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RAINHA NEFERTITI DO EGITO

Vida e morte misteriosa, tudo o que até hoje se sabe sobre uma das mais importantes mulheres do Egito Antigo.

Nefertiti, que nasceu em 1380 a.C, foi uma das mais importantes figuras egípcias da XVIII dinastia. Ela foi a rainha e a esposa principal do faraó Amenhotep IV (mais conhecido como Akhenaton), o qual substituiu o culto politeísta egípcio (a religião da crença em diversos deuses egípcios) pelo monoteísmo (culto para um único deus) no Egito Antigo. Feito isso, o faraó impôs a adoração aos rei-sol Athon como a única forma de culto. A rainha Nefertiti seguiu a religião, conhecida como Atonismo, imposto pelo marido. Alguns estudiosos do Egito Antigo afirmam que ela governou o Egito durante dois anos, logo após a morte de Akhenaton. Nefertiti teve seis filhas com Akhenaton: Meritaton, Mecketaton, Ankhesenpaton, Neferneferuaton, Neferneferuré e Setepenré. Porém, ao longo do reinado egípcio de Akhenaton, três de suas filhas morreram devido à uma peste da malária, conhecida naqueles tempos como “doença mágica”, por causa de seu poder devastador. Outra das filhas do casal, Meketaton, morreu também muito cedo, em decorrência de um afogamento acidental.

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Apesar de a História ter registros de sua vida, Nefertiti ainda é um mistério para muitos estudiosos e antropólogos. Pouco se sabe sobre a sua vida. Mas sabe-se que era bela, belíssima. O seu nome significa “a mais Bela chegou”, mas não é por causa disso que os historiadores sabem que ela era bela. Sabem por causa de seus bustos de calcário, com sua face esculpida, encontrados nas escavações feitas na cidade de Tel el-Amarna (antiga Akhetaton). Suas retratações são um símbolo de beleza até hoje. Sabe-se, no entanto, que ela teve uma irmã que se chamava Mutnedjemet e que também foi criada por uma ama chamada Tiy, que era casada com um funcionário da nobre corte. Foi então que ela teve a oportunidade de conhecer e se casar com o então jovem faraó Akhenaton. A rainha teve uma grande influência na disseminação do culto monoteísta, junto ao seu marido, era uma das únicas pessoas que podia reverenciar e interceder diretamente com o rei-sol Athon. Eles eram responsáveis pela realização dos cultos, como representantes legítimos do deus para a população.

A sua morte também é um mistérios. Para alguns historiadores, ela foi assassinada por sacerdotes que defendiam o politeísmo. Outros estudiosos afirmam que ela foi alvo de inveja, já que, ao lado do marido, acumulou muito poder e influência. Essa última tese é levantada graças a uma imagem em bloco de pedra onde a rainha aparece golpeando um inimigo com uma maça, o que no Egito Antigo remetia à ideia de força. Alguns arqueólogos estimam que ela tenha morrido no ano de 1345 a.C.

Historiadores e estudiosos do Egito Antigo nunca conseguiram chegar a uma conclusão exata do que aconteceu com ela. Se ela sumiu ou foi assassinadas, há controvérsias. Pesquisadores acreditam que Nefertiti deixou de ser adorada e foi banida da família real por Akhenaton. Talvez porque ela não conseguiu dar-lhe um filho homem. Outra teoria afirma que o casal de soberanos foi rejeitado pelo seu povo, que considerou a adoração a Athon uma heresia. Na tumba de Akhenaton, até hoje, apenas objetos foram encontrados — sugerindo que Nefertiti nunca foi sepultada com ele. Também não há registro oficial da rainha em nenhum outro lugar. Não se sabe se a rainha assumiu o trono após a morte do marido, antes de Tutankhamon. Há evidências de que Nefertiti morreu durante o 14.º ano do reino de Akhenaton. Algumas teorias falam sobre assassinato de sacerdotes que não concordavam com a imposição de culto a um único deus no Egito, feito pelo casal. Apesar de Akhenaton ter tido um filho com sua concubina Kia — Tutankhamon — o sucessor nomeado por ele foi Smenkhkare. Entre os egiptólogos, alguns acreditam que ele era outro filho de Akhenaton com Kia. Outros acham que Smenkhkare era meio-irmão de Akhenaton, ou outro membro da família real. Mas foi Tutankhamon que subiu ao trono em 1333 a.C.

