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Gráfico de Radiestesia Nome Divino

Composição do Nome Divino

Representa o nome místico de Jesus (Yoshua), emite poderosas influencias benéficas ao seu redor.

Este gráfico de Radiestesia, ao contrário do que muitos pensam, não contém o nome de Jesus tal como ele era escrito, mas sim uma forma alternativa idealizada pelo místico Louis Claude de Saint Martin (1743-1803), chamado de Filósofo desconhecido.

Segundo ele, a inserção da letra Shin no centro do tetragrama divino marcava uma nova fase e representava o próprio nome de Deus após o surgimento do Cristo.

Já o gráfico, tal como o conhecemos, foi criado por Vasariah e posteriormente utilizado em aplicações de Radiestesia “Cabalística”. Como se pode facilmente perceber este gráfico conjuga propriedades de Ondas de Forma com as características intrínsecas do alfabeto hebreu.

Na linha de gráficos contendo caracteres hebraicos escrevemos anteriormente um artigo sobre o Scap que os leitores podem acessar no link abaixo:

 

Utilização do Nome Divino

Ele pode ser usado para a proteção espiritual e psíquica, afasta energias intrusas e obsessões maléficas; para utilizar deste gráfico basta apenas colocar o testemunho da pessoa sobre se quer agir no centro dele e deixar o tempo necessário, este gráfico, preferencialmente deve estar alinhado ao Norte de forma, sua emissão será mais estável, embora não seja obrigatório.

Outro uso comum do gráfico é utilizá-lo em ambientes, pode ser colocado nas paredes para ajudar a manter uma melhor frequência vibratória local, ser colocado na porta de entrada para proteção local ou em forma de adesivos nos vidros com o mesmo fim, utilizado no quarto de dormir auxilia no sono.

Quando usado em meditações este gráfico é um forte apelo às forças evolutivas superiores.

Cuidados

Todo gráfico de Radiestesia exige cuidados em seu uso e a observância de alguns detalhes. Deve-se prestar atenção ao correto posicionamento deste dispositivo, é comum vermos pessoas inverterem a posição do mesmo colocando-o de ponta cabeça, no caso dos adesivos o perigo é que existem dois tipos diferentes de material, um para partes externas de janela por exemplo e outro para a parte interna, quando a pessoa utiliza um deles da forma errada o gráfico fica invertido, perdendo suas propriedades emissoras.

Abaixo podemos ver exemplos do que mencionamos acima.

Gráfico de Radiestesia invertido

Gráfico de Radiestesia invertido

grafico radionico invertido

Gráfico de radiestesia de ponta cabeça

Na foto a esquerda o gráfico foi invertido horizontalmente, é o típico caso dos adesivos que são comprados em espelho e colocados do lado de fora dos vidros. O uso desta forma não gera qualquer benefício.

Já na foto a direita temos um caso de inversão mais grave, ao inverter o gráfico em 180 graus pode-se gerar frequências vibratórias distorcidas, neste caso o gráfico não está passivo, mas atuante de forma negativa.

Encontramos os dois exemplos citados constantemente, algumas vezes eles são assim colocados por algum “profissional” do ramo que infelizmente carece de conhecimentos mais aprofundados. Em uma das ocasiões foi impossível inclusive convencer a pessoa que havia um erro, pois o radiestesista em questão era “grande conhecedor” do assunto segundo a dona da casa. Para ela nós é que estávamos equivocados.

 

 

– See more at: http://www.radiestesia.net/radiestesia/graficos-radiestesia/grafico-de-radiestesia-nome-divino/#sthash.naPImEDj.dpuf

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Dra Mônica de Medeiros – Medicina Extraterrestre

Doutora Mônica, como começaram seus contatos com entidades extrafísicas e como elas foram se desenvolvendo?

A mediunidade está presente em quase todos os membros de minha família e tive a felicidade de nascer num lar onde estas manifestações eram compreendidas. Minha lembrança mais antiga está ligada ao meu avô paterno, João, que era o centro do meu universo aos cinco anos. Como qualquer criança da época, à tarde eu dormia.

Numa dessas tardes, sonhei com meu avô num caixão. Acordei chorando e, infelizmente, ele veio mesmo a falecer 30 dias depois. Sentia muita falta dele e, para minha alegria, poucas semanas depois de seu desencarne, ele começou a me visitar à noite. Foram poucos encontros, mas diminuíram a tristeza que sua

ausência me causava. Na última noite em que ele veio, disse-me que não poderia mais me ver por um tempo, mas que um amigo dele viria para continuar a conversar comigo. Poucas noites depois, acordei de madrugada com minha tia Iracema dormindo na cama ao lado da minha, quando vi um ser todo branco com grandes olhos cinzentos, em posição que hoje entendo ser a de um iogue, como se estivesse voando acima do pé de minha cama.

 

O que a senhora imaginou que fosse aquela figura e que sensações teve ao vê-la?

