem, de onde o tempo vem, de onde o pensamento surge, e você verá que você sempre esteve em casa.
Você não precisa de mais nada!”
Papaji em Satsang
http://ventosdepaz.blogspot.com/2015/12/o-nao-caminho-e-o-unico-caminho-papaji.html

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10 ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO EM MASSA UTILIZADAS DIARIAMENTE CONTRA VOCÊ

manipulação em massa é pensada e estrategiada por pequenos grupos da “elite” mundial.

Noam Chomsky é um linguista, filósofo, cientista cognitivo, comentarista e ativista político norte-americano.

Mas quando você não pode controlar as pessoas pela força, você tem que controlar o que as pessoas pensam, e a maneira típica de fazer isso é através da propaganda (fabricação de consentimento, criação de ilusões necessárias), marginalizando o público em geral ou reduzindo-a a alguma forma de apatia” (Chomsky, N., 1993)

Inspirado nas idéias de Noam Chomsky, o francês Sylvain Timsit elaborou a lista das “10 estratégias mais comuns de manipulação em massa através dos meios de comunicação de massa

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1. A Estratégia da Distração


O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio, ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes.

A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir o público de interessar-se por conhecimentos essenciais, nas áreas da ciência, economia, psicologia, neurobiologia e cibernética.

Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real.

Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais.


2. Criar problemas e depois oferecer soluções


Este método também é chamado “problema-reação-solução“. Se cria um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja aceitar.

Por exemplo: Deixar que se desenvolva ou que se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas desfavoráveis à liberdade.

Ou também: Criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos. (qualquer semelhança com a atual situação do Brasil não é mera coincidência).

 


3. A estratégia da gradualidade


Para fazer que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos.

Foi dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas, neoliberalismo por exemplo, foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990.

Estratégia também utilizada por Hitler e por vários líderes comunistas.  E comumente utilizada pelos grandes meios de comunicação.


4. A estratégia de diferir


Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como “dolorosa e necessária“, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura.

É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente.

Depois, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “amanhã tudo irá melhorar” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia da mudança e aceitá-la com resignação quando chegue o momento.


5. Dirigir-se ao público como crianças


A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantismuitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse uma criança de pouca idade ou um deficiente mental.

Quanto mais se tenta enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante.

Por quê? “Se alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como as de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade.”


6. Utilizar o aspecto emocional muito mais do que a reflexão


Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e finalmente no sentido crítico dos indivíduos.

Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou injetar ideias, desejos, medos e temores, compulsões ou induzir comportamentos.


7. Manter o público na ignorância e na mediocridade


Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão.

“A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores e as classes sociais superiores seja e permaneça impossível de ser revertida por estas classes mais baixas.


8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade


Promover ao público a crer que é moda o ato de ser estúpido, vulgar e inculto. Introduzir a idéia de que quem argumenta demais e pensa demais é chato e mau humorado, que lhe falta humor de sorrir das mazelas da vida.

Assim as pessoas vivem superficialmente, sem se aprofundar em nada e sempre ter uma piadinha para se safar do aprofundamento necessário a questões maiores.

A idéia é tornar qualquer aprofundamento como sendo desnecessário. Pois qualqueraprofundamento sério e lúcido sobre um assunto pode derrubar sistemas criados para enganar a multidão.


9. Reforçar a auto-culpabilidade


Fazer com que o indivíduo acredite que somente ele é culpado pela sua própria desgraçapor causa da insuficiência de sua inteligência, suas capacidades, ou de seus esforços.

Assim, no lugar de se rebelar contra o sistema econômico, o indivíduo se auto desvaloriza e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição de sua ação. E, sem ação, não há questionamento!


10. Conhecer aos indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem


No transcurso dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado uma crescente brecha entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas elites dominantes.

Graças à biologia, a neurobiologia a psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado sobre a psique do ser humano, tanto em sua forma física como psicologicamente.

O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior que dos indivíduos sobre si mesmos.

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Quanto mais disperso o ratinho. Mais facilmente cai na ratoeira


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http://yogui.co/10-estrategias-de-manipulacao-em-massa-utilizadas-diariamente-contra-voce/

Fonte de parte do texto: elblogdegerman
Fotos: FotodeCapaFoto1Foto2

 

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A União entre Shiva e Shakti

 

No sistema das divindades Hindus, Shiva e Shakti entrelaçam-se num estado constante de paixão divina, representando a regeneração eterna das forças do universo. Eles também representam as polaridades universais dentro de nós todos: Shiva, a força sem limites da consciência pura; e Shakti, a energia primordial da criação. Quando Shiva e Shakti se unem, Shiva dá poder ao potencial inerente de Shakti. A união deles cria a todos os niveis manifestação e realização do eterno estado de estar no coração.
Shiva e Shakti primeiro encontram-se no Anahata, o lugar do coração. Shiva, residindo na coroa (topo), está contente e a sonhar no seu próprio domínio, sendo regente de tudo o que supervisiona.Shakti chama Shiva, dizendo: “Acorda, meu Senhor, e desce para a vida comigo. Confia em mim, meu senhor, eu só estou aqui unicamente para a nossa união e para realização dos teus sonhos mais altos; por favor acredita que os teus sonhos são também os meus.” “Dentro de mim reside a realização de todo o teu potencial bem como também a coragem para enfrentares os teus medos de deixar o luxo e o conforto do teu próprio céu. Através de mim reside o caminho da tua própria transformação.”

“Se não acreditas em mim, permanecerás, sonhando eternamente, no reino de céu. Se escolheres não te manifestares na criação, não respondas ao meu apelo. Se tu não te queres tornar-te em tudo o que está destinado para ser, escolhe, então, permanecer a dormir”.

E ouvindo-a, Shiva escolhe responder-lhe ao chamado.

Chakra a Chakra, ela puxa-o da sua cabeça e do seu coração, para fora do seu intelecto e do seu idealismo. Unida à sua irmã negra, a feroz e sexual Kali, despertam Shiva do seu sono e o trazem para o centro violento da sua resistência e do seu medo.

Através do fogo e da paixão da Kali e com o encaminhar amoroso da sábia Shakti, Shiva encontra o seu lar em Shakti e através dela ele alcança plenamente todo o seu potencial atingindo a sua meta. É desta união que toda a criação flui eternamente. Quando é permitido fluir com segurança, a paixão traz-nos o presente da alegria. É o néctar dos deuses, compartilhar a alegria é um sacramento potente, é como uma bebida nutritiva que leva a energia para os chakras superiores, abrindo o coração e trazendo a união e a graça.

http://tara-estreladecompaixao.blogspot.com/2008/09/unio-entre-shiva-e-shakti.html

 

 

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O Super Homem – Nietzche

Por que demoramos tanto para falar do super-homem? Bem, não é tão fácil, este conceito tão famoso de Nietzsche (e tão mal interpretado) exige a articulação de tantos conceitos que seria impossível começar por ele. São necessárias a noção de Eterno Retorno, como ferramenta para se chegar ao Super Homem, a ideia de amor-fati, para superar todo o ressentimento, e, claro, o conceito de Vontade de Potência.

É por isso que aconselhamos antes a leitura destes textos, sem eles, jamais teríamos a capacidade de entender o que significa dizer que “o homem é uma corda, atada entre o animal e o super-homem – uma corda sobre o abismo” (Nietzsche, Assim Falou Zaratustra, p. 13). Nietzsche matou Deus, e agora quer dar fim aos seguidores dele:

“Grande, no homem, é ele ser uma ponte e não um objetivo: o que pode ser amado, no homem, é ser ele uma passagem e um declínio”

– Nietzsche, Assim Falou Zaratustra, p. 13

As duas traduções mais comuns para Übermensch são super-homem e além-do-homem; nenhuma delas é perfeita, mas as duas trazem a ideia de superação, de alguém que se eleva, a criação de um novo tipo. Usaremos aqui os dois nomes como sinônimos. O super-homem não é uma forma superior de homem, mas é aquele que deixa a forma homem para trás, se desfaz desta casca que se tornou demasiadamente apertada.

Ao desenvolver este conceito, Nietzsche estabelece plena oposição com o europeu moderno. Este é o alvo de sua crítica, o filósofo também o chama de último-homem, ou homens-superiores. Zaratustra ridiculariza este homem apaixonado por sua cultura, suas leis e seus valores cristãos (já escrevemos aquisobre a psicologia do homem do ressentimento). O último-homem (último poque depois dele vem o além-do-homem) é o europeu domesticado, obediente, anestesiado, entupido de cultura, aferrado ao seu tempo. Este está em franco declínio, e Zaratustra ama aqueles que querem declinar, pois é deles que nascerá o super-homem: valente, impetuoso, ativo, vivaz.

O niilismo está em seu estágio mais avançado: o homem não quer mais ir para além de si, não quer criar, “seu solo ainda é rico o bastante para isso, mas um dia este solo será pobre e manso, e nenhuma árvore alta poderá nele crescer” (Nietzsche, Assim Falou Zaratustra, p. 18). O super-homem é aquele que vence o niilismo, supera a forma homem, velha e desgastada, supera todos os humanismos, toda a cultura que o prende em si mesmo, é ele quem “lança a flecha do seu anseio por cima do homem” (Nietzsche, Assim Falou Zaratustra, p. 18). Já o homem do ressentimento é aquele cujas forças reativas predominam, ele é escravo de seu tempo, não consegue ir para além da conservação.

O homem moderno orgulha-se demais de si próprio, está acomodado, conformado, abraça seus ídolos supersticiosos como único meio de sobrevivência. Chegamos ao extremo da massificação e uniformização. Também existe, claro, muito medo e insegurança, poucos aventureiros. O valor dos valores deve ser revisto: é afundados nesta sociedade moralista que devemos viver? Não! A afirmação do super-homem é a negação dos valores vigentes: ousadia no lugar de segurança, auto-disciplina ao invés e auto-piedade, esquecimento em vez de ressentimento. Zaratustra aconselha ao homem mergulhar dentro de si para encontrar a potência necessária para declinar, deixar esta forma velha e empoeirada e criar novos valores. Isto fica claro nesta famosa passagem:

Eu vos digo: é preciso ter ainda o caos dentro de si, para poder dar à luz uma estrela dançante, eu vos digo: tendes ainda o caos dentro de vós”

– Nietzsche, Assim Falou Zaratustra, p. 18

O além-do-homem é aquele que supera todo o ressentimento, é a criança da última das três metamorfoses, é a inocência do devir. Todos os modelos são deixados para trás, todos os ídolos são quebrados: só há espaço para a criação. O homem se torna artista, dono de si; não qualquer espécie de ditador, desmentindo qualquer vínculo com o nazismo (pobres daqueles que leram duas linhas de Nietzsche e o acham pessimista ou próximo do nazismo, este ainda tem um longo percurso pela frente).

O super-homem é aquele que apreendeu o verdadeiro sentido do eterno retorno: o retorno da diferença. Há um completo domínio das forças reativas, elas obedecem ao além-do-homem, faz-se uma hierarquia. As forças que querem criar se tornam mais fortes que as forças que querem conservar. Expressão da diferença no lugar de conservação do igual. O ser passa a se afirmar na diferença, o devir é o devir da potência na diferença.

Os mais preocupados perguntam hoje: ‘como conservar o homem?’. Mas Zaratustra é o pimeiro e único a perguntar: ‘Como superar o homem?’”

– Nietzsche, Assim Falou Zaratustra, p. 272

É necessário o dizer-sim do bom jogador, amor-fati, aquele que aprendeu a jogar não pelo resultado do lance de dados, mas pelo prazer que o jogo proporciona, independente do resultado. A dor o cativa, o torna mais forte, ele não amaldiçoa o sofrimento, ele o abençoa, pois é sua possibilidade de provar-se e ir além. Todo “acaso é cozinhado em sua panela”, ele pode aproveitar-se até mesmo da dor, é um tempero a mais na vida, é mais uma tonalidade que ele dispõe ao pintar novos horizontes.

Mas Nietzsche nos avisa desde cedo, não há super-homens ainda (até porque ele é muito mais uma atitude do que uma estado de ser). Nascemos em um lodaçal onde podemos nos aprimorar e tornarmo-nos mestres de nós mesmos, o super-homem é uma possibilidade circunscrita que acontece esporadicamente. Quem sabe não estamos abrindo caminho para ele? Quando a Vontade de Potência se manifesta plenamente, podemos dizer que o além-do-homem se anuncia através de nós.

Ir para além do homem é ir para além da forma homem pregada pelos humanismos que existem por aí, ultrapassar as ideias fechadas, os conceitos que mais parecem prisões. O que pode o homem? Mais nada, o melhor a fazer é ultrapassá-lo.

Após a morte de Deus, seu trono ficou vago, e foi preenchido por toda sorte de superstições. O niilismo ainda está presente, mas o além-do-homem atravessa todo este lodaçal como um raio de luz que não se deixa contaminar pelo niilismo. O além-do-homem atinge o ponto definitivo da morte de deus. Finalmente toda transcendência é deixada de lado: deus, religião, moral, lei, castração, verdade, ciência, humanismo, justiça, bem e mal.

A morte de deus foi anunciada, mas só com o advento do super-homem ela se torna definitiva. Com o declínio do último-homem, o ocaso de seus valores, o homem supera a si mesmo superando deus e todos os valores ascéticos. Por fim, a longa e gelada noite termina com os primeiros raios de sol, anunciando a filosofia do meio-dia.

O homem se acha no meio de sua rota, entre animal e super-homem, e celebra seu caminho para a noite como a sua mais alta esperança; pois é o caminho para uma nova manhã./ Então aquele que declina abençoará a si mesmo por ser um que passa para lá; e o sol do seu conhecimento permanecerá no meio-dia/ ‘Mortos estão todos os deuses: agora queremos que viva o super-homem’”

– Nietzsche, Assim Falou Zaratustra, p. 76

 

https://razaoinadequada.com/2014/03/08/nietzsche-o-alem-do-homem-ou-o-super-homem/

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A simbologia do Bhagavad Gita

O Bhagavad Gita trata-se de um dos textos mais sábios no que diz respeito ao processo de autoconhecimento humano.

De acordo com pesquisadores, a origem destes escritos possui cerca de 5.000 anos e é atribuído aos antigos hindus. O nome Bhagavad Gita pode ser traduzido como “Canção do Senhor” ou “Canto do Mestre”.

A simbologia do Bhagavad Gita

A obra como um todo é repleta de profundos ensinamentos. Eles são oferecidos por meio da simbologia existente em todos os personagens e cenários de uma luta entre dois grupos inimigos pela conquista de uma gloriosa cidade.

Para que seja possível entender toda riqueza destes escritos, é preciso abordar cada detalhe desta “batalha.”

A cidade de Hastinapura

No Bhagavad Gita, a cidade de Hastinapura representa a gloriosa Cidade da Sabedoria ou Cidade dos Elefantes. Refere-se ao destino no qual os guerreiros almejam chegar ao final da batalha.

Muitos podem se perguntar: Por que esta cidade e os elefantes estão relacionados à sabedoria?



A resposta consiste no fato dos orientais atribuírem ao elefante um símbolo da sabedoria em virtude do seu comportamento, aparência, conduta e costumes.

Este animal caminha pausadamente. Os olhos do elefante são pequenos, simbolizando a pouca importância que devemos dar ao mundo externo. As orelhas grandes denotam nossa necessidade de ouvir muito em busca da compreensão.

Entretanto, ao ouvir o grito da sua manada, não há nada que possa deter este dócil mamífero, que é capaz de arrastar tudo para encontrar a “voz” que o chama. Esta característica simboliza a necessidade de sermos sábios ao ouvirmos a voz do nosso Eu Superior.

Assim, Hastinapura é o destino que todo homem desperto deve almejar conquistar, ou seja, a sabedoria.

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Os Kuros ou Kuravas

Nos escritos do Bhagavad Gita, os Kuros ou Kuravas simbolizam os múltiplos defeitos da personalidade humana, revelando a imagem de um ser mundano, incapaz de atender às aspirações mais sensíveis da alma.