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O desaparecimento repentino de Nefertiti é um mistério, e várias lendas correm ao redor do assunto. Há evidências de que naquela época qualquer memória de reis anteriores eram sistematicamente apagadas, para que o povo não retomasse nenhum habito ou tradicão do qual os próximos governantes não aprovassem. Quando o próximo rei, Tutankhamon – filho de Akhenaton com sua concubina Kia – subiu ao trono em 1333 a.C., possivelmente usou de seu poder para se livrar de qualquer memória de Akhenaton e Nefertiti. Em 2003, uma equipe de egiptólogos da Universidade de York, acreditou ter encontrada a múmia de Nefertiti, mas logo viu-se que não se tratava da rainha e sim da irmã dela. Hoje, muitas equipes ainda buscam pela múmia de uma das mais misteriosas rainhas do Egito Antigo.

Existe também uma série da Discovery com episódios sobre a história do Egito Antigo. Um dos episódios chama-se “Nefertiti Revelada”.

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REJANE BORGES

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“Quem disse? Cadê as evidências?”

confronto de paradigmas num discurso de Alan Watts

“Por quê devemos parar de pensar? Por quê é errado não gostar de ficar sozinho? Por quê ter uma mente cheia de pensamentos é como uma droga? Será que realmente tem algum vício ou efeito maligno envolvido? Quem disse? Cadê as evidências????”
— ltrafael, em comentário ao vídeo “A Mente”, com Alan Watts

Essas indagações publicadas num comentário ao vídeo “A Mente” (mais abaixo), um discurso do filósofo inglês Alan Watts (1915-1973) sobre as preocupações e o pensamento compulsivo, chamam a atenção de uma maneira bem simples e interessante para o choque de paradigmas    na busca de respostas sobre a vida. alanwatts-amenteApesar do discurso de Watts ser bem claro e auto-  explicativo, está se referindo a um processo interior e subjetivo de investigar a  realidade, enquanto a pessoa que fez o comentário espera evidências ou provas  “científicas e sérias” externas a ele mesmo (“Quem disse? Cadê as evidências??”),  provenientes de alguma autoridade na pesquisa objetiva da realidade. Watts talvez  tenha evidências científicas e sérias, mas no seu paradigma, que precisa da percepção  interior e das próprias experiências pessoais para serem verificadas como, de fato,  evidências. Mas sem uma ponte entre esses dois paradigmas, o espectador não percebe  isso, e o diálogo não acontece.

Muitos grandes autores já trataram desse encontro (ou desencontro) de paradigmas, que muito genericamente poderíamos incluir nas diferenças entre “Ocidente” e “Oriente”, aqui talvez mais especificamente entre o método científico “ocidental” e as ciências contemplativas “orientais”, mas neste caso está expresso e atualizado num debate cotidiano simples de um vídeo do YouTube. Para alguns esse problema está superado, e os paradigmas convivem entre si, mas para muitos ainda há um vão. Sem uma ponte, o que há do outro lado do paradigma permanece inacessível.

Assista ao vídeo de Alan Watts, de 3min, legendado, abaixo (com agradecimentos ao canal Charles Darwin, e ao site AlanWatts.org, que cedeu o áudio original ao vídeo em inglês):

 

 

De uma certa forma, quem já conseguiu algum tipo de esclarecimento a partir das fontes contemplativas orientais (como Ioga ou Budismo, por exemplo), já fez algum tipo de conexão entre esses paradigmas, e talvez não tenha sido fácil. Imagino que se meus primeiros questionamentos existenciais fossem respondidos com a recomendação de parar de pensar, quando eu não fazia a menor idéia de como a ciência oriental tratava esse assunto, eu ficaria igualmente inconformado. Não conseguiria ver a conexão entre as duas coisas, e questionaria. Talvez eu pensasse: o que tem a ver parar de pensar com buscar provas sobre a existência?. Seria como se eu tivesse um plug de três pinos tentando encaixar numa tomada de dois furos.

SOBRE PENSAR DEMAIS

Se formos perceber bem, nesse discurso Alan Watts não diz para pararmos de pensar, ele fala que pensamos demais e que estamos presos nesse ininterrupto movimento compulsivo mental, mas não é raro entendermos que isso significa uma recomendação para pararmos de pensar. Se a mente pudesse relaxar mais profundamente, aquietar-se naturalmente, e se pudéssemos fazer algum tipo de prática onde pudéssemos ganhar perspectiva sobre ela, sobre o próprio pensar, então uma outra resposta poderia vir, uma que poderia fazer ver que pensar demais é de fato uma compulsão, que escraviza o homem e ofusca profundamente sua visão da realidade. Que distorce o que ele entende por realidade, e que isso obviamente se parece bastante com uma droga. O efeito maligno envolvido é justamente o próprio bloqueio a uma outra compreensão da realidade, mas que só se torna evidente (ou seja, que só se torna uma evidência) para aquele cuja mente foi dada a chance de relaxar e ser vista em seu movimento obsessivo. Se isso não acontecer, pensar compulsivamente vai ser a única realidade que existe. E não vamos entender que problema há nisso.