Achei que fosse o Gasparzinho, porque lembrava muito o personagem dos gibis da época. Ele levantou a mão como os índios faziam para saldar nos filmes do Rin-tin-tin, e me disse que era o tal amigo do meu avô. Disse, ainda, que iria continuar minha preparação. Entre muitas coisas, me mostrou as cidades da Terra num

futuro próximo, com viadutos e prédios imensos de vidro, incríveis para mim naquele tempo, e os eventos que poderiam ocorrer no planeta a partir de determinada época. Foram muitas noites seguidas de encontro com meu amiguinho Gasparzinho – eu o chamava assim –, que muitas vezes me mostrou uma estrela no céu, dizendo que era sua casa. No último encontro, ele me perguntou se eu queria mesmo ser médica. Conforme minha família, eu dizia isso desde os meus três anos. Ao ouvir de mim que sim, disse-me que eu deveria construir um hospital para os pobres. Falou, então, que precisava ir embora e que eu jamais me esqueceria das coisas que ele me mostrara. Para minha surpresa, pela primeira vez, meu amiguinho atravessou a janela de meu quarto e desapareceu. Nunca mais o vi ou soube dele. Meses depois, logo que um primo nasceu, acordei sendo deitada em minha cama por um ser baixinho, cinzento, de olhos grandes a quem chamei de Amiguinho.

 

Então a visão de seres passou a ser comum em sua vida desde a infância?

Sim, e passei a falar com minha avó e tias sobre aquele e outros amiguinhos que voavam muito alto no céu e, naturalmente, meus parentes me levaram para um tratamento de desobsessão, na Federação Espírita de São Paulo. Mas minha clarividência e premonição foram se acentuando e criando problemas, porque eu

estudava num colégio católico. Assim, na União Brasileira do Espiritismo, presidida pelo doutor Estanislau Franco, tive minha mediunidade fechada por muitos anos. Ao iniciar meu curso de medicina na Unicamp, comecei a ver espíritos no hospital. Mesmo assim, optei por minha formação profissional, somente voltando a pensar no exercício da mediunidade depois de retornar da minha especialização, em Chicago.

 

Sua sensitividade teve algo a ver com sua escolha profissional?

Francamente, não. Amo a ciência médica e a arte de curar. Não me imagino fazendo nada diferente de estar junto de quem sofre e procurando ajudar. Sempre desejei ser útil, e medicina e mediunidade têm tudo a ver com esta premissa.

Mas, para ser honesta, de uns anos para cá penso muito no por que de ter escolhido a cirurgia, se especialidades como nefrologia, endocrinologia e cardiologia têm mais o meu perfil. Recentemente, numa regressão realizada por uma psicanalista paulistana especializada em abduzidos, que procurei porque

estava tendo flashes de lembranças perturbadoras com grays [Cinzas], vi-me criança e de mão dada com um ser do tipo chamado Zylock, outro amiguinho meu da infância. Desde então, entendi que fui “programada” para ser cirurgiã.

Naturalmente, minha especialidade dá respaldo científico aos trabalhos do Doutor Espanhol, um espírito de luz responsável pela corrente médica da Casa do Consolador, e da Shellyana, originária das Plêiades. Mas, principalmente, dá credibilidade a meu exercício mediúnico, porque sou muito cética. Não acredito

em crer por crer. A fé, em minha concepção, tem que ser lúcida e resistir a perguntas.

 

A senhora teve algum problema profissional de compatibilidade entre as duas atividades, uma vez que, quando são praticadas em conjunto, normalmente não são vistas com bons olhos pelo Conselho Regional de Medicina?

Não, não há porquê e faço questão de separar as coisas. Jamais imponho a meus pacientes minhas crenças. Nem as menciono, ainda que utilize meus conhecimentos energéticos para ajudar sempre que necessário. Na Casa do Consolador, não prometo curas, não dou consultas, sequer permito que me chamem de “doutora” lá, porque não acredito em formalismo. Sempre escrevemos em nossos impressos que o

atendimento espiritual não exclui o médico material. Meus superiores sabem de minhas atividades mediúnicas, já se valeram delas algumas vezes para tratamento. Não desmereço meus colegas e respeito o Código de Ética Médica.

 

Explique melhor como surgiu a Casa do Consolador e com que objetivos?

No centro médico onde me desenvolvi não havia ênfase em estudar e pesquisar.

Assim, junto a outros companheiros e familiares, resolvemos fundar um grupo de estudo com as seguintes premissas: igualdade entre todos nós, busca incessante da verdade, horizontes amplos que não fossem estreitados por dogmas e prática da caridade espiritual e material, tanto quanto possível. No começo, tínhamos o atendimento da corrente do Doutor Espanhol, a Umbanda, desobsessão e escola de

médiuns. Refiro-me à Umbanda original, como foi introduzida pelo médium Zélio de Moraes, em Niterói, no século passado, sem a miscigenação com o Candomblé.

Com o tempo e a necessidade de crescermos em conhecimento, veio o Reiki e, com ele, os extraterrestres. Agora, a pedido destes, veio também o xamanismo.

 

Como é possível diferenciar um espírito desencarnado terrestre de um espírito ou ser de outra dimensão, que se diz extraterrestre?

A vibração deles é completamente diferente. A princípio, a temperatura do ambiente cai vertiginosamente, mas não se tem a habitual sensação de medo peculiar a entidades trevosas, que podem provocar a mesma reação térmica. Para quem é clarividente, é fácil, porque os aspectos biológicos são diferentes,

mesmo nas raças humanóides extraterrestres. Mas mesmo para quem não é, a percepção fluídica indica a origem diferente deles. A energia é mais rápida e intensa, como se nos tocasse mentalmente de uma forma superior. Quando estamos na presença de um espírito de luz, como dizemos, nos sentimos agasalhados, aconchegados. Isso não é percebido na presença de um extraterrestre de hierarquia superior. Talvez porque eles tenham uma presença emocional diferente da qual estamos habituados. Não que não sejam amorosos, mas não possuem a mesma freqüência com que essa energia que chamamos de amor se apresenta neste planeta. Além disso, a voz deles é bem metálica. Pessoalmente, a distinção que faço é energética. Com o tempo e a habituação, a sensação térmica tende a diminuir muito, embora não desapareça, mas a percepção vibratória diferenciada permanece.

