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Energia Chi, Qi, Ki, Energia Vital…

O conceito de Chi…

O significado etimológico do ideograma qi (” 氣”) na sua forma tradicional mais conhecida é uma imagem do “vapor ( 气) subindo do arroz ( 米) enquanto cozinha”. É frequentemente traduzido como “ar” ou “respiração”, por exemplo, o termo chinês que significa “respiração” é tiānqì, ou a “respiração do céu”. Concepções filosóficas do qi são encontradas desde o início da história registada do pensamento chinês. Referências ao Qi ou conceitos filosóficos semelhantes relativos a um tipo de energia metafísica que permeia e sustenta os seres vivos são encontradas em vários sistemas de crenças, presentes em culturas de todo o mundo, especialmente na Ásia.

Uma das mais importantes figuras da mitologia chinesa é Huang Di, ou o Imperador Amarelo. Ele é considerado um herói cultural que colectou e formalizou muito do que subsequentemente se tornou conhecido como medicina tradicional chinesa.

A compreensão do conceito de  é um fundamento desta forma de medicina tradicional. Apesar do conceito de qi ser muito importante em diversas filosofias orientais, sua descrição é variada e inclui aspectos conflitantes entre as diferentes versões. Algo natural considerando-se os milhares de anos, os diversos países e grupos sociais que participam da elaboração desta tradição. Uma questão significativa é a de se o qi existe como uma força separada da matéria, se o qi surge a partir da matéria ou se a matéria surge do qi. Alguns budistas e taoistas são a favor do terceiro conceito, alguns budistas acreditam que a matéria é uma ilusão.

Os neoconfucionistas assumem outra posição: criticam a noção de que o qi exista separado da matéria, acreditam que o qi emerge das propriedades da mesma. A maioria das teorias do qi como uma metáfora das propriedades físicas fundamentais do universo foram sistematizadas e promulgadas nos últimos milhares de anos pelos neoconfucionistas e transmitidas com o apoio das dinastias chinesas.

O Chi é a força da vida, a energia imaterial omnipresente que no seu fluxo anima todos os seres vivos e permeia o Universo, ligando todas as coisas como um todo. A energia Chi ou energia vital é a energia de vida que o corpo de qualquer ser vivo produz, proveniente de diversas fontes como o ar, a água, os alimentos e o sol, estando o seu estado de saúde dependente do maior ou menor grau de harmonia e fluidez dessa energia.

Para os chineses o Chi é percebido funcionalmente pelo que faz. Esta energia tem tantas designações quantas as culturas existentes; por exemplo, os Russos chamam-lhe Energia Bioplasmática, os Hunas da Polinésia chamam-lhe Mana, os Índios Iroqueses Americanos chamam-lhe Orenda, na Índia chama-lhe Prana, nos Países Islâmicos designam-na por Baraka e por Chi na China.

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O Chi é uma energia que circula livremente alimentando os ambientes e os seres deste fluxo de energia vital. Sem o fluxo de Chi não existiria vida no planeta. Porém estados de desarmonia física, mental, espiritual e / ou emocional levam a que a passagem do Chi seja obstruída em determinados locais do nosso corpo, e então, os reflexos a nível físico dão-se sob a forma daquilo que normalmente designamos de doenças. Enquanto um ser está vivo, possui força vital circulando-o e cercando-o; quando o Chi deixa o organismo, a vida cessa. Se a sua força vital está fraca, ou se existe bloqueios no seu fluxo, você se sentirá mais fraco, deprimido e estará mais vulnerável a doenças. Quando está alta, e a fluindo livremente, dificilmente adoecerá e sentir-se-á forte, confiante e preparado para enfrentar a vida.

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O equilíbrio da nossa energia Chi, é assim essencial para que o organismo tenha um funcionamento perfeito pois está constantemente a ser desequilibrado com angústias, depressões, pensamentos e atitudes negativas, alimentação incorreta, preocupações excessivas, falta de autoconfiança, de amor-próprio e auto-estima, de entre outros factores. Recebemos Chi pelo ar que respiramos, pela nossa alimentação, a luz solar e pelo sono. É possível também aumentar o nosso Chi através de exercícios físicos, técnicas de respiração e de meditação.
O Chi é usado por atletas das marciais no seu treino físico e desenvolvimento espiritual.
É usada em exercícios de respiração meditativos chamados Prana-yama, e pelos xamãs de todas as culturas para adivinhação e ciência, manifestação e cura psíquicas. Todos os terapeutas holísticos trabalham com a energia Chi, embora cada um a chame e a entenda como quiser. Os efeitos orgânicos que muitos atribuem à energia Chi são considerados até mesmo pela medicina moderna.