Trata-se do homem que não escuta e muito menos obedece sua consciência interior, não movendo esforços legítimos para corrigir suas imperfeições.

Os Pandavas

Na batalha relatada no Bhagavad Gita, os Pandavas representam as forças positivas e benéficas que contribuem para o crescimento do homem que escuta sua Voz Interior.

Ouvir esta Voz consiste em esforçar-se na superação das limitações, buscando os legítimos valores espirituais por meio da disciplina interior.

O guerreiro Arjuna

Arjuna, o grande guerreiro do Bhagavad Gita, simboliza toda a humanidade que trava a eterna batalha rumo à superação de si mesmo.

Para o Oriente, Arjuna está como Abraão está para os Hebreus, simbolizando a dolorosa travessia e ao mesmo tempo a chama acesa da fé e da esperança, superando a limitada natureza humana.

Krishna

No Bhagavad Gita, Krishna representa a encarnação da Suprema Divindade, sendo o grande Mestre e conselheiro de Arjuna.

No Oriente, Krishna é uma divindade tão amada e respeitada como Jesus para os cristãos.

Por meio de toda essa simbologia, os escritos trazidos pelo Bhagavad Gita condensam profundos ensinamentos a respeito da natureza humana, revelando a necessidade do homem desapegar-se dos valores que o impedem de alcançar a sabedoria.

Ou seja, para chegar à plena realização e harmonia espiritual, é preciso romper com o orgulho, egoísmo, vaidade e todas as limitações que tentam nos impedir o contato com nossa Essência Interior.

 

http://www.reikieterapia.com/terapias/bhagavad-gita/

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O relatório Dulce-Base subterrânea dos EUA

O relatório DULCE: Investigando alegados abusos dos direitos humanos em uma BASE CONJUNTA DOS EUA  em ALIANÇA com EXTRATERRESTRES: BASE SUBTERRÂNEA DULCE no Novo México.

 

O Dr. Paul Bennewitz é um especialista em eletrônicos que no final de 1979 começou a filmar, fotografar e interceptar eletronicamente o que parecia ser uma extensa atividade e comunicações de OVNIs / ETs que ele rastreava nas proximidades da região de Archuletta Mesa em Jicarilla Apache Reserva perto da cidade de DULCE. Com base na evidência coletada, Bennewitz concluiu que uma base extraterrestre subterrânea (ET) existia perto de Dulce e que desempenhava um papel tanto nas mutilações de gado quanto no sequestro de pessoas civis.

 

 

 

 

 

 

 

 

Em 1980, o Escritório de Inteligência Especial da Força Aérea (AFOSI) começou a investigar a evidência de Bennewitz, e isso finalmente levou à sua campanha de desinformação para desacreditar Bennewitz. A evidência eletrônica subsequente de Bennewitz e pesquisas de campo que alegam abusos extensivos de direitos humanos estavam ocorrendo na Base Subterrânea Conjunta ETs/Governo dos EUA de Dulce se associaram à campanha de desinformação da AFOSI. A maioria dos pesquisadores do fenômeno OVNIs concluiu que Bennewitz tinha sido muito influenciado pela desinformação para ser levado a sério

Em seguida, revejo vários testemunhos de denunciantes que envolveram a divulgação de informações sobre a existência de uma base subterrânea em Dulce, usada pelos ETs. Posso examinar se as provas dos supostos abusos dos direitos humanos e do conflito militar ocorrido em Dulce são persuasivas. Em seguida, examino as críticas levantadas contra a hipótese da base subterrânea de Dulce. Usando mais testemunhos de denunciantes, examino ainda como uma base secreta em Dulce e outras instalações governamentais são financiadas sem a supervisão do Congresso e Executivo dos EUA. Finalmente, faço recomendações sobre como abordar os supostos abusos de direitos humanos identificados neste relatório.

INTRODUÇÃO 

O Dr. Paul Bennewitz é um especialista em eletrônicos que, no final de 1979, começou a filmar, fotografar e interceptar eletronicamente o que parecia ser uma extensa atividade UFO / ET e comunicações sobre a cordilheira de Manzano, perto de Albuquerque, no Novo México. Ele traçou esta atividade UFO / ET para a vizinhança da Archuletta Mesa na reserva Jicarilla Apache, perto da cidade de Dulce. Bennewitz já havia pesquisado mutilações de gado na região e civis que alegaram terem sido abduzidos por extraterrestres.

Com base em suas filmagens, evidências fotográficas e eletrônicas, e sua pesquisa de campo, o Dr. Paul Bennewitz concluiu que uma base extraterrestre subterrânea (ET) existia perto de Dulce que desempenhava um papel tanto nas mutilações de gado quanto no sequestro de civis. Em 1980, Bennewitz apresentou sua evidência à base da Força Aérea de Kirtland para alertar os funcionários sobre a possibilidade de que as raças ETs fossem uma ameaça para a área de armazenamento de armas nucleares nas proximidades de Manzano.

O Escritório de Inteligência Especial da Força Aérea (AFOSI) rapidamente se envolveu em investigar as evidências de Bennewitz, e isso finalmente levou a que fontes credíveis concluíram que era uma campanha de desinformação para desacreditar Bennewitz. A evidência eletrônica subsequente de Bennewitz e pesquisas de campo que alegam abusos extensivos de direitos humanos estavam ocorrendo na base subterrânea de Dulce se associaram à campanha de desinformação da AFOSI. A maioria dos pesquisadores de OVNI concluiu, depois que Bennewitz sofreu uma grave crise nervosa em 1987 e a campanha de desinformação da AFOSI tornou-se conhecida pelo público, que Bennewitz tinha sido muito influenciado pela desinformação para ser levado a sério.

O apoio mais forte para as reivindicações de Bennewitz é uma série de indivíduos que afirmam ser “denunciantes” insiders que, na qualidade de ex-funcionários de corporações que realizam uma variedade de contratos militares com o governo, trabalharam ou aprenderam sobre a base de Dulce e, posteriormente, revelaram aspectos do que aconteceu lá. Uma característica recorrente dessas declarações de denunciantes insiders é o testemunho de um conflito violento em 1979 entre o pessoal militar dos EUA e as raças de ETs na base que levou a um número significativo de mortes militares. Isso pareceu confirmar a afirmação de Bennewitz de um conflito militar, e levanta a possibilidade de que a causa do conflito esteja relacionada com suas alegações de abusos de direitos humanos. Além disso, a evidência de Bennewitz forneceu um exemplo de como o dinheiro ilegalmente retirado da economia dos EUA para programas de “orçamento negro” relacionados a presença e acordos secretos com raças alienígenas, num valor estimado em US$ 1,1 trilhões de dólares por ano, estava sendo usado.

Bennewitz foi apenas um pesquisador de UFO exagerado que acidentalmente “tropeçou” em  projetos de pesquisa e desenvolvimento da Air Force altamente classificados e secretos, ou era ele um gênio da eletrônica que descobriu sozinho a existência de uma base subterrânea conjunta do governo dos EUA e raças de extraterrestres, onde os ETs realizavam violações flagrantes dos direitos humanos em pessoas civis abduzidas? A busca por respostas claras a essas questões, estimularam o surgimento de vários livros, artigos e sites da internet.

A qualidade das respostas variou muito, pois todos os que escreveram sobre Dulce têm materiais primários misturados com fontes secundárias que se referem mutuamente sem confirmar a validade e a origem das fontes.  Isso levou a muita confusão e incerteza para aqueles que buscavam respostas claras para o que estava ocorrendo sob o solo nos subterrâneos em Dulce, já que a maioria do material Dulce disponível toma a forma de boatos e especulações. É necessário um esforço mais acadêmico para analisar o material fonte primário disponível em Dulce para ajudar a responder a questões-chave sobre a suposta base em Dulce e as violações dos direitos humanos que ocorreram entre raças de  ETs com a cumplicidade do governo dos EUA. Este relatório é um esforço para satisfazer a necessidade de uma análise acadêmica do material primário sobre o que ocorreu, e ainda pode ocorrer, em Dulce e em outros lugares nos EUA e em todo o planeta.

Neste relatório, comecei por investigar as afirmações de Bennewitz sobre abusos massivos de direitos humanos por ETs em uma base subterrânea em Dulce e sua convicção de que esta era uma base conjunta do governo dos EUA / ET e que também foi o local de um confronto violento significativo entre forças militares e ETs residentes na base em 1979. Começo minha análise de testemunhos de denunciantes e insiders que apoiam as reivindicações de Bennewitz, revisando as leis federais e estaduais de proteção de denunciantes e como os estatutos da Segurança Nacional eliminam essa proteção para denunciantes que divulgam informações classificadas, como instalações militares secretas subterrâneas.

Em seguida, revejo vários testemunhos de denunciantes que envolveram a divulgação de informações sobre a existência de uma base subterrânea em Dulce usada pelos ETs. Posso examinar se as provas dos supostos abusos dos direitos humanos e do conflito militar ocorrido em Dulce são persuasivas. Em seguida, examino as críticas levantadas contra a hipótese da base subterrânea de Dulce. Usando mais testemunhos de denunciantes, examino ainda como uma base secreta em Dulce e outras instalações governamentais são financiadas sem a supervisão do Congresso e Executivo dos EUA. Finalmente, eu faço recomendações sobre como lidar com os supostos abusos dos direitos humanos identificados neste relatório e as implicações políticas da suposta base comum subterrânea entre o governo dos EUA e raças de extraterrestres em Dulce.


Paul Bennewitz e as Evidências de uma Base Conjunta Governo – Extraterrestres em Dulce, Novo México

Em meados da década de 1970, uma onda de mutilações de gado começou a ocorrer no Novo México e o Dr. Paul Bennewitz, um empresário local de Albuquerque do ramo eletrônico, ficou profundamente interessado no fenômeno. Em 1979, ele fez algumas viagens de campo com Gabe Valdez, um conhecido soldado do Estado do Novo México para investigar algumas dessas mutilações, e eles concluíram que as mutilações não foram causadas por nada “natural”. Bennewitz logo começou a perceber uma quantidade incomum de atividade de OVNIs na região do Norte do Novo México. Usando sua filmadora e equipamentos fotográficos, ele começou a acumular evidências do que parecia ser UFOs.

Ele então começou a interceptar transmissões de rádio e vídeo que ele acreditava serem usadas pelos OVNIs que envolveria diferentes raças de ETs. Ele traçou essas transmissões para uma base localizada sob a Archuletta Mesa, perto de Dulce. Bennewitz acreditava que ele havia identificado as frequências de rádio e vídeo utilizadas para as comunicações entre as naves pilotadas por ETs e os controladores terrestres na base Dulce subterrânea. Bennewitz criou então um sistema de comunicação que ele acreditava permitir que ele se comunicasse eletronicamente com o que ele agora estava convencido serem espaçonaves pilotadas por ETs voando para e saindo da base.


 


Além disso, Bennewitz começou a rastrear as frequências eletrônicas ETs usadas para controlar pessoas que foram abduzidas e implantadas com dispositivos eletrônicos (implantes) em miniatura. Bennewitz rastreou alguns desses indivíduos e realizou entrevistas sobre o que eles poderiam lembrar de seus encontros com alienígenas. Bennewitz finalmente emitiu um relatório, Projeto Beta, no qual ele resumiu a evidência de sua filmagem, fotografia, intercepção eletrônica, comunicação e trabalho de campo:

  1. Dois anos de vigilância eletrônica gravada contínua e rastreamento com equipamento dF 24 horas / dia de dados de naves alienígenas mais metragem de filmes com cerca de 6.000 pés (1.800 metros) de comprimento com  imagens;
  2. Detecção e desmontagem de canais de comunicação e vídeo extraterrestres ;
  3. Recepção constante de vídeo de naves alienígenas, dos subterrâneos da base; de um típico alienígena, humanoide e às vezes com aparência da nossa espécie;
  4. Uma história do caso de uma vítima de abdução no Novo México que levou ao link de comunicação e descoberta que, aparentemente, todas as vítimas de abduções têm implantes alienígenas colocados, juntamente com cicatrizes óbvias. As vítimas fizeram tomografias.  Foram verificados outros cinco casos.
  5. Estabeleceu comunicação direta constante com os alienígenas usando um computador e uma forma de código decimal hexadecimal foi aparentemente instigado.
  6. Através do loop de comunicação alienígena, encontrou a verdadeira localização da base subterrânea.

Todas as evidências que ele reuniu apontaram para a existência de uma enorme base subterrânea em Dulce usada por diferentes raças ET. As imagens de comunicações, imagens de vídeo e testemunhos de abduzidos que ele encontrou, forneceram informações adicionais que Bennewitz usou para entender o que estava ocorrendo na base e suas implicações para a segurança nacional.

Um dos abduzidos que Bennewitz encontrou foi Myrna Hansen, a quem ele havia agendado para ser colocado sob regressão hipnótica pelo Dr. Leo Sprinkle da Universidade de Wyoming.  Sob hipnose, ela afirmou ter sido sequestrada em 1980 junto com seu filho e levada para dentro da base de Dulce. Ela procedeu a descrever humanos colocados em armazenamento frio, e grandes cubas preenchidas com os restos de partes de gado e partes de corpos humanos.

Estes foram os aspectos mais controversos das atividades de Bennewitz, mas combinados com suas interceptações eletrônicas, gravações de vídeo e comunicações, ele ficou convencido de que eles se encaixam em um padrão geral de fraude dos extraterrestres em relação as suas reais intenções, responsabilidade pelas mutilações de gado e violações maciças dos direitos humanos de civis sequestrados.

As interceptações e entrevistas eletrônicas de Bennewitz levaram-no a aprender rapidamente sobre as atividades na base subterrânea de Dulce, a extensa presença de ETs lá e o número considerável de civis seqüestrados e levados à força e contra à suas vontade para a base. Suas interceptações e comunicações eletrônicas forneceram-lhe algumas informações básicas de que um conflito militar ocorreu na base de Dulce entre as raças extraterrestres e o pessoal militar das forças especiais dos EUA.

Bennewitz posteriormente reportou suas descobertas ao Escritório de Inteligência Especial da Força Aérea (AFOSI) na base da força aérea próxima de Kirtland, em outubro de 1980, acreditando que os ETs apresentavam uma ameaça à área de armazenamento de armas nucleares nas proximidades de Manzano. Em um relatório oficial assinado pelo Major Thomas Cseh em 28 de outubro de 1980 e posteriormente divulgado sob o Freedom of Information Act (FOIA), o Major Cseh escreveu:

Em 26 de outubro de 1980, SA [Agente Especial] Doty, com a assistência de JERRY MILLER, GS-15, Chefe, Assessor Científico do Centro de Avaliação e Teste da Força Aérea, KAFB, entrevistou o Dr. Bennewitz em sua casa na seção Four Hills de Albuquerque, que é adjacente ao limite norte da base de Manzano. O Dr. Bennewitz vem realizando pesquisas independentes sobre fenômenos aéreos nos últimos 15 meses. O Dr. Bennewitz também produziu várias fitas de gravação eletrônicas, alegadamente mostrando altos períodos de magnetismo elétrico sendo emitidos pela área de Manzano / Coyote Canyon. O Dr. Bennewitz também produziu várias fotografias de objetos voadores sobre a área geral de Albuquerque. 

Ele tem várias peças de equipamentos de vigilância eletrônica apontadas para Manzano e está tentando gravar pulsos de feixe elétrico de alta freqüência. O Dr. Bennewitz afirma que esses objetos aéreos produzem esses pulsos. … Depois de analisar os dados coletados pelo Dr. Bennewitz, o Sr. MILLER relatou que a evidência mostra claramente que algum tipo de objetos aéreos não identificados foram capturados no filme; no entanto, não podem ser feitas conclusões se esses objetos representam uma ameaça para as áreas de Manzano / Coyote Canyon. 

Quando a AFOSI não tomou nenhuma ação, Bennewitz aproximou-se do então senador do Novo México, Harrison Schmitt, que exigiu saber por que as reivindicações de Bennewitz não estavam sendo investigadas. Frustrado com a falta de apoio oficial para suas descobertas, Bennewitz emitiu um relatório detalhado intitulado “Projeto Beta” e continuou acumulando dados sobre operações Extraterrestres na área de Dulce.