 

Como e quando começou sua aproximação da entidade extraterrestre que se apresenta como Shellyana para promover trabalhos de cura?

Em setembro de 2003, em uma viagem a Phoenix, Arizona, em uma vila da etnia Hopi, minha irmã Regina e eu nos deparamos com um ser desencarnado de aparência indígena que vestia um traje branco com a Constelação de Órion desenhada no peito. Ele nos saudou com a mão direita e nos disse que iria começar nossa iniciação. Tivemos sonhos esquisitos, mas ficou por isso mesmo. Em novembro daquele mesmo ano, na leitura do evangelho lá em casa, na hora da mensagem do mentor, um ser que se apresentou como Visnhar, dizendo-se originário de uma estrela distante, passou-nos uma mensagem de introdução de seres das estrelas que gostariam de trabalhar conosco. O interessante é que todos o viram e o descreveram da mesma forma.

 

A senhora nunca tinha tido contato com este ser antes?

Não, e Visnhar se tornou uma presença freqüente, mas apenas nos evangelhos. De qualquer forma, combinamos de nada falar sobre isso na Casa do Consolador, para evitar problemas. Já em março de 2004, na preparação que os médiuns fazem para o trabalho de Umbanda, quando fui fazer a prece para subirmos para o salão de atendimento, senti um envolvimento muito forte e não consegui impedir – o que não é normal para mim – uma mensagem de alerta de um ser que se identificou como Akenathon, e que terminou dizendo se tratar de um ser das estrelas. Não comentamos o assunto e subimos. Para meu terror, quando eu ia começar a falar aos assistentes sobre o trabalho daquela noite, ele voltou e fez a mesma coisa.

Dias depois, tomando banho em casa, com a porta do meu banheiro aberta para poder acudir minha tia Iracema, um encanto de 85 anos, dependente física, escutei minha cadela beagle latir e uivar de forma diferente. Desliguei o chuveiro, me enrolei na toalha e saí correndo para ver o que estava acontecendo. Deparei-me com um ser humanóide feminino.

 

Como era esta nova entidade que lhe apareceu?

Tinha uns 2,3 m de altura, pele clara, olhos imensos claros, boca muito pequena, usando um traje cinza. Ela me saudou com a mão direita e eu disse a frase mais inteligente de minha vida: “Abdução de toalha, não!” Ela, sem sorrir, me disse se chamar Shellyana e que era das Plêiades. Vinha me propor, nas palavras dela,

“uma forma de cura para meu povo em troca de minha divulgação da presença do povo dela aqui e o porquê disso”. Como eu concordei, ela me disse que tinha que atender a três pré-requisitos. Primeiro, não comer carne de forma alguma, o que foi fácil, já que eu quase não comia. Segundo, não ingerir qualquer bebida à

base de cola [Coca-Cola, Pepsi-Cola etc], que era meu vício. E terceiro, falar deles onde fosse chamada, se eles concordassem. Nosso trabalho vem, então, desde essa época. Isso quase destruiu a Casa, porque os médiuns mais velhos e experientes acharam que eu estava obsediada ou maluca. Estes médiuns se

afastaram, bem como boa parte dos assistentes. Em dezembro, na Festa da Praia, que realizamos todos os anos, no primeiro sábado, Akenathon havia me dito que eles iriam se mostrar para todos. Estávamos em 189 pessoas em Peruíbe, no litoral de São Paulo, por volta da meia-noite, já encerrando o trabalho, quando

vimos muitas naves no céu. Se mostraram em movimento coordenado, com formação de sinais que afastavam qualquer possibilidade de serem balões ou outros artefatos terrestres. Fomos 189 testemunhas por longos e maravilhosos minutos de que eles eram realidade e não uma loucura minha. Eles salvaram a Casa e, hoje, quem lá trabalha convive com eles e quem freqüenta, também.

 

Existem outros seres extraterrestres ativos na Casa do Consolador, além dela?

Sim, e vários deles trabalham lá hoje, tanto nas cirurgias que chamamos de transdimensionais, através do doutor Américo Canhoto e de Alfredo Nahas, como no suporte sem acoplamento, como o antariano Yamacay, por exemplo, nos trabalhos de xamanismo.

 

Quando a senhora incorpora ou recebe influências da pleiadiana Shellyana, para prestar atendimento médico-espiritual, está sempre consciente, em transe mediúnico ou em um estado intermediário entre ambos?

Minha mediunidade de incorporação é semiconsciente, o que significa que estou ciente de tudo o que acontece durante o transe mediúnico, mas que retenho bem pouco do ocorrido, depois dele. Dá-se o mesmo com a Shellyana, mas com uma diferença importante, nosso acoplamento não apenas permite como ela me

incentiva a atuar energeticamente. Assim, tomo parte bem ativa e aprendo novas técnicas energéticas de cura. É mais uma simbiose mental-energética.

Um planeta do aglomerado estelar das Plêiades, na Constelação do Touro, seria a origem de Shellyana, a entidade extraterrestre que auxilia as curas na Casa do Consolador

 

Qual a diferença entre as cirurgias espirituais “convencionais”, digamos assim, e o trabalho da Shellyana?