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O fluxo de Chi sobre um organismo é diretamente proporcional à qualidade dos pensamentos e sentimentos do indivíduo. São os nossos pensamentos e sentimentos negativos que causam interrupções no fluxo de Chi no nosso corpo. Os locais onde pensamentos e sentimentos negativos se concentram são onde o fluxo de Chi se restringe.
Nesses pontos o organismo funciona mal e podem surgir doenças. Mesmo a medicina ocidental moderna reconhece a influência da mente sobre a condição orgânica e muitos médicos ocidentais apontam 98% das doenças como consequência direta ou indireta do estado de espírito do doente.

Deve ser compreendido que a mente não existe apenas no cérebro; este é apenas seu centro funcional, mas o sistema nervoso estende a consciência e subconsciência a cada órgão e tecido do corpo. Ademais, a parapsicologia sabe que a mente se estende num subtil campo de energia de cerca de 60 a 90 centímetros chamado Aura. Por causa disso, não se pode analisar separadamente a mente do corpo, já que estão ligados. Tal como o estado da mente é influenciado pelo estado do corpo, este é influenciado pelo estado de espírito.
No Extremo Oriente, a compreensão e controlo do fluxo do Chi (energia) é a base de sistemas de cura tradicionais como, por exemplo, a Acupunctura, e ainda artes marciais, como o Tai Chi, o Qi Kung. Pelo que, nestas artes os exercícios que realizam visam desenvolver e aumentar o nosso Chi ou Energia de Vida. Opte por uma modalidade que vá de encontro às necessidades do seu corpo e da sua mente.

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Existem três fontes de Chi em nós…

  • 1ª) Vem de nossos pais, que nos transmitiram o Chi Original, ou Pré-Natal, na hora da concepção, este Chi é o responsável por nossa constituição física e fica armazenado nos rins.
  • 2ª) Fonte é o Chi dos grãos e líquidos, ou seja essa fonte é dependente de nossa alimentação é a essência absorvida dos alimentos, metabolizada e transformada em energia útil  que será utilizada nos trabalhos celulares em geral.
  • 3ª) Fonte de Chi vem do Ar, conseguimos absorver através da respiração feita pelos pulmões, uma boa mecânica respiratória promove uma boa captação do Chi do ar, daí a importância de se respirar direito, de não fumar ou de morar em uma região que o ar é mais puro livre de poluição.

Dentro de nós o Chi assume uma variedade de funções, entre elas cinco se sobressaem que são:

  • Ele é fonte de tudo que se movimenta em nosso corpo.
  • Ele nos aquece.
  • Nos protege contra agentes patogênicos.
  • Governa a retenção de substâncias e mantém os órgãos no lugar.
  • Garante a harmonia das transformações internas.

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O Chi circula livremente no universo e dentro de nós, quando seu fluxo é impedido, retido ou bloqueado, surgem as desarmonias que se manifestarão no plano mental, emocional e chegará ao plano físico como dor ou doença. O problema é que vivemos em ambientes propícios ao surgimento de bloqueios, e pior não fazemos por onde recuperar a harmonia e o livre fluxo do Chi.

Não nos alimentamos corretamente na correria do dia a dia, não nos exercitamos com a intensidade e a frequência necessária para manter a saúde, nem ao menos nos damos conta de respirarmos corretamente durante o dia, nossa respiração é mecânica curta e insuficiente para nutrir bem nosso organismo de Chi.

 

O estado de homeostasia orgânica não é algo estático, na verdade nossa homeostasia é extremamente dinâmica, nosso corpo está sempre reagindo tentando voltar ao estado de equilíbrio mais adequado para as situações do momento.

Qualquer desequilíbrio de alguma função orgânica pressupõe a intervenção do próprio organismo para corrigi-la ou cuidados médicos para corrigi-la …

Um exemplo, se entrarmos em um ambiente frio começamos a tremer, esses tremores são uma tentativa do nosso corpo aumentar ou manter nossa temperatura,  se entrarmos em um ambiente muito quente começamos a suar, o suor é uma tentativa de resfriamento do nosso corpo. Se estamos frente uma situação de perigo, nosso organismo libera a adrenalina e o cortisol, substâncias que promovem reação de luta ou de fuga.

