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10 histórias sobre formas contemporâneas de escravidão

Cartões de crédito

João L. ganha o equivalente a cerca de 500 dólares por mês, mas tem alguns cartões de crédito que, juntos, acumulam 2 mil dólares em dívidas. Só de anuidade, João paga mensalmente 15% do seu salário, ou seja, 75 dólares.
Pagar gradualmente a fatura e deixar de pagar os juros da dívida não é uma possibilidade para João. Em primeiro lugar, ele é prisioneiro de algo chamado ’pagamento mínimo’: caso não o realize ao menos uma vez, então deverá viver apenas com metade do seu salário durante um ano (ou mais) e João simplesmente não pode permitir isso.
Por outro lado, o mundo no qual vive João é cheio de tentações. É tanta coisa que se pode comprar que ele não vê outra saída senão continuar deixando que os bancos ’engordem’ às suas custas. .
Um dado curioso: faz tempo que João sonha em abrir seu próprio negócio mesmo se a rentabilidade anual for de 30% ou menos. Mas para fazer isso, ele precisaria antes quitar a dívida. E, bem, ele não consegue pagar o que deve porque o sistema não o permite.

Automóveis

Carlos G. adora automóveis. Antes, ele usava transporte público, mas economizou para comprar um carro usado. No entanto, não se sentia bem com o automóvel e logo depois comprou um esportivo zero quilômetro financiado. Ele anda sem dinheiro e, às vezes, precisa cortar gastos importantes, como férias ou despesas médicas, mas Carlos não pode imaginar sua vida sem o seu carro.
Ele precisa pagar mensalmente o financiamento que fez para comprar seu automóvel novo, além dos custos com os acessórios vendidos pela concessionária e com o seguro, que é absurdamente caro. Precisa ainda lidar com vários pequenos problemas com estacionamento, arranhões na pintura, troca de óleo e pequenos reparos. Sem contar que enche o tanque de combustível 3 vezes por semana.
Carlos não reclama muito, pois crê que cada centavo investido em seu carrinho vale muito a pena. Acontece que, se ele calculasse quanto custa manter o seu tesouro, se daria conta de que seu amigo de quatro rodas consome um terço de seu salário e metade do seu tempo livre.
Carlos poderia ter comprado um carro usado em bom estado, ou mesmo um novo em versão econômica, para viver tranquilamente e não precisar pagar o seguro do financiamento (além do financiamento em si). Além disso, sairia muito mais barato fazer reparos caso aparecesse um arranhão ou um pouco de ferrugem, e não seria tão caro comprar peças de reposição. Sem falar que ele poderia ficar tranquilo por parar o carro praticamente em qualquer lugar sem medo de ter peças roubadas, e consertá-lo em qualquer oficina de bairro sem pagar muito nem precisar agendar atendimento.
Sim, ele poderia ter feito isso, mas se você disser a Carlos que ele tem um automóvel que não é compatível com sua renda, é capaz que ele lhe mande catar coquinhos. Ou então, pode ser que ele apenas levante as sobrancelhas, resmungue e faça uma cara de: ’você está louco’.

Pequenos gastos

Ivan H. trabalha como encanador em domicílio ganha o equivalente a 30 dólares aqui, 60 dólares ali e 15 dólares acolá. No fim das contas, isso deveria render um salário mensal bastante considerável, mas Ivan anda sempre com pouco dinheiro, apenas uns trocados no bolso e nada mais.
Por quê?
Porque Ivan gasta como ganha: sem contar. 15 dólares num táxi para casa, 30 para almoçar num restaurante. Como ele diz, ’trabalha, trabalha, mas não vê a cor do dinheiro’.
Se Ivan tivesse um pequeno caderno para anotar quanto recebe e quanto gasta, ficaria surpreso e à beira de um desmaio, pois perceberia que fazer refeições em restaurantes todos os dias não custa apenas 30 dolarezinhos por dia, e sim, um pouco menos que 8 mil dólares por ano (considerando que ele almoce em casa nos fins de semana). Além disso, Ivan veria que andar de táxi é cômodo e prático, mas se usasse ônibus e metrô durante dois meses, teria dinheiro para comprar o computador novo com que vem sonhando há tempos, e ainda sobraria dinheiro para roupa nova. Mas, como todo escravo do sistema, Ivan não consegue controlar seu dinheiro.

Casamentos e aniversários

Lúcia P. está para se casar. Ela trabalha como assistente de contabilidade e seu noivo é técnico junior em manutenção. O orçamento da nova família gira em torno do equivalente a 800 dólares por mês.
O casamento vai custar 9 mil dólares.
Não seria melhor que Lúcia e seu noivo fossem tranquilamente a um cartório, se casassem e celebrassem a união em algum restaurante bonito e romântico? Para que você precisa de um mestre de cerimônias, uma orquestra ao vivo, uma multidão de bêbados e colegas de trabalho que nem sabiam que ela existia?
Para que se afundar em dívidas, arruinar os próprios pais e alimentar pessoas que, sejamos sinceros, podem comer por conta própria? Lúcia não é boba e sabe que, se não celebrasse seu casamento, ninguém lhe daria a menor importância, dariam de ombros e esqueceriam no dia seguinte.
Os motivos de Lúcia para torrar o orçamento anual de sua nova família são dois: primeiro, é o que manda o sistema de tradições e costumes; segundo, Lúcia quer exibir a todos seu vestido branco e acha que o equivalente a um ano de trabalho de duas pessoas é um preço justo para aproveitar durante algumas horas e tirar algumas fotos para guardar de lembrança.
É claro que os defensores da ingênua garota poderiam dizer que o casamento é algo que só acontece uma vez na vida, mas no fim das contas há também aniversários, velórios, festas de Ano Novo, etc. Quanto dinheiro Lúcia irá gastar todos os anos com essas celebrações?

Álcool

Fernando M. se olha no espelho com frequência e pensa que já é hora de entrar numa academia, perder a barriguinha de cerveja e tonificar os músculos fazendo um pouco de exercício físico. Por outro lado, ele trabalha cinco dias por semana e, depois do trabalho, sempre toma alguns copos de cerveja.
Não que ele seja alcoólatra. Fernando acha que o álcool, em pequenas doses, se não faz um grande bem para a saúde, pelo menos não causa nada de ruim.
Assim, o trabalho e o álcool ocupam seus dias de tal maneira que não tem tempo de se inscrever na academia, e nem lhe restam forças para fazer algo além de tomar uma cervejinha depois do trabalho.
Não há nenhuma razão convincente para fazer com que Fernando mude de vida. A única, claro, é o fato de ele se sentir 15 anos mais velho do que é e de se sentir mal o tempo todo. Mas, de maneira geral, está tudo ok. O sistema prendeu Fernando com uma luva de aço, e as possibilidades que ele tem de se soltar são, digamos, muito pequenas.

Publicidade

Helena F. bebe Coca-Cola, fuma Marlboro, masca gomas Trident e adora os hambúrgueres do McDonald’s. Ela está sempre usando o último perfume da Dolce & Gabbana, e carrega seu iPhone dentro de sua bolsa Louis Vuitton.
Helena acha — ou melhor — tem a certeza de que a publicidade não causa nela nenhum efeito. Seus quilos a mais e dinheiro a menos são coisas que ela escolheu.
As garras predadoras da televisão apoiam a ingênua Helena: “Você, querida, é uma mulher livre, inteligente, independente e bonita, sempre toma suas próprias decisões e ninguém pode lhe dizer a quem de nós você irá trazer obedientemente o seu salário. Como você é livre!”

Objetos caros

Jorge R. não é rico o suficiente para comprar coisas baratas. Na verdade, de rico ele não tem nada. Jorge é um ’liso’, que frequentemente não tem dinheiro nem para comprar um café na máquina presente em seu escritório.
Mesmo assim, não sabe como dizer a si mesmo: ’esqueça, é muito caro e você não pode pagar’. Por isso, ele está sempre comprando coisas que o fazem parecer mais endinheirado do que é na realidade. Um casaco de couro que custa dois meses do seu salário? Bem, Jorge não é tão rico para comprar coisas baratas, e não importa que ele não faça ideia do que lhe cai bem e o que não. Por isso, ele compra o casaco, e quando o usa, sente-se como um girino dentro de uma meia.
“O último lançamento da informática em forma de um computador que custa 1.500 dólares? Claro! Eu não sou tão rico para comprar coisas baratas: faço um empréstimo com juros exorbitantes, comerei arroz com ovo durante dois meses e andarei pendurando no ônibus lotado, mas terei meu laptop prateado em casa para que fique acumulando poeira e que eu possa entrar no Facebook”, diz Jorge.
Nós poderíamos perguntar: por que ele não baixa um pouco o nível de exigência consigo mesmo e compra coisas que são igualmente úteis, mas que custam 10 vezes menos?
A resposta é muito simples: Jorge tem preguiça de passar algumas horas comparando preços e características, vantagens e desvantagens daquilo que planeja comprar. Para ele, é mais fácil agir como um galã de novela e dizer ’Eu decidi e vou comprar’. Além disso, se não levarmos em consideração que ele usa sapatos furados e óculos colados com fita adesiva, mas também um casaco de mil dólares, ele não tem a menor condição de chamar alguém de ’liso’.

Reformas

Claudia S. acha que os imóveis em seu país são muito caros, e só ela sabe quanto esforço foi necessário para que ela e sua família conseguissem comprar seu novo apartamento. Agora, Claudia está fazendo reformas.
Vamos usar a cozinha como exemplo:
É possível ir até uma loja de construção e comprar a cozinha mais econômica por, digamos, 400 dólares. Por este valor, Claudia compraria gabinetes simples feitos de aglomerado, sem grandes toques de design, mas que servem para guardar panelas e frigideiras.
Ela pode ir a outra loja, mais famosa, e escolher algo um pouco melhor se estiver disposta a pagar cerca de mil dólares. A qualidade, claro, não é nada de outro mundo, mas se contratar um bom marceneiro que faça um ajuste aqui e outro ali, terá armários decentes, talvez até bonitinhos.
Ela pode ainda visitar alguma fábrica de móveis e escolher uma cozinha sob encomenda. Isso custaria uns 4 mil dólares, mas suas amigas, isso sim, usariam suas línguas de serpente para elogiar a iluminação interior e os acabamentos.
Poderia também ir a uma loja de móveis italianos e sucumbir ao discreto encanto da burguesia. Os preços partem de 15 mil dólares, ou se tiver sorte, é possível encontrar algo da coleção anterior com um desconto considerável.
Nós poderíamos perguntar: por que diabos, tendo tantas opções, Claudia decidiu comprar uma cozinha de 10 mil dólares? Este valor é quanto o marido dela ganha em um ano (sim, um ano inteiro!). Além disso, sua família não consegue economizar e ela precisou fazer um empréstimo para tentar acabar a reforma antes do fim do ano.
Tudo bem, eu entendo que uma cozinha bonita é importante, já que é usada muito e por muito tempo. Entendo também que, se é italiana, é de qualidade, mas se Claudia não pode aumentar ao menos um pouco o preço do seu apartamento com semelhante melhora, poderia pelo menos pagá-la tranquilamente? É sério, se Claudia tivesse gasto 3.500 dólares em vez de 35 mil, não estaria mais tranquila, cozinhando e vivendo em um lugar digno, porém mais simples?

As reclamações

Ernesto P. sempre conta aos seus conhecidos uma história mais incrível que a outra: sobre crise econômica, algum político ou sobre protestos populares. Ernesto está sempre discordando. Para ele, sempre há alguém que não tem razão, seja seu chefe, o policial de trânsito ou os políticos.
É claro que vivemos em um país livre, e Ernesto tem todo o direito de irritar os seus amigos e encher a paciência dos outros com suas palavras, mas há um pequeno problema: o pobre Ernesto sempre anda sofrendo por problemas alheios, e é justamente esse costume de meter-se na vida dos outros que faz com que ele tenha essa sensação de impotência, pelo fato de saber que em algum lugar há algo de errado e ele não pode fazer nada a respeito.
Se alguém explicasse para ele que o mundo é um lugar injusto, e que a única maneira de melhorá-lo é começar por si mesmo, certamente o pobre Ernesto já ocuparia algum cargo de direção em sua empresa, pois ele é do tipo inteligente e cheio de energia.
Mas Ernesto, infelizmente, prefere gastar sua energia não criando nem desenvolvendo algo novo, mas julgando e condenando (ao menos mentalmente) aqueles que, segundo ele, não têm razão.
A família de Ernesto sabe que ele é uma pessoa muito capaz: capaz de fazer escândalos e ser cabeça dura, e até de brigar usando a força física, se for necessário. Os amigos olham para ele com tanta pena que já nem conseguem esconder, por ele ter essa ’habilidade’ de fazer uma tempestade num copo d’água, brigar e até mesmo ter problemas com a lei por coisas realmente ridículas.