Com base em suas comunicações eletrônicas interceptadas, Bennewitz revelou em seu relatório do Projeto Beta o seguinte sobre o tamanho da base e da sua população ET:

A área total da base alienígena em Dulce, aparentemente, contém várias culturas, (tudo sob a denominação “unidade”) e tem aproximadamente 3 km de largura por 8 km de comprimento (24 milhões de metros quadrados) e está localizada (em subterrâneos) no meio de lugar  nenhum na Reserva Indígena Jicarilla, a oeste de Dulce, NM. Com base no número de naves atualmente nesta área, a população alienígena total é estimada em pelo menos 2.000 indivíduos ou provavelmente mais. 

O trabalho de Bennewitz atraiu muita atenção e logo levou a um esforço secreto da AFOSI para desacreditá-lo. Em uma conferência da Mutual UFO em 1989, um especialista em OVNI, William Moore, causou um tumulto quando ele declarou abertamente que, em 1982, ele havia sido cooptado nesse esforço e começou a transmitir informações sobre as atividades de Bennewitz para a AFOSI e desempenhou um papel na alimentação da desinformação para Bennewitz. Moore descreveu os eventos da seguinte forma:

… quando encontrei pela primeira vez a operação de desinformação … acontecendo com Bennewitz … parecia-me … estava em uma posição bastante única. Lá estava com o pé … na porta de um jogo secreto de contra inteligência que tinha toda a aparência de estar de alguma forma diretamente conectado a um projeto governamental com ETs/UFOs de alto nível e, a julgar pelos cargos das pessoas que eu sabia estar diretamente envolvidas com isso, definitivamente tinha algo a ver com a segurança nacional! Não havia nenhuma maneira que eu permitiria a oportunidade de me passar sem aprender ao menos algo sobre o que estava acontecendo. Eu jogaria o jogo de desinformação.

A declaração pública de Moore confirmou que Bennewitz, pelo menos parcialmente, conseguiu o monitoramento eletrônico de embarcações ETs na área, comunicando-se com aliens na base de Dulce e monitorando o controle de abduzidos pelos ETs na área. Isso pode ajudar a explicar porque a AFOSI começou o que emergiu como um intenso esforço secreto para desacreditar Bennewitz. A estratégia básica na campanha da AFOSI foi sugerir que os aspectos mais flagrantes das afirmações de Bennewitz – a base de Dulce como um local para onde seres humanos sequestrados eram levados para os subterrâneos para experiências genéticas, colocados em armazenamento frio e até mesmo usados como fonte de alimento para os extraterrestres – foi a desinformação em vez de relatórios precisos sobre a natureza da presença dos ETs na região do Norte do Novo México. Na verdade, Moore argumentou que, quando o conheceu em 1982, a maior parte da informação de Bennewitz já estava sendo manipulada pela AFOSI.

Muitos pesquisadores de OVNI se desesperaram por encontrar a verdade sobre o que estava acontecendo em Dulce devido à neblina da desinformação que circulava em torno de Bennewitz e as várias atividades orquestradas pela AFOSI e / ou outros serviços de inteligência que visavam Bennewitz e seus apoiantes.  A visão dominante era que Bennewitz havia definitivamente descoberto ALGO GRANDE, mas tinha sucumbido a crenças que desacreditavam seu trabalho precoce e persuasivamente. Um pesquisador de OVNI afirmou que a desinformação foi transmitida através das comunicações interceptadas:

“Onde a verdade começou e terminou na informação coletada por Bennewitz é discutível, mas uma coisa é sem dúvida verdadeira – o conteúdo das mensagens interceptadas certamente causou que Bennewitz se tornasse um homem paranoico e iludido que eventualmente sofreu um colapso nervoso em 1985”. 

A intensidade de suas investigações e a resposta oficial tiveram uma grande carga pessoal em Bennewitz e causou sua crise nervosa. Mais tarde retirou-se inteiramente de qualquer discussão pública sobre a base de Dulce e terminou seu envolvimento com problemas de UFOs.

Apesar da sua retirada controversa da cena do assunto UFO-OVNI, a credibilidade de Bennewitz como um gênio da eletrônica indiscutível não estava em questão, e a extensa base de dados de filmes, fotos e dados de comunicações eletrônicas brutas do fenômeno OVNIs / ETs foi uma forte evidência de que algo estava ocorrendo em torno da Archuletta Mesa. Além da evidência física bruta acumulada por Bennewitz, vários denunciantes se apresentaram para dar mais testemunhos e até mais evidências físicas da existência de uma grande base subterrânea em Dulce e de ETs cometendo violações de direitos humanos em civis sequestrados.

Antes de analisar o testemunho dos denunciantes insiders sobre a base subterrânea de Dulce, irei assinalar a posição jurídica dos insiders denunciantes ao divulgar informações classificadas, pois isso ajudaria a explicar por que poucas pessoas compareceram para confirmar as denúncias de abusos massivos em direitos humanos em Dulce e outras bases (subterrâneas) conjuntas ETs/Governo dos EUA existentes pelo país.

Denunciantes e insiders e a “segurança nacional

Os “denunciantes” foram descritos como funcionários corajosos que, muitas vezes com o zelo de um mártir, revelam práticas governamentais / empresariais não éticas ou absolutamente criminosas que envolvem grandes danos ao interesse público.  Muitas vezes, o resultado a curto prazo para insiders denunciantes é a perda de empregos, reputação, segurança econômica e até mesmo a vida. Um denunciante e insider pode ser definido como qualquer funcionário de qualquer ramo de governo ou corporação que divulgue publicamente práticas antiéticas ou corruptas por uma agência / corporação governamental que viole a lei e / ou prejudique o interesse público.

Há uma extensa série de leis estaduais e federais de denunciantes insiders para aqueles que se apresentam para divulgar tais práticas e arriscar suas próprias carreiras, reputações e segurança física.  Quando se trata de emprego em agências governamentais / corporações que envolvem trabalhar em projetos com implicações de segurança nacional, as leis de proteção de denunciantes têm algumas qualificações importantes, como evidenciado pelo Estatuto Federal Básico sobre Denunciantes de Segurança Nacional (5 USC 2302).

A seção relevante deste Estatuto [5 USC Sec. 2302. (8) (A)] diz respeito à proibição de ação contra um empregado (denunciante) por causa de qualquer divulgação de informações que o empregado acredite ser prova de “uma violação de qualquer lei, regra ou regulamento” ou “abuso de autoridade ou “perigo substancial e específico para a saúde ou a segurança pública”. A seção relevante, em seguida, declara a condição de qualificação crítica: “se essa divulgação não for especificamente proibida por lei e se essa informação não for especificamente exigida por ordem executiva a ser mantida segredo no interesse da defesa nacional ou da conduta dos assuntos estrangeiros”.

Como é evidente na declaração de qualificação, os denunciantes não podem divulgar informações se sua divulgação comprometer a “segurança nacional”. Isso significa que, se alguém estiver empregado em uma agência governamental e / ou empresa que trabalha em um projeto classificado com implicações de segurança nacional, esses indivíduos não recebem proteção nos termos do Basic Federal Whistleblower Statute (Estatuto Federal de Denunciantes Básico) de Divulgação Pública de informações classificadas (National Security Whistleblowers).

Além disso, se os funcionários governamentais / corporativos assinam contratos que permitem sanções severas pela divulgação de informações classificadas, esses indivíduos, essencialmente, afastam seus direitos constitucionais, uma vez que não têm recurso legal para impedir a imposição das penas mais draconianas. Consequentemente, se os funcionários testemunham, por exemplo, abusos atrozes de direitos humanos cometidos na operação de projetos classificados, eles não têm proteção legal se eles optarem por divulgar isso ao público em geral. Um indivíduo que aparentemente se arriscou ao divulgar o seu testemunho de violações atrozes de direitos humanos ao trabalhar em um projeto altamente classificado é Thomas Castello. ele não têm proteção legal se eles optarem por divulgar isso ao público em geral.

Thomas Castello e os Dulce Papers

Em 1987, um aparente denunciante e insider organizou o lançamento de 30 fotos, vídeos e um conjunto de trabalhos para pesquisadores sobre OVNIs que aparentemente eram evidências físicas de um projeto conjunto base subterrânea dos EUA / extraterrestre a duas milhas (3.218 metros) abaixo da Mesa Archuletta, perto da cidade de Dulce, no Novo México. A coleção de documentos veio a ser chamada de “Dulce Papers” e forneceu evidências gráficas das operações desta instalação secreta subterrânea e pareceu fornecer um poderoso apoio às conclusões de Bennewitz sobre atividades na base subterrânea.

Os Documentos Dulce Papers descreveram experimentação genética, o desenvolvimento de seres híbridos humano-extraterrestres, o uso do controle mental através de computadores avançados, o armazenamento a frio de humanos em cubas líquidas e até o uso de partes de corpos humanos como fonte nutricional para (alimentação de) raças de extraterrestres (ET). Os documentos forneceram provas possíveis de que os seres humanos foram usados ​​como pouco mais do que animais de laboratório por raças alienígenas trabalhando diretamente com diferentes agências governamentais dos EUA e grandes corporações dos EUA cumprindo contratos militares de “orçamento negro” em uma base conjunta. Se os papéis fossem genuínos, foram realizadas experiências genéticas e projetos secretos que envolvem violações de direitos humanos em uma escala que ultrapassaria mesmo os capítulos mais sombrios da história humana recente.

O indivíduo responsável pela montagem e liberação dos documentos Dulce Papers, Thomas Castello, afirmou ter trabalhado como um oficial de segurança sênior na base antes de “se demitir” da instalação de Dulce após um confronto militar que ocorreu em 1979 entre oficiais militares de elite dos Estados Unidos, guardas de segurança da base e extraterrestres ali residentes. O confronto militar que ele descreveu foi apelidado de “Dulce Wars” e vários outros “denunciantes” insiders e pesquisadores de OVNIs-ETs descreveram subsequentemente incidentes semelhantes em Dulce ou nas proximidades que comprovam muitas das reivindicações de Castello.

No tempo que ele diz ter deixado seu emprego na base em Dulce em 1979 e posterior lançamento dos Documentos Dulce Papers em 1986, Castello deu uma série de entrevistas e se correspondia com pesquisadores de OVNIs antes de eventualmente desaparecer de cena. As transcrições dessas entrevistas e correspondências fornecem mais testemunhos de “denunciantes” e insiders de eventos na suposta instalação subterrânea de Dulce e a “guerra” secreta que ocorreu lá entre forças militares dos EUA  e várias raças de alienígenas. Thomas Castello afirma ter servido na Força Aérea dos EUA e se especializado em fotografia militar e monitoramento de vídeo. Ele ainda afirma ter servido em uma base subterrânea altamente classificada perto da cidade de Dulce, no norte do Novo México. Seu histórico foi resumido da seguinte forma:

Em 1961, Castello era um jovem sargento estacionado na Base da Força Aérea de Nellis, perto de Las Vegas, Nevada. Seu trabalho era como um fotógrafo militar com uma autorização secreta. Mais tarde, ele foi transferido para a Virgínia Ocidental, onde treinou em fotografia de inteligência avançada. Trabalhou dentro de uma instalação subterrânea não divulgada e, devido à natureza de sua nova tarefa, sua autorização de segurança (Clearance) foi atualizada para TS-IV. Ele permaneceu com a Força Aérea como fotógrafo até 1971, momento em que lhe foi oferecido um trabalho com a empresa RAND CORP. como técnico de segurança, e então mudou-se para a Califórnia, onde a RAND tinha uma grande instalação e sua autorização de segurança foi atualizada para o nível ULTRA-3. …

Em 1977, Thomas foi transferido para Santa Fé, Novo México, onde seu salário foi aumentado significativamente e sua autorização de segurança foi novamente atualizada … desta vez para ULTRA-7. Seu novo trabalho era como um especialista em segurança fotográfica na instalação de Dulce, onde sua especificação de trabalho era manter, alinhar e calibrar câmeras de monitoramento de vídeo em todo o complexo subterrâneo e acompanhar visitantes para seus destinos.

É o extenso monitoramento de vídeo que ocorreu em Dulce que, aparentemente, forneceu à Castello a informação do olho de pássaro que ele precisava para aprender o que estava ocorrendo na base e os abusos dos direitos humanos que eventualmente levaram à sua saída do emprego na base e distribuição de material classificado. As alegações de Castello são delineadas em duas fontes, em primeiro lugar são os próprios papéis de Dulce que provavelmente envolvem material classificado retirado da base; e em segundo lugar, as entrevistas / correspondência que Castello teve com vários pesquisadores de OVNIs. Grande parte do material de Castello já  circulou na Internet e foi incorporado em um livro intitulado “The Dulce Wars: Underground Alien Bases and the Battle for Planet Earth” que foi de autoria de um pesquisador de OVNI que usa o nome ‘Branton’.

Confirmar oficialmente o enquadramento laboral, militar e educacional de Castello e, portanto, seu status como denunciante e insider não foi possível. Isto é possivelmente devido a uma prática que foi reivindicada como padrão para civis que trabalham sob contrato para empresas e / ou agências militares / de inteligência em projetos altamente secretos e classificados envolvendo o governo com ETs: a remoção oficial de todos os registros públicos de empregados contratados como uma precaução de segurança para o evento em que intencional ou involuntariamente divulgam publicamente o que está ocorrendo em tais projetos.

Por exemplo, Em uma série de entrevistas com o pesquisador proeminente dobre OVNIs, Dr. Richard Boylan, Wolf afirmou que ele estava sendo dirigido por seus superiores para participar de um vazamento controlado de informações para a comunidade de OVNI, ao mesmo tempo em que proporciona uma recusa de “negação plausível” para o governo. Todos os registros públicos dos graus universitários avançados de Wolf e serviços contratuais para diferentes ramos de governo, militares / de inteligência / segurança nacional foram eliminados, tornando muito difícil, se não impossível, confirmar seus antecedentes e fundamentar a surpreendente informação que ele estava divulgando.

Ele alegou que esta remoção de registros públicos era “prática padrão” para todos os civis empregados por qualquer das empresas e / ou os militares dos EUA em projetos clandestinos envolvendo ETs. Uma fonte adicional que confirma a descrição de Wolf sobre a existência de uma “prática padrão” foi Bob Lazar, um físico que descobriu que depois de deixar em 1988 a instalação secreta S-4 (instalação subterrânea na ÁREA- 51) em Nevada, onde seu trabalho era fazer engenharia reversa das tecnologias dos sistemas de propulsão e de energia da espaçonaves extraterrestres recuperadas de acidentes, sua certidão de nascimento já não estava mais disponível no hospital em que nasceu, juntamente com o desaparecimento de registros de sua escola, da faculdade e de todos os registros de emprego – ele simplesmente deixou de existir oficialmente!

Agora, pode-se sugerir que existe uma prática padrão para civis contratados para corporações e / ou agências militares / de inteligência, pelo que seu emprego e registros públicos são removidos como uma precaução de segurança contra a divulgação pública de informações relacionadas aos envolvimento do governo-militares-grandes conglomerados industriais com diferentes raças de ETs, como no caso de Bob Lazar, ou para manter um vazamento de informação altamente controlado, como no caso do Dr. Wolf. Isso significa que confirmar o enquadramento laboral de Castello e, portanto, a sua credibilidade, como denunciante é muito difícil, se possível. Existem três possibilidades para a verdadeira identidade e credibilidade de Castello como denunciante:

  • O primeiro é que ele é quem ele diz ser, um denunciante e insider que trabalhou na base.
  • O segundo é que ele está usando o nome e a identidade de ‘Thomas Castello’ como uma capa para revelar informações sobre Dulce. Neste caso, ele pode ser um “insider” vazando informações sobre abusos de direitos humanos na base que deseja permanecer como um denunciante insider anônimo.
  • A terceira possibilidade é que Castello seja uma identidade falsa criada por um oficial de inteligência para disseminar a desinformação que orienta os pesquisadores do OVNIs e o público em geral para longe dos verdadeiros projetos militares relacionados na área. Um número de pesquisadores de OVNIs aparentemente conseguiram entrar em contato com Castello antes do seu eventual “desaparecimento” no final da década de 1980 e conseguiram obter respostas para uma série de perguntas.