Existem tantas ações nas tentativas de se aproximar do estado de equilíbrio que não seria prudente tentar enumera-las aqui, no entanto o que fica claro é que para ocorrerem necessitam de energia ou seja do Chi. O tempo todo estamos consumindo essa energia porém não a repomos na mesma medida que gastamos.

Ficamos doentes, físico ou mentalmente, envelhecemos mais rápido, perdemos o nosso humor, tudo isso dia pós dia, sem ao menos nos darmos conta que, medidas simples podem nos recarregar dessa maravilhosa energia.

O que fazer?
Comece pela alimentação, você é o que come, se ingere alimentos poucos sudáveis, verá o reflexo em seu corpo e em seus pensamentos. Dê preferencia a alimentos ricos em nutrientes, coloque os cinco sabores nas refeições do dia, são eles o sabor ácido, amargo, doce, picante e salgado, tudo com bastante prudência é claro.

Respire de forma adequada, dedique um tempo de seu dia para uma meditação ou uma pratica corporal onde a respiração é priorizada, isso oxigenará melhor suas células, seu cérebro e pode trazer um grande impacto positivo na sua vida. Posso ser mais direto, pratique Lian Gong em 18 Terapias, é uma ótima ginástica que beneficia a respiração e faz circular o Chi.

Cuide de seus Rins, beba mais água ao invés de álcool, ingira frutas ricas em água, crie o hábito de andar com uma garrafinha, dessa forma fica mais fácil saber a quantidade de água ingerida no dia.

Busque um estilo de vida voltado ao beneficiamento do Chi, pois enquanto tiver Chi circulando de forma livre em você a vida também circula livre. Pense nisso e se cuidem-se sempre!

 

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O Qi na Medicina Tradicional Chinesa…

ENERGIA VITAL, segundo a medicina chinesa e as constatações ocidentais através da máquina Kirlian, o corpo humano possui meridianos energéticos – ou linhas – distribuídos no nível subcutâneo. Esses meridianos têm seus terminais principais nas extremidades do corpo, ou seja, nos pés e nas mãos.

As técnicas orientais de tratamento de doenças – como shiatsu, do-in, moxabustão e acupuntura – utilizam os pontos ao longo dos meridianos do corpo, das mãos e dos pés para reequilibrar a energia do organismo.

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Conforme diz o mestre Juracy Cançado: A energia que corre por esses canais é denominada ki, que para os orientais resulta da combinação de duas forças opostas: yang (ativa ou positiva) e yin (passiva ou Negativa), criadas continuamente do tao (unidade primordial ou origem do Universo).

  • Yang e yin são dois princípios antagônicos que se atraem e geram a energia concretizadora da matéria e de todos os seres vivos. Isso se compara à teoria da Grande Explosão, respaldada pelos cientistas para explicar a origem do Universo.
  • Yin e yang geram movimentos de contração e expansão, correspondendo às forças centrípeta e centrífuga, respectivamente. São a pulsação do Universo. Essa pulsação propaga a energia que, por sua vez, dispersa-se e condensa-se, criando e modificando a matéria.

A teoria da Medicina Tradicional Chinesa afirma que o corpo tem padrões naturais de Qi que circulam por canais denominados meridianos em Português. Não é possível entender completamente o conceito de Qi em Medicina Tradicional Chinesa sem compreender também o conceito de Yin e Yang, já que os teóricos da Medicina Tradicional Chinesa, como Zhang Zai (1020-1077 d.C) e Xun Kuang (313-238 a.C.), consideravam Qi como uma coisa material e imaterial ao mesmo tempo, e que tem capacidade de se manifestar de diferentes formas, dependendo apenas de sua tendência para Yin ou Yang.
Sintomas de diversas doenças são atribuídos a bloqueios, desequilíbrios e rupturas no movimento da energia vital através dos meridianos, assim como às deficiências e desequilíbrios do Qi nos vários órgãos e vísceras Zang Fu.
A Medicina Tradicional Chinesa geralmente procura aliviar estes desequilíbrios ajustando a circulação do Qi no corpo empregando diversas técnicas terapêuticas, por exemplo:

  • a tratamentos com medicamentos à base de ervas,
  • alimentação baseada na Teoria dos Cinco Elementos,
  • os treinos físicos como o qigong, o Tai Chi Chuan e outras artes marciais que incluem o conceito de Chi entre seus princípios filosóficos e o trabalham tanto para a autodefesa como para assegurar a saúde,
  • a massagem Tui Na como método efetivo para desfazer bloqueios e revigorar o paciente,
  • Acupuntura, como método para redirecionar ou equilibrar o qi através de finas agulhas de metal inseridas na pele.