A falta de sono

Ana C. dorme 5 horas por dia, às vezes até 4. A primeira coisa que ela faz ao abrir os olhos é tomar uma xícara de café. Depois, é hora de mergulhar na agitação até altas horas da noite!
Outra garota em seu lugar já teria dado conta há muito tempo de que algo não está, digamos, tão bem quanto deveria. Mas há anos Ana não dorme o suficiente, e há muito tempo ela sequer pensa no assunto. Quando tem algum tempo livre, toma outra xícara de café (ou alguma outra bebida energética) e fica passando o tempo: vê televisão, navega na Internet ou simplesmente fica encarando as paredes e pensando bobagens.
Aparentemente, sair do círculo vicioso é tão simples quanto entrar embaixo das cobertas à meia-noite e dormir o suficiente durante duas semanas (no mínimo). Se fizesse isso, Ana ficaria irreconhecível: se tranquilizaria, ficaria mais amável e deixaria de ser rude com as pessoas. Isso sem falar na melhora em seu rendimento no trabalho.
Maaaaas, para poder fazer isso, seria preciso ter um pouco de força de vontade e acabar de fazer tudo o que há para ser feito antes das onze da noite. A pobre (e sonolenta) Ana não é capaz de fazer algo assim.
Ela, que como sempre não dormiu o suficiente, irá desperdiçar algumas horas do seu dia em algo inútil, e por haver perdido tempo; não conseguirá ir para a cama antes das duas horas da manhã, tendo de acordar, como sempre, às 7h15, tomar seu café e correr para o trabalho. Dedicar um tempo para analisar a própria vida, tomar decisões que irão influenciar em seu futuro ou pensar em algo que lhe permita ter mais estabilidade econômica, então, nem pensar. Estes são apenas sonhos, e para sonhar é preciso dormir.
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http://fatorquantico.blogspot.com.br/2017/02/10-historias-sobre-formas.html?m=1

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ORMUS – O Que é ?

Há muitas coisas misteriosas e mágicas registadas na História. O Maná Bíblico, a Pedra Filosofal, a Fonte da Juventude, energia Orgonica, Prana, Chi, o Santo Gral, A Grande Piramide e a Arca da Aliança são algumas dessas coisas. Ao que parece estas coisas e muitas mais estão relacionadas com uma nova classe de materiais que foram identificados e descritos nas últimas três décadas.
Nos finais da década de 1970 um agricultor do Arizona chamado David Hudson notou a existência de materiais muito estranhos quando fazia algumas pesquisas de ouro na sua propriedade.Hudson Gastou vários milhões de Dólares durante a década seguinte para perceber como obter e trabalhar com esses materiais estranhos. Em 1989 David Hudson Registou patentes desses materiais e sobre os métodos de como os obter.
Outros pesquisadores estavam em simultâneo a fazer descobertas similares mas Hudson foi o primeiro a trazer a informação dessas descobertas ao grande público. No início da década de 1990 Hudson Viajou pelos Estados Unidos da América Dando palestras e demonstrações acerca do que ele tinha descoberto. Transcrições de partes de três palestras podem ser encontradas na Internet. A transcrição mais completa é a da palestra e demonstração de Dallas.
Os materiais que David Hudson descobriu parecem estar relacionados com as coisas que listei no primeiro parágrafo deste artigo e com conceitos da física moderna tais como supercondução, coerência quântica e condensados de Bose/Einstein.
Esses materiais foram chamados ORMEs, ouro monoatômico, ouro branco, ouro em pó branco, ORMUS, m-state, AuM, micro-ajuntamentos e maná. David Hudson chama aos materiais por si descobertos “Orbitally Rearranged Monoatomic Elements” or ORMEs(Elementos monoatômicos orbitalmente rearranjados). Ele também se refere a esses materiais como elementos monoatômicos num estado de alta rotação.
Como Hudson patenteou o seu processo de obtenção e identificação desses elementos e como não foi estabelecido conclusivamente se esses materiais são monoatomicos ou diatômicos, é recomendado que os termos ORMUS e m-state sejam usados quando nos referimos a esses materiais.
Os materiais ORMUS ou m-state são considerados como elementos de metais preciosos num estado atômico diferente do estado metálico. Os seguintes elementos foram identificados neste diferente estado da material ( com excepção do mercúrio todos os outros elementos estão listados nas patentes de Hudson ) :

ELEMENTOS ORMUS CONHECIDOS

Elemento Número Atômico r
Cobalto 27
Níquel 28
Cobre 29
Rutenio 44
Rodio 45
Paladio 46
Prata 47
Osmio 76
Iridio 77
Platina 78
Ouro 79
Mercurio 80

 

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Todos esses elementos m-state são muito abundantes na água do mar. Eles também parecem estar presents na maioria das rochas, água de nascente e na atmosfera. De acordo com a pesquisa de David Hudson, esses elementos, na sua forma m-state, podem ser 10,000 vezes mais abundantes na natureza do que nas suas formas metálicas. Podem haver ainda outros elementos que ocorram naturalmente no estado monoatomico ( m-state)
Vários pesquisadores trabalhando independentemente,identificaram esses materiais neste estado diferente da matéria. Eles chegaram a muitas das mesmas observações. Esses elementos m-state foram observados exibindo os comportamentos físico/ de super-condução, super-fluidêz, efeito de tunel de Josephson e levitação magnética. Em toda a aparencia estes elementos são uma nova classe de materiais.
Esses elementos m-state também estão presents em muitos sistemas biológicos. Nós acreditamos que eles podem melhorar o fluxo de energia ao longo dos meridianos de acumpuntura e nos micro-tubos dentro de todas as celulas vivas. (3)
Ao que parecealguns desses elementos neste estado especial sempre foram conhecidos ao longo da História. Varios dos procedimentos para a extração de ORMUS foram adptados a partir de antigos textos alquimicos. Nós acreditamos que a Pedra Filosofal e o Maná Bíblico possam ser variações deste estado da matéria. 4)
Alguns textos recomendados acerca da Pedra Filosofal são “Sacred Science” por R.A. Schwaller De Lubicz e “Le Mystere des Cathedrales” por Fulcanelli. Outra fonte é “Occult Chemistry” por Leadbeater e Besant. O primeiro ensaio neste tema talvêz seja “The Secret Book” por Artephius(5)
Há evidencia de que os elementos m-state estão associados com a “Matéria Negra” que os astrónomos procuram no espaço sidereal,o campo magnetic da Terra, solos férteis, fenómenos climáticos como relampagos e que eles são minerais essenciais a toda a vida do planeta..(6) Certas propriedades dos materiais m-state parecem star relacionadas com a própria consciencia (7)
Uma quantidade de métodos para obter os elementos foram desenvolvidos nos últimos anos. O mais fácil desses métodos consiste em fazer subir o PH da água do mar a não mais do que 10,78, usando uma solução de soda caustica, Depois lavar o o precipitado resultante três vezes com água distilada usando o mesmo volume de água inicial. (8)
Neste momento, o nosso conhecimento sobre a natureza desses materiais e como trabalhar com eles ainda está nos seus primeiros passos.Qualquer pessoa com interesse em fazer tabalho científico com eles será muito provavelmente capaz de descobertas significantes com um pouco de esforço. Foram iniciados uma quantidade de listas de email e grupos de trabalho locais para permitir que os interessados possam trabalhar em conjunto neste excitante campo de descobertas.(9)
Acredito firmemente que, uma vez que sejam conhecidos generelizadamente, os materiais ORMUS serão declarados como a maior descoberta científica da História da humanidade.

 

http://energiassutis.blogspot.com.br/2012/02/ormus-o-que-e-isso-um-resumo.html

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GLÂNDULA TIMO; A CHAVE DA IMUNIDADE E DA ENERGIA VITAL

No meio do peito, bem atrás do osso onde a gente toca quando diz “eu”, fica uma pequena glândula chamada timo.Seu nome em grego, thýmos, significa energia vital. O Timo continua sendo um ilustre desconhecido. Ele cresce quando estamos contentes, encolhe pela metade quando estressamos e mais ainda quando adoecemos.Essa característica iludiu durante muito tempo a medicina, que só o conhecia através de autópsias e sempre o encontrava encolhido.Supunha-se que atrofiava e parava de trabalhar na adolescência, tanto que durante décadas os médicos americanos bombardeavam Timos adultos perfeitamente saudáveis com megadoses de raios X achando que seu “tamanho anormal” poderiam causar problemas.Mais tarde a ciência demonstrou que, mesmo encolhendo após a infância, continua totalmente ativo; é um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligado aos sentidos, à consciência e à linguagem. Como uma central telefônica por onde passam todas as ligações, faz conexões para fora e para dentro.Se somos invadidos por micróbios ou toxinas, reage produzindo células de defesa na mesma hora.O detalhe curioso é que o Timo fica encostado no coração, que acaba ganhando todos os créditos em relação a sentimentos, emoções, decisões, jeito de falar, jeito de escutar, estado de espírito.

 

 

A ORIGEM DO TIMO DESDE A ANTIGUIDADE

Assim, a origem da palavra timo remonta à antiga Grécia, e, possívelmente, à civilização indo-européia. Na Grécia, a palavra thymos foi utilizada por Platão e seu mestre Sócrates, assim como por Homero. Há indicações de que, para os gregos, thymos significava a alma ativa, a alma perecível – diferente da psyché ou alma passiva e imortal. Essa alma ativa seria equivalente à razão, à consciência (“awareness”) e estaria associada à respiração (sopro, alma, palavra), ao coração (desejos e intenções) e ao fígado (emoções).

Em um determinado momento na Ilíada , Aquiles diz: “Levantando-se como fumaça no peito dos homens Agamemnon irritou-me, mas deixemos os grandes serem grandes e aquietemos o thymos no nosso peito”. Assim, thymos é metafóricamente interpretado como “levantar fumaça no peito”. Expressa o princípio da vitalidade e, portanto, no seu lado físico, a respiração. Como atestado por Homero, thymos é o ânimo ou o coração, a sede das paixões e da ira, mas também da coragem e do entusiasmo. Neste sentido, uma pessoa que tem thymos pode ser chamada de entusiasta, dotada da força passional de reagir prontamente. Em consequência,thymos não tem a ver unicamente com a tendência à ira ou à indignação, mas com uma disposição anímica para acender e reagir enérgicamente, com dignidade, coragem, autoestima e ardor espiritual. Como indicado por John Onians, thymos referia-se originalmente ao sopro, à respiração. Era a matéria da consciência, o espírito, a alma-sopro, da qual dependia a energia e coragem do homem. Mesmo na sua mais remota origem, thymos denota “levantar-se em chamas” como nuvem ou espírito, o que nos remete ao conceito de alma e energia vital.

CARACTERÍSTICAS DA GLÂNDULA TIMO

1-É muito sensível a imagens, cores, luzes, cheiros, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos.

2-Amor e ódio o afetam profundamente.

3-Idéias negativas têm mais poder sobre ela do que vírus ou bactérias.

4-Em compensação, ideias positivas conseguem dele uma ativação geral em todos os poderes, lembrando “a fé que remove montanhas”.

 

 

A ANATOMIA DA GLÂNDULA TIMO

Na anatomia humana, o Timo é um órgão linfático que está localizado na porção antero-superior da cavidade torácica. Limita-se superiormente pela traquéia, a veia jugular interna e a artéria carótida comum, lateralmente pelos pulmões e inferior e posteriormente pelo coração. É vital contra a autoimunidade. Ao longo da vida, o Timo involui (diminui de tamanho) e é substituído por tecido adiposo nos idosos, o que acarreta na diminuição da produção de linfócitos T.

FISIOLOGIA

A glândula Timo é muito ativa quando o indivíduo é uma criança. Ela desempenha um papel crucial no desenvolvimento e na melhoria do sistema de sua imunidade .A principal função da glândula Timo é a produção de linfócitos ou células T (T de células T’ representa “derivada do Timo”).Em termos fisiológicos, o Timo elabora várias substâncias: timosina alfa, timopoetina, timulina e o fator tímico circulante. A timosina mantém e promove a maturação de linfócitos- T e órgãos linfóides como o baço e linfonodos. Existe ainda uma outra substância, a timulina, que exerce função na placa motora (junção dos nervos com os músculos) e, portanto, nos estímulos neurais e periféricos, sendo considerada grande responsável por uma doença muscular chamada miastenia grave. Além dos linfócitos-T, existem no organismo outros tipos de linfócitos que não são produzidos no Timo, como os linfócitos-B, envolvidos na produção dos anticorpos. No entanto, os linfócitos-T constituem os elementos centrais no funcionamento do sistema imunológico, e por este papel central, sua ausência (ou a ausência do Timo) frequentemente resulta na morte do indivíduo.