De acordo com Branton e William Hamilton, pesquisadores do assunto OVNI eles conheceram pessoalmente  Castello e poderiam confirmar sua existência e credibilidade. Embora a lista de contatos e entrevistas pessoais com Castello não seja extensa, parece que ele existe, ao mesmo tempo que duplica, sem eliminar, a terceira possibilidade de sua identidade ser inventada por oficiais de inteligência. É essa incerteza que levou a maioria dos pesquisadores de OVNIs a não levar a sério as alegações de Castello que apoiam muito do que Bennewitz já havia discutido anteriormente e agora estava associado a uma campanha de desinformação liderada pela Inteligência da Força Aérea (AFOSI).

Em uma seção posterior, serão citados outros denunciantes que confirmaram muitos aspectos das reivindicações de Bennewitz e Castello, indicando que a terceira possibilidade pode ser descartada como a possibilidade menos provável quanto à identidade de Castello. Consequentemente, vale a pena explorar com alguma profundidade o que Castello afirmou ter experimentado na base subterrânea Ducle, uma vez que ele fornece o testemunho mais extenso do que pode ter ocorrido lá.

Nos papéis de Dulce e seus testemunhos pessoais, Castello afirma a existência de uma instalação subterrânea de sete níveis que abriga em conjunto humanos e diferentes raças extraterrestres em Dulce, no Novo México. Castello afirma que os humanos empregados na base eram cientistas, pessoal de segurança e funcionários de várias empresas que estavam atendendo contratos militares.  Havia quatro raças extraterrestres que ele afirmou que trabalharam em Dulce: o padrão ‘pequenos’ Greys ‘de Zeta Reticulum (aproximadamente com 4 pés de altura-1,20 metros);  Greys altos de Rigel, Orion (7 pés, 2,10 metros); e espécies reptilianas nativas da Terra ou do sistema estelar da constelação de Draco (variando de 6-8 pés-entre 1,80 a 2,40 metros).

Castello afirma que os Reptilianos baseados na Terra, que ele descreveu como a “casta trabalhadora”, foram liderados por uma espécie de reptil alada que ele descreveu como Dracos. Ele disse que os pequenos Greys (retratados em filmes como Close Encounters of the Third Kind) são subservientes aos reptilianos de Draco. Castello diz que estava empregado como “Técnico sênior de segurança” nas instalações de Dulce e que sua principal função de trabalho era resolver quaisquer problemas de segurança entre as diferentes raças de ETs residentes e os funcionários humanos na gigantesca base subterrânea. Ele descreveu algumas de suas funções de trabalho e a hierarquia ETs em resposta a uma pergunta feita por Branton sobre a frequência com que ele se comunicava com as diferentes espécies de ET:

Como eu era o Técnico Sênior de Segurança naquela base, eu tinha que me comunicar com eles diariamente. Se houvesse algum problema que envolvesse câmeras de segurança ou de vídeo, eu era o único que eles chamavam. Era a “casta trabalhadora” reptiliana que geralmente fazia o trabalho físico nos níveis dos andares mais baixos de Dulce. As decisões envolvendo essa casta eram geralmente feitas pelos Draco Brancos. Quando os trabalhadores humanos causavam problemas para a casta trabalhadora, os reptilianos iam ao “chefe” draconiano branco, e o Draco me chamava. Às vezes, sentia que era um problema sem fim. Vários trabalhadores humanos se ressentiam da atitude “falta de sentido” ou “volte a trabalhar”, de como a casta trabalhadora reptiliana vivia.

Quando necessário, a intervenção tornou-se uma ferramenta vital. O maior problema eram os trabalhadores humanos que às vezes vagavam por perto das áreas “OFF LIMITES” da “Seção Alien” (áreas onde o acesso de humanos da Terra era proibido). Eu acho que é da natureza humana ser curiosa e se perguntar o que havia além das barreiras. Muitas vezes, alguém encontrou uma maneira de ignorar as barreiras e pesquisou essas áreas. A câmera perto da entrada geralmente os detinha antes de se meterem em sérios problemas. Algumas vezes eu tive que solicitar o retorno de um trabalhador humano.

Castello afirmou que os diferentes projetos em Dulce envolviam engenharia reversa da tecnologia extraterrestre, desenvolvimento de métodos de controle mental e experiências genéticas envolvendo clonagem e criação de seres híbridos humano-ETs. Projetos semelhantes foram realizados em laboratórios em Montauk, Long Island e Brookhaven  e foram objeto de vários outros testemunhos de denunciantes e insiders.

Um esquema de como seria os diferentes níveis na base subterrânea de Dulce, no Novo México.

Esses projetos foram espalhados entre os sete níveis da base subterrânea de Dulce, com os ETs ocupando os níveis mais profundos, do cinco ao sete. Estes níveis mais baixos foram descritos por Castello como uma série extremamente antiga de cavernas naturais que tinham sido usadas no passado por diferentes raças ETs ao longo da história do planeta. Em resposta a uma pergunta sobre a origem das Cavernas, ele afirmou:

A natureza começou as cavernas. Os reptilianos de Draco  usavam as cavernas e túneis durante séculos. Mais tarde, através dos planos da RAND Corporation, elas foram sendo ampliadas repetidamente. As cavernas originais incluíam cavernas de gelo e fontes de enxofre que os ‘alienígenas’ acharam perfeitas para suas necessidades. 

Ao descrever a forma como o comando foi compartilhado na base conjunta entre o governo dos EUA e as raças de ETs, Castello disse:

A casta trabalhadora [Reptilian] faz as tarefas diárias, esfregando os pisos de látex, limpando as gaiolas, trazendo comida para pessoas famintas e outras espécies. É seu trabalho formular a mistura adequada para alimentar os seres (híbridos?) do tipo um e do tipo dois, seres que os reptilianos de Draco criaram. A casta  trabalhadora reptiliana funciona nos laboratórios, bem como nos bancos de computadores. Basicamente falando, as raças reptilianas estão ativas em todos os níveis da Base Dulce. Existem várias “raças” de alienígenas que funcionam na seção leste do nível seis … Essa seção é comumente chamada de “seção alienígena”. Os reptilianos Draco são os mestres incontestáveis ​​dos níveis 5-6-7. Os humanos são os segundos no comando desses níveis. 

Castello diz que ele testemunhou diretamente os produtos das experiências genéticas trans-espécies no sexto nível da instalação. O mais perturbador foi a descoberta de que os seres humanos eram usados ​​como um tipo de animal para teste de laboratório no nível mais baixo, onde eram colocados em armazenamento frio, usados ​​como animais de teste em programas de controle mental e até mesmo usados ​​em experimentos genéticos. Castello descreveu:

“O nível 7 é o pior, eram milhares de seres humanos e híbridos humanos-ETs postos em incontáveis filas em armazenamento frio. Aqui também estavam as cubas de armazenamento de embriões de seres Humanoides em vários estágios de desenvolvimento”. “Eu frequentemente encontrava humanos presos em gaiolas, geralmente atordoados ou drogados, mas às vezes eu os via chorando e pedindo por ajuda”

Castello afirma que foi informado em seu briefing inicial de que os humanos sofreram diferentes formas de insanidade e estavam sendo submetidos a uma série de procedimentos médicos de alto risco e experiências de controle mental projetadas para tratar a insanidade. Ele afirma que ele e outros trabalhadores humanos foram expostos diariamente a sinais que diziam: “este local apresenta risco avançado de testes médicos e de drogas para curar a insanidade, por favor, nunca fale com os presos, isso pode destruir anos de trabalho”.

Castello argumenta que ele desempenhou seus deveres sem qualquer grande problema até que ele começasse a suspeitar de que, ao invés de ficarem loucos, os humanos eram civis normais que simplesmente eram sequestrados para serem usados ​​como animais de laboratório pelas raças ETs Greys e Reptilianos:

Eu sou sensível, quando os médicos dizem para não falar com eles, quem era eu para destruir a delicada situação? Mas um homem de alguma forma me chamou a atenção. Ele declarou repetidamente que seu nome era George —- e que ele havia sido sequestrado e tinha certeza de que alguém estava procurando por ele. Não sei por que ele se esconde na minha mente, achei que estava lembrando o rosto dele, achando que não parecia ser insano, mas muitos presos disseram isso. No próximo fim de semana eu convenci um amigo meu, um policial, na superfície para verificar o desaparecimento do cara, dizendo que eu tinha me exercitado com ele e estava curioso. Não mencionei a base. Foi um sentimento de repouso quando o computador confirmou que George S. estava desaparecido. 

Foi a constatação de que os humanos lá dentro sofrendo nos subterrâneos eram civis comuns abduzidos e sequestrados, e a descoberta deste fato que levou à decisão de Castello de se juntar a um pequeno número de outros funcionários da base para ajudar a libertar os humanos presos.

Foi outro agente de segurança que veio até mim dizendo que ele e alguns trabalhadores de laboratório queriam uma reunião fora de serviço em um dos túneis [fora do registro]. A curiosidade assumiu e eu disse OK. Naquela noite, cerca de nove homens apareceram. Eles disseram que sabiam que estavam arriscando-se comigo a desmarcara-los, mas queriam me mostrar algumas coisas que eles achavam que eu deveria ver. Um por um, eles mostraram registros que provaram que muitos prisioneiros/cobaias eram pessoas desaparecidas nas cidades da região de superfície.

Havia recortes de jornais, e até algumas fotos que eles tinham contrabandeado (de pessoas desaparecidas) para dentro da base. Eles esperavam contrabandeá-los novamente, sem que eu os entregasse aos “donos da base”. Eu podia ver o medo em seus rostos enquanto eles falavam. Um homem afirmou que preferia perder a vida tentando, do que perder sua alma por não fazer nada. Foi essa observação que virou a maré. Eu falei sobre meu contato com George e as coisas que eu descobri sobre ele. Depois de algumas horas, nos comprometemos a tentar expor a Base Dulce.

Castello descreve como o pequeno grupo de trabalhadores humanos começou a cooperar com alguns reptilianos da casta trabalhadora que também tinha interesse em libertar os humanos sequestrados nos níveis mais profundos. Eventualmente, Castello descreveu como o contingente de força de elite da base tentou destruir o “movimento de resistência”:

Em última análise, tudo terminou quando um ataque militar coordenado foi iniciado através dos túneis de saída e eles executavam qualquer um que cruzasse seu caminho, humano ou reptiliano.  Nós lutávamos de volta, mas nenhuma das castas trabalhadoras dos alienígenas tinha armas, nem os trabalhadores do laboratório humano. Somente a força de segurança e alguns trabalhadores de computadores tinham armas de pulso de energia (tecnologia alienígena) de flash. Foi um massacre. Todos estavam gritando e correndo buscando escapar do ataque. Os corredores e os túneis foram preenchidos o máximo possível. Acreditamos que foram as forças especiais Delta Force [por causa dos uniformes e do método de ataque que eles usaram] que optou por atacar a base durante a mudança de turno, um esforço que matou tantos quantos cruzaram em seu caminho.

Castello desistiu do trabalho na Base, ele levou consigo fotos e uma gravação de vídeo, documentos eventualmente distribuídos ao público em geral como Dulce Papers.

Devido à importância das reivindicações de Castello e às provas que ele forneceu, parece apoiar muito o que o Dr Paul Bennewitz concluiu de seu extenso monitoramento eletrônico e pesquisa de campo, é necessário analisar qualquer outro testemunho de denunciantes insiders que comprovem de forma independente a hipótese da base subterrânea de Dulce.

 

Um Tratado foi assinado entre o governo dos EUA e raças de ETs em 1954?

A primeira reivindicação que precisa de análise é a afirmação de Bennewitz e Castello de que existe uma base conjunta dos EUA (governo/militares/raças de extraterrestres) subterrânea em DULCE, no estado do Novo México, em primeiro lugar. Isso implicaria algum tipo de tratado ou acordo formal entre os representantes do governo dos EUA, com a presença do presidente Eisenhower e as raças de extraterrestres. Há um significativo testemunho de denunciantes e insiders de que um tratado formal foi assinado entre a administração Eisenhower e extraterrestres Greys do sistema estelar binário de Zeta Reticulum já em 1954.

Segundo o Dr. Wolf, a administração Eisenhower entrou no tratado com os extraterrestres Greys  do quarto planeta (SERPO) do sistema estelar Zeta Reticulum, mas este tratado nunca foi ratificado como exigido pela Constituição.  Ao aludir ao mesmo tratado assinado pelo governo de Eisenhower, o Col Phillip Corso, um oficial altamente condecorado que serviu no Conselho de Segurança Nacional de Eisenhower (e que durante 25 anos comandou programa de engenharia reversa das espaçonaves aliens acidentadas), escreveu:

“Nós tínhamos negociado uma espécie de rendição com eles [ETs] desde que não podíamos lutar uma guerra aberta contra eles. Eles ditaram os termos porque sabiam que o que mais temíamos era a divulgação” (da existência de extraterrestres com superioridade tecnológica em armas).

O tratado secreto assinado em 1954 entre a administração Eisenhower e extraterrestres Greys foi divulgado por vários outros “denunciantes e insiders” alegando o acesso anterior a documentos secretos que revelam a existência de tal tratado.   Phil Schneider, um denunciante e insider ex engenheiro geológico empregado por corporações contratadas para construir bases subterrâneas, escreveu:

“Em 1954, sob a administração Eisenhower, o governo federal decidiu contornar a Constituição dos Estados Unidos e formar um tratado com seres extraterrestres. Foi chamado de Tratado de Grenada de 1954, que basicamente fez o acordo de que os alienígenas envolvidos poderiam construir e ocupar bases subterrâneas em território dos EUA e sequestrar algumas vacas e testar suas técnicas de implantação em “alguns seres humanos”, mas que eles tinham que dar detalhes sobre as pessoas abduzidas e sequestradas envolvidas. Lenta e paulatinamente, os alienígenas alteraram a barganha até que decidissem que nunca iriam cumprir o tratado”. 

O tratado argumentava que produzia essencialmente a transferências de tecnologia entre as raças ET e os militares e o governo dos EUA em troca de certos direitos basais (ocupação de bases subterrâneas em território dos EUA pelos extraterrestres) e monitoramento de abduções efetuadas pelos aliens de civis do pais. O coronel Phillip Corso acreditava que este tratado era essencialmente algo que foi imposto à administração Eisenhower, sugerindo que a transferência de tecnologia seria a moeda cedida pelos aliens Greys que usariam o material genético diversificado disponível nos EUA.

Essa diversidade genética dos seres humanos foi algo que tornou os EUA um signatário do tratado muito mais atraente do que as maiores potências racialmente homogêneas como a Rússia e a China. É provável que a administração argumentasse que, desde que os Greys haviam sequestrado incontáveis civis dos EUA de qualquer maneira, que o Tratado lhes proporcionaria um meio de monitorar os sequestros e observar de perto o que aconteceu com os civis que faziam parte dos experimentos genéticos efetuados pelos Greys.

Os Greys eram “obrigados” pelo tratado a fornecer listas dos civis sequestrados, algo que aparentemente não ocorreu e mais tarde se tornou uma fonte de atrito e desacordo entre os Greys e as autoridades dos EUA (ao mesmo tempo em que a transferência de tecnologia dos Greys para os militares “sempre foi feita de forma incompleta”, pois sempre faltava “um parafuso” para que o que quer que fosse desenvolvido funcionasse perfeitamente).