 

 

 

 

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A saúde depende da respiração…

Faz menos de um século que a grande maioria dos chineses veio a conhecer energia elétrica. Eles não tinham muito conhecimento nessa área mas há mais de três mil anos sabiam dos benefícios da respiração correta e da definição da energia universal: Qi, Chi, Ki ou prana.

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Imagine os tibetanos, que desde 1948 estão sob ocupação e ainda vivem com lamparinas à base de óleo animal e vegetal, mas já tinham tratados de medicina, de fitoterapia e de psicologia. Essa informação serve para valorizar ainda mais todo o conhecimento sobre medicina em geral, vindo dessas civilizações antigas, repassado pelos xamãs, monges, monges-médicos, diretamente conectados com a espiritualidade porque não havia ciência do jeito que ela se define hoje no Ocidente. Isso é difícil de ser entendido por algumas camadas da sociedade brasileira, especialmente as elites da medicina oficial por causa de uma falha na nossa cultura, por causa da nossa idade: Temos cerca de 500 anos e não herdamos um conhecimento mais profundo dos nossos antepassados indígenas, que não conheciam a escrita, e já avançamos muito no conhecimento da energia como um todo, até nuclear, sempre importado, e ainda falta muito.

Eles sabiam o que era energia universal e a ela deram o nome de Chi ou Qi em chinês, ki em japonês e prana nas línguas indianas. O estudo do Qi é parte essencial da medicina oriental e de todas as terapias vindas do Oriente como acupuntura, Chi Kung (QiQong), Reiki, massagem medicinal, fitoterapia. Qi é a energia que vem do ar e alimenta a todos os seres vivos, inclusive plantas, minerais, animais.

No ser humano, além do Qi que vem do ar e respiramos, existe o Qi herdado dos nossos pais, e o Qi de tudo que comemos ou bebemos – coisas fritas e supercozidas perdem o Qi. Cada órgão humano tem um Qi diferente, que interage com os demais. O Qi do ar e o Qi dos alimentos se misturam e então é chamado de Qi do Fogo (ou Fogo do Qi, o elemento Fogo). É o Qi do Fogo que nos faz viver e esse Qi precisa ter qualidade, tanto do ar que respiramos quando dos alimentos que ingerimos (e a relação com os cinco elementos).

Pessoas que respiram mal ou não sabem respirar e ou comem mal produzem baixa qualidade de energia (Qi do Fogo) e assim se candidatam ao enfraquecimento e às doenças. Aqui os praticantes de Reiki logo compreendem porque a terapia precisa de uma iniciação: porque o KI do Rei-Ki é outra corrente eletromagnética de Qi, que só é repassada através da iniciação, feita por um mestre credenciado.

Uma pessoa não-iniciada pode transmitir apenas o Qi do ar e dos alimentos, mas não o Qi eletromagnético da cura. Esse eletromagnetismo vem pelo ar e se transforma na mente. É sutil, isto é, não é material, é transmissível e está relacionado ao espírito (Shen, em chinês). O praticante de Chi Kung, ou uma pessoa não iniciada em Reiki, pode transmitir energia para outra pessoa com a finalidade de equilibrar um órgão físico e essa energia é a que ele treinou através dos exercícios de Chi Kung, isto é, a energia Qi dele mesmo – do ar e dos alimentos. A agulha de acupuntura ativa a energia Qi física.

Quem não sabe respirar? Aquelas pessoas que respiram pelos pulmões! Sim, a respiração correta não é pelos pulmões e sim pelo diafragma. Todos os bebês nascem respirando corretamente pelo diafragma, isto é: quando respiram a barriga aumenta, quando exalam a barriga encolhe. São os pais e educadores que fazem a criança começar a respirar erradamente. Lembrem-se das aulas de educação física, onde os instrutores diziam: respirem, encham o pulmão de ar!

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A respiração pelo pulmão torna esse órgão deficiente nas suas principais funções, entre as quais, misturar o Qi do ar com o Qi dos alimentos e enviar essa energia para o coração (Qi do Fogo do Coração), que a transporta para todo o corpo.