Clara expressão da importância dos linfócitos-T é o quadro da AIDS (síndrome da imunodeficiência adquirida), doença em que o vírus HIV determina a queda progressiva das defesas do organismo e a morte do indivíduo, ao destruir seletiva e gradualmente grande parte dos linfócitos-T. O Timo já está presente no nascimento, desempenhando um papel fundamental do fim da gestação à infância. Na adolescência, ele começa a regredir, de forma que no indivíduo idoso sobra apenas um pequeno resto atrofiado. No entanto, seu declínio na vida adulta não acarreta nenhum problema para o organismo, uma vez que o produto do Timo, os linfócitos-T, já foi exportado e distribuído por todo o corpo, onde poderá exercer sua importante função durante toda a vida do indivíduo. De forma metafórica, podemos dizer que, na vida adulta, o timo está distribuído por todo o organismo. A capacidade dos linfócitos e de outras células do sistema imune de atuar frente aos patógenos deriva da existência, em sua membrana celular, de receptores que reconhecem (enxergam) as estruturas (moléculas) dos diferentes micro-organismos. Esses receptores se encaixam perfeitamente nas moléculas dos patógenos(causador ou micro-organismo específico que provoca doenças), como se  tratasse de uma chave e uma fechadura.

 

 

 

 

 

 

 

 

O SISTEMA IMUNOLÓGICO E O TIMO

O sistema imune é composto por órgãos, células especializadas e moléculas solúveis que têm a finalidade de reconhecer os elementos estranhos ao organismo e elaborar uma reação, ou resposta imune específica, dirigida a esses antígenos (Antígeno é toda partícula ou molécula capaz de iniciar a produção de um anticorpo específico.
Os antígenos são substâncias que não são reconhecidas pelo sistema imunológico como próprio do corpo. Um antígeno pode ser uma bactéria ou um fragmento dela, um vírus ou até uma substância qualquer)
 com a finalidade de eliminá-los do organismo e preservar a saúde. Os mecanismos de proteção anti-infecciosa, vistos de uma maneira mais ampla, podem ser classificados em três grandes categorias:

a) barreiras naturais – representadas pela integridade da pele e das mucosas, pelos movimentos próprios das mucosas (movimento muco-ciliar do trato respiratório, movimento peristáltico do intestino), fluxos urinário, lacrimal, salivar, das secreções respiratórias e digestivas, ácidos graxos da pele, enzimas com atividade antimicrobiana, flora normal da pele, dos tratos digestivo e genital feminino, entre outras;

b) imunidade inata ou natural – está presente e é efetiva em todos os indivíduos normais mesmo sem exposição prévia ao antígeno; opera sobre os agentes infecciosos da mesma maneira a cada vez que o indivíduo é exposto.

 c) a resposta adaptativa ou imunidade específica— é ativada somente após o primeiro contato com um agente estranho ao organismo, quando então se desenvolve a memória imunológica. Esta possibilita identificar os elementos estranhos em contatos subsequentes, e distingui-los de componentes do próprio organismo; sequencialmente ocorre uma reação rápida e específica como resposta protetora. Desta forma, é a resposta imune adaptativa que detém os atributos da memória e da especificidade na reação. Os linfócitos T e B são responsáveis pelo reconhecimento e pelo desencadeamento das respostas imunes adaptativas. Estas células são derivadas de células-tronco da medula óssea, entretanto, os linfócitos T sofrem um processo de desenvolvimento no Timo, enquanto os linfócitos B se desenvolvem na própria medula óssea.

Perspectivas; O Timo é um órgão linfóide primário cuja função essencial é a maturação funcional dos linfócitos T e o estabelecimento da tolerância aos auto-antígenos. Os progressos em relação ao conhecimento das funções do Timo foram grandes, mas ainda permanecem desconhecidos. Estes esclarecimentos poderão facilitar a compreensão de questões centrais da Imunologia, como a tolerância e a autoimunidade, e abrirão perspectivas para a abordagem terapêutica dos pacientes com doenças autoimunes.

 

O CORAÇÃO QUE RESPIRA –O Papel da Glândula do Timo e da “Respiração através do Coração”.

A melhor maneira de trabalhar para tranquilizar e equilibrar o corpo é fazê-lo com a respiração e com a energia da glândula do Timo ou do “coração superior”. O Timo é o portal energético do Chacra do Coração, no qual a luz ou emissões energéticas são experimentadas essencialmente na forma de Amor Incondicional. O Chacra do Coração também é o chacra mestre dos pulmões, e o ato da respiração física ativa o Timo e o Chacra do Coração.O próprio chacra cardíaco, fonte energética de união e compaixão, tem mais a ver com o Timo do que com o coração- e é nesse chacra que, segundo os ensinamentos budistas, se dá a passagem do estágio animal para o estágio humano. Podemos  notar como quando estamos ansiosos , respiramos de uma maneira muito superficial, até mesmo retendo nossa respiração. Isso impede que o Chacra do Coração se abra, impedindo o equilíbrio a este nível. Quando estamos profundamente relaxados, como em meditação, respiramos profundamente e permitimos que a energia do Coração flua com suavidade, produzindo esta sensação de relaxamento e de profunda tranquilidade que caracteriza a meditação. Portanto, a maneira de acalmar o sistema bio-energético e de reequilibrar o corpo é a técnica chamada “Respirar através do Coração”. Quando respiramos profundamente e nos concentramos no Chacra do Coração, melhoramos a circulação no sistema, graças à energia de luz do Amor Incondicional. Isto por sua vez contrabalança o excesso de estimulação elétrica sobre a Pineal, proporcionando uma sensação de calma e de paz.

Quanto mais  aprendemos a respirar profundamente, tornando-nos um “respirador consciente”, mais ativaremos a função do Timo, que não só potencializa os sentimentos de Amor Incondicional, mas também representam um papel fundamental na saúde do corpo ao ajudar o sistema imunológico físico. Um Corpo Forte sustenta um Forte Sistema Endócrino Espiritual. Provávelmente a melhor maneira de ajudar as mudanças no nosso corpo é o exercício físico regular e uma boa dieta integral-vegetariana. Um corpo forte e saudável é um veículo muito melhor para as poderosas energias dos chacras do que um fraco e cansado. De fato, a não ser que aumentemos a nossa força física, seremos incapazes de suportar as demandas da Nova Energia que carregamos em nosso corpo,nesta época da Transição Planetária,porque o corpo cristalino da Nova Terra é um corpo forte e saudável. Está desenhado para se movimentar e estar ativo. Gosta do ar fresco e das atividades ao ar livre.

A RELAÇÃO DO SISTEMA IMUNOLÓGICO E O ESTILO DE VIDA

Muitos sintomas que possuímos no dia a dia podem estar relacionados ao funcionamento do sistema imunológico,consequentemente, ao Timo. Por isso são denominadas doenças oportunistas.

Exemplos de situações que podem levar ao estresse:

1-desprezo amoroso;2-dor e mágoa;3-luz forte;4-níveis fortes de som;5-doenças crônicas;morte,divórcios, separações,nascimentos;desemprego;6-dívidas,responsabilidades;falta de recursos materiais;7-conflito;decepção;relacionamento pessoal infeliz;estilo de vida (álcool,fumo,alimentação errada,falta de sono,cansaço);8-situações limites(catástrofes,guerras,abusos sexuais).

 

EXERCITANDO O TIMO PARA AUMENTAR A PRODUÇÃO DE BEM ESTAR E FELICIDADE 

Pela manhã, ao levantar, ou à noite, antes de dormir;

1- Fique de pé, os joelhos levemente dobrados. A distância entre os pés deve ser a mesma dos ombros. Ponha o peso do corpo sobre os dedos e não sobre o calcanhar, e mantenha toda a musculatura bem relaxada.

2- Feche qualquer uma das mãos e comece a dar pancadinhas contínuas com os nós dos dedos no centro do peito, marcando o ritmo assim: uma forte e duas fracas.

3-Continue entre três e cinco minutos, respirando calmamente, enquanto observa a vibração produzida em toda a região toráxica.

4-O exercício estará atraindo sangue e energia para o Timo, fazendo-o crescer em vitalidade e beneficiando também pulmões, coração, brônquios e garganta. Ou seja, enchendo o peito de algo que já era seu e só estava esperando um olhar de reconhecimento para se transformar em coragem, calma, nutrição emocional, abraço.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ALIMENTAÇÃO QUE ESTIMULA O TIMO E O SISTEMA IMUNOLÓGICO

 

 

 

 

 

 

 

Uma dieta bem equilibrada, com nutrientes essenciais em boa quantidade, constitui a base da boa função imunológica do organismo e , consequentemente do Timo. De acordo com médicos e nutricionistas,a deficiência de nutrientes é a causa mais frequente de um sistema imunológico deprimido. Na verdade, a ausência de apenas um nutriente específico pode afetar significativamente a imunidade. Deficiência de vitamina A, por exemplo, pode resultar em baixa imunidade celular e taxa elevada de infecção, enquanto a carência de vitamina C pode diminuir a digestão e proteção celular; Falta de vitamina E pode reduzir a produção de anticorpos, enquanto a de vitamina B6 reduz a imunidade celular. Quando a vitamina B12 é insuficiente, a proliferação de linfócitos pode ser reduzida; se não houver zinco suficiente,não pode aumentar os níveis de hormônio tímico (Timosina),que ficam  reduzidos assim como de células T e B inferior. Se é falta de cobre,a resistência à infecção é deprimida. E a lista poderia ser muito mais extensa. Para minimizar o risco de deficiência de qualquer nutriente, consuma muitas sementes e alimentos integrais, incluindo frutas, vegetais, feijões, leguminosas, cereais integrais e nozes. Os superalimentos verdes, como spirulina, chlorella, grama de cevada e grama de trigo são carregados com nutrientes essenciais e antioxidantes que realçam a imunidade, além de melhorar vários outros aspectos da saúde.Vegetais coloridos, como folhas verde ­escuro; amarelo e laranja, como cenoura e inhame; e vermelho, cascas de tomate e pimentas, são ricos em carotenos — que, assim como outros antioxidantes, aumentam a função imunológica, protegendo o Timo contra danos.Como vimos acima, o Timo é a principal glândula do sistema imunológico, responsável por inúmeras funções desse sistema, incluindo a fabricação de linfócitos T e a secreção de hormônios que regulam várias funções- imuno. Quando os níveis desses hormônios estão baixos, a imunidade é suprimida. O Timo é muito propenso a danos oxidativos e de radicais livres ligados a estresse, infecções, drogas e radiação. Os carotenos não só protegem esta glândula, como estimulam também a função de certas células brancas do sangue e da proteína Interferon  — que combate vírus e bactérias.Quando se trata de função imune, a vitamina C é, sem dúvida, uma das mais importantes. E uma grande dose deste nutriente reside em alimentos como acerola, pimentão, melão, cítricos e abacaxi. O camu­camu, por exemplo, é um fruto da Amazônia com os maiores teores de vitamina C no mundo — trinta vezes a quantidade encontrada na laranja.O alho tem uma longa história de uso medicinal para combater infecções. Muitos estudos têm mostrado as propriedades antibacteriana, antiviral, antifúngico, anti-parasitário e mesmo anticancerosas de compostos encontrados no alho — também conhecido como “a penicilina russa”. Cebolas são parentes próximos do alho e têm muitos compostos antivirais semelhantes.

 

Cogumelos reishi, shitake e maitake contêm compostos que melhoram a função imunológica e aumentam a capacidade do organismo em combater doenças e infecções. De acordo com estudos, alguns até têm efeitos anticâncer.

 

 

 

 

 

Iogurte feito com grandes quantidades de bifidobacterium lactis,ajuda a aumentar o número de total de linfócitos T ativados. Também aumenta a capacidade das células do sistema imunológico em destruir invasores estranhos, bem como a capacidade das células de defesa para matar células tumorais. Outros alimentos que contenham probióticos também podem ajudar.