O tratado com os aliens Greys de Zeta Reticulum provavelmente levou à criação de bases conjuntas      subterrâneas e secretas cujas funções provavelmente incluíram: troca de tecnologia; experimentos de controle mental; monitoramento das experiências genéticas de Greys; e colusão no sequestro de civis para os vários projetos nessas bases compartilhadas. A existência tanto do Tratado como da (s) base (s) conjunta (s) com os Greys teria recebido os níveis de classificação mais elevados possíveis e só teria sido conhecida por um número limitado de funcionários públicos eleitos e nomeados.

Consequentemente, testemunhos de denunciantes e insiders que apoiam a existência de um tratado secreto formal negociado pela administração da Eisenhower para transferências de tecnologia com uma raça alienígena sugerem a possível construção de instalações subterrâneas onde isso poderia ser feito sem o escrutínio público, parlamentar ou de estrangeiros. Tendo posto a possível base “legal” para uma instalação subterrânea comum dos militares/ governo dos EUA e aliens Greys, agora passo a analisar evidências que apoiem ​​a existência de tal base. Com base em evidências apresentadas até agora, pode-se concluir que três possibilidades se destacam como as explicações mais prováveis ​​para o que estava ocorrendo em Dulce.

 

  • Primeiro, existe uma instalação conjunta ET-humana em Dulce, que é (ou estava) conduzindo
  • projetos que envolviam (d) o sequestro de indivíduos humanos para experimentação genética e cujos direitos são severa e completamente violados.
  • Em segundo lugar, a base de Dulce existe (ou existiu), mas os relatos de horríveis abusos cometidos pelos ETs com seres humanos abduzidos foram parte de uma campanha de desinformação destinada a desacreditar Paul Bennewitz e a qualquer pesquisa legítima sobre as atividades de ET e os projetos secretos do governo que estão sendo realizados em Dulce.
  • Uma terceira possibilidade é que todas as histórias sobre Dulce são desinformação projetada para deliberadamente dirigir investigação séria para longe do assunto Óvnis e para dividir a comunidade de pesquisadores do assunto.

Mantendo estas três possibilidades em mente, agora examino testemunhos de denunciantes sobre    um aparente conflito militar entre forças militares especiais dos EUA e os alienígenas que ocorreu na base de Dulce (1995) para determinar qual dessas três possibilidades é mais precisa.

A Guerra em Dulce

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os testemunhos de denunciantes que apoiam a existência da base de Dulce sugerem que tal instalação subterrânea secreta estava realizando uma série de projetos que se concentram em troca de tecnologia, programas de controle mental (da humanidade), experiências genéticas e abuso generalizado de direitos humanos de civis sequestrados. É provável que houve entre um ou mais desses projetos  uma disputa entre as raças ETs e as organizações militares/governamentais clandestinas. Esta disputa levou a hostilidades militares que se tornaram conhecidas como a “Dulce War”. A causa precisa deste confronto ainda não é clara, no entanto, o que emergiu dos vários testemunhos de informantes e insiders é que ela aconteceu e envolveu um número significativo de mortes envolvendo pessoal militar de forças especiais (Delta Force) dos EUA,

De acordo com Castello, o conflito militar de Dulce começou como resultado do crescimento de um movimento de resistência entre os guardas de segurança e ETs simpáticos à causa humana que desejavam ajudar incontáveis seres humanos presos engaiolados nas seções dos níveis mais profundos da base, envolvendo todo tipo de experimentação genética. Eventualmente, foram enviados 100 militares da força de elite Delta Force para erradicar o movimento de resistência que começou a ameaçar os procedimentos de segurança estabelecidos na base conjunta.

Esta força sofreu uma série de baixas e infligiu grandes baixas tanto aos ETs residentes na base quanto ao pessoal de segurança do complexo. O confronto militar em Dulce foi relatado por outros denunciantes e insiders, incluindo Phil Schneider que trabalhou como engenheiro geológico na construção da base Dulce, em outras bases subterrâneas nos EUA (no total seriam cerca de 130 bases subterrâneas espalhadas pelos EUA) e outras bases subterrâneas ao redor do globo.  Schneider deu os seguintes detalhes de seus antecedentes e a existência de um confronto militar em 1995:

Para lhe dar uma visão geral de quem sou, eu comecei e passei pela escola de engenharia.  Metade da minha graduação estava nesse campo, e eu criei uma reputação de ser engenheiro geológico, bem como um engenheiro estrutural com aplicações militares e aeroespaciais. Eu ajudei a construir duas bases principais nos Estados Unidos que têm algum significado no que se chama Nova Ordem Mundial [um mundo controlado pela ONU secretamente controlada por ETs]. A primeira base é a de Dulce, no Novo México. Eu estive envolvido em 1979 em um tiroteio com humanoides alienígenas, e eu fui um dos sobreviventes.  Provavelmente sou o único sobrevivente conversando que você já viu e ouviu. Dois outros sobreviventes estão sob guarda de perto. Eu sou o único que conhece os arquivos detalhados de toda a operação. Sessenta e seis agentes de serviços secretos, FBI, Boinas Negras e similares, morreram nesse tiroteio. Eu estava lá.

Schneider descreveu a causa do confronto militar de 1979 como pouco mais do que um “acidente” que surgiu de novas perfurações de subterrâneos para uma extensão planejada da base de Dulce:

Eu estava envolvido na construção de uma ADICÇÃO à base militar subterrânea profunda em Dulce, que provavelmente é a base mais profunda. Desce sete níveis e mais de 2,5 milhas de (4.023 metros) profundidade. Naquele momento em particular, tínhamos perfurado quatro furos distintos no deserto, e nós íamos conectá-los e explodir grandes seções de cada vez. Meu trabalho era descer nos buracos e verificar as amostras de rocha, e recomendar o explosivo para lidar com a rocha particular. Quando eu estava indo para lá, nos encontramos em meio a uma grande caverna que estava cheia de alienígenas do espaço exterior, também conhecida como Greys altos. Eu atirei em dois deles. Naquele momento, havia 30 pessoas lá embaixo. Cerca de 40 mais caíram depois que isso começou, e todos foram mortos. Nós surpreendemos os alienígenas e toda uma base subterrânea desconhecida ocupada por alienígenas. Mais tarde, descobrimos que eles estavam vivendo no nosso planeta por um longo tempo … Isso poderia explicar muito mais do que está por trás da teoria dos astronautas antigos.

Uma diferença importante entre as versões de Schneider e Castello é que a Schneider não se referiu à base subterrânea como uma instalação conjunta. Ele descreveu isso como uma instalação militar norte-americana de sete níveis que “acidentalmente” foi construída em cima de uma antiga base ET. Ele acreditava que seu trabalho era simplesmente estender a base existente em vez de atacar raças de ETs por um propósito não revelado. A improbabilidade de que a instalação de Dulce fosse “acidentalmente” construída em uma base ET antiga sugere que Schneider foi apenas parcialmente informado da verdadeira natureza de sua missão e do que estava ocorrendo nos níveis mais profundos.

Em algum momento, em 1993, Schneider deixou de trabalhar para seus vários clientes corporativos (conglomerados industriais do Complexo Industrial Militar) que atendiam contratos militares depois de se convencerem de uma trama dos ETs Greys altos para implantar um governo global no estilo uma Nova Ordem Mundial dominada pelas Nações Unidas que estaria secretamente controlada por eles mesmos. Ele posteriormente iniciou uma série de palestras públicas revelando as atividades nas bases subterrâneas que ele ajudou a construir e o papel das raças extraterrestres na infiltração dos governos nacionais e sendo os verdadeiros arquitetos de uma Nova Ordem Mundial.

 

 

Schneider deu uma palestra na conferência MUFON em maio de 1995 e foi encontrado morto em seu apartamento sete meses depois, em janeiro de 1996.  As circunstâncias em torno da morte de Schneider e seu relatório de autópsia levaram muitos a declarar que Schneider havia sido assassinado por ter divulgado o conhecimento de ETs e da base subterrânea secreta em Dulce.  O testemunho de Schneider, seu conhecimento claro da engenharia geológica e a morte misteriosa suportam sua tese central de que existe uma base subterrânea em Dulce, e um confronto militar entre ETs e forças militares elite dos EUA ocorreu no nível mais profundo desta instalação subterrânea.

Outro “denunciante” que presta credibilidade à possibilidade de que um tiroteio tenha ocorrido entre forças militares especiais dos EUA e ETs em uma base subterrânea secreta foi o Dr. Michael Wolf. O livro de Wolf, “The Catcher’s of Heaven”, descreve um tiroteio entre as forças ETs e as forças militares de elite dos EUA que ocorreram em 1975 nas instalações de Groom Lake, Nevada, dentro do complexo militar gigantesco da Nellis Air Force Range (local onde também esta instalada a famigerada ÁREA-51) que podem ter sido relacionadas ao que ocorreu mais tarde na base em Dulce nas proximidades:

Os Greys compartilharam certos de seus avanços tecnológicos com cientistas militares/de inteligência, aparentemente, muitas vezes enquanto “convidados” prisioneiros dentro de instalações militares subterrâneas seguras em Nevada e no Novo México. Os extraterrestres deram ao governo dos EUA algumas de suas embarcações antigravidade e uma enorme quantidade de combustível (elemento 115). Em 1 de maio de 1975, durante uma dessas trocas de tecnologia em Nevada, uma demonstração de um pequeno reator de antimatéria ET, o líder Grey perguntou ao Coronel a cargo das Forças Delta que protegem os ETs para remover todos os seus rifles e balas da sala (assim que eles não descarregariam acidentalmente durante as emissões de energia.)

Os militares se recusaram, E na agitação que se seguiu, um soldado abriu fogo contra os Greys. Um alienígena, dois cientistas e 41 militares foram mortos. Um guarda ficou vivo para atestar que os ETs aparentemente usavam energia mental dirigida em autodefesa para matar outras forças de ataque quando eram atacados. Dr. Wolf afirma que “este incidente encerrou certas trocas com os Greys”.

Existem importantes paralelos com a “guerra Dulce” na descrição do confronto em “Nevada” descrito por Wolf, com o descrito por Castello e Schneider. Em ambos os casos, um número significativo de militares dos EUA são mortos após um confronto com ETs. Esses paralelos sugerem que Wolf estava narrando um conflito completamente diferente, ou o mesmo conflito, mas com algumas imprecisões destinadas a esconder a verdadeira natureza e localização do conflito entre as forças armadas americanas e as raças aliens. Algumas diferenças notáveis ​​nas narrativas são que Wolf disse que os ETs eram convidados “prisioneiros” em vez de compartilhar instalações de base conjuntas com os EUA.

É improvável que os ETs fossem “convidados prisioneiros” que participariam do tipo de troca tecnológica significativa descrita por Wolf. É provável que a referência de Wolf aos ETs como “convidados prisioneiros” tenha como objetivo esconder a verdadeira extensão da cooperação entre as forças armadas dos EUA e as raças alienígenas em uma base compartilhada que possa levar a uma conexão com reivindicações de Bennewitz em relação a Dulce. Isso também coloca dúvidas sobre se o conflito ocorreu em Nevada em 1975, como Wolf descreve em seu livro, ou se ele estava aludindo ao conflito militar de 1979 em Dulce, no Novo México.

Se o último for o caso, Então Wolf foi instruído por seus superiores na “liberação controlada de informações” para semear algumas imprecisões (desinformação) na informação que ele estava divulgando de que um tiroteio havia ocorrido de fato em uma instalação compartilhada entre os EUA/ETs e as forças militares dos EUA haviam sofrido grandes baixas. Essa estratégia de desinformação fortaleceria qualquer posição de “recusa de plausibilidade” que o governo poderia escolher para assumir a informação sensível divulgada por Wolf. Wolf revelou ainda em uma entrevista que ele havia trabalhado no laboratório Dulce, proporcionando assim mais confirmação para a existência desta base subterrânea secreta que é a reivindicação chave feita por Bennewitz.

Outro denunciante que revelou evidências da existência de uma base subterrânea conjunta do governo com extraterrestres e o “conflito militar em Dulce” é Bob Lazar. Lazar trabalhou por alguns meses em 1988 na instalação subterrânea nível S-4, também dentro do complexo militar de Nellis Air Force Range, em Nevada em engenharia reversa do sistema de propulsão e energia das espaçonaves extraterrestres. Em uma entrevista, ele descreveu seus antecedentes da seguinte maneira:

Eu tenho dois graus de mestrado, um em física; um na eletrônica. Eu escrevi minha tese sobre MHD, que é a magnetohidrodinâmica. Eu trabalhei em Los Alamos por alguns anos como técnico e depois como físico na seção de prótons polarizados, lidando com o acelerador de partículas. Fui contratado na S-4 como fisicamente pessoal para trabalhar em sistemas de propulsão gravitacional e outros não associados a essas espaçonaves. 


Lazar revelou que em seu briefing antes de trabalhar com espaçonaves extraterrestres, ele precisava ler 200 páginas de documentos informativos em preparação para seu trabalho. Ele lembrou que o documento de esclarecimento mencionou uma batalha entre ETs e humanos em uma base secreta em 1979. Ele disse que o conflito foi causado por um guarda de segurança que tentou tomar uma arma na área ET e resultou em perdas fatais para a segurança pessoal. A lembrança de Lazar do documento de informação que ele leu em 1988 é muito provável estar referindo-se ao tiroteio na base Dulce de 1979.

Em suma, a evidência mais forte para as reivindicações de Bennewitz em relação à base de Dulce provêm: do testemunho de Thomas Castello de seu emprego e deserção da base subterrânea de Dulce depois de testemunhar imensos abusos de direitos humanos com civis sequestrados pelos aliens; o testemunho de Phil Schneider, que esteve diretamente envolvido no tiroteio de Dulce;  importantes paralelos com a revelação de Michael Wolf de um tiroteio que pode ter ocorrido quatro anos antes em outra base subterrânea em Nevada (S4) e sua admissão de ter trabalhado em Dulce; a lembrança de Bob Lazar de um briefing escrito revelando um tiroteio de 1979 entre ETs e pessoal de segurança em uma base secreta; e os relatos de abduzidos que sofreram uma regressão hipnótica e cujos testemunhos estão registrados no livro The Dulce Wars: Underground Alien Bases and the Battle for Planet Earth

Além disso, a campanha de desinformação instigada contra Bennewitz e a morte misteriosa de Schneider após o seu discurso ao público sobre a existência de instalações secretas subterrâneas, ambos dão suporte circunstanciado à visão de que havia base suficiente para reivindicações de denunciantes sobre a existência da instalação subterrânea de Dulce, e possíveis abusos gravíssimos de direitos humanos de civis norte americanos abduzidos aos milhares que ocorriam nos níveis mais profundos da base.

Posso agora retornar às três possibilidades mencionadas anteriormente quanto às principais reivindicações de Bennewitz sobre a existência da base de Dulce, ocorrendo um conflito militar e a ocorrência (ou continuando a acontecer) grandes e graves abusos aos direitos humanos na base. A primeira possibilidade era que a evidência comprovasse as afirmações de Bennewitz. A segunda possibilidade era que as afirmações de Bennewitz sobre os abusos de ETs contra abduzidos civis eram a desinformação destinada a afastar os pesquisadores da existência da base e / ou de um conflito militar ocorrido ali. A terceira possibilidade era que as afirmações de Bennewitz estavam comprometidas pela desinformação destinada a afastar os pesquisadores de OVNI de avistamentos genuínos de Ufos. Para determinar qual possibilidade é mais plausível, vou agora considerar algumas das críticas feitas pelas afirmações de Bennewitz e outras em torno da base de Dulce:

Crítica da hipótese de existência da base subterrânea de Dulce

Desde que Bennewitz começou a circular suas reivindicações sobre a base de Dulce no início dos anos 80, e as últimas evidências físicas e testemunhos pessoais fornecidos por Castello e outros insiders e informantes, tem sido previsivelmente crítica intensa das evidências que sustentam a hipótese da base de Dulce. Essas críticas se dividem em três categorias.