Este texto é para o público em geral, então não explicarei com detalhes esse processo que é mais complexo ainda. Basta saber que se a respiração não é realizada corretamente o dióxido de carbono que vem no ar e respiramos não é expelido corretamente pelo sangue e é revestido para o adoecimento. Quando o diafragma faz a respiração, a energia universal vital Qi percorre toda a circulação e alimenta todas as células e órgãos do corpo. Nunca é tarde para re-aprender a respirar usando o diafragma: respira e empurra a barriga para a frente. Expira e empurra a barriga para dentro. Com a prática o corpo reaprende e a diferença na qualidade de vida é enorme, inclusive mental.

Deficiência respiratória, herdada ou nos idosos, é exatamente porque o pulmão perdeu a força e o diagrama nunca foi utilizado corretamente. Então, ensine às crianças a respirar. O pulmão é quem ajuda no movimento dos demais órgãos. É Qi quem comanda o sangue. A energia Qi percorre o sangue como se fosse uma aura.

Quando Qi é eficientemente trabalhado entre diafragma e pulmão, a pele se renova e a imunidade aumenta. Quando Qi é deficiente afeta todos os líquidos do corpo: incontinência urinária (deficiência do Qi dos Rins), excesso de suor, inclusive noturno (deficiência do Qi do pulmão), corrimento vaginal (deficiência do Qi do Baço), problemas musculares. Depressão, ansiedade e problemas mentais estão diretamente relacionados pela deficiência Qi, por má alimentação e má respiração. Congestionamento das vias respiratórias deve ser tratado com fitoterapia e exercícios físicos ao ar livre, em área livre de poluição, e pode ter outras implicações, quase todas elas emocionais – falta de vontade de viver, medo, angustia prolongada… Má alimentação significa falta de frutas, verduras, legumes, proteínas cozidas.

A respiração errada ou o congestionamento dos pulmões por ar impuro, fumaça, fumo, etc., é responsável por doenças degenerativas, envelhecimento, perda de memória, problemas emocionais profundos. Fumantes podem ter longa vida, mas sem qualidade, só vegetam. Daí porque viciados em maconha e em outras drogas são profundamente afetados na saúde mental e física.

  • A emoção está diretamente ligada à respiração porque o nosso corpo foi feito para respirar oxigênio. A má respiração ou a falta de oxigênio gera confusão mental, insônia, pesadelos, sonhos em excesso, falta de clareza nos pensamentos, incapacidade de ver a realidade de si mesmo, dor-de-cabeça e irritação – o Fogo não circula corretamente ou simplesmente pára.
  • A emoção também se relaciona com os órgãos internos, por exemplo: Raiva retira a energia Qi do fígado; Medo retira a energia Qi da Bexiga e dos Rins. Isto é, pessoa que tem infecção constante nessa área pode ter passado por traumas prolongados ligados ao medo. O Dr. Jwing-Ming, autor do livro “As raízes chinesas do Qiqong” diz que “para regular as suas emoções, a equilibrar a mente, e ter uma longa vida com qualidade, você precisa respirar corretamente”. Comece a treinar isso hoje e depois de diga os resultados positivos.

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https://novaconscincia.wordpress.com/2016/07/10/energia-chi-qi-ki-energia-vital/

 

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O que é Mettā

 

O desejo de desfrutar de paz e êxito em sua vida é mettā. O desejo de estar livre de dor é mettā. E esta boa intenção deve ser desenvolvida e estendida aos membros de sua família e amigos. À medida que você progride, deve estendê-la gradualmente ao mundo todo, incluindo seus inimigos. O desejo de vê-los bem e felizes é o espírito de mettā.

Você deseja progredir social, econômica e espiritualmente. Isto é mettā. Quando nos desejamos boa saúde e prosperidade, estamos simplesmente desenvolvendo a consciência de benevolência a nós mesmos – promovendo amor para nós mesmos e evitando o perigo, a dor e a inimizade.

Não Comece Pelo Mundo Inteiro

Mettā é uma bondade (empatia e boa vontade para com os demais) mediante a qual se deseja o bem-estar dos seres. Neste mundo, todas as criaturas vivas amam a si mesmas e deveriam ter consciência deste sentimento. Deveriam, a seguir, estender esse sentimento àqueles seres próximos tais como parentes, membros da família, filhos, filhas, irmãos, irmãs e mestres. Essa é a forma de começar a estender ou expandir mettā. Há alguns que começam dizendo: “Que todas as criaturas no Leste estejam bem e sejam felizes”. Alguns praticam mettā somente com o mundo inteiro como objeto de meditação, passando por alto as pessoas mais próximas e mais queridas para eles. Se não somos capazes de desenvolver mettā para nós mesmos e para nossos amigos, como podemos esperar estender mettā ao mundo inteiro? Não é lógico. Isso poderia se tornar um esforço inútil e, às vezes, quase uma peça destinada a mera exibição pública.