 

 

 

CONCLUSÃO

 

 

 

 

 

 

 

 

O tempo todo estamos afetando o mundo e somos afetados pelos outros a nossa volta. Existe uma fronteira invisível entre o que nos é desconhecido e o que já é conhecido. A transição de um lado para o outro acontece em planos da percepção em que estamos agindo ou construindo ; de um modo geral, estamos inconscientes na ocasião da transição. As doenças, enquanto fenômenos naturais, são também criadas pela forma como nos conduzimos na relação que temos com as multidimensionalidades das energias que circulam entre o homem e a natureza. Somos seres extremamente sensíveis, plurais e abertos para o cosmos. Nesse contexto, todos os fenômenos nos afetam (direta ou indiretamente) sem que tenhamos sensibilidade para vermos as suas origens no nascimento deles.Então a nossa realidade nos guarda o maior mistério que é a essência ou qualidade dos fenômenos. O essencial é invisível porque não se mede quantitativamente. As doenças são visíveis pelos seus efeitos, o princípio delas parece desconhecido na sua origem, mas já sabemos que não é. Nesse sentido, precisamos adotar uma nova abordagem científica que seja compatível com o objeto ou fenômeno observado. Pois só vemos o que nos é compatível com o nosso nível de consciência. O comum é o centro da curva normal (na área da estatística), os extremos são incompreensíveis e invisíveis para o nosso olhar viciado.A ciência precisa alargar seus horizontes como já vem fazendo muito bem nos campos de conhecimento da genética, física quântica e a astrofísica. Mas, mesmo assim precisamos urgentemente de hipóteses metafísicas para descortinarmos um mundo de fenômenos sutis responsáveis por boa parte das doenças crônicas. Quando os cientistas decidirem testar a hipótese da causalidade descendente (do plano metafísico para o plano físico, ou do plano qualitativo para o plano quantitativo) daremos um passo gigantesco fenomenal para explicarmos uma série de doenças de origem ainda desconhecida. A ciência moderna ainda não sabe penetrar no mundo essencial qualitativo das energias sutis das emoções humanas…..mas a do futuro, saberá.

 

 

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Quando a alma está feliz, a prosperidade cresce, a saúde melhora, as amizades aumentam, enfim, o mundo fica de bem com você…! O mundo exterior reflete o universo interior
Mahatma Gandhi

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https://portal2013br.wordpress.com/2015/04/26/glandula-timo-a-chave-da-imunidade-e-da-energia-vital/

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Experiência Fantástica: A Realidade Não Existe se Você NÃO Olhar Para Ela

De acordo com uma teoria bem conhecida na física quântica, o comportamento de uma partícula depende de existir ou não um observador.

Ela basicamente sugere que a realidade é uma espécie de ilusão e só existe quando estamos olhando para ela. Numerosas experiências quânticas foram conduzidas no passado e mostraram que isso realmente é um fato.

 

Agora, os físicos da Universidade Nacional Australiana encontraram mais evidências da natureza ilusória da realidade.

Eles recriaram o experimento de escolha tardia de John Wheeler e confirmaram que a realidade não existe até que seja medida, pelo menos na escala atômica.

Descobertas que instigam o pensamento

Algumas partículas, quanto fótons ou elétrons, podem se comportar tanto como partículas quanto como ondas. Isto levanta uma questão sobre o que exatamente faz um fóton ou um elétron agir como uma partícula ou uma onda.

Isto é o que a experiência de Wheeler questiona: em que ponto um objeto “decide” ?

Os resultados da experiência dos cientistas australianos, publicados na revista Nature Physics, mostram que esta escolha é determinada pela maneira como o objeto é medido, o que está de acordo com o que a teoria quântica prevê.

“Isso prova que a medição é tudo. No nível quântico, a realidade não existe se você não está olhando para ela”, como afirmou o pesquisador principal Dr. Andrew Truscott em um comunicado à imprensa.

O Experimento

A versão original do experimento de John Wheeler proposto em 1978 envolveu feixes de luz sendo refletidos por espelhos.

No entanto, foi difícil implementá-lo e obter resultados conclusivos devido ao nível do progresso tecnológico na época. Agora, tornou-se possível recriar com sucesso a experiência usando átomos de hélio espalhados por luz de laser.

A equipe do Dr. Truscott forçou uma centena de átomos de hélio para um estado de matéria chamado condensado de Bose-Einstein. Depois disso, eles ejetaram todos os átomos até que só restou um.

Em seguida, os pesquisadores usaram um par de feixes de laser para criar um padrão de grade, que espalhava um átomo passando por ele, da mesma maneira que uma grade sólida espalha a luz.

Assim, o átomo poderia agir como uma partícula e passar por um braço ou agir como uma onda e passar por ambos os braços.

Utilizando um gerador de números aleatórios, uma segunda grade foi então adicionada aleatoriamente para recombinar os caminhos. Isto acontecia somente depois que o átomo já tinha passado pela primeira grade.

Como resultado, a adição da segunda grade causou interferência na medição, mostrando que o átomo tinha percorrido ambos os percursos, comportando-se também como uma onda.

Ao mesmo tempo, quando a segunda grade não era adicionada, não havia interferência e o átomo percorria apenas um caminho.

 

 

Os Resultados e Sua Interpretação

Como a segunda grade foi adicionada somente após o átomo ter passado pela primeira, seria razoável sugerir que o átomo ainda não tinha “decidido” se era uma partícula ou uma onda antes da segunda medição.

De acordo com o Dr. Truscott, pode haver duas interpretações possíveis deste resultado. Ou o átomo “decidiu” como se comportar com base na medição ou uma medida futura afetou o passado do fóton.

“Os átomos não viajaram de A a B. Só quando foram medidos no final da jornada que seu comportamento igual a onda ou a partícula foi trazido à existência”. ~Dr. Truscott

Assim, esta experiência acrescenta validade à teoria quântica e fornece novas evidências à ideia de que a realidade não existe sem um observador.

Talvez mais pesquisas no campo da física quântica e evidências mais provocadoras desse tipo mudem completamente a nossa compreensão da realidade.

“Se a mecânica quântica não o chocou profundamente, você ainda não a entendeu”. ~Niels Bohr

©Por Anna LeMind

Origem: humansarefree

https://portal2013br.wordpress.com/2017/02/16/experiencia-fantastica-a-realidade-nao-existe-se-voce-nao-olhar-para-ela/#more-28303

teleport

Teletransporte quântico alcança mais de 7 km e bate recorde

Técnica usa fenômeno classificado por Einstein como “fantasmagórico”

Quando o físico Albert Einstein ouviu falar pela primeira vez nos fenômenos da mecânica quântica, ele definiu o estudo das menores partículas conhecidas com o adjetivo spooky — que em português significa algo entre “assustador” e “fantasmagórico”.

Não é para menos. Um dos fenômenos mais inacreditáveis dessa área de estudo é o entrelaçamento quântico. Ele ocorre quando há uma conexão entre duas partículas que, mesmo distantes uma da outra, se influenciam mutuamente. Em outras palavras: cutuque uma partícula aqui no Brasil e sua irmã gêmea, lá no Japão, irá reagir, mesmo que não haja nenhuma forma aparente de transmissão de informação entre as duas.

Diante disso, é difícil não concordar com a afirmação “assustadora” de Einstein, mas o fato é que o entrelaçamento quântico existe, e há quem já tenha superado a parte fantasmagórica em busca de aplicações práticas para o fenômeno.

Um grupo de cientistas da Universidade de Calgary bateu um novo recorde de transmissão de informação por meio de entrelaçamento quântico — técnica chamada de teletransporte quântico — usando uma rede de fibra ótica pública já implantada na cidade de Calgary, na Austrália.
Pesquisas anteriores superaram distâncias de mais de 100 quilômetros, mas usaram laser em vez de fibra ótica para conectar dois pontos, e o que vale, neste caso, é aplicar o tecnologia que já está disponível para uso civil. A pesquisa foi  publicada na Nature.
A dúvida que fica é: se a ideia do entrelaçamento é justamente que duas partículas se conectam por distâncias intermináveis sem nada visível entre elas, então por que é necessário conectar os dois pontos no espaço com algum tipo de tecnologia já conhecida, como laser ou fibra ótica?
“Nós precisamos da fibra para distribuir os fótons entrelaçados em primeiro lugar”, explicou a GALILEU Wolfang Tittel, um dos autores da pesquisa. O nascimento de um “casal” de partículas entrelaçadas não é nada delicado. “Nós atingimos um tipo de cristal especial (não-linear) com um raio laser”, explicou Tittel. “A interação no interior do cristal às vezes faz com que um fóton do pulso de luz se divida em dois novos fótons. E esses fótons estão entrelaçados.” Ou seja, as particulas nascem como gêmeos, e são separadas na maternidade para servirem às telecomunicações.
Deste ponto em diante, suas propriedades serão definidas pelas características do raio laser e do cristal que lhes deu origem, e eles passarão a agir em uníssono. “Note que as partículas entrelaçadas não permitem enviar informação mais rápido que a velocidade da luz — um erro comum em textos não científicos”, esclarece o pesquisador.
A carta na manga do entrelaçamento não é, portanto, sua velocidade, mas o fato de que se você estiver com uma partícula “em mãos” e a pessoa com quem você se comunica estiver com a outra, vocês terão uma espécie de senha secreta infalível. Em outras palavras, uma técnica de criptografia que está à prova de qualquer juíz.
http://universocetico.blogspot.com.br/2017/02/teletransporte-quantico-alcanca-mais-de.html

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Como os hippies mudaram a física quântica

Por Pablo Nogueira

 

Nos próximos anos, a física quântica vai invadir nosso dia a dia — mesmo o daquelas pessoas que não gostam muito do assunto. Não acredita? Então basta olhar o noticiário. Nos últimos 12 meses, houve novidades em áreas como encriptação quântica (a Toshiba anunciou que seu sistema já está em fase de testes), computação quântica (engenheiros da IBM publicaram na revista científica Nature alguns de seus avanços mais recentes para a construção de um computador quântico) e até teletransporte quântico (pesquisadores suíços bateram o recorde de teletransporte usando duas partículas de luz distantes 25 quilômetros entre si). O que essas novidades não contam é que essa história não remete a grandes empresas de tecnologia nem a universidades renomadas. Na verdade, ela teve início 40 anos atrás e envolve um grupo de físicos jovens, ligados na cultura hippie da Califórnia e interessados em assuntos como filosofia, consciência, religiões orientais e até poderes paranormais.

Nos anos 1970, surgiu na Califórnia um novo tipo de físico. Eram jovens formados pelas melhores instituições de ensino dos Estados Unidos e que dominavam os aspectos mais complexos da disciplina. Com uma diferença: seus valores incluíam também a boemia e o psicodelismo que varreram o mundo alguns anos antes, durante a explosão da contracultura. O resultado era um estilo de vida que passava longe do estereótipo do geek inteligente.

O físico Sean Paul Sirag, por exemplo, abandonou as aulas na Universidade da Califórnia em Berkeley por anos. Tornou-se um dos seguidores da banda psicodélica Greatful Dead, ator (convidado a participar da primeira montagem de Hair) e ávido consumidor de LSD antes de voltar ao campus. O professor de física Jack Sarfatti, da San Diego State University, era muito amigo de boêmios lendários, como o poeta beat Greg Corso, frequentava as animadas festas do povo do cinema (indicou um colega para ser consultor de Spielberg em Contatos imediatos de terceiro grau) e foi reconhecido por um grande cabalista como “um herdeiro da tradição”. Colega de Sarfatti na mesma universidade, Fred Alan Wolf era um cético que começou a mudar de ideia depois de ter uma experiência transcendental meditando num templo budista no Nepal.

A mais certinha da turma era Elizabeth Rauscher, física nuclear que trabalhava no prestigiado Laboratório Lawrence Berkeley. Fora do expediente, ela lia sobre teosofia e praticava meditação, e foi demitida de um grupo de pesquisa porque militava em iniciativas de ações afirmativas. Além do interesse por temas como boemia, drogas ou misticismo, havia outro fator que unia o grupo. “Nós, jovens, acreditávamos que era preciso nos responsabilizarmos pelo que acontecia no mundo”, conta Elizabeth. “O fator principal era a Guerra do Vietnã. Isso incluía explorar as coisas por si mesmo, e não se limitar a acreditar no que as pessoas diziam.”

Em 1975, ela reuniu Sarfatti, Sirag e mais meia dúzia de colegas e deu início a um grupo de discussão conhecido como Fundamental Fysyks Group (FFG). O grupo funcionou durante quatro anos nas instalações do Lawrence Berkeley, na cidade de Berkeley, na Califórnia. A discussão girava em torno da mecânica quântica, a teoria da física que descreve o comportamento da natureza em escalas muito pequenas, menores que o átomo, e que foi objeto de grandes debates filosóficos até o início da Segunda Guerra Mundial. Em especial, a turma do FFG se interessava pelo fenômeno do entrelaçamento quântico, uma estranha propriedade que faz que partículas correlacionadas (ou, no termo técnico, entrelaçadas) exibam comportamentos associados sem que se saiba por que isso acontece.

A possibilidade do entrelaçamento quântico foi sugerida pela primeira vez em 1935, por Albert Einstein. Ao aventar a ideia, porém, o genial físico ale­mão pretendia mostrar que se tratava de algo absurdo, pois implicava uma espécie de ação fantasma a distância envolvendo as ­duas partículas. A única conclusão coerente, ele argumentava, era considerar que, se a mecânica quântica permitia o surgimento de uma hipótese tão esdrúxula, então só podia estar errada — e era urgente conceber outra teoria.