  • Em primeiro lugar, são críticas de evidências físicas, como as transmissões eletrônicas interceptadas de Bennewitz, transcrições de comunicação, fotos, gravações de vídeo e os “Documentos Dulce” fornecidos por Castello; e falta de evidências físicas de uma base subterrânea em termos de entradas, saídas de ar, etc.
  • Em segundo lugar, estão as críticas que se concentram na credibilidade de Bennewitz,  Castello e Schneider como fontes confiáveis ​​para a hipótese da base de Dulce.
  • Finalmente, há críticas de que toda a hipótese da base subterrânea de Dulce é uma estratégia de desinformação inteligente lançada por serviços de inteligência, como o Escritório da Força Aérea de Inteligência Especial (AFOSI) para dividir a comunidade OVNI. Examinarei cada uma dessas críticas por sua vez.

No que diz respeito à evidência de Bennewitz, suas fotografias e filmes de 1980 demonstraram claramente um fenômeno anômalo que foi reconhecido até mesmo pelo serviço de Inteligência da Força Aérea (AFOSI), mas dificilmente se debruçou em demonstrar de forma conclusiva o que isso mostrava. No entanto, muitos pesquisadores de Óvnis acreditavam que esta era uma das evidências mais fortes já descobertas sobre os óvnis capturados no filme.  As comunicações eletrônicas de Bennewitz, ao mesmo tempo demonstrando que algo estranho estava ocorrendo, estavam sujeitas à maior controvérsia e não foram novamente provas conclusivas.

No que diz respeito à evidência física encontrada nos Documentos Dulce, a maioria dos pesquisadores simplesmente não tomou estes seriamente e assumiu que faziam parte da campanha de desinformação contra Bennewitz. A falta de provas conclusivas por meio de fotos, vídeos e visões físicas é uma reminiscência de toda a história dos esforços da comunidade OVNI para encontrar evidências suficientes para persuadir até mesmo os mais céticos dos profissionais.  Isso sugere que a validade das evidências físicas em torno dos registros eletrônicos de Bennewitz da atividade OVNI e da comunicação ET, e os Documentos Dulce, continuarão sujeitos a debate. Uma conclusão clara sobre o que a evidência física forneceu para a existência da base de Dulce é, portanto, indescritível.

Investigadores privados exploraram o terreno onde a base subterrânea estava supostamente localizada. O Archuletta Mesa está situado na terra da reserva indígena Jicarilla Apache. Um investigador, Glen Campbell, descobriu que não havia restrições de segurança visíveis de acesso à terra, que não foram evidenciadas evidências de presença militar, nem entradas ocultas, saídas de ar, bombeamento de água do rio Navaho, etc. Ele posteriormente concluiu que não havia evidência física de uma base subterrânea.  Outros investigadores de campo, no entanto, encontraram evidências de ocorrências estranhas na área de apoio à existência de uma base.  Por exemplo, Norio Harakaya visitou Dulce com uma equipe japonesa de produção de filmes em 1990 e concluiu:

Estive em Dulce com a equipe da Rede de televisão da Nippon e entrevistei muitas, muitas pessoas lá e voltei com a firme convicção de que algo estava acontecendo por volta de 10 a 15 anos atrás, incluindo avistamentos noturnos de estranhas luzes e aparições de jipes e caminhões militares. 

Algumas das críticas levantadas por Campbell podem ser explicadas de várias maneiras. Castello e Schneider, por exemplo, descreveram uma extensa infraestrutura subterrânea que usava tecnologia avançada, como uma ligação ferroviária de alta velocidade via túnel e conexão com inúmeras outras bases. Isso permitiria que as entradas da base Dulce se ocultassem em áreas mais seguras. Além disso, a circulação de ar e a água também podem ser fornecidas de outras maneiras por aqueles que possuem a tecnologia avançada para fazê-lo. Isso sugere que a crítica de uma falta de evidência física no solo de Archuleta Mesa em Jicarilla Apache para apoiar a ideia de uma base subterrânea secreta não é conclusiva e até mesmo conflita com outros testemunhos de misteriosos movimentos de tropas militares e avistamentos anômalos na área.

A campanha secreta de desinformação lançada pela AFOSI contra Bennewitz sugere que a evidência física que ele tinha de uma base subterrânea na área e o apoio público que ele atraiu foram percebidos como uma ameaça à “(in)segurança nacional”. Esta campanha secreta de desinformação, que começou em 1980, sugere que as críticas à evidência física fornecida por Bennewitz e Castello não são conclusivas e podem fazer parte de uma campanha de desinformação contínua. Consequentemente, a crítica da falta de evidência física para a existência de uma base subterrânea em Dulce não descarta a hipótese da própria base de Dulce existir.

O segundo conjunto de críticas centra-se na credibilidade dos denunciantes / testemunhas que forneceram provas ou testemunhos da base de Dulce. Estabelecer credibilidade em um campo com desinformação, intimidação e esforços oficiais para desacreditar testemunhos especialistas e “denunciantes” exige alguma flexibilidade na análise de características comportamentais e / ou de personalidade do denunciante. Um “colapso nervoso”, “recusa em dar entrevistas”, ou uso de “identidades de cobertura (falsas)”, por exemplo, pode ser mais um resultado de intimidação secreta do que um sinal de um indivíduo que não tem credibilidade.

Concentrar-se nos problemas mentais ou de saúde encontrados em insiders denunciantes / testemunhas que defendem a hipótese da base de Dulce pode representar pouco mais do que ataques pessoais velados contra a credibilidade dos principais defensores da hipótese. Por exemplo, em um artigo on-line que é crítico de evidências para a base de Dulce, o escritor Roy Lawhon, esclarece os desafios enfrentados ao estabelecer a credibilidade dos três principais testemunhos / denunciantes que defendem a hipótese de base subterrânea de Dulce – Bennewitz, Castello e Schneider .

Por exemplo, ele se refere a Bennewitz como sendo “comprometido por um tempo em um hospital mental” e, em seguida, se tornando um “recluso, recusando-se a falar sobre óvnis”. Como mencionado anteriormente, Bennewitz tornou-se objeto de uma intensa campanha de desinformação, escrutínio público, ataques a sua credibilidade e atividades incomuns dirigidas contra ele que finalmente o levaram a ter um colapso nervoso. Isso não afeta a qualidade de seu material nem sua credibilidade, mas mostra apenas que em circunstâncias intensas, muitos indivíduos sucumbem à pressão psicológica que foi dirigida contra eles.


 


Passando para Castello, Lawhon conclui que Castello “apenas forneceu histórias, nada sólido e ainda não se apresentou pessoalmente” e que “há alguma dúvida sobre se ele realmente existe”.  Embora apenas um número restrito de pesquisadores atinjam a existência de Castello, haveria um motivo muito bom para acreditar que, como um possível denunciante revelando informações classificadas, ele seria sujeito a prisão ou outros esforços oficiais para “silenciá-lo”, se ele surgisse em público. Isso pode explicar seu movimento misterioso e, ao mesmo tempo, deixar aberta a possibilidade de que ele faz parte de uma estratégia de desinformação. Portanto, enquanto seu testemunho e os Documentos de Dulce, por sua conta, não são persuasivos, tornam-se significativos como evidência de apoio para as reivindicações de Bennewitz.

Finalmente, no que diz respeito a Schneider, Lawhon refere-se a fontes não cotadas de que Schneider “teve dano cerebral grave e também era um esquizofrênico paranoico”.  Essa seria a mais injusta das críticas levantadas por Lawhon. Schneider passou quase dois anos no circuito de conferências (1993-95) revelando suas atividades ao público enquanto empregado para empresas que construíram a base Dulce e outras bases subterrâneas. Havia amplas oportunidades para a sua integridade e resiliência mental para serem testadas, e parece que ele não decepcionou seu crescente número de apoiantes.


Ele deu a aparência de ser um homem que sabia que sua vida logo acabaria com as causas naturais (ele tinha câncer terminal) ou por um assassinato. Seu aparente “suicídio” teve os sinais de assassinato numa hipótese que convenientemente não foi investigada pelas autoridades públicas.  O testemunho de Schneider representa a divulgação mais sólida de denunciantes insiders disponíveis sobre a existência da Base Dulce e de um tiroteio entre as raças ETs e as tropas  de elite dos Estados Unidos que ocorreram lá em 1979. Em conclusão, as críticas à credibilidade dos principais defensores da base Dulce cujas hipóteses não conseguem ser persuasivas.

Finalmente, há críticas que se concentram na declaração de William Moore em 1989 em uma conferência MUFON de que ele havia sido cooptado em um esforço secreto da AFOSI para alimentar a desinformação a Bennewitz para desacreditá-lo. Enquanto estava furioso que um pesquisador de OVNI participaria ativamente de uma campanha de desinformação contra outro pesquisador, muitos pesquisadores do OVNI aceitaram rapidamente a história de Moore de que os aspectos mais bizarros das reivindicações de Bennewitz, abusos dos direitos humanos envolvendo abduções ET, armazenamento a frio de humanos engaiolados e níveis subterrâneos preenchidos com gado e partes humanas foram desinformação.

As reivindicações de Bennewitz ganharam apoio generalizado na comunidade dos Óvnis e foram defendidas por indivíduos controversos, como John Lear, William Cooper e William Hamilton.  Alguns pesquisadores de UFO bem estabelecidos acreditavam que as afirmações de Lear e Hamilton, refletindo as afirmações de Bennewitz sobre a base subterrânea de Dulce, prejudicariam a pesquisa legítima de Óvnis.Quando se descobriu que John Lear tinha sido convidado a sediar a conferência Mutual UFO Network 1989 (MUFON), por exemplo, membros do MUFON proeminentes começaram a se demitir em protesto.

Muitos pesquisadores de Óvnis não acreditavam que as interceptações eletrônicas de Bennewitz, as interpretações dos dados e as entrevistas com abduzidos fossem prova suficiente de uma base ET subterrânea em Dulce. As reivindicações de Bennewitz de ETs que cometeram violações graves dos direitos humanos na base foram amplamente descartadas como pouco mais do que desinformação, mesmo por aqueles que acreditavam em sua integridade e a qualidade das provas difíceis que ele havia compilado.

No que diz respeito à visão de que a desinformação desempenhou um papel importante em Bennewitz, desenvolvendo seus pontos de vista sobre a base e os abusos dos direitos humanos, ele já havia compilado uma extensa base de dados de informações com base em seus dois anos de vigilância eletrônica antes de se aproximar da AFOSI em 1980. Consequentemente, Bennewitz já havia desenvolvido muitas das suas opiniões sobre Dulce antes que a AFOSI começasse a alimentá-lo com  desinformação após as entrevistas da AFOSI de 1980 de Bennewitz e subsequente reunião com Moore em 1982.

É provável que a observação de Bennewitz da atividade Ufos / ETs na área de Dulce, o monitoramento eletrônico de transmissões de rádio e vídeo e suas comunicações eletrônicas, levando a e incluindo a guerra Dulce, deu-lhe uma imagem geral do que estava ocorrendo na base. A explicação mais provável é que os serviços de inteligência dos EUA estavam no modo de controle de danos após as interceptações de comunicações eletrônicas de Bennewitz entre as espaçonaves ETs e a base Dulce. A evidência e o testemunho ainda mais reveladores fornecidos por Castello, e mais tarde por Schneider, tornou-se entrelaçado com a desinformação que foi ativamente alimentada no debate público em torno da hipótese da base de Dulce.

A crítica de que os aspectos mais alarmantes da hipótese da base de Dulce, os abusos dos direitos humanos perpetrados pelos ETs, etc., eram simplesmente desinformação da AFOSI, não leva em consideração a forma como a desinformação é usada ativamente como uma ferramenta padrão pela comunidade de inteligência para criar confusão e impedir a descoberta de que está ocorrendo precisamente.

Volto agora às três possibilidades levantadas anteriormente sobre a hipótese da base subterrânea de Dulce:

  1. A evidência física, as denúncias de denunciantes e insiders e os testemunhos de testemunhas fornecem provas conclusivas da base de Dulce e extensos abusos de ETs em centenas de civis sequestrados;
  2. As alegações da base provavelmente são precisas, mas houve alguma desinformação até as histórias mais extremas de abusos dos direitos humanos; e
  3. A hipótese da existência da base de Dulce é desinformação.

Com base nas evidências apresentadas até agora, e a falta de críticas conclusivas sobre essas evidências, a terceira possibilidade pode ser descartada. Isso sugere a conclusão de que existe uma base secreta conjunta dos militares/governo/raças de extraterrestres em Dulce, que o conflito militar ocorreu por questões que permanecem abertas ao debate, mas provavelmente envolvem percepções de uma violação de tratados por uma ou ambas as partes. Relatos de abusos graves de direitos humanos contra civis sequestrados (conduzidos por cientistas humanos e/ou com extraterrestres) para vários projetos, genéticos, controle mental, na base enquanto não neste momento conclusivo têm suporte probatório suficiente para justificar uma investigação mais profunda por parte de autoridades governamentais responsáveis ​​e organizações de direitos humanos.

Uma outra questão a ser examinada para entender os direitos humanos e as implicações políticas da evidência apresentada até agora é identificar como Dulce e quaisquer bases similares são financiadas sem supervisão legislativa.

 

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Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Um relatório independente do © Dr. Michael E. Salla Ph.D – PARTE II

Fonte: http://exopolitics.org/archived/Dulce-Report.htm

https://thoth3126.com.br/o-relatorio-dulce-base-subterranea-dos-eua-e-extraterrestres-1/

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Quinoa: Proteína Em Grão

10 Quinoa - destacada

Conhecida no mundo todo, a quinoa é o grão do momento! Conheça mais sobre ela …

A quinoa (Chenopodium quinoa, Willd) vem despertando a atenção de pesquisadores em várias partes do mundo, devido à sua alta qualidade nutricional.

Nativa da Cordilheira dos Andes, e denominada pelos incas como o grão sagrado. Mundialmente têm aumentado sua demanda, em especial por naturalistas, que buscam alternativas de plantas com baixo colesterol e ausência de glúten para celíacos.

A quinoa tem sido um substituto da farinha de trigo, além, disso pode ser uma variação para o tradicional arroz e feijão dos brasileiros, pois pode substituir o arroz na alimentação.

As saponinas que estão presentes na quinoa são substâncias ( triterpeno ou esteroide + açúcares), que possuem uma elevada solubilidade em água. Em meio aquoso, formam grande quantidade de espuma. As saponinas em pequenas quantidades apresentam atividade antifúngica e antitumoral, além de auxiliar na redução dos níveis de colesterol. Ao lavar a quinoa (retira-se boa parte das saponinas) para que os aminoácidos estejam mais disponíveis. A saponina confere sabor amargo ao grão.

Existem várias maneiras de consumi-lá, são elas:
GRÃOS:

O ideal é a deixar de molho por 2 horas e cozinhar em água fervente, no fogo baixo, por 15 minutos. Fica mais saboroso se o sal for adicionado depois do cozimento. Pode ser misturado nas saladas, sopas e risotos ou servido com molhos, ou até mesmo como substituto do arroz.

FLOCOS:

É muito usada para enriquecer outros alimentos como salada de frutas, vitaminas, iogurtes e no preparo de pães e bolos.

FARINHA:

Pode ser usada como os flocos ou servir como base para pães, biscoitos, macarrão, etc.

PROPRIEDADES:

A quinoa possui inúmeras propriedades, não é atoa que a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) disse que o papel da quinoa era importantíssimo para a alimentação mundial devido ao seu valor nutricional.

É rica em aminoácidos essenciais, como lisina, metionina e cistina. São aminoácidos que auxiliam o organismo a funcionar corretamente.

Possui ainda cálcio que auxilia a prevenir doenças como a osteoporose, e ácidos graxos ômega 3 e 6, nutrientes que auxiliam a prevenir doenças cardiovasculares, pois reduzem o LDL (colesterol ruim) e aumentam o HDL (colesterol bom).

Proteínas: Apresenta grandes quantidades de proteínas, ideal para praticantes de atividades físicas.

Fibras: Rica em fibras auxiliando no bom funcionamento do intestino.