A Dimensão Universal de Mettā

Dado que mettā é universal por natureza, como disse anteriormente, temos que ter um sentimento sadio não só para com nós mesmos, mas também para com os demais. Do contrário, mettā poderá perder sua verdadeira natureza e ser vencida por seu agressor invisível: o apego e o egoísmo. Ela, então, deixará de ser mettā.

Mettā, por sua própria natureza, facilita a diminuição gradual da fronteira entre você e seus familiares, amigos e desconhecidos, e entre você mesmo e o inimigo. O preconceito, o favoritismo e o medo são manifestações adversas de mettā; criam uma divisória mental entre aqueles de quem você gosta e aqueles de quem você não gosta. Mettā ajuda a reduzir e eliminar esse preconceito e discriminação. Mettā dá uma dimensão universal a nossa forma de pensar e agir. Mettā implica virtudes como bondade e honestidade. Alguém que tenha desenvolvido suficientemente mettā é excepcionalmente atento, cuidadoso e amoroso. É paciente e está disposto a ouvir o ponto de vista do outro [1]. Mettā busca transformar o caráter interno de uma pessoa à medida que oferece paz e uma atitude confiante perante a vida.

Traduzido pelo Grupo de Tradução do Nalanda

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Mettā (Páli: मेत्ता em Devanagari)ou maitrī (Sânscrito: मैत्री) é benevolência, afabilidade, amizade, bondade, união mental próxima (sinergia), e interesse ativo nos outros.[1]

É um dos dez pāramīs da Escola Teravada de Budismo e o primeiro dos quatro estados sublimes (Brahmavihāras). Este é o amor sem apego (upādāna).

 

http://sobrebudismo.com.br/amorosidade-de-voce-para-o-universo/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Mett%C4%81

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A Biografia do Mooji

                                                               

Você Está no Vazio, ou Você é o Vazio?

Mooji: Este vazio não é uma coisa trivial. É o estado o mais supremo. Mas na consciência há esta coceira, e eu uso este termo: a mente do pé do atleta. Existe um pensamento vindo na mente, há esta coceira, e sente-se a necessidade de dar uma coçadinha, você sabe! Como uma questão surgindo, algo mais a ser resolvido. Mas eu digo: permaneça somente como Isto (vazio), e essa coceira desaparecerá. Quando esta coceira está lá, existe a tentação de começar a coçá-la, mas isso apenas faz com que ela se torne mais machucada e horrível. Então apenas tome consciência disto por este momento, mas permaneça como você é, já que você não pode melhorar este vazio. Assim, muitos dos seres estão buscando ser este vazio, retornar a este vazio, você percebe, conscientemente. Quando você vai dormir, você deixa de lado todos seus cuidados e seus interesses sobre você e sua vida. E você ama Ser sem estas pré-ocupações. Quanto dinheiro nós gastamos com a cama, com o quarto, para ter o melhor sono e assim esquecer-se de tudo? E quando o despertar surge há um frescor no ser, percebe, porque põe de lado todos estes interesses e pré-ocupações. Este vazio que você fala a respeito agora parece ter sido ocultado por seus interesses e onde você põe sua atenção, e enquanto você está se pré-ocupando com seus interesses e atividades do dia-a-dia na verdade você está sendo perturbado. Assim um pequeno bocado de meditação ou de auto-investigação retorna-o a esta afirmação em Seu ser, a este reconhecimento: tudo que há é apenas uma forma de vazio, além até do conceito de vazio.

E então, há como você pisar fora deste vazio agora?

Q: Não de minha própria vontade. Eu sei que eu posso. Eu nunca tentei escapar…

M: No vazio, o que é você? Você está no vazio como você está neste quarto, ou você é o vazio?