 (Foto: rafael quick)
CERTO (E ERRADO)

Durante décadas a previsão de Einstein pairou no meio acadêmico como um desafio à espera de algum valente. Este surgiu na figura de John Clauser, que em 1967 começou a se interessar pelo tema enquanto fazia doutorado. “Clauser dizia que trabalhar com assuntos ligados aos aspectos filosóficos da mecânica quântica implicava uma estigmatização intensa”, conta o físico e historiador da ciência David Kaiser, autor do livro How the Hippies Saved Physics (“Como os hippies salvaram a física”, em tradução livre), que relata minuciosamente a aventura do FFG. Clauser não estava exagerando. “Na época, a principal revista de física dos Estados Unidos se recusava a publicar qualquer artigo sobre esse tema.”

Clauser construiu, em 1972, um aparato capaz de polarizar pares de fótons entrelaçados, e conseguiu medir essas polarizações. Os resultados mostraram que Einstein estava curiosamente certo — e errado. Certo em descrever o entrelaçamento e errado ao imaginar que ele era um erro. Embora se tratasse da primeira verificação experimental de um dos temas mais polêmicos da física do século 20, quase ninguém se importou com a descoberta. “Quando foi procurar emprego, Clauser ouviu de outros cientistas que sua pesquisa não era física”, conta Kaiser. Os resultados, no entanto, atraíram a atenção de Elizabeth, que o convidou para ser um dos fundadores do FFG.

Buscar uma teoria que explicasse o sig­ni­­fi­cado do experimento de Clauser levava os jovens físicos do FFG a forçar sua criatividade científica ao máximo. O debate incluía ideias como a possibilidade de comunicação em velocidades maiores que a da luz, a existência de outras dimensões além das quatro que conhecemos e a influência da consciência humana sobre a matéria. Mas havia espaço para outros assuntos também. “Até um especialista em óvnis levamos para par­ticipar de um dos encontros”, conta Elizabeth.

Um ano depois de sua criação, os integrantes do grupo passaram a ser convidados para participar de discussões abertas também no Instituto Esalen, um paraíso turístico cheio de incenso, velas e cursos de meditação em meio a uma paisagem própria para uma viagem de ácido junto à natureza. Os workshops duraram mais de uma década, e atraíram importantes nomes da física convencional, como o prêmio Nobel Richard Feynman. Para manter atualizados os que não podiam viajar até a Califórnia, o grupo começou a publicar um jornalzinho mimeografado com o ambicioso nome de Epistemological Letters (“Cartas epistemológicas”, em tradução livre), que era enviado a alguns dos principais físicos da época.

Aos poucos, os debates criaram um público atento dentro da academia, que incluía gente como o norte-americano John Wheeler, célebre por colaborar com Einstein, criar a expressão “buraco negro” e orientar Richard Feynman, um dos pioneiros da mecânica quântica. “Wheeler tornou-se um grande amigo. Parte do tempo ele se mostrava muito interessado no que discutíamos, depois dizia que éramos malucos”, conta Eliza­beth. A difusão dos debates do FFG gerou resultados.

No final dos anos 1970, um físico francês chamado Alain Aspect ouviu falar do trabalho de Clauser. Foi até os Estados Unidos, encontrou-se com ele e se propôs a fazer uma segunda versão dos experimentos, ainda mais sofisticada. Os resultados foram mais uma vez uma goleada a favor da mecânica quântica, e o experimento de Aspect colocou de vez o entrelaçamento quântico no mapa da academia. Aspect e Clauser ganharam em 2010 o prêmio Wolf, considerado uma espécie de prévia do Nobel. “Com certeza, não deve demorar muito para receberem o Nobel”, afirma Kaiser.

 (Foto: rafael quick)

 

BUDA, SHIVA E TAI CHI CHUAN
Fritjoff Capra também estava perdido na Califórnia em meados dos anos 1970. Austríaco, viveu nos Estados Unidos na década de 1960, onde se empanturrou de rock, drogas e pesquisas com raios cósmicos. Estava em Paris quando explodiu maio de 1968, onda de protestos para pedir a reforma educacional no país. Desempregado, acreditou que poderia ganhar dinheiro rapidamente se escrevesse uma obra sobre física moderna para leigos. Mas achou que seria mais original se acrescentasse a ela outros interesses pessoais, como Buda, Shiva, tai chi chuan, plantas de poder e os paralelos entre tudo isso e as teorias físicas do século 20.

Enquanto escrevia o livro, Capra enviou um capítulo para um físico no Laboratório Lawrence Berkeley pedindo uma opinião. Desinteressado, esse físico repassou o material para Elizabeth.

“Já havia lido obras religiosas orientais, como os vedas e os upanixades. Achei o texto muito interessante e consegui que Capra viesse para nosso laboratório como pesquisador visitante”, conta ela. Capra tornou-se membro fundador do FFG, e o livro, O tao da física, foi publicado no mesmo ano em que o grupo iniciou suas atividades. O austríaco era um ativo participante das reuniões, assim como dos workshops em Esalen. Mas o que lhe valeu o status de membro mais famoso do grupo foi o surpreendente desempenho de seu livro. Em um ano, a tiragem inicial de 20 mil exemplares se esgotou nos Estados Unidos e na Inglaterra. Hoje acumula 43 edições em 23 idiomas.

Um rastro de obras semelhantes veio em seguida, e hoje o chamado “misticismo quântico” é uma indústria que movimenta milhões em vídeos, filmes e workshops. Um dos membros originais do FFG, Fred Alan Wolf, é um dos nomes quentes dessa cena. “Não acho que Capra inventou o misticismo quântico, pois ele não foi o primeiro a propor aqueles paralelos. Mas ele soube adaptá-los à contracultura, e isso fez o livro acontecer”, analisa Kaiser.

HIPPIES FINANCIADOS PELA CIA
Outro grupo de interessados nas ideias do FFG era formado por estudiosos de parapsicologia. No início dos anos 1970, dois físicos, Russell Targ e Hall Puthoff, estudavam indivíduos que afirmavam possuir um dom paranormal conhecido como visão remota, que é a suposta capacidade de enxergar na própria mente cenas e situações distantes. Dentre eles estava o paranormal israelense Uri Geller, conhecido por entortar colheres com a força da mente, que foi submetido a testes em condições controladas. Os resultados foram publicados na revista Nature, mas receberam uma saraivada de críticas. O trabalho de Targ e Puthoff atraiu o interesse de um consórcio de agências de inteligência dos Estados Unidos, entre elas a CIA e o exército. Logo o governo norte-americano estava investindo dezenas de milhões de dólares no estudo da espionagem com visão remota, num programa ultrassecreto que durou uma década.

Antes mesmo que os resultados com Geller fossem publicados, a notícia dos experimentos chegou a Jack Sarfatti, um jovem físico nova-iorquino que havia se mudado para a Califórnia. Ele entrou em contato com Targ e Puthoff e foi convidado a conhecer o laboratório. Lá, recebeu um pedido para ajudar na realização de testes semelhantes na Europa, para onde Geller estava se encaminhando numa viagem de negócios. Sarfatti concordou, e em 1974 entrou num laboratório inglês ao lado do físico mundialmente famoso David Bohm e do escritor de ficção científica Arthur C. Clarke para realizar experimentos de laboratório com Geller.

Elizabeth também foi bater à porta de Puthoff e Targ. Apareceu sem ser convidada, e quase foi posta para fora. Ao final da conversa, começou a explanar suas conjecturas sobre como a física quântica poderia ajudar a explicar a visão remota. Foi o suficiente para que a dupla de físicos mudasse de ideia e a contratasse como consultora, encarregada de tentar explicar conceitualmente os resultados que eles obtinham nos experimentos. No ano seguinte, Elizabeth criava o FFG. “Os testes com Geller também contribuíram para a fundação do grupo”, diz ela. “Tudo aquilo era parte de uma operação de espionagem paranormal custeada pela CIA”, disse Sarfatti a GALILEU. “Isso foi confirmado por um funcionário graduado da agência.”

Durante dois meses em 1975, Sarfatti, Elizabeth e outros membros do grupo dedicaram-se a fazer análises dos experimentos de visão remota. “Analisei estatisticamente 80 experimentos de várias maneiras e encontrei resultados positivos significativos”, diz Elizabeth. Já Sarfatti posteriormente escreveu uma nota dizendo que retirava suas afirmações positivas sobre a suposta paranormalidade de Geller. “Na época, muita gente me pressionou para que fizesse aquilo, mas hoje voltei atrás na retratação”, diz Sarfatti. “A maior parte dos cientistas estabelecidos era hostil ao que fazíamos naquele momento, e muitos ainda são. Se pudessem, me queimariam na fogueira por causa de algumas ideias que propus”, diz.

O FFG durou apenas quatro anos, mas Kaiser enxerga três fatores que o grupo deixou como legado para a comunidade de físicos. O primeiro foi a reabertura para a especulação teórica sobre a mecânica quântica com o máximo de criatividade, algo que havia sido posto de lado após a Segunda Guerra Mundial. O segundo foi a recuperação do interesse pelo tema do entrelaçamento quântico. Por fim, o chamado teorema de não clonagem, que é a base da encriptação quântica. “E fizeram tudo isso procurando manter-se alegres e aproveitando cada minuto do percurso”, diz Kaiser. E, claro, curtindo o barato de um pouco de ácido entre um estudo e outro.

 

http://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2015/11/como-os-hippies-mudaram-fisica-quantica.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=post

Dinner Time

Autofagia e jejum: segundo Nobel de Medicina, isso nos faz viver mais

Parece estranho imaginar que ficar sem comer pode melhorar nossa saúde, mas quem afirma isso é o ganhador do Nobel de Medicina e Fisiologia deste ano, Yoshinori Ohsumi. Segundo ele, existe uma relação entre autofagia e jejum. A autofagia é o processo intracelular que faz as células se reciclarem – e isso também acontece quando fazemos jejum. Essa renovação nos faria viver mais.

O organismo seria capaz de se reciclar? Parece que sim. Pelo menos, Yoshinori levou o maior prêmio da ciência por suas pesquisas acerca deste fenômeno, a autofagia, mecanismo pelo qual células digerem partes de si mesmas.

Autofagia – o que é?
O conceito de autofagia foi descoberto nos anos 1960. Mas pouco se sabia até o início dos anos 1990, quando Ohsumi começou a fazer experiências com levedura para identificar os genes envolvidos na autofagia. Ao compreender os mecanismos, o cientista conseguiu relacionar autofagia e jejum – e mostrar um processo semelhante que ocorre nas nossas células.

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Mecanismo da autofagia intracelular: ilustração 3D do Nobel de Medicina 2016

A autofagia está envolvida em vários processos, como o desenvolvimento do embrião, o câncer e as doenças neurológicas. As descobertas do Nobel de Medicina abrem portas para compreender o papel da autofagia em doenças neurodegenerativas, câncer, diabetes tipo 2 e processos como a adaptação à fome e a resposta a infecções.

Quando o organismo está desnutrido, a autofagia é uma estratégia de sobrevivência que permite que a célula redistribua os nutrientes para as atividades essenciais. Além disso, destrói organelas celulares (estruturas que ficam dentro das células e executam funções importantes para a manutenção da vida) já desgastadas ou envelhecidas, fazendo uma espécie de “controle de qualidade”.

A redução da autofagia leva ao acúmulo de componentes danificados, o que está associado à morte das células e ao desenvolvimento de doenças. Por essa lógica, manter o mecanismo ativo seria uma forma de prevenir problemas: este seria o principal link entre autofagia e jejum.

Perda de peso ou aumento da expectativa de vida?
Muita gente que quer perder peso costuma ficar em jejum, mas imaginar que a prática pode aumentar a expectativa de vida pode soar um pouco estranho para quem é adepto de um estilo de vida saudável; afinal, uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes é fundamental para uma boa saúde. Porém, o Nobel de Medicina afirma que o jejum faz as células se comerem – e isso te renova por dentro.

Essa autolimpeza no organismo é ativada quando a célula está em situações de estresse, como ficar algum tempo sem se alimentar. Nestes casos, a célula passa a “comer” partes internas para sobreviver, degradando tudo o que tem de ruim. Quanto mais o mecanismo funciona, maior a faxina.

 

Mark Mattson, o atual chefe do Laboratório de Neurociência do Instituto Nacional de Envelhecimento e também professor de neurociência na Universidade Johns Hopkins, um dos mais respeitados pesquisadores na área de mecanismos moleculares e celulares para desordens neurodegenerativas realizou um TEDx que deveria ser assistido (em inglês). Clique aqui para assistir.

Existem exemplos incontáveis da manipulação de pesquisas publicadas pelas industrias farmacêuticas nos anos recentes.

É por isso que o professor de medicina de Harvard Arnold Symour Relman disse ao mundo que a profissão medica foi comprada pela indústria farmacêutica.

Dr. Richard Horton, editor chefe da revista The Lancet, disse que muito da literatura cientifica publicada hoje é inverdade. Já a Dra. Marcia Angell, antiga editora chefe da New England Journal of Medicine, disse que a “a indústria farmacêutica gosta de ser mostrar como uma indústria baseada em pesquisam, como a fonte de drogas inovadoras.