“Uma pessoa que pensa todo o tempo não tem nada a pensar exceto pensamentos. Por isso perde contato com a realidade, e vive num mundo de ilusão”.
— Alan Watts, em “Alan Watts Teaches Meditation” (1992)

SOBRE NÃO GOSTAR DE FICAR SOZINHO

Watts também não falou em “não gostar de ficar sozinho“, ele falou em  “fugir de si mesmo“, que traz uma ênfase muito maior num tipo de medo íntimo que deveria ser no mínimo intrigante ao questionador sério. A pergunta poderia ser substituída por “Porque tenho essa reação de fugir da minha própria presença? O que pode haver de tão ruim no meu simples silêncio natural de ser? Será que faz sentido virmos a existir para termos tal desconforto de ficar conosco mesmos, ao ponto de querermos fugir dessa situação? Será que isso não mostra que talvez exista algo de errado justamente nisso?

Enfim, os questionamentos fazem sentido, dentro de um paradigma. As respostas de Alan Watts idem. Talvez não tenham sido suficientes para o questionador, talvez demonstrem a limitação dos paradigmas, talvez precisemos de mais pontes entre paradigmas, ou adaptadores de pinos iguais entre perguntas a respostas.

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ANTAHKARANA

O Antahkarana é um símbolo antiqüíssimo de Cura e Meditação que tem sido usado no Tibet e na China durante milhares de anos. Este símbolo tem um poder energético muito grande; já que simplesmente por estar em sua presença cria um efeito positivo sobre os chacras e a aura, realizando cura, concentra e aprofunda todas as energias de cura aplicadas em sua presença.

O antahkarana é parte da anatomia espiritual, é a conexão entre o cérebro físico e o Eu Superior, esta conexão é a que deve curar e desenvolver para crescer espiritualmente. Este símbolo ativa esta conexão cada vez que nos encontramos diante de sua presença.

Em meditação este poderoso símbolo, cria automaticamente os que os taoístas chamam: ” A grande órbita microcósmica”, onde as energias físicas que normalmente entram pelo chacra coronário, diante da presença deste símbolo entram pelos pés e sobem pela parte posterior do corpo até a parte superior da cabeça, descendo pela frente novamente até os pés, realizando um círculo lumínico cimentando desta maneira a pessoa à terra e criando um contínuo fluxo de energia através dos chacras.

Entre as propriedades deste símbolo, neutraliza a energia negativa que se tenha acumulado em objetos tais como cristais, jóias,ou qualquer objeto, simplesmente colocando o objeto entre dois símbolos.

O Antahkarana é um símbolo multidimensional, Está constituido por três sete desenhados sobre uma superfície plana, desde uma perspectiva parece bidimensional. Os três sete representam os sete chacras, as sete cores, e os sete tons da escala musical. Desde outra perspectiva aparece como um cubo tridimensional .

A meditação com este símbolo olhando constantemente o centro do mesmo produz uma mudança energética positiva.

A meditação tibetana com este símbolo era realizada em uma habitação iluminada com velas. No meio havia uma vasilha de barro em forma oval simbolizando o ovo cósmico do universo, esta vasilha se enchia com água, em frente a ela havia um pequeno banco e sobre o assento estava desenhado o símbolo antahkarana em prata, onde se sentava a pessoa que ia meditar. Havia também uma parede coberta com cobre, polido como um espelho. Na parede oposta a esta haviam cartazes que mostravam símbolos. O lama tibetano se sentava no banco e olhava fixamente a imagem do símbolo que refletia no espelho de cobre. Esta meditação é uma meditação yantra que cria agudez na mente, fazendo uma ponte energética entre a consciência e as energias transcendentais do símbolo; enquanto que o outro símbolo antahkarana no banco enfoca as energias geradas fazendo fluir as energias equilibradas por todos os chacras para a terra.