É bem distinto o tipo de procedimento. Nas cirurgias espirituais realizadas pelo Doutor Espanhol existe uma atuação no perispírito do paciente, no órgão perispiritual doente, cujo reflexo no corpo físico caracteriza a doença. As técnicas cirúrgicas são bem parecidas com as utilizadas na terceira dimensão, ainda que sejam utilizados “instrumentos espirituais” que ainda não dispomos aqui. Além disso, existe um limite que é o karma do paciente. Já a cirurgia transdimensional, executada sob o comando de extraterrestres, se dá a nível atômico, ou subatômico, uma vez que eles movimentam a energia parada nos corpos multidimensionais, atuando diretamente sobre os elétrons. Ao energizarem a região lentificada, que é a doença, induzem a uma sensação de cura muito rápida e esta energia extra permanece tanto quanto o paciente se permite. Contudo, em ambos os casos, o paciente é convidado à autocura através do autoconhecimento.

 

Existe alguma interação entre as entidades que atuam na área de cura na Casa do Consolador e aquela que se apresenta como Shellyana?

Total interação. O Doutor Espanhol, por exemplo, tem grande integração com a Shellyana e vice-versa. Atualmente, temos percebido a utilização de certos instrumentos dela nas cirurgias dele. Um arcturiano chamado Kelps, que acopla uma abduzida já tratada por Gilda Moura [Consultora da Revista UFO] e a Ângela Cristina De Paschoal, fez um treinamento em medicina dos terrícolas com o Doutor Espanhol, e eles operam juntos até hoje.

 

Qual é o limite de eficiência que pode ser esperado pela cirurgia espiritual, ou outras que só podem ser entendidas do ponto de vista metafísico?

Ela cura deformidades congênitas, traumatológicas, câncer etc. Ou não existem limites? O limite está no paciente, ou melhor, em seu karma. Nós fomos treinados para crer na dor como forma de expiação. Usamos a doença em nossas programações existenciais, cada reencarnação, como forma de depurarmos nosso campo energético. Enquanto crermos que a dor é o caminho mais fácil para nossa redenção, seremos escravos dela. O despertar da consciência nos mostra outro caminho para a evolução: o trabalho em prol do bem maior. Assim, temos presenciado, nestes 16 anos, inúmeras curas de doenças auto-imunes, de doenças metabólicas graves em crianças, de casos comprovados de câncer e de problemas corriqueiros, como varizes, problemas de coluna, vitiligo, miopia etc. Também temos visto pessoas que mudam de doença porque não mudam a forma de pensar-sentir-agir. Os limites, bem como as curas, são a soma das partes: paciente-entidades-médiuns. (e aqui se resume tudo para mim “Lena”)

 

Em patamares energéticos idênticos, existe diferença entre uma cirurgia espiritual realizada por um ser extraterrestre e um ser dito extradimensional?

A diferença está no recurso técnico utilizado, que é essencialmente energético, se levarmos em conta que tudo é plasmado. O Doutor Espanhol é um ser de grande evolução e respeitado pelos nossos amigos extraterrestres. Foi o grande responsável pela Casa do Consolador ter se tornado o que é. Conforme a

Shellyana, ele poderia viver em planetas de dimensões superiores, como ela, sem qualquer dificuldade. Mas aqui, ele tem as limitações planetárias.

 

Qual é o caso mais surpreendente que a senhora poderia revelar para os leitores da Revista UFO, em que ficou evidente um processo de cura durante os trabalhos desenvolvidos na Casa do Consolador?

São tantos! Mas posso citar, como um exemplo, o caso do Rogério, hoje trabalhador da Casa, que sofreu uma secção da medula espinhal lombar em decorrência de um acidente automobilístico. Ele chegou à Casa paraplégico e sem esperanças. Hoje, depois de diversas cirurgias com o Doutor Espanhol, anda com

o auxílio de uma bengala e atua como médium e professor da escola de médiuns, além de suas atividades profissionais. Outro caso interessante ocorreu quando estava conversando com minha irmã ao telefone, quando ela disse ter sentido um “jato quente” na cabeça. Sua voz ficou pastosa e ela perdeu a coerência. Pedi a ela que chamasse minha sobrinha e corri para lá com outra amiga médica. Levamos cerca de 12 minutos para tal. Encontramos a Regina com desvio da boca, perda de força muscular no lado esquerdo do corpo e perda da cognição. Chamamos a ambulância e o Doutor Espanhol, que a operou. A ambulância demorou bastante para chegar, e quando chegou, minha irmã estava conversando com dificuldade

para encontrar palavras, mas já conexa. Havia recuperado a força, a sensibilidade de seu corpo e a boca voltara ao normal.

 

Foi necessário algum exame posterior para que se determinasse a causa do ataque?

Foi feita uma ressonância magnética no dia seguinte, que mostrou uma área de infarto, mas incompatível com o quadro clínico dela.

 

Algum outro caso para nos relatar?

Sim. Temos três pacientes que estavam na fila do transplante, de rins e fígado, e que, após algumas cirurgias com a Shellyana, já não estão mais, tendo recuperado a função renal ou hepática parcialmente, ainda que sem explicações médicas para tal. Há um garotinho que não tem uma parte importante do cérebro,

o corpo caloso, que comunica os dois hemisférios cerebrais. Ele era totalmente hipotônico, sem cognição e um caso sem esperanças para os excelentes profissionais paulistanos que o assistiam. O pior eram as três a cinco convulsões diárias que ele sofria. Após a primeira cirurgia extrafísica, ele parou de convulsionar. Hoje, cerca de um ano depois, ele esta dando os primeiros passos, beija a mãe, joga os brinquedos longe e se põe em pé para buscá-los. Faz manha e birra, mas está se comunicando e os médicos que ainda o assistem não encontram explicações, embora a mãe lhes diga o porquê da melhora.