Nada poderia ser mais longe da verdade.”

E é por isso que John Loannidis, um epidemiologista da escola de medicina da Universidade de Stanford publicou um artigo intitulado…  ” Porque a maioria dos achados de pesquisas publicadas são falsos” Que subsequentemente se tornou o artigo mais acessado da história da PLoS.  Dr. Mattson comenta no final do vídeo:

“Porque a dieta normal é três refeições diárias mais lanches? Não é porque ela seja o padrão mais saudável de comer, isso é a minha opinião, mas eu acho que existe um monte de evidencia que mostra isso. Existe uma grande pressão que exista esse padrão de alimentação, existe muito dinheiro envolvido. A indústria alimentícia – eles vão ganhar dinheiro de pessoas que pularam o café da manhã, como eu fiz hoje? Não, eles vão perder dinheiro. Se as pessoas jejuarem, a indústria alimentícia perde dinheiro. E a indústria farmacêutica? Se as pessoas fizerem pequenos jejuns, se exercitem periodicamente e forem muito saudáveis, A indústria farmacêutica vai fazer dinheiro com pessoas saudáveis? ”

 

Principais pontos da palestra acima e a ciência da qual ela veio

Mark e sua equipe já publicaram vários artigos que discutem como jejuar duas vezes por semana pode diminuir o risco de desenvolver doenças como Parkinson e Alzheimer

“Já são bem conhecidas as mudanças que fazemos na dieta afetam nosso cérebro. Crianças que sofrem de epilepsia tem menos episódios quando são colocadas em dietas de restrição calórica ou jejuns. Acredita-se que o jejum ajuda a iniciar medidas protetivas que ajudam a contrabalancear os sinais superexcitados que os cérebros epiléticos muitas vezes exibem. Algumas crianças também se beneficiaram de uma dieta bem específica com muita gordura e pouco carboidrato. Cérebros normais, quando superalimentados, podem experimentar outro tipo de excitação descontrolada, impedindo o funcionamento cerebral.”

Basicamente, quando você olha para estudos sobre restrição calórica, muitos deles mostram um tempo de vida prolongado assim como uma habilidade aumentada de lutar contra doenças crônicas.

 

O trabalho apresentado aqui mostra alguns dos mecanismos que antes eram desconhecidos. O jejum faz coisas boas ao cérebro, e isso é evidenciado pelas mudanças neuroquímicas benéficas que acontecem no cérebro quando em jejum. Também aumenta a função cognitiva, fatores neurotróficos, resistência ao dano e reduz a inflamação.

O jejum é um desafio…

O jejum é um desafio para o cérebro, e o cérebro responde a esse desafio adaptando vias de resposta ao dano que ajudam o seu cérebro a lidar com o dano e o risco de doenças.

As mesmas mudanças que ocorrem no cérebro durante o jejum imitam as mudanças que ocorrem com exercício regular. Ambas aumentam a produção de fatores neurotróficos que promovem o crescimento de neurônios, a conexão entre eles e a força das sinapses.

“Desafios para o cérebro, seja por jejum intermitente ou exercício vigoroso… é um desafio cognitivo. Quando isso acontece circuitos neurais são ativados, níveis de fatores neurotróficos aumentam, e isso promove o crescimento de neurônios (e) a formação e fortalecimento das sinapses…”

O jejum também pode estimular a produção de novas células nervosas de células tronco no hipocampo.

Ele também menciona a produção de cetonas e que isso poderia aumentar o número de mitocôndrias nos neurônios.

O jejum também aumenta o número de mitocôndrias nas células nervosas; isso é um resultado dos neurônios se adaptando ao dano pelo jejum (pela produção de mais mitocôndrias). Pelo aumento do número de mitocôndrias nos neurônios, a habilidade dos neurônios de formar e manter as conexões entre eles também aumentam, melhorando assim o aprendizado e a memória.

“O jejum intermitente aumenta a habilidade das células nervosas de reparar DNA.”

Ele também entra no aspecto evolucionário da teoria…

Como nossos ancestrais adaptaram e foram selecionados para passar longos períodos de tempo sem comer.

Um estudo publicado na revista Cell Stem Cell por pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia, mostrou que ciclos de jejum prolongado protegem contra danos no sistema imune e, mais ainda, induz a regeneração do sistema imune. Eles concluíram que o jejum altera as células tronco do estado dormente para o estado de auto-renovação. ele ativa a regeneração baseada em células tronco de um órgão ou sistema.

Pesquisas clinicas em humanos foram realizadas usando pacientes que recebiam quimioterapia por longos períodos de tempo, os pacientes não comiam, o que reduziu as células de defesa.

Em camundongos, ciclos de jejum “ligaram a regeneração, mudando as vias de sinalização das células tronco hematopoéticas, que são responsáveis pela geração do sistema sanguíneo e imune.”

Isso significa que o jejum mata as células imunes velhas e danificadas e quando o organismo reinicia ele usa as células tronco para criar células novinhas, completamente saudáveis.

“Nós não poderíamos prever que o jejum prolongado poderia ter um efeito tão impressionante na promoção de regeneração baseada em célula tronco do sistema hematopoético… Quando você passa fome, o sistema tenta poupar energia, e uma das coisas que você pode fazer para poupar energia é reciclar muitas células imunes que não são necessárias, especialmente aquelas que estão danificadas. Nós começamos a notar em humanos e animais que as células de defesa diminui no jejum prolongado. Quando você é realimentado, as células retornam” – Valter Longo

Uma revisão de vários estudos sobre jejum foi publicada no The American Journal of Clinical Nutrition em 2007. Ela examinou estudos em humanos e animais e determinou que o jejum é uma maneira efetiva de reduzir o risco de doenças cardiovasculares e câncer. Também mostrou potencial em tratar a diabetes.

Antes de jejuar

Antes de começar a jejuar, tenha certeza que fez seu dever de casa. Uma maneira recomendada de fazer – que foi testada pelo Michael Mosley da BBC para reverter seu diabetes, colesterol alto e outros problemas associados com a obesidade – é a que é conhecida como “dieta 5:2”.

No plano 5:2, você reduz sua comida para um quarto das suas calorias normais nos dias em jejum (que deve ser algo como 600 calorias para homens e 500 calorias para mulheres nas terças e quintas por exemplo), mas consumindo bastante água. Nos outros cinco dias da semana, você come uma dieta normal (no mesmo exemplo, 2400 para homens e 2000 para mulheres nos outros dias). Outra maneira de fazer é restringir sua alimentação em algum horário específico, como só comer entre as 11 da manhã e 7 da noite e não comer fora desse horário.

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6 Métodos para Fazer Jejum Intermitente

 

1. O Método 16/8: Jejum por 16 Horas a cada Dia

O Método 16/8 exige o jejum todos os dias por 14-16 horas, restringindo a sua “janela de alimentação”, diariamente em 8-10 horas. Dentro da janela da alimentação, você pode encaixar duas, três ou mais refeições. Este método também é conhecido como o protocolo Leangains e foi popularizado pelo períto de aptidão Martin Berkhan. Praticar este método de jejum pode realmente ser simples. Por exemplo, não comer nada depois do jantar e pular o café da manhã almoço. Se você terminar a sua última refeição às 20h e não comer nada até ao meio-dia do dia seguinte, então você já estaria tecnicamente em jejum por 16 horas. Recomenda-se que as mulheres faça o jejum por 14-15 horas, pois os jejuns ligeiramente mais curtos, demonstram melhores resultados para a saúde das mulheres. Para as pessoas que ficam com fome de manhã e gostam de comer o café da manhã, então esse método pode ser difícil de se acostumar. No entanto,você pode beber água, café e outras bebidas não calóricas durante o jejum, isso pode ajudar a reduzir os níveis de fome. É muito importante comer alimentos saudáveis ​ durante a sua janela de alimentação. Isso não vai funcionar se você comer besteira ou quantidades excessivas de calorias na hora das refeições. Este guia é escrito principalmente a partir de uma perspectiva da prática de exercício físico, o que também pode envolver o levantamento de peso e suplementação, mas o programa pode ser adaptado para atender qualquer estilo de vida. Contudo, este método 16/8, parece ser a forma mais “natural” de se fazer o jejum intermitente.

Resumo: O método 16/8 envolve jejuns diários de 16 horas para os homens e 14-15 horas para as mulheres. Em cada dia, você pode restringir a sua alimentação a uma “janela de alimentação” de 8-10 horas, onde você pode encaixar 2-3 ou mais refeições.

2. A Dieta 5:2: Jejum 2 vezes por Semana

A dieta 5:2 envolve comer normalmente 5 dias da semana, enquanto a restrição de calorias entre 500-600 seja obedecida em dois dias da semana. Esta dieta também é chamada de dieta rápida e foi popularizada pelo jornalista e médico britânico Michael Mosley. Nos dias do jejum, recomenda-se que as mulheres coma 500 calorias e os homens 600 calorias. Por exemplo, você pode comer normalmente em todos os dias, exceto nas segundas-feiras e quintas-feiras, quando você comer duas pequenas refeições, de basicamente 250 calorias por refeição para mulheres e 300 para os homens. Como os críticos apontam corretamente, não existem estudos que testam a dieta 5:2 em si, mas há uma abundância de estudos sobre os benefícios do jejum intermitente.

Resumo: A dieta 5:2 ou dieta rápida, envolve a ingestão de 500-600 calorias durante dois dias da semana e a alimentação normal nos outros 5 dias.

3. Come-Para-Come: Fazer um Jejum de 24 Horas, Uma ou Duas Vezes por Semana

Este tipo de jejum, Come-Para-Come, envolve um jejum de 24 horas, uma ou duas vezes por semana. Este método foi popularizado pelo períto de aptidão Brad Pilon e tem sido bastante popular nos últimos anos. Com um jejum do jantar de um dia, ao jantar do próximo dia, isso equivale a um jejum de 24 horas. Por exemplo, se você terminar o jantar na segunda-feira às 19h, você não pode comer até o jantar do dia seguinte às 19h, assim é a forma recomendada para fazer um total de 24 horas de jejum. Você também pode jejuam a partir do café da manhã e ficar até o próximo desjejum, como for mais conveniente para você, o resultado final é o mesmo. Água, café e outras bebidas não calóricas são permitidos durante o jejum, mas nenhum alimento sólido. Se você está fazendo isso para perder peso, então é muito importante, que você coma normalmente durante os períodos alimentares, ingerindo r a mesma quantidade de comida como se você não tivesse dentro de um jejum. O problema com este método é que um jejum completo de 24 horas pode ser muito difícil para as pessoas. No entanto, você não precisa seguir esse método mais complexo de início, você pode se adaptar ao jejum de 14-16 horas e, se você sentir-se bem, avançar para os métodos vistos como mais difíceis.

Resumo: Come-Para-Come é um programa de jejum intermitente com um ou dois jejuns de 24 horas por semana.

4. Jejum em Dias Alternados: Um Jejum a cada Dois Dias

O jejum em dias alternados possui várias versões diferentes. Alguns deles admitem uma ingestão de 500 calorias, durante os dias de jejum. Muitos estudos de laboratório mostram que os benefícios para a saúde deste jejum intermitente, toma como base esta versão. Um jejum mais pesado, a ser praticado a cada dois dias, parece um pouco exagerado, então, é recomendável esta versão de jejum para iniciantes. Com esse método, você normalmente vai para a cama com muita fome, o que não é muito agradável e provavelmente, insustentável a longo prazo.

Resumo: O jejum em dias alternados, requer  não comer qualquer coisa ou apenas algumas centenas de calorias.

5. A Dieta do Guerreiro: Jejum Durante o Dia e Uma Grande Refeição de Noite

A dieta do guerreiro foi popularizada pelo períto de aptidão Ori Hofmekler. Trata-se de comer pequenas quantidades de frutas e vegetais crus durante o dia e pela noite comer uma grande refeição. Basicamente, você “jejua” durante todo o dia e “festeja” à noite, dentro de uma janela de alimentação de quatro horas. A dieta do guerreiro foi um das primeiras dietas populares que incluem uma forma de jejum intermitente. Esta dieta também enfatiza as escolhas alimentares, que são bastante semelhantes a uma dieta paleo, onde os alimentos consumidos não podem ser transformados e que sejam comidos mais parecido possível como aparentam na sua natureza bruta.

Resumo: A dieta do guerreiro se resume a comer pequenas quantidades de vegetais e frutas durante o dia e comer uma grande refeição à noite.