Este maravilhoso símbolo é muito especial e tem sua própria consciência. Trabalha diretamente sobre a aura e os chacras e regulariza variando os efeitos de cura de acordo com as necessidades da pessoa que o usa, ao estar dirigido pelo Eu Superior tem um efeito benéfico. Jamais se deve utilizar para o mal. Este símbolo tem muitos usos: pode ser colocado em baixo do colchão da cama que a pessoa dorme, em baixo  de uma mesa de massagem, colado na parede para harmonizar o lugar, colocar o desenho sobre um local que tenha uma doença, no corpo ou no ambiente, etc…

ANTAHKARANA

Tradução livre e adaptação do texto por Arauto do Futuro

Fonte: http://www.orgostar.es/poster6.html

 

 

ANTAHKARANA NO REIKI

Símbolo tibetano usado em rituais por milhares de anos para a cura e a meditação. Este símbolo concentra e desenvolve o Reiki, ou outras energias de cura, quando colocado sob a mesa de massagem durante a cura. Também se diz que liga o cérebro físico com o chakra da coroa, tendo efeito positivo sobre todos os chakras e a aura. Meditando com esse símbolo, activa-se automaticamente a Órbita Microcósmica, enviando-se o Ki através dos canais energéticos centrais do corpo. Durante a meditação, o símbolo parece deslocar-se e alterar, evoluindo para imagens diferentes.

A Antahkarana pode ser usada para libertar as energias negativas de pessoas e objectos, bem como purificar cristais. É uma palavra sânscrita (Antar = meio ou interior e Karana= causa instrumento,). O Antahkarana é usado tecnicamente para representar a ponte entre a mente superior e inferior, o instrumento operacional entre elas. Alice Bailey e vários outros autores de filosofia Tibetana, têm algum conhecimento de Antahkarana, o qual você pode também encontrar em grande número de livros. Eles descrevem o Antahkarana como parte da anatomia espiritual. Ele é a ligação entre o cérebro físico e o Eu Superior. É a ligação que tem que crescer, se quisermos crescer espiritualmente.

O símbolo do Antahkarana aqui descrito representa esta conexão e a ativa em sua presença, onde quer que você esteja. O Antahkarana é um antigo símbolo de meditação e cura, que vem sedo usado na China e no Tibet por milhares de anos. Ele é um símbolo poderoso, e apenas o tendo em sua presença ele criará um efeito positivo na Aura e nos Chakras.

É um símbolo especial que tem sua própria consciência. Por ser dirigido pelo Eu Superior, ele sempre tem um efeito benéfico e nunca pode ser mal usado ou usado para causar o mal. Este símbolo pode ser colocado sob uma mesa de aplicação de Reiki, sob o assento de uma cadeira. Pode ser colocado na parede, etc…Cria o que os taoistas chamam de “A Grande Órbita Microcósmica”, no ponto em que as energias psíquicas, que normalmente entram pelo Chakra coronário, entram pelos pés e viajam subindo por trás do corpo até o topo da cabeça, e daí descem pela frente até os pés novamente, ligando, assim, a pessoa à terra, e criando um contínuo fluxo de energia através dos Chakras. Isto também neutralizará a energia negativa que foi coletada em objetos como: jóias, relógios, pedras, etc…

O Antahkarana intensifica todos os trabalhos de cura, incluindo Reiki, Johrei, Mahikari, Jin Shin, Terapia da Polaridade, Quiroprática, Hipnoseterapia, Regressão a Vidas Passadas, etc…Estes efeitos positivos têm se confirmado nos consultórios. Este símbolo é multidimencional, atua em diferentes planos, sendo feito de três setes numa superfície plana.

Os três setes representam os sete Chakras, as sete cores do arco-íris e os sete tons da escala musical. Estes três setes são mencionados no livro de Revelações ( Apocalipse ), como as sete velas, trombetas e os sete selos. Sua energia move-se e sobe, através das dimensões invisíveis, até a dimensão do Eu Superior, por isso não pode ser usado para o mal.

O Antahkarana tem sido guardado por milhares de anos, sendo conhecido e usado por poucos. Agora é hora de todos, na Era de Aquário, terem acesso a esse símbolo de cura antigo e sagrado. Qualquer um que usa-lo terá a ligação entre o cérebro físico e o Eu Superior reforçado.

Fonte:  http://www.mistico.com/cgi-bin/ng.cgi?num=88

 

 

*Flor da Vida (capa) é a matriz geométrica de onde se gera toda a criação. É o mais significativo dos símbolos da Geometria Sagrada. Dentro dele se encontra codificado o padrão de toda a criação.

Em linguagem universal que nos permite acessar ao conhecimento ancestral que contem a memória celular.

A informação codificada permite entender a sabedoria de quase todas as culturas e civilizações. É a chave para entender a natureza, o valor da cor, e do som e muito mais. A partir deste símbolo se criam todas as formas possíveis nesta dimensão, os Sólidos Platônicos.

Toda esta informação que nossa alma reconhece e recorda perfeitamente nos permite uma grande expansão de nossa consciência, um acesso consciente a nossas origens que podem ser a chave para entender muitas das situações que vivemos neste presente.

 

https://arautodofuturo.wordpress.com/2010/06/14/antahkarana-simbolos-arquetipicos/