Mas lá na Casa estão centenas de pessoas com suas histórias, que podem ser melhores para relatar as curas que tiveram. Aliás, sempre sugiro que falem com elas, porque é sempre bom ouvir da fonte.

 

Existem outros médicos, além da senhora, participando das atividades desenvolvidas na Casa do Consolador, que são testemunhas de tudo que acontece lá?

E nos hospitais em que a senhora trabalha? Sim, na Casa trabalham o doutor Canhoto, já citado, e o doutor Alberto Minami. E muitos outros freqüentam nosso espaço, como pacientes. Meu colega profissional no hospital também é testemunha ocular das curas.

 

Qualquer entidade proveniente do plano espiritual pode executar cirurgias como as que a senhora descreveu? Ou seja, não precisa ser médico lá “do outro lado” também?

Ora, em tudo precisamos ter desenvolvimento de conhecimento. Assim, é natural que se deva ter conhecimento de métodos de cura, bem como de anatomia, fisiologia e patologia para atuar nesta área. Mas temos tantas encarnações que me parece natural compreender que não é obrigatório ter sido médico ocidental para tal. Não podemos nos esquecer dos espíritos de luz de eras antes do advento da medicina ocidental, ou até mesmo da oriental. Contudo, creio que o conhecimento é obrigatório para que se possam atingir os objetivos de cura ou mitigação do sofrimento.

 

A senhora fala muito em transmutação e desdobramento. O que são?

Literalmente, transmutação é a mudança de um elemento em outro, ou seja, é mudança a nível atômico. Todos os seres vivos que aqui permanecerem, necessariamente, terão a mesma mudança atômica, que se refletirá a nível genético.

Já o desdobramento é a projeção para além do corpo físico, do perispírito. Pode ser consciente, ou seja, pela vontade e esforço próprio ou inconsciente, muito mais freqüente e comum. A maioria das abduções se dá nesta segunda condição.

 

No 36º Congresso Brasileiro de Ufologia Científica, ocorrido em maio, em Curitiba, a senhora atendeu e conseguiu estancar uma hemorragia brutal numa mulher idosa que participava do evento, e que expeliu pela boca mais de meio litro de sangue, em uma cena espantosa. O que a senhora fez, considerando as precárias condições de atendimento na ocasião, para que aquela pessoa, quase morta, se recuperasse de maneira tão rápida e saísse andando do centro de convenções?

Primeiramente, não posso aceitar um mérito pessoal que é de muitos. Estávamos em cerca de 15 presentes atendendo aquela cena, cada qual com sua forma de ajudar energeticamente. Mas também havia entre nós vários extraterrestres, além da Shellyana. A soma fez o que foi chamado de “milagre” por alguns. Quando ouvi o pedido de socorro médico, por instinto, corri para o lugar, encontrando aquela senhora em estado gravíssimo de choque hemorrágico. Achei que ela iria morrer rapidamente. Pedi uma ambulância e sangue O negativo e todos a levamos para o sofá no saguão, onde poderíamos tentar salvar sua vida. De minha parte,

apliquei Reiki, uma técnica que me foi ensinada pela Shellyana, que consiste em “desdobrar” minhas mãos e penetrar no corpo do paciente. Como vi uma úlcera gástrica com uma veia sangrando, pressionei o local com meu “dedo perispiritual”. Vi então um raio de alta voltagem, na cor anil, projetado pela Shellyana atingir a região do vaso e retirei meu dedo.

 

Todos que assistiram à recuperação tão imediata daquela senhora, em questão de minutos, ficaram mais espantados do que quando a viram expelir todo aquele sangue…

Entendo. A senhora estava realmente mal, e mesmo após o tratamento de Reiki ela continuava em choque. O doutor Paulo de Tarso, médico de Manaus que participava do congresso e me ajudou no socorro, a estava monitorando, mas nem aparelho de pressão tínhamos ali. Ele sentiu que o pulso da senhora estava muito fraco. Além do quadro hemorrágico, no transporte atabalhoado que fizemos dela até aquele local, a

paciente vomitou mais uma vez e absorveu o próprio sangue, apresentando dificuldade respiratória, que o Paulo e eu percebemos e nos preocupou ainda mais. Ela estava parcialmente sentada, apoiada em meu corpo. A Shellyana me orientou para aplicar Reiki no tórax e no estômago dela. Vi seres com características

incas, como são os venusianos, ao lado de outra participante do congresso, Ângela, igualmente atuando a nível perispiritual. De repente, era como se o sangue aspirado para o pulmão houvesse desaparecido, pois o som característico cessara. Ela recuperou rapidamente a consciência e o Paulo chegou a comentar

que temia que ela fosse ter um acidente vascular cerebral pelo aumento intenso da pulsação e, conseqüentemente da pressão arterial. Quando a ambulância chegou, nossa amiga estava bem, com pressão arterial de 12 por 6, 92 de pulso, e 97% de saturação de oxigênio. Foi levada consciente e orientada para o hospital. E ainda achou energia para lamentar não ter tirado uma foto com o simpático astronauta brasileiro, que fazia sua palestra naquele instante…

 

O Marcos Pontes teve um susto gigantesco, como todos os presentes, aliás. Mas, após o seu atendimento inicial que estancou a hemorragia, a senhora foi encaminhada ao hospital. No dia seguinte, soubemos que os médicos que a atenderam lá, após uma endoscopia, verificaram uma cauterização no vaso causador do sangramento. Eles ainda declararam que a cirurgia que a paciente sofrera antes de chegar ao hospital foi bem sucedida. O que ocorreu, em termos médicos, entre a hemorragia e o exame no hospital? E há provas desta cura instantânea?