6. Ignorar Espontaneamente uma Refeição: Pule Refeições Quando for Conveniente

Você realmente não precisa seguir um plano de jejum intermitente estruturado para colher alguns dos benefícios. Uma opção simples é pular refeições ao longo do tempo, quando você não sentir fome, ou se estiver muito ocupado para cozinhar e sentar para comer. É um mito que as pessoas precisam comer a cada poucas horas ou vão “morrer de fome”, ou perder músculo. O corpo humano é bem preparado para lidar com os longos períodos sem comida e uma ou duas refeições ao longo do tempo, não vão fazer falta. Então, se você não estiver realmente com fome, pule o café da manhã e apenas coma um jantar e um almoço saudável. Ou se você estiver viajando em algum lugar e não pode encontrar algo saudável para comer, faça esse jejum curto. Ignorar 1 ou 2 refeições é basicamente um jejum intermitente espontâneo. Apenas certifique-se de comer alimentos saudáveis nas outras refeições.

Resumo: O jejum espontâneo é a forma mais “natural” de fazer um jejum intermitente e consiste simplesmente em pular 1 ou 2 refeições, quando você não sente fome ou não tem tempo para comer.

Fazer Jejum Intermitente: Conclusão

Há um grande número de pessoas atingindo grandes resultados com alguns desses métodos de jejum intermitente. Dito isto, se você já está feliz com a sua saúde e não vê muito espaço para melhorias, então sinta-se livre para ignorar tudo isso. O jejum intermitente não é para todos. Não é algo que qualquer um precisa fazer, é apenas mais uma ferramenta útil para algumas pessoas. Algumas constatações também acreditam o jejum intermitente pode não ser tão benéfico para as mulheres como para os homens e também pode ser uma má escolha para as pessoas que são propensas a distúrbios alimentares. Se você decidir fazer o jejum, então tenha em mente que você precisa se alimentar de forma saudável. Não é possível se dar ao luxo de comer besteiras durante as janelas de alimentação e esperar a perda de peso, ou uma melhoria da saúde. As calorias ainda contam e a qualidade dos alimentos ainda é, em qualquer caso, absolutamente crucial.

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Fonte: http://oespacodoconhecimento.com.br/2016/04/29/jejum/

https://www.ativo.com/saude/autofagia-e-jejum-longevidade/

http://www.dicasnutricao.com.br/fazer-jejum-intermitente/

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A Teoria das Janelas Quebradas

Há alguns anos, a Universidade de Stanford (EUA), realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor, abandonadas na via pública. Uma no Bronx, zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia. Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local.

Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram.Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.

Mas a experiência em questão não terminou aí. Quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os pesquisadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto. O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por quê que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso? Evidentemente, não é devido à pobreza, é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais.

Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma idéia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação. Faz quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras. Induz ao “vale-tudo”. Cada novo ataque que a viatura so fre reafirma e multiplica essa idéia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Baseados nessa experiência, foi desenvolvida a ‘Teoria das Janelas Quebradas’, que conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores. Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.

Se se cometem ‘pequenas faltas’ (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar com o sinal vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e delitos cada vez mais graves.Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pesso as forem adultas.

Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados, depredados e pichados pelas pessoas, estes mesmos espaços são progressivamente ocupados pelos delinquentes.

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A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: lixo jogado no chão das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.

Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de ‘Tolerância Zero’. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às norm as de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.

A expressão ‘Tolerância Zero’ soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinqüente, pois aos dos abusos de autoridade da polícia deve-se também aplicar-se a tolerância zero.

Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito.Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.

Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nosso bairro, na rua onde vivemos.

A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras.

Esta teoria pode também explicar o que acontece aqui no Brasil com corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc.

 

Fonte: http://www.manhattan-institute.org/pdf/_atlantic_monthly-broken_windows.pdf

http://www.estudiodamente.com.br/2017/01/20/a-teoria-das-janelas-partidas/

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Manjericão Santo remove fluor da água e beneficia glândula pituitária

Uma planta chamada Tulsi, ou Manjericão Santo (Ocimum tenuiflorum), que cresce por toda a Índia pode ser apenas outra resposta para retirar o flúor da água em países pobres em todo o mundo. Cientistas da Universidade de Rajasthan descobriram que o Tulsi pode substituir algumas das alternativas mais caras para a remoção de flúor.


Os investigadores conduziram o experimento em uma aldeia de Narketpally, imergindo 75 mg de folhas de manjericão santo em 100ml de água que tinha mais de 7 partes de flúor por milhão de água. Após a imersão das folhas em água durante apenas 8 horas, o flúor foi reduzido para apenas 1,1 partes por milhão. A Organização Mundial de Saúde diz que os níveis “seguros” de flúor na água não são mais do que uma parte por milhão.

Com a recente admissão da Universidade de Harvard que o flúor é ruim para a saúde, e as notícias continuadamente apontam para o flúor sendo responsável por esgotar a capacidade do cérebro causando déficit de atenção, ou mesmo calcificando a glândula pineal, (que inibe importantes secreções hormonais como a melatonina e serotonina, e DMT), é uma notícia maravilhosa de que um remédio tão simples foi encontrado.

Alguns perigos do flúor

Como mencionado, o flúor tem sido associado a diversas consequências para a saúde, e por uma boa razão: é tóxico.

Um estudo de Harvard explica: “As crianças em áreas de alta quantidade de flúor tinham significativamente menor QI do que aqueles que viviam em áreas de baixa quantidade de flúor”.

A EPA teve declarações semelhantes, demonstrando como o flúor apresenta “evidência de neurotoxicidade de desenvolvimento” e pode danificar os bebês em gestação. “O flúor atravessa facilmente a placenta. A exposição ao flúor para o cérebro em desenvolvimento, que é muito mais suscetível a danos causados por substâncias tóxicas do que o cérebro maduro, pode, eventualmente, levar a danos de natureza permanente”.

Um documento intitulado Fluride – A Modern Toxic Waste diz o seguinte: documentos de uma pesquisa mostram que o flúor aumenta a taxa de crescimento do tumor [de câncer] em 25% em apenas 1 ppm, produz tumores melanóticos, transforma células normais em células cancerosas e aumenta a carcinogênese de outros produtos químicos.

Foi mostrado em 1977 que a fluoretação da água provoca cerca de 10.000 mortes por câncer em estudos epidemiológicos por Dr. Dean Burk, o ex-chefe da Seção de citoquímica no Instituto Nacional do Câncer e Yiamouyiannis.

Para os países pobres, o uso de Tulsi para a purificação de água é o ideal, mas também para as nações “civilizadas” que colocam flúor na água potável, para começar. Talvez possamos ignorar os filtros de água mais caros e usar a natureza em seu lugar.

Agora, se pudermos descobrir como remover o cloro, pesticidas e outros resíduos tóxicos, com uma planta, isso seria precioso. Opções além da compra de um sistema de osmose reversa seria tão benéfico como folhas de Tulsi, uma vez que até mesmo plantas de casa tendem a crescer melhor em água sem cloro em si, e os peixes definitivamente não gostam do produto químico. Se folhas de Tulsi fazer isso com o flúor, não há porque não ter outra planta na cornucópia da natureza que possa ajudar com outras toxinas.

Como plantar manjericão-sagrado

Manjericão-sagrado, manjericão-santo, tulsi ou tulasi
Manjericão-sagrado ou manjericão-santo – imagem original: Krish Dulal – 

Ocimum tenuiflorum

O manjericão-sagrado, também chamado de manjericão-santo, tulsi (da língua hindi) ou tulasi (do sânscrito), é uma planta aromática nativa provavelmente do sul da Ásia, onde é cultivada há milhares de anos. Na Índia é cultivada principalmente por motivos religiosos entre os hindus da tradição vaishnava, derivando daí o termo sagrado ou santo de seu nome popular. Arbusto ereto que geralmente atinge entre 30 e 60 cm de altura, com folhas que podem ser inteiramente verde-claras (denominados sri tulsi na Índia) ou que são verde-escuras e apresentam pecíolos e nervuras avermelhadas ou arroxeadas (krishna tulsi). As folhas e flores são muito aromáticas e podem ser usadas como tempero, podendo ser usadas da mesma forma que o manjericão, embora seu sabor e aroma sejam distintos. Esta planta também é usada para fins medicinais.

Manjericão-sagrado, manjericão-santo, tulsi ou tulasi
Sri tulsi ou manjericão-sagrado-de-folhas-verdes – imagem original: Adityamadhav83 

Clima

Cresce melhor em clima quente, não suportando temperaturas muito baixas ou geadas.

Luminosidade

Deve receber luz solar direta ao menos por algumas horas diariamente.

Manjericão-sagrado, manjericão-santo, tulsi ou tulasi
Krishna tulsi ou manjericão-sagrado-de-folhas-avermelhadas – imagem original: Vinayaraj

Solo

O solo ideal deve ser bem drenado, leve, fértil e rico em matéria orgânica. Esta planta é bastante tolerante quanto ao pH do solo.

Irrigação

Irrigue de forma a manter o solo levemente úmido. Tanto a falta quanto o excesso de água prejudicam esta planta.

Mudas de manjericão-sagrado, manjericão-santo, tulsi ou tulasi
Mudas de manjericão-sagrado – imagem original: Takahiro Yamagiwa – 

Plantio

As sementes podem ser semeadas diretamente no local definitivo da horta, especialmente em regiões de clima quente. Também podem ser semeadas em sementeiras, pequenos vasos ou copinhos feitos de papel jornal com aproximadamente 10 cm de altura por 5 cm de diâmetro. Neste caso, as mudas de manjericão são transplantadas quando têm 4 ou 6 folhas verdadeiras.

O manjericão-sagrado também pode ser propagado por estaquia, ou seja, por ramos cortados de plantas adultas saudáveis. Corte alguns ramos e remova as folhas deixando apenas as mais próximas da extremidade do ramo (deixe 3 ou 4 pares de folhas). Mergulhe a metade inferior do ramo em um recipiente com água até que surjam raízes e então plante no local definitivo, ou plante os ramos em vasos com terra mantida bem úmida.

O manjericão-sagrado ou manjericão-santo também pode ser cultivado facilmente em vasos de tamanho médio ou grande.

Tratos culturais

Retire plantas invasoras que estejam concorrendo por nutrientes e recursos.

Flores de manjericão-sagrado, manjericão-santo, tulsi ou tulasi
Flores de manjericão-sagrado – imagem original: Thangaraj Kumaravel – 

Colheita

A colheita das folhas pode começar quando a planta estiver bem desenvolvida. Embora as flores também possam ser usadas, as folhas jovens, de plantas que não estão florescendo, são de melhor qualidade.

Em regiões de clima quente, o manjericão-sagrado é uma planta perene e suas folhas podem ser colhidas por alguns anos. Em regiões mais frias, pode ser semeado anualmente ou então deve ser mantido em local aquecido durante o inverno.

 

Fonte: hortas.info

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Sathya Sai Baba

Atualização , um lindo texto que li hj dele e a notícia do seu desencarne.

Comentário de Sathya Sai Baba, em alusão ao período de transição que estamos atravessando:

“Não há mais maldade, o que há é mais luz, e é sobre isso que falo agora.

Imagine que você tem um quarto, ou uma despensa, onde guarda suas coisas, iluminado por uma lâmpada de 40W. Se trocar para uma lâmpada de 100W, verá desordem e um tipo de sujeira que você nem imaginava que havia no local.

A sociedade está mais iluminada. Isto é o que está acontecendo. E
isto faz com que muitas pessoas que leem estas afirmações as
considerem loucura.

Percebeu que hoje em dia as mentiras e ilusões são percebidas cada vez mais rapidamente? Bom, também está mais rápido alcançar o entendimento de Deus e compreender a forma como a vida se organiza.

A nova vibração do planeta tem tornado as pessoas nervosas,
depressivas e doentes. Isto porque, para poder receber mais luz, as
pessoas precisam mudar física e mentalmente. Devem organizar seus quartos de despejo, porque sua consciência cada dia receberá mais luz.
E por mais que desejem evitar, precisarão arregaçar as mangas e
começar a limpeza, ou terão que viver no meio da sujeira.

Esta mudança provoca dores físicas nos ossos, que os médicos não
conseguem resolver, já que não veem uma doença que possa ser
diagnosticada. Dirão que é causado pelo estresse. Porém isto não é
real. São apenas emoções negativas acumuladas, medos e angústias, todo o pó e sujeira de anos que agora está sendo visto para ser limpo.

Algumas noites as pessoas acordarão e não conseguirão dormir por algum tempo. Não se preocupem. Leiam um livro, meditem, assistam TV. Não imaginem que algo errado ocorre. Você apenas está assimilando a nova vibração planetária. No dia seguinte seu sono ficará normal, e não sentirá falta de dormir.

Se não entender este processo, pode ser que as dores se tornem mais intensas e você acabe com um diagnóstico de fibromialgia, um nome que a medicina deu para o tipo de dores que não tem causa visível. Para isto não existe tratamento específico – apenas antidepressivos, que farão com que você perca a oportunidade de mudar sua vida.