Vitaminas: Também é rica em vitaminas, como a vitamina A, vitaminas do complexo B, vitaminas E e C. A vitamina A é conhecida por auxiliar na boa saúde dos olhos. As vitaminas B1, B2 e B3, auxiliam no bom funcionamento do sistema nervoso central, a B6, está associada a processos inflamatórios. Já as vitaminas E e C, são vitaminas antioxidantes, que protegem as células de danos naturais, como o próprio envelhecimento.

EM GERAL SEUS BENEFÍCIOS SÃO:
  • Reduz os níveis de colesterol
  • Combate a obesidade
  • Ideal para vegetarianos devido ao seu valor biológico de proteínas e ferro
  • Rica em minerais como zinco, cálcio e ferro
  • Auxiliam no combate a osteoporose
  • Combate os sintomas da TPM
  • Melhora a memória
  • Auxilia no controle de problemas urinários
  • Regulariza o trânsito intestinal
  • Retarda o envelhecimento
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

https://pophouse.com.br/quinoa-a-conhecida-proteina-em-grao/

Jasmine Alimentos

CASTRO, L.I.A., et al. Quinoa (Chenopodium quinoa willd): Digestibilidade in vitro, desenvolvimento e análise sensorial de preparações destinadas a pacientes celíacos. Alim. Nutr., Araraquara v.18, n.4, p. 413-419, out./dez. 2007.

BORGES, J.T.S., et al. PROPRIEDADES DE COZIMENTO E CARACTERIZAÇÃO FÍSICOQUÍMICA DE MACARRÃO PRÉ-COZIDO À BASE DE FARINHA INTEGRAL DE QUINOA (Chenopodium quinoa, Willd) E DE FARINHA DE ARROZ (Oryza sativa, L) POLIDO POR EXTRUSÃO TERMOPLÁSTICA.B.CEPPA, Curitiba, v. 21, n. 2, p. 303-322, jul./dez. 2003.

BORGES, J.T., et al. Características físico-químicas, nutricionais e formas de consumo da Quinoa (Chenopodium quinoa Willd.). TEMAS AGRARIOS – Vol. 15:(1) Enero – Junio 2010 (9 – 23).

Gonçalves Almeida, S, Almeida Corrêa Sá, W. AMARANTO (AMARANTHUS SSP) E QUINOA (CHENOPODIUM QUINOA) ALIMENTOS ALTERNATIVOS PARA DOENTES CELÍACOS. Ensaios e Ciência: Ciências Biológicas, Agrárias e da Saúde [Internet]. 2009;XIII(1):77-92.

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Informações fundamentais da realidade – Bashar

Bashar é um membro masculino da civilização de 5ª dimensão chamada Essassani. Bashar é canalizado por Darryl Anka. Toda a civilização Essassani baseia-se no amor incondicional, no êxtase, na alegria, que acompanham o seu entusiasmo, sendo totalmente não-julgadora, validando e considerando igual cada indivíduo na sociedade.

Bashar é extremamente entusiástico – quase a ponto de ser como um personagem de desenho animado! E também tem uma mente incrivelmente rápida, uma inteligência divertida, um coração amoroso e, é claro, uma profunda compreensão da realidade.

 

01 – O projeto básico da estrutura da existência

1. Você existe. (EU SOU)
2. O Tudo é um, e o Um é tudo.
3. O que você emite é o que tem de volta.
4. A única constância no Universo é a mudança – exceto para os três primeiros postulados, que nunca mudam.

1. Você existe. (EU SOU)
Se você existe agora, a sua existência é eterna:
Você sempre existiu e sempre existirá… Você pode mudar de forma, mas existirá sempre. Assim…relaxe…você estará sempre por aí.

 2. Tudo é um, e o Um é tudo.
Assim como cada minúscula parte de um holograma contém a informação do holograma, nós todos estamos interligados.
Tudo é na verdade apenas uma “coisa” totalmente interligada.

3. O que você emite é o que tem de volta.
Sua realidade física é apenas o reflexo do que você mais fortemente acredita ser verdade. E como um espelho, a realidade física não mudará a menos que você mude primeiro (mude o que você mais fortemente acredita).

4. A única constância no Universo é a mudança
– Exceto para os três primeiros postulados, que nunca mudam. Assim… seria melhor acostumar-se à Criação que muda eternamente.
Divirta-se no passeio! Aproveite as mudanças!

 


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02 – Entidade com autoconsciência, auto-reflexão e livre-arbítrio – uma representação holográfica da Criação Infinita.

 

Cada indivíduo é sempre tão poderoso quanto precisa ser para criar qualquer realidade que deseje, sem ter que ferir ninguém para conseguir isso.

 


03 – Todas as “coisas” são a mesma coisa vibrando em padrões diferentes 

Assim como água, vapor e gelo são tudo a mesma coisa vibrando em frequências diferentes, a matéria e a energia são a mesma substância vibrando em frequências diferentes.

 

frequências mais elevadas Vapor Consciência
frequências médias Água (líquido) Espírito (Energia eletromagnética)
frequências baixas Gelo Matéria

 

Todas as coisas são o Espírito vibrando em frequências diferentes. A Matéria é a energia solidificada. A Matéria é a energia do Espírito vibrando em uma frequência mais baixa. Seu corpo é o Espírito solidificado, o Espírito cristalizado. Seu Espírito não está no seu corpo. Seu corpo está no seu Espírito. Conforme você eleva suas vibrações, você se torna mais como Espírito, movendo-se mais próximo do Espírito como fluido (energia), tornando, assim, a sua criação da realidade mais maleável e mais facilmente mutável.

 


04 – “Recebendo” a realidade que você deseja

Um rádio não tem que criar o programa que ele quer ouvir. Ele simplesmente precisa receber um programa já existente. E isto o torna um receptor eficaz equiparando frequências, sincronizando frequências – criando uma similaridade de vibrações – com o programa que ele deseja receber.

Da mesma forma, você não tem que criar a realidade que você deseja, porque ela já existe – entre as infinitas realidades prováveis que co-existem todas simultaneamente.   Tudo que você tem que fazer é tornar-se uma “antena”, de modo que, através da similaridade de vibrações, você possa “receber” essa realidade. O que torna isto fisiologicamente “real” para você.

Primeiro, você tem que ser vibração. Então, você recebe automaticamente essa realidade.

Você precisa “ver” a realidade que você prefere como ser existindo agora no momento. Então, ela se tornará vísivel em sua realidade externa.

O rádio utiliza um seletor de canais para escolher & receber qualquer estação em particular – dentre todos os programas que existem simultaneamente no âmbito do rádio.

Da mesma forma, existem infinitas realidades prováveis que poderíamos “receber” e vivenciar a qualquer momento. Como escolhemos qual delas desejamos “trazer” para o primeiro plano a fim de vivenciarmos?

Escolhemos e recebemos “versões” específicas de realidade através de nossas crenças.

Escolhemos e recebemos, confiando 100% “porque sabemos que é assim”.

Eis aqui a “física” de como isto funciona:

O rádio tem que primeiro vibrar em uma determinada frequência para “receber” uma determinada transmissão (e todas as possíveis transmissões simultâneas) que esteja vibrando nessa mesma frequência, da mesma forma… cada crença faz com que você vibre em um único conjunto de frequências.

Estas frequências então atraem, por ressonância, os hologramas que vibram nas mesmas frequências.

Isto é, fora da matriz universal do “plano de fundo” dos infinitos hologramas possíveis (todas as infinitas “versões” possíveis de realidade que existem simultaneamente), esses hologramas e símbolos que vibram sincronisticamente nas mesmas conforme as frequências de sua crença, “saem fora” dessa matriz e “recebidos” por você como as atuais “experiências físicas externas” que você sente como “real” – que você sente como “objetiva realidade”.

Assim, cada crença é um conjunto único de frequências, qual um modelo que determina qual holograma você atrai para sua experiência.

O Confiar

O que nós acreditamos e totalmente “confiamos para ser assim”, aumenta a direção do alinhamento do qual nós recebemos aquela particular “versão” de realidade. Esta confiança ou “saber” é o mecanismo pelo qual a criação acontece. Sem acreditar, nós não criaríamos nenhuma realidade e seríamos não-existentes.  Em todo determinado momento, nós estamos acreditando sempre totalmente em algo.

Todas as possíveis “versões” de sua realidade já existem.  Na realidade, elas estão todas aqui – exatamente debaixo do seu nariz – Aqui, mesmo Agora mesmo.  Porém, a maioria destas “versões” é invisível a nós, e elas só ficam “visíveis” quando nós “nos afinarmos” (por nossas convicções), ser compatível e ressonante com as frequências de qualquer uma “versão” particular. Além disso, desde que Tempo é “ilusão” e o local que realmente não existe, tudo o que você já espera “se tornar” ou “atingir”, você já se tornou e atingiu. Se for “invisível” a você, isso só é porque suas convicções não estão ainda vibrando na maneira sincronizada com essas versões.   Você contém TUDO – todas as possíveis “versões”.    E todas estas Aqui/Agora versões estão em vários estados de visibilidade/invisibilidade para você, dependendo de suas convicções relativas a qualquer versão particular.    Você “vê” e “objetivamente experimenta” as versões com as que são sincronizadas como você está vibrando, e são suas convicções em qualquer determinado momento que determina como você está vibrando.

É tudo um holograma de muitos hologramas.

Em um holograma, cada parte do holograma contém a informação para o holograma inteiro.  O universo é estruturado holograficamente.  Você é holográfico. Cada possível “versão” e sua realidade também é holográfica.    Você contém dentro de você todas as possíveis versões de realidade.  Todos os hologramas (versões de realidade) está contida dentro de você.   De todas estas possibilidades infinitas, você “seleciona” a versão a ser experimentada com suas convicções, imaginação e sentimentos.   Sua imaginação é o “arquivo” de todos os seus possíveis hologramas.  Deste arquivo de possibilidades, a versão que você “imagina” (acredita, ou focaliza sua imaginação) é sua versão atualmente-selecionada de realidade.    Então você “ativa” esta versão selecionada com seus sentimentos. O mais intenso dos sentimentos, com o mais poderoso ative esta versão, e então, o mais depressa manifeste como sua realidade tangível.   Sentimentos positivos ativam as versões positivas desejadas. Sentimentos negativos ativam as versões negativas indesejadas (os resultados temidos).

Suas convicções são o resultado do que você imagina, e então ativa com seus sentimentos.  A versão com os mais intensos sentimentos presos a isto, é a versão que é ativada.

Como uma analogia, se sua tela de computador lhe oferece muitas escolhas, tudo que você tem a fazer é acessar, selecionar e clicar. Então sua imaginação é a total escolha de todas as disponibilidades na tela.   Movendo o mouse na escolha desejada é como focalizar sua imaginação em uma visão particular.  E fazendo então o click naquela escolha é como usar seus sentimentos para ativar sua seleção.

Ideia errada: “Olhando e Acreditando” (O que nós percebemos determina o que nós acreditamos)

A Realidade: “Acreditando e Olhando” (O que nós acreditamos determina o que nós percebemos!)

Assim, não espere perceber antes de a começar a acreditar!

Acredite primeiro, e então perceberá adequadamente.

Quando você está assistindo televisão e o programa atual o desagrada, você não tenta mudar ou transformar aquele programa. Ao invés, de você simplesmente escolher outro programa que você prefere.

Igualmente, se a realidade que você está sofrendo o desagrada, você não precisa “mudar” ou “transformar” aquela realidade. Você só precisa “escolher outra versão de realidade para receber “, sincronizando suas vibrações com a “versão” da realidade que você prefere experimentar.   Tudo já existe.   Tudo que você tem que fazer é “receber”. Você seleciona o “canal” que você está assistindo em vida.

 


05 – Três fases para receber a “versão” de realidade que você prefere:

  1. Ver. (mental)

Visualize. Imagine. Sonhe. Visualize claramente. Você não precisa visualizar isto por muito tempo. Tempo curto é suficiente, mas você precisa visualizar claramente. Você precisa ter um sólido quadro claro. Visualizando isto cria a fotografia, assim veja em grande detalhe.    ==> Se torne uma eficiente Antena Mental para receber esta “versão” da realidade.

  1. Sentir. (emocional)

Emocionado & apaixonado sobre isto! Como você sentiria se você tivesse isto agora? Sinta agora! Conecte sua visão com todas as suas emoções & todos os seus sensos, como se você tivesse isto agora! Envolva todos os seus sensos – imagine cheirar isto, tocar isto, provar isto, etc.

Sinta → Se torne uma eficiente Antena Emocional para receber esta “versão” da realidade.

  1. Ser. (físico)

Ação física. Faça! Para fundamentar a experiência. Faça ações que mais de perto imitem as ações que você “vê” fazendo suas visualizações. Reúna e use qualquer suporte que imite o cenário, e faça um “ensaio”. Fazendo isto “fingem a ação” física e treina a consciência do corpo. Isto é “real para você agora”, assim o universo o entrega então a você. NOTA: Esta ação física não se faz diretamente a causa deste desejo real manifestar. Ao invés, esta ação física cria uma mais precisa vibração em você, fazendo você uma antena melhor para receber, para você se tornar mais alinhado com a mesma vibração. A realidade que você deseja já existe. Você não tem que criar. Você só tem que receber.

Seja isto → Se torne uma eficiente Antena Física para receber esta “versão” da realidade.

Em outras palavras,

  1. Ver → Seja digno de uma precisa antena mental para “receber” essa versão da realidade.
  2. Sentir → Seja digno de uma precisa antena emocional para “receber” essa versão da realidade.
  3. Ser → Seja digno de uma precisa antena física para “receber” essa versão da realidade.

 


06 – Você já tem tudo que deseja!

Uma vez que você contém, TUDO, e todas as versões possíveis de sua realidade estão de fato existindo simultaneamente e são “reais”, você, portanto já tem tudo que deseja ou poderia alguma vez vir a desejar. Você contém todas as versões!!   Você já tem todas as coisas que algum dia espera ter ou querer.    Apenas pode não estar “visível” (e, portanto, não ser “real”) para você.

A criação inteira existe Aqui-Agora, fora do tempo, em um momento do Eterno Agora.   Portanto, todas as coisas em que você acredita que possa “algum dia” obter, você de fato já tem Agora!   Tudo está aqui agora, mas em estados que variam de visibilidade/invisibilidade – dependendo das frequências em que você estiver vibrando, o que depende das crenças que você aceita como “reais”.

Quando você “reza” por alguma coisa, você não precisa rezar para obter alguma coisa que você já tem, uma vez que ela já está bem aí na sua frente.   Em vez disso, você está de fato rezando para ser capaz de ver isso que você na verdade já tem.    Porque… quando você pode ver que já a tem, então sua vibração combina com a frequência da vibração daquilo que você deseja.   E, uma vez que você ajuste a frequência com a de seu desejo, então ele tem que se manifestar em sua realidade!  Tudo é energia.  Você não pode evitar que então se torne a sua realidade, porque assim é a física de como o Universo opera.   Quando você ajustar as frequências com as de seu desejo, você então verá que ele sempre esteve “bem aqui”, apenas esperando que você o notasse e começasse a desfrutar dele.

 


07 – Lidando com situações desafiadoras

Antes de começar, certifique-se de que você está pensando nisso como um “desafio” e não como um “problema”, porque “problemas” são por definição difíceis de se resolver, e é de fato o modo como você escolhe definir a sua realidade que determina o resultado que você vivencia!    Um “desafio” é muito mais como ter um resultado desejável do que um “problema”.

Então, use sua imaginação e imagine a versão de realidade que você gostaria de estar vivenciando. Certifique-se de incluir-se nesse quadro. Especificamente, imagine a versão “ideal” de você – o “você” que você mais gostaria de ser. Então, insira esta atual situação desafiadora em sua cena imaginária e observe como este “você ideal” imaginário lida com a situação. Depois, apenas copie esse comportamento aqui fora!   Aja da mesma maneira que o “você” de sua imaginação agiu ao confrontar esta situação.

Você sabe tudo que precisa saber para ser quem você deseja ser – em qualquer momento.

 


08 – Sentimentos & Crenças

Sua realidade física externa é uma curva de retorno (feedback), que permite que você conheça quais são as suas crenças.