Nosso país carece profundamente de um sistema de informações. Desde a noite do acontecimento, tentei, em vão, conseguir informações da paciente e saber, pelo menos, para qual hospital ela havia sido levada. Não consegui descobrir nem na recepção do Hotel Lizon, onde ocorreu o congresso, nem no SAMU e nem na

Prefeitura de Curitiba. No domingo, uma pessoa que estava com a paciente no evento relatou a mim e a vários participantes que a senhora estava bem, em casa, depois de ter permanecido em observação no hospital de destino.

Comentaram sobre a endoscopia e a presença de uma úlcera cauterizada no estômago dela, que é um procedimento usual para hemorragias deste tipo.

Dificilmente aquela pessoa que nos relatou isso, leiga, poderia inventar o resultado de uma endoscopia. A cauterização do vaso foi feita pelo “raio laser” anil da Shellyana, como costumo dizer. Isto é coerente e já vi este procedimento várias vezes. Contudo, o restabelecimento hemodinâmico apresentado por uma senhora idosa, sem recursos de expansores de plasma, nem drogas vasoativas está além de qualquer possibilidade hormonal do corpo humano. A explicação é extrafísica.

 

Soubemos também que, 20 dias depois do ocorrido, aquela senhora veio a falecer em decorrência de uma cirurgia necessária, feita duas semanas após o congresso de Curitiba.

Um comentário do projeciologista Wagner Borges [Consultor da Revista UFO], também presente no momento, bem como estava o ufólogo e estigmatizado italiano Giorgio Bongiovanni, foi de que ela parecia ter pouco tempo de vida física, ainda que tivesse sido salva naquela hora no congresso. Também tive esta sensação. Conforme informações colhidas, aquela senhora foi liberada do hospital e, no dia seguinte, voltou a se sentir mal, sendo levada de volta para lá. Na confirmação da úlcera, juntamente com uma hérnia de hiato, foi submetida à cirurgia e permaneceu na UTI por 18 dias, vindo a falecer por septicemia.

 

Há alguma relação de seu falecimento com o ataque sofrido durante o congresso de Curitiba?

Gostaria de ponderar o seguinte: o que teria acontecido com este excepcional grupo da Ufologia Brasileira, notadamente Rafael Cury, A. J. Gevaerd e Marco Petit, num momento de máxima exposição, como dito por eles mesmos, se aquela senhora falecesse no meio de um congresso como aquele, com altas patentes

militares no palco, um salão lotado de pessoas e até a presença da imprensa, incluindo uma equipe do programa Tribos? Foi devastador o quadro de uma senhora idosa com o peito e o rosto cobertos por sangue morrendo num evento sobre extraterrestres! Cheguei a pensar, como o brigadeiro José Carlos Pereira [Veja edições UFO 141 e 142] me disse também ter pensado, que ela havia recebido um tiro. Assim, a vida dela foi salva de forma incrível, com atuação de gente comum com vontade de ser útil ao bem maior, e de extraterrestres. Tanto aquela senhora merecia receber ajuda quanto os citados “três mosqueteiros” da Ufologia Brasileira – como a Shellyana os chama – não mereciam passar por isto. Creio que a atuação dos extraterrestres foi emblemática. Eles mostraram que podem nos ajudar a encontrar soluções para problemas que julgamos serem insolúveis. Mas, igualmente, que não alterarão nosso destino, pois isso compete apenas a nós.

 

Existe a possibilidade de entendermos o processo de cura através de intervenções extrafísicas, isso falando em termos de uma ciência mais avançada, que chamamos de “a nova ciência”?

Depende apenas de nossa vontade. Inteligência nós temos. Precisamos não ter medo de perder o poder do conhecimento supremo que, mesmo sem termos, julgamos ser possuidores. Somos muito mais do que apenas matéria, que é, na verdade, um corpo de prova. Somos energia que se manifesta ainda em corpos densos. A causa é extrafísica, o efeito é físico. Ora, por que, então, limitar a cura ao efeito, ignorando a causa? Creio até que já passou da hora. Afinal, curas extrafísicas ocorrem há milênios neste planeta. Só falta assumirmos que não somos onipotentes como nos julgamos.

 

A senhora é considerada uma das precursoras da Ufologia Holística no Brasil, por seu trabalho de cura. Sem sombra de dúvidas, é a maior divulgadora desta disciplina e da necessidade de se saber e aplicar mais tal conhecimento. Mas alguns ufólogos mais ortodoxos ainda refutam para tal prática. O que tem a dizer sobre isso?

Sou? Não fazia idéia disso! Sei que sou apenas uma parte infinitesimal num complexo programa de expansão de horizontes da atual raça humana para sua reintegração cósmica. Minha concepção de Ufologia vai além das evidências físicas, como fotografar naves, ir a lugares de pouso etc. Já temos provas mais do que suficientes da presença de ETs entre nós. Da pintura rupestre e inúmeros artefatos espalhados em museus no mundo inteiro, inexplicáveis para os conhecimentos científicos de seus supostos criadores, às maravilhosas filmagens trazidas por Jaime Maussán [Consultor da Revista UFO], feitas recentemente.