Uma vez mais, cada um de nós precisa escolher que tipo de realidade deseja experimentar, porém sabendo que desta vez os dramas serão sentidos com mais intensidade; assim como o amor. Quando aumentamos a intensidade da luz, também aumentamos a intensidade da escuridão, o que explica o aumento de violência irracional nos últimos anos.

Estamos vivendo a melhor época da humanidade desde todos os tempos. Seremos testemunhas e agentes da maior transformação de consciência jamais imaginada.

Informe-se, desperte sua vontade de conhecer estas questões. A
ciência sabe que algo está acontecendo, você sabe que algo está
acontecendo. Seja um participante ativo. Que estes acontecimentos
não o deixem assustado, por não saber do que se trata.”

(SATHYA SAI BABA)

 

O guru indiano Sathya Sai Baba, um dos mais famosos e influentes líderes religiosos do país, morreu neste domingo aos 84 anos, devido a uma parada cardiorrespiratória.

Considerado por seus fiéis a verdadeira encarnação de Deus, Baba havia sido internado no final de março em um hospital de Puttaparthi, no sul da Índia, com complicações respiratórias e renais.

Os ensinamentos de Baba, que traziam um misto de crenças hindus e islâmicas, arrebanharam milhões de seguidores em todo o mundo, incluindo importantes líderes políticos, magnatas, artistas e esportistas.

O guru era conhecido por sua fala macia, por seus robes de um forte tom amarelo-alaranjado e por seu corte de cabelo em um estilo semelhante ao “afro”.

Há tantas histórias sobre Sai Baba que é difícil saber por onde começar. No momento do seu nascimento, instrumentos musicais começaram a tocar sozinhos. Em criança, ele podia materializar lápis, doces, alimentos ou o que precisasse, como se tirasse tudo do ar. Por ocasião de uma das festas sagradas dos hindus, quando todos os homens santos desfilam em pequenos carros alegóricos, as pessoas que observavam o desfile viram Sai Baba, então com cinco anos, sentado no lugar de honra do carro principal. Eles perguntaram por que aquela criança estava sentada ali. Todos os santos e rishis responderam que aquela criança de cinco anos de idade viria a ser o guru daquelas pessoas.

Por volta dos 14 anos, Sai Baba foi picado por um escorpião e ficou desacordado por vinte e quatro horas. Quando acordou, todos os seus familiares estavam à sua volta; disse-lhes que na sua vida anterior havia sido o grande santo e avatar Shirdi Sai Baba. Os familiares e os amigos que estavam presentes não acreditaram nele. Shirdi Sai Baba foi um dos maiores santos da Índia no final do século XIX e início do século XX. Ele foi um avatar. No seu tempo, muçulmanos e hindus se odiavam; mas isso não impedia que ambos venerassem Shirdi Sai Baba. Ele tinha muitos dos mesmos poderes que Sai Baba tem nesta existência.

Em seu leito de morte, Shirdi Sai Baba havia dito a seus devotos que renasceria oito anos após sua morte, numa determinada vila no sul da Índia. Oito anos depois nasceu Sai Baba, cumprindo a profecia. Contudo, a família e os amigos de Sai Baba não acreditaram nele; então, o menino apanhou um vaso de flores e o jogou no chão. Pedaços do vaso voaram por toda parte, e quando as flores caíram formaram as palavras “Shirdi Sai Baba”.

Foi pouco depois desse incidente que ele disse à sua família: “Meus devotos estão esperando por mim. Estou saindo de casa para sempre.” Sai Baba saiu de casa e iniciou a formação do seu Ashram.

Outra história da infância: Na escola, todas as outras crianças o chamavam de guru, e ele ensinava-lhes cantos religiosos e as orientava na encenação de peças teatrais espirituais. Um dia, entretanto, durante a aula, um professor substituto o acusou injustamente de mau comportamento e o pôs de castigo no fundo da sala, de pé numa cadeira; ele só poderia sair dali com autorização. Quando a sineta para o intervalo tocou, todas as crianças saíram, menos Sai Baba, que teve de continuar de castigo.

Enquanto isso, o professor permanecia sentado no seu lugar, na frente da sala, inexplicavelmente colado à cadeira. Ele tentava se levantar para ir à sua outra aula, mas não conseguia. O professor seguinte chegou e perguntou-lhe por que ele ainda não havia saído. O professor substituto explicou sua estranha situação; foi então que o recém-chegado viu Sai Baba de pé na cadeira, bem no canto da sala, e entendeu o que havia acontecido, pois todos os professores conheciam seus poderes extraordinários. Ele disse para Sai Baba descer da cadeira. Quando Sai Baba desceu, o professor substituto pôde se soltar da sua cadeira.

Sai Baba disse que sua vinda é uma encarnação tríplice de Avatar. Em sua vida passada, ele foi Shirdi Sai Baba. Nesta vida é Sathya Sai Baba. Ele encarnará mais uma vez como Prema Sai Baba. Ele chegou a materializar para um devoto um anel em que ele aparece em sua futura encarnação como Prema Sai baba.

Com o passar dos anos, a fama de Sai Baba se espalhou por toda a Índia e pelo mundo inteiro. Estima-se que ele possa ter em torno de setenta e cinco milhões de devotos. Em seu último aniversário, mais de dois milhões de pessoas compareceram ao seu Ashram para celebrar. Sai Baba disse que em sua encarnação como Shirdi Sai Baba, ele foi a encarnação de Shiva ou energia do pai. Em sua encarnação atual, como Sathya Sai Baba, ele é a encarnação de Shiva e de Shakti, ou energia da mãe. Em sua próxima vida como Prema Sai Baba, ele será a encarnação apenas da energia Shakti.  http://3visaovioletavitoria.blogspot.com/

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“Mãos que servem são mais santas que lábios que oram.”
“Primeiramente, é necessário compreender o ciclo de ação e reação que rege a natureza. Cada ato, gesto, palavra e pensamento gerado pelo indivíduo, é uma causa que terá o seu respectivo efeito. O nosso futuro é consequência de nossos pensamentos, palavras e ações no presente.”
“Ajudar, sempre. Ferir, nunca.”
Quando efetivamente nos tornamos conscientes desse fluxo, naturalmente ajustamos nosso comportamento e buscamos praticar somente boas ações – agir com gentileza, cortesia, respeito, consideração, sempre visando o bem do próximo. Esse salto quântico na consciência e no comportamento corresponde ao desabrochar da espiritualidade no indivíduo.
“Ame a todos. Sirva a todos.”
“Praticar o bem é trilhar o caminho da espiritualidade. O destino desse caminho é a purificação, a plenitude, a Suprema Bem-Aventurança, a Felicidade Absoluta – quando cessa a dualidade e experimentamos Deus integralmente.”
“Um coração compassivo é a marca da verdadeira educação.”

 

Organização Sri Sathya Sai no Brasil

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©2015 Solange Christtine Ventura
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Sathya Sai Baba nasceu em 23 de novembro de 1926, numa pequena vila no sul da Índia, chamada Puttaparthi, no estado de Andhra Pradesh. Ele residiu lá até 24 de abril de 2011, onde recebeu durante mais de 80 anos milhares de visitantes do mundo inteiro em sua comunidade espiritual (ashram), chamada Prasanthi Nilayam, que significa “Morada da Paz Suprema” (shanti=paz, pra=suprema, nilayam=morada).

De um pequeno salão rústico onde se reuniam para cantar e aprender os ensinamentos sagrados, em sua juventude, hoje Puttaparthi conta com estação de trem e até aeroporto, para receber o fluxo surgido do crescente e incessante movimento de pessoas que, ao ouvir falar sobre Sai Baba, manifestavam a vontade de conhecê-lo pessoalmente.

Atualmente, Prasanthi Nilayam conta até com Planetário e Estúdio Digital, bem como um Estádio de Esportes, diversas residências, acomodações para os visitantes, refeitórios (ocidental e indiano), bem como o Templo principal, conhecido como Mandir, para a celebração de festividades, sendo também espaço para meditações e outras práticas espirituais.

Apesar de muitos se aproximarem por curiosidade, o ashram, onde vivia Sai Baba, não é um lugar turístico, e sim um local onde um grupo de pessoas está voltado para um objetivo comum, que é a obtenção da Paz Interior através de íntima comunhão com o sagrado, com o Divino. Visando a alcançar tal objetivo, busca-se colocar em prática as orientações de Sai Baba, tais como: silêncio, meditação, serviço altruísta, canto de nomes sagrados, autoquestionamento e amor incondicional.

Nos últimos anos, a quantidade de visitantes cresceu muito, tornando a simples visão de Sathya Sai um sinal de mérito. Nas festividades maiores, como o Natal, o Ano Novo, o Mahashivarathri e o Aniversário de Sai, conta-se aos milhares o número de hóspedes, aspirantes espirituais.

Os relatos de quem esteve lá são responsáveis por essa tendência de aumento continuar, por refletirem um ambiente de muito crescimento em autoconhecimento e experiências fraternas. Todavia, freqüentemente se recorda também do clima severo da Índia, que, com seu calor intenso, faz sofrer muitos peregrinos desavisados.

Nesse cenário estão presentes os maiores tesouros de Sathya Sai Baba: seus estudantes. Desde a educação infantil até o ensino superior, todas as instituições acadêmicas construídas ali trazem a grande marca da Educação Sathya Sai, centrada nos Valores Humanos em ação, e não meramente na memorização do conteúdo de livros.

O ser humano verdadeiramente educado é amoroso. Sathya Sai propõe, e os resultados confirmam, que trabalhar na raiz do problema é o meio de se resolvê-lo: cultivando o coração dos seres humanos, desde pequeninos, quando ainda estão em sua pureza original, ministrando a sabedoria da Unidade de toda a Vida. Estes irão, adiante, naturalmente multiplicar o amor recebido.

 

Uma canção sobre Sai Baba

 

Falar sobre suas obras sociais, como o Hospital de Super-Especialidades? Falar sobre a Educação em Valores Humanos? Contar algumas histórias incríveis, consideradas milagrosas, de curas, salvamentos e outras bênçãos? Comentar seus poderes de materialização de objetos diversos? Recomendar a leitura, estudo e prática de suas mensagens? Sugerir uma oração pedindo a Deus que revele a Verdade sobre Sathya Sai Baba, menino pobre que hoje é mundialmente conhecido e visitado até pelo presidente de seu país? Ou então narrar a celebração do Mahashivarathri, quando se canta a noite inteira, sem parar, a Shiva, o Deus da Transformação, visando à destruição do próprio ego? Ou ainda, simplesmente, falar sobre sua própria experiência pessoal sobre como foi seu contato com Sai Baba?

Numa ocasião, Sathya Sai sugeriu que, quando perguntassem sobre ele, respondessem cantando a seguinte canção:

Original Tradução para o português
Love is my form
Truth is my breath
Bliss is my food
Amor é minha forma
Verdade é minha respiração
Felicidade é meu alimento
My life is my message
Expansion is my life
Minha vida é minha mensagem
Expansão é minha vida
No season for love
No reason for love
No birth, no death
Sem estação para o amor
Sem motivo para o amor
Sem nascimento, sem morte
Prema, Sathya, Ananda
Shanti, Dharma, Ananda
Amor, Verdade, Bem-Aventurança
Paz, Retidão, Alegria Transcendental
Shirdi Sai, Parthi Sai
Prema Sai, Jay Jay (2x)
Shirdi Sai, Parthi Sai
Prema Sai, Vitória Vitória! (2x)

 

O verso “Sem estação para o amor” se refere às estações do ano – outono, inverno, primavera e verão – significando que não há uma ocasião ou um momento mais apropriado para o amor, e sim que todos os momentos s&atildeo apropriados para o amor. Um amor que precise de um motivo não é o amor supremo. Esse Amor não tem nem precisa de motivo. Não tem início e jamais terá um final.

O verso “Shirdi Sai, Parthi Sai, Prema Sai” se refere à sua tríplice manifestação. A anterior, como Sai Baba de Shirdi; a atual, como Sathya Sai, ou Parthi Sai, onde Parthi se refere à cidade de Puttaparthi, onde nasceu; e a que virá a seguir, como Prema Sai.

Podemos ver que Sai Baba se apresenta nessa canção identificando-se principalmente com as qualidades do Ser, em conformidade com sua mensagem de que o ser humano não é o corpo, mas sim essas qualidades manifestadas através de um aparato físico, que corresponde ao corpo. Essa é a perspectiva correta. Sem essa consciência, o homem vem conduzindo o mundo para a destruição, evidenciando sua ignorância.

“Felicidade é meu alimento” novamente revela que ele está se identificando com seu verdadeiro Ser, e que essa alegria não provém de nada externo. Essa alegria se origina em si mesmo.

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http://www.sathyasai.org.br/sai-baba/quem/

E minha professora da Unipaz Ercilia Lucia Christo