Deste modo, se a sua realidade externa não é a preferida, você pode mudar as suas crenças, a fim de mudar a sua realidade externa.

A curva de retorno:

Suas Crenças → sua Percepção da realidade → seus Sentimentos → seus Pensamentos, que então reforçam as Crenças originais.

Seus sentimentos são o resultado de suas crenças.

Para descobrir quais são as suas crenças, você pode trabalhar de forma inversa e perguntar a si mesmo:

“Em que eu tenho que acreditar, para deixar de me sentir deste modo?”

“Em que eu tenho que acreditar, para deixar de observar este tipo de realidade física?”

Quando você muda suas crenças sobre qualquer realidade ou questão em particular, você instantaneamente também muda a maneira como se sente com relação a essa determinada realidade ou questão.

É por isso que a interpretação (crença) que você dá a qualquer situação determina a maneira como você se sente com relação a ela.

 


09 – Suportes Neutros

Em um teatro que apresenta muitas peças, devem existir alguns suportes (Cenários) atrás do palco que são frequentemente usados para diversas peças diferentes. Para cada peça o suporte tem um significado especial, mas fora daquela peça, o suporte não tem nenhum significado em sua essência. Todos os suportes são basicamente sem significado. Desta inata ausência de significado, nós podemos designar qualquer significado que nós queremos para eles.

Igualmente, todos os eventos que você experimenta como “acontecendo” em sua vida são “suportes neutros.”

Cada evento que você experiência não tem nenhum significado em si mesmo.

Esses eventos são vazios, neutros, sem importância alguma. E a partir deste ” quadro em branco “, nós podemos designar qualquer importância ou significado que desejarmos para cada evento que vivenciarmos.

Se você escolher um significado positivo a um evento, isto produzirá uma experiência positiva para você.

Se você escolher um significado negativo a um evento, isto produzirá uma experiência negativa para você.

Importante!

A consequência é:

Se um acontecimento ocorre para você normalmente determinar automaticamente um significado negativo para (“Isto é uma droga mesmo!”), escolha designar um significado positivo àquele evento – até mesmo “se aparece ” negativo e você ainda não sabe o que é tão positivo nele.   Só nomeando um significado positivo a este evento e escolhendo acreditar que há algo realmente “bom” sobre ele para você, isto produzirá uma experiência que você considerará bastante positiva!    Tente!   Da próxima vez que você pensar “Isto é simplesmente terrível!”, mude e acredite “Isto é realmente positivo! Isto vai realmente ser bom! Mal posso esperar para descobrir o que isto tem de positivo!”   Você vai até ficar perplexo em ver como isso funciona com tamanha eficácia.

 


10 – Siga seu entusiasmo!

Produza nisto! Excitação é causada por uma ressonância com seu Eu mais Alto.   Excitação é um “sinal” que a atividade que você está contemplando está alinhada com seu Eu mais Alto, e este alinhamento é que causa a excitação.  Isto o conduz naturalmente ao que você tinha a “intenção” de estar fazendo – o que sua Alma “espera” que sua livre vontade escolha fazer.

Mecanicamente, “excitação” é um estado alto de ressonante-excitação que acontece quando o Pensamento+Intenção do eu da dimensão física estiverem repentinamente alinhados com o Pensamento+Intenção de seu próprio Eu mais Alto.

Assim excitação serve como uma “bússola” – o deixar saber quando você está “em curso” – quando você está fazendo ou está contemplando e fazendo exatamente o que seu Eu mais Alto amaria fazer justamente o que você está fazendo.

Quando você segue sua excitação, e faz o que o excita, isto significa que:

  1. Esta atividade é “você” (verdadeiramente alinhado com sua Alma).
  2. Porque é “você”, esta atividade é sem esforço para você.
  3. Porque é “você”, o universo o apoiará (incluindo apoio financeiro) continuar fazendo isto, de modo progressivo e mais se expandindo.

Se você tiver algo que dar, na realidade está criando, há pessoas prontas para receber. Se alguém tiver uma canção para cantar, há uma audiência nesta realidade para ouvir.

Medo ou ansiedade é excitação com um julgamento negativo ligado a isso.

Medo/ansiedade = Excitação + julgamento negativo

Remova o julgamento negativo, e você terá Excitação.

Medo/ansiedade –  julgamento negativo   = Excitação

 


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11 – Sincronicidade Positiva

Quando você “segue sua excitação” no cada momento do “agora”, isto o conduz a “Sincronicidade Positiva ” – coisas trabalhando “magicamente” no externo, de certo modo, isso é encantado & agrada surpreendentemente.

Quando você ignora sua excitação, e é conduzido por seus medos e preocupações, isto conduz a “Sincronicidade Negativa” – eventos tristes – as mesmas coisas que você desejou evitar.

“Sincronicidade Positiva” é a ocorrência de eventos que são reflexões perfeitas de suas preferências e desejos.

“Sincronicidade Negativa” é a ocorrência de eventos que são reflexões perfeitas de seus medos e dúvidas.

 


12 – Todas as crenças são igualmente válidas (desde que cada convicção gera sua própria realidade, “eu-validando”).

Qualquer convicção sua, o universo apoiará e validará como sua convicção. Atraindo as circunstâncias, situações, oportunidades e as pessoas em sua vida que reforçarão aquela sua “versão” de realidade.

 


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13 – Facilitando a mudança de suas crenças

Quando nós sofrermos uma indesejável realidade, nós temos que voltar atrás e perguntar a nós:

“O que eu teria acreditado para criar uma tal Realidade?”

Uma vez que nós adquirimos o contato com esta convicção que está criando resultados indesejáveis, nós podemos decidir escolher nossa convicção preferida – por qual convicção nós gostaríamos de SUBSTITUIR previamente esta convicção.

Assim, então nós adotamos esta nova. Preferir-convicção.     Ah!….. Mas aqui é onde se põe o “enganador”.     Frequentemente, pessoas se acham “escorregando” em velha não preferida-convicção.   Por quê?   Normalmente, porque eles têm isto como senso radicado (este sentimento fundamentado) que, de alguma maneira, a velha convicção é “mais real”, “mais sólida”, mais “como coisas que realmente são”, que a de preferir-convicção nova.

Assim, como nós podemos fazer a nova “vara” de convicção preferida?     O fator crítico é isto:

Se acostumando à ideia que

        Não há nenhuma realidade, com exceção da realidade que define você (de acordo com suas convicções).

Se acostumando à ideia que

        Não há nenhuma realidade, com exceção de tudo que você define sua realidade para ser.

Se acostumando à ideia que

        Não há nenhuma realidade “básica” que é algo “mais real” que qualquer outra realidade.

Se acostumando à ideia que

        Não há nenhuma ” realidade básica” contra a qual você pode medir e ajuizar como “real” convicção nova. A realidade na verdade é que não há nenhuma “realidade inerente”.  

        Há só as realidades geradas por qualquer convicção (tudo dos quais é igualmente-válido, igualmente-real)

Se acostumando à ideia que

        Não há nenhuma definição de realidade que é algo mais realidade ou válida que qualquer outra definição.

Como começar uma pintura:

É uma tela vazia com possibilidades infinitas

“Vazia” porque não há “NENHUMA real realidade inerente”… nada!

“Possibilidades infinitas” porque realidade pode ser QUALQUER COISA que você define ser, de acordo com suas definições, suas convicções.

Quando isto realmente “penetra”? Quando você verdadeiramente “adquire”, “o entender, especialmente na intimidade do caminho”, e deduz que não há nenhuma “real” realidade, você já não terá aquele sentimento prolongado que a velha convicção é mais “real” que sua convicção nova e preferida.    Você não sentirá qualquer necessidade “radical” para correr atrás da velha convicção, porque é de alguma maneira mais representativa do “real mundo”.

Você pode aceitar então facilmente e pode adotar qualquer definição de realidade e a maioria alinhada com “você” e com o que você prefere, e a maioria alinhada com a “realidade” que você prefere experimentar.

E se você se achar, uma vez mais “escorregando para trás” para prévias indesejáveis realidade-definições, então simplesmente sente com os braços cruzados e gaste mais tempo contemplando sobre estas ideias:

Não há nenhuma realidade “básica” que seja alguma realidade “mais real” que qualquer outra realidade.

Só há as realidades geradas por qualquer convicção.         Todas as convicções são igualmente-válidas, igualmente-reais.

Então percebendo que sua convicção nova-preferida é válida, e da mesma maneira como “real”, como sua mais velha convicção indesejável, simplesmente escolha adotar sua convicção preferida nova sem esforço.

 


14 – O PRESENTE não é resultado do PASSADO. O PRESENTE é o resultado do PRESENTE.

Criação só acontece no PRESENTE. O PRESENTE é o Agora e resulta do que você acredita ser muito verdade para você.   Continuidade de um momento presente para o próximo é considerado “normal”, mas é realmente opcional: Se você fizer uma troca discreta de repente em convicções, você experimentará uma troca discreta súbita dentro do seu Agora realidade.

O PRESENTE é o Agora, e resulta do que você acredita ser verdadeiro para você Agora.

Como você muda seu presente (mudando suas convicções presentes), você é igualmente variável no seu passado e no seu futuro. Quer dizer, você está trocando por um holograma totalmente diferente. Um holograma que contém seu próprio “passado” que é consistente com o seu “presente”, e também o seu próprio “futuro” que é igualmente consistente com o seu “presente”.

 


15 – Como o MEDO pode servir a você

Medo significa que você acredita, que o enredo que você quer que não aconteça, é muito provável acontecer!

Assim medo o deixa saber que você está acreditando em uma realidade que você não prefere.   Assim, medo pode ser visto como sendo um “indicador”, ou servir como um “alarme”, que o deixa saber.

” Alo!, eu estou acreditando em uma realidade que não está alinhada com o meu Ser!”

Uma vez que você se dá conta disto, você pode escolher mudar sua convicção, então tais enredos amedrontadores já não aparecerão em sua realidade.

  1. Adquira contato com a Convicção que está causando este medo.

Pergunte a si mesmo:   “O que eu teria que acreditar para acabar agora mesmo de estar amedrontado?”

  1. Uma vez que você adquire contato com a Convicção que está gerando este medo, então

Pergunte a si mesmo:   “De que Convicção eu gostaria para SUBSTITUIR esta Convicção?”

  1. Uma vez que você decide o que sua Convicção preferida nova é, aceite. Adote. Respire isto. CONFIE que esta Convicção nova é agora ativa e está funcionando em seu Ser. (Você não precisa “adquirir liberdade da” velha Convicção. Você só precisa substituir isto com a sua Convicção preferida).

Entre na Tendência-Intenção da Convicção nova.

Entre no Estado-Emocional-Sentimento da Convicção nova.

Entre no Corpo-Linguagem-Idioma e Ações da Convicção nova.

 


16 – A singularidade de cada encarnação

Cada Alma estende porções de si mesmo em tempo & espaço como encarnações particulares. Da mesma maneira que muitos dedos estendem fora da mesma mão, há muitas encarnações, muitos anos, pontos do tempo e espaço, tudo emana da mesma Alma.  Do ponto de vista de sua Alma (fora do tempo & espaço) todas estas encarnações (encarnações passadas, encarnação presente, encarnações futuras) estão todas simultaneamente acontecendo AGORA. Embora sua Alma tenha muitas encarnações, cada uma é uma “versão” sem igual de você que em toda a eternidade nunca acontecerá novamente.

Esta encarnação de você, esta versão de você, nunca acontecerá novamente.

Assim seja o melhor de você que você pode ser!

Seja completamente o que você é!

Isso é o cumprimento de seu propósito.

 


17 – Abundância

Abundância é a habilidade para fazer o que você quer fazer. E quando você quer fazer. Dinheiro é somente uma das muitas válidas ferramentas para alcançar esta abundância. E ela não é sempre a mais direta ferramenta para usar – para fazer o que você quer fazer e quando você quer fazer.

 


18 – Sociedade Unificada

Unidade em uma sociedade não vem da conformidade. Unidade só pode vir do conceder igualdade e validez à diversidade infinita de todos os indivíduos.  O universo é infinitamente diverso. Todo ser tem o seu próprio modo de explorar a ideia de criação infinita, e todos estes modos são igualmente válidos. Quando uma sociedade encoraja a expressão sem igual de cada indivíduo é quando a sociedade é mais forte e mais unificada.

Quando você conceder igualdade e validez a todo o mundo, você está concedendo igualdade e validez a todos os aspectos da Criação, e como um resultado refletivo disto, a Criação inteira o apóia em tudo o que você faz como bem!

 


19 – Julgamento e Preferência

O Julgamento invalida o que você não prefere.

Sempre que você julga qualquer coisa, focalizando sua atenção nisto, você troca energias com isto, e assim você “se torna” aquela vibração. Assim você se torna automaticamente muitas coisas que você desaprova.    Você se torna o que você invalida.  Preferência, por outro lado, não é nenhum julgamento.

Preferência é estar exercitando sua habilidade para discernir o que realmente é “você”.

O que o excita, a fazer então escolhas alinhadas com a sua realidade.  Preferir uma coisa não necessita invalidar essas outras coisas que você não prefere.

Você se torna tudo em que você focaliza sua atenção.   Nomear qualquer significado a qualquer coisa – um significado positivo ou um significado negativo – é convidar isso em sua vida.    Sendo neutro sobre algo – nomeando a isto nenhum significado – é o modo para não atrair aquela realidade a sua vida.

“Isso é terrível!” → Você está atraindo esta realidade.

“Isso é maravilhoso!” → Você está atraindo esta realidade.

“Eu me sinto neutro sobre isso.” → Você não está atraindo esta realidade.

Deixe de se invalidar, porque você é tudo que você tem que trabalhar com o seu universo. Você é a representação, de seu próprio modo, do Infinito. Se você o invalida, ou qualquer parte disso, então você não se permite funcionar, enquanto estiver sendo como um todo capaz de usar informação que entra a você de outros em um modo construtivo.

 


20 – Amor, Culpa, Ódio

Amor é o conhecimento, o merecer habilidade e a posição de estar digno de tudo.

Culpa é a convicção na falta total de merecer habilidade da pessoa e a convicção na sua inutilidade.

Então, Culpa é o oposto de Amor. Ódio não é o oposto de Amor.

Ódio é Amor processado por julgamento.

Ódio é polarizado do lado oposto do Amor, mas ainda insinua merecer habilidade.

 


21 – Co-criando na experiência

Qualquer experiência que é compartilhada por duas ou mais pessoas é o resultado de todas as pessoas envolvidas concordando co-criar aquela experiência.    Até mesmo conflito só pode acontecer se ambas as partes concordarem estar em conflito.   Você só pode experimentar o que é ressonante com as vibrações que você está escolhendo ser atualmente.    Se você “acredita” que você precisa ser protegido, você está atraindo em sua realidade a mesma coisa que você “acredita”, que você precisa ser protegido.    Se guerra não for “de sua vibração”, não há nenhuma maneira de você sofrer guerra.   Você só pode experimentar o que você tem – e com o que em algum nível – já concordou experimentar.

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22 – Personalidade

Da mesma maneira que um prisma refrata a luz branca unificada em suas cores componentes, a personalidade também funciona como um prisma, quando separando a energia holística da Alma nos 3 componentes de

Convicções, Emoções, Padrões de Pensamento & Ações.

Alma → prisma da Personalidade → Convicções

→ Emoções

→ Padrões de Pensamento & Ações

Convicções Emoções Padrões de Pensamento e Ações
Definições Projeto Respostas e reações para alguma coisa que você já acredita ser verdade Seus pensamentos & suas ações físicas. O que você faz.
Analogia Projeto O construtor Material de construção para construir a casa
Conclusões por analogia Comece com convicções claras para o que você prefere claramente Fique excitado e entusiasmado sobre o que você está criando! Faça com paixão! Selecione os melhores materiais: selecione os pensamentos e ações que na maioria são alinhadas com sua meta.

 

http://nomind.club/sobre-realidade-bashar/

Video e algumas imagens :http://www.sementesdasestrelas.com.br/search/label/Bashar