Ainda assim, a ciência ortodoxa nega a existência de vida fora deste pequeno planeta. É tão tolo isso. Sempre me fixei no contato com as inteligências que constroem essas naves fantásticas. Como são, como vivem, por que vêm aqui, o que querem? Lógico que não estão aqui para tomar cafézinho conosco! Ainda mais lógico que suas aparições correspondam a um plano de estabelecerem contato. Contato com uma raça hostil, assustada e prepotente, mas que pode pôr em risco o Sistema Solar e, assim, a galáxia.

 

A senhora é daquelas que acredita que a raça humana tenha relevância para as espécies cósmicas que nos visitam?

Certamente. Temos, sim, relevância no contexto deles. Talvez, como crianças birrentas, mas, principalmente, como irmãos esquecidos de outros irmãos. Por isso, creio ser fundamental irmos além das evidências tridimensionais, porque a maioria destes visitantes não são assim. É imprescindível fundamentarmos nossos

conhecimentos sobre eles, mas não podemos limitar estes conhecimentos ao plano físico. Seria tão pouco útil ao que todos nós almejamos quanto à negação da existência de vida fora daqui. Em planetas evoluídos, ciência e espiritualismo caminham juntos, somando-se. Aqui, isso precisa começar e não há campo mais

propício do que a Ufologia.

 

Nos Estados Unidos, o estudo das abduções alienígenas, implantes e curas com participação de ETs está bem avançado. Cientistas de diversas disciplinas investigam casos de raptos com abduzidos. O californiano Roger Leir [Consultor da Revista UFO] é um médico especialista em retirada de implantes, tendo publicado aqui o livro Implantes Alienígenas [Veja código LIV-011 da coleção Biblioteca UFO na seção Shopping UFO desta edição]. A estudiosa Virgínia Aronson é outra a tratar do assunto, tendo também publicado no Brasil o livro Curas Médicas por ETs [Educare, Ano 2001]. Ambos têm grande aceitação pela Comunidade Ufológica Mundial. O que a senhora acha que falta para que este estudo mereça mais atenção e menos crítica na Ufologia Brasileira?

Falta interesse desta comunidade em saber a fundo a questão e, sobretudo, lucidez. Precisamos embasar este estudo em fatos reais. Não se pode negar o que se desconhece nem se ufanizar o que se pensa existir. Se buscarmos o equilíbrio, vamos dar um salto quântico. O interessante é que, nos Estados Unidos, a aceitação de cirurgias espirituais é muito mais discutida do que as cirurgias extraterrestres. Converso sobre isso com meus amigos de lá. Coisas que somente a cultura explica. Tenho muito receio da ufolatria e fico imaginando desavisados se vestindo de prateado e usando antenas como se os ETs quisessem ser uma religião. Não podemos ter medo de perguntar e muito menos de sermos argüidos sobre este assunto. Poucos países neste planeta têm as mentes inteligentes que aqui vivem. Por que não somar esforços sem preconceituar? Porque não admitir a possibilidade de que estes seres, tão mais avançados tecnologicamente que nós, possam estar com vontade de nos ajudar em nível de cura? Ora, o conceito de grade energética planetária a se conectar a cada grade energética de cada ser vivente aqui já nos facilita compreender o porquê deles estarem tão interessados em nos convencer da necessidade de autocura, como meio único de cura planetária. Se eles podem pensar assim, por que não aceitamos isso e não nos desarmamos? Por que não nos somamos? Não há o que temer se a meta é aprender. Mas precisamos abandonar os egos.

 

Com base nos seus contatos com extraterrestres, a senhora estima que poderemos um dia estabelecer contato aberto e definitivo com as civilizações mais avançadas que nos visitam?

Sim, mas sei que o contato não será, a princípio, em larga escala. Isso causaria pânico, suicídios, vandalismo etc. O contato já se dá e se dará com grupos preparados para tal, e com o objetivo de troca de informações e cooperação, cuja finalidade é o planeta Terra e, na seqüência, o Sistema Solar.

Mas como é preciso que a ação se dê em nível global, o “Projeto Terra” – como alguns deles chamam – tem um cronograma em curso que prevê os avistamentos, as comunicações através dos círculos ingleses, cujo código ainda precisamos decifrar, e os contatos. Estes, inicialmente, se darão em nível extrafísico e,

em futuro próximo, fisicamente. Precisamos ter em mente que nem todos os nossos visitantes são pacíficos e fraternos. Existem também os meramente científicos, cujo objetivo é a pesquisa, e os bélicos, que estão aqui há muito tempo. Mas a comunicação com a “comunidade cósmica” não tarda. Depende fundamentalmente de termos olhos para ver, ouvidos para ouvir e mente capaz de se projetar além da

realidade tridimensional.

 

A Drª Mônica Medeiros, médica e sensitiva, é formada pela Universidade de Campinas (Unicamp), com especialização na Universidade de Illinois, em Chicago, entre 1998 e 1990, quando se tornou membro da Sociedade Internacional de Cirurgia. Com 24 anos de experiência, Mônica se dedica há 13 anos a gerência médica de convênios e tornou-se servidora pública concursada selecionada em primeira chamada pelo Ministério da Saúde. Em hospitais de São Paulo, ocupou o cargo de chefe de equipes de cirurgia do trauma e, atualmente, trabalha em prontos socorros municipais na região de Taboão da Serra. Já em sua profissão espiritual, com visões e manifestações desde os seus cinco anos, em 1992, fundou o centro espiritualista Casa do Consolador, entidade filantrópica universalista de São Paulo. Na Casa, a doutora Mônica pratica a chamada medicina integrativa, um tipo de tratamento que trabalha a imposição das mãos, como o Reiki e o Johrei, às vezes com auxílio de entidades desencarnadas, passes mediúnicos, conceitos sobre vida após a morte, reencarnação e outras técnicas de percepção, estudo e manipulação bioenergética.
Fonte da informação: Portal UFO

 

Extraído de: http://publicutility.blogspot.com.br/2010/06/medicina-extraterrestre-casa-do_13.html

http://terceiromilenioxplanetaterra.blogspot.com.br/2015/01/casa-do-consolador-doutora-monica.html

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Ciência explica porque reclamar altera negativamente o cérebro

Ouvir alguém reclamar, mesmo que seja você mesmo, nunca fez bem. Algumas pessoas dizem que reclamar pode agir como uma catarse, uma maneira de descarregar emoções e experiências negativas. Mas olhar com mais atenção ao que o ato de reclamar realmente faz para o cérebro nos dá motivos reais para lutar por um estado de espírito mais positivo e eliminar o mimimi de nossas vidas.

O cérebro é um órgão complexo que, de alguma forma, funciona em conjunto com a consciência para criar a personalidade de um ser humano, sempre aprendendo, sempre recriando e se regenerando. É ao mesmo tempo o produto da realidade e o criador da realidade, e a ciência está finalmente começando a entender como o cérebro cria a realidade.

Autor, cientista da computação e filósofo, Steven Parton, examinou como as emoções negativas na forma de reclamações, tanto expressas por você mesmo ou vindas de outros, afetam o cérebro e o corpo, nos ajudando a entender por que algumas pessoas parecem não conseguir sair de um estado negativo.

Sua teoria sugere que a negatividade e a reclamação realmente alteram fisicamente a estrutura e função da mente e do corpo.

“Sinapses que disparam juntas, se mantém juntas”, diz Donald Hebb, que é uma maneira concisa de compreender a essência da neuroplasticidade, a ciência de como o cérebro constrói suas conexões com base em tudo a que é repetidamente exposto. Negatividade e reclamações irão reproduzir mais do mesmo, como essa teoria destaca.

Donald Hebb explica ainda:

By Curtis Neveu - Own work, CC BY-SA 3.0,
By Curtis Neveu – Own work, CC BY-SA 3.0

“O princípio é simples: em todo o seu cérebro há uma coleção de sinapses (responsáveis por transmitir as informações de uma célula para outra) separadas por espaços vazios chamados de fenda sináptica. Sempre que você tem um pensamento, uma sinapse dispara uma reação química através da fenda para outra sinapse, construindo assim uma ponte por onde um sinal elétrico pode atravessar, carregando a informação relevante do seu pensamento durante a descarga.

… toda vez que essa descarga elétrica é acionada, as sinapses se aproximam mais, a fim de diminuir a distância que a descarga elétrica precisa percorrer… o cérebro irá refazer seus próprios circuitos, alterando-se fisicamente para facilitar que as sinapses adequadas compartilhem a reação química e, tornando mais fácil para o pensamento se propagar.“

Além disso, a compreensão desse processo inclui a ideia de que as ligações elétricas mais utilizadas pelo cérebro se tornarão mais curtas, portanto, escolhidas mais frequentemente pelo cérebro. Isso explica como a personalidade é alterada.

No entanto, como seres conscientes, temos o poder de modificar esse processo, simplesmente ao nos tornarmos conscientes de como o jogo universal da dualidade atua no momento em que surgem os pensamentos. Nós temos o poder de escolher criar pensamentos conscientes de amor e harmonia, garantindo, assim, que o cérebro e a personalidade sejam positivamente alterados.

A empatia e o efeito em grupo

Vamos além do efeito que a reclamação tem sobre o próprio indivíduo. Essa linha de raciocínio científico se estende até a dinâmica entre duas pessoas, explicando cientificamente como a reclamação joga outras pessoas para baixo.

Assim, quando alguém derrama um caminhão de fofocas, de negatividade e drama em cima de você, você pode ter certeza que está sendo afetado bioquimicamente, diminuindo as suas chances ser feliz. A exposição a esse tipo de explosão emocional realmente provoca stress. E já sabemos que o estresse mata. Portanto, reclamação e negatividade podem contribuir seriamente para a sua morte precoce.

Parton refere-se a essa perspectiva como “a ciência da felicidade”, e este comportamento de reclamação contínua oferece um estudo propício para a ligação entre o poder do pensamento e a capacidade de controle que uma pessoa pode ter sobre a criação de sua realidade tridimensional.

“… Se você está sempre reclamando e menospreza o seu próprio poder sobre a realidade, você não pensa que tem o poder de mudar. E assim, você nunca vai mudar. “

 

 

 

Artigo extraído do site Terapeutas Quânticos e Holísticos , adaptado por WaysUP.

http://www.waysup.com.br/ciencia-explica-porque-reclamar-altera-negativamente-o-cerebro/

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Respiração Holotrópica

A Respiração Holotrópica é uma revolucionária técnica de autoexploração e psicoterapia criada pelo psiquiatra Stanislav Grof – um dos fundadores e principais teóricos da Psicologia Transpessoal – e sua esposa, Christina. É aplicada desde 1976 com profundos impactos terapêuticos e