Veja, se você disser que você está em algo, então há como dois: há um sentido de Eu e um sentido que Eu estou em algo. É esta a direção que eu estou apontando, porque se você sente que está dentro de algo, logo o vazio transforma-se num tipo de experiência, e você permanece como o experienciador, e há uma forma de dualidade nisto. Assim se faz possível o sentido de sair do vazio, isso se torna muito mais vivo e real, uma possibilidade. É por isso que eu lhe estou perguntando: no vazio, o que é você? Que forma você está vestindo no vazio? Você está nele, ou você é ele?

Q: Eu sou ele.

M: Então se você é ele, como você pode pisar fora?

Q: Algo vem e o cobre. Lixo.

M: Você percebe? Se você estiver na terra, você poderá dizer: uma nuvem cobriu o sol. Mas o sol não conhece isso. Não conhece a sensação que Eu estou sendo coberto.

Q: Ok. Então o importante é quem está vendo.

M: Sim. Quando você diz: Eu estou coberto, é como se eu estivesse escondido de mim mesmo. Eu estou apenas fazendo com que você olhe, e isto é muito importante realmente. É simplesmente através desta sutil negligência que esta dor se infiltra, esta sensação de separação, esta sensação de divisão em seu Ser. Mas quando você a investiga realmente, isto é exposto como um tipo de fraude. Você é apenas você. Ontem nós falamos sobre isso, que a faca pode cortar muitas coisas, mas não pode cortar-se porque é um consigo própria. E o olho pode ver muitas coisas, mas não pode ver-se porque é um consigo mesmo. E uma balança pode pesar muitas coisas, mas não pode pesar-se porque é um. E você é você mesmo, você não pode perceber-se. Você pode somente perceber alguma idéia de você. Você é esta unidade, percebe? Não há nenhuma divisão em você. Somente por esta função da consciência é que parece como se você estivesse se transformado em algo qualitativo, algo que você pode avaliar. Mas o que quer que você possa ver não pode ser você.

Q: Inclusive o vazio?

M: O vazio é somente uma ideia neste momento. Uma palavra na consciência. Mas aponta para algo que na realidade você sente intuitivamente. De certa forma é como o vazio estivesse percebendo o vazio. Ou a consciência percebendo a consciência. Não há realmente uma forma que está sendo observada nisto. Não há nenhuma palavra realmente adequada para expressar isto. Neste momento você está na periferia da linguagem, e as palavras estão esgotando sua própria energia porque nenhuma palavra servirá. Apenas este reconhecimento Eu Sou, mas o que Eu Sou eu não posso dizer. Você não pode definir o que este SER é.

Algum distúrbio?

Q: Sim, eu estou me sentindo desconfortável…

M: Não sinta que você não deva se sentir assim. Às vezes você sente: “bom eu estaria bem se somente…” Hoje nós comentamos um exemplo, um amigo ligou: “Alô, como você está?” – “eu estou muito bem, e você?” – “na verdade eu ainda estou no trabalho e foi um dia muito estressante e eu tenho ainda um par de horas a fazer, mas não importa porque em breve eu estarei em casa e tomarei um banho, e tudo estará bem…” Eu disse: – “não, não; não deixe que sua mente te engane por mais três horas!” Nós sempre estamos fazendo este tipo de coisa: “quando as crianças crescerem, daí então eu começarei a viver novamente, terei minha vida de volta!” ou “se somente eu pudesse arranjar este financiamento…” “Quando… e então…” sempre esta promessa, você percebe? É um ladrão. Então eu disse: – “Não, agora mesmo Você é”. E imediatamente sua resposta foi: -“Obrigado”. Ele necessitou apenas disto para despertar outra vez. Foi o bastante, a argumentação parou, percebe? Ás vezes esta borbulha está fervendo mas se você não a alimenta, pode ignorá-la. É como se você estivesse cozinhando um ensopado, você desliga o fogo, mas ele continua ainda borbulhando. Mas eventualmente tudo se acalma porque a fonte, o combustível, foi esgotado, você vê? Desta forma esta desconexão é somente a sua convicção: – “O que quer que esteja surgindo, Não, isto não sou eu”. Ainda sim: “bla, bla, blá, bla!” Isto seguramente diminuirá, mas você não estará esperando.

Q: Eu necessito que você me lembre.

M: Não, você não necessita. Você aprecia. Você não necessita de coisa alguma. Você aprecia ser lembrado. Obrigado!

Fontes:

http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/search/label/Mooji
http://ventosdepaz.blogspot.com/2014/02/onda-de-amor-papaji.html
https://mooji.org/pt/a-biografia-do-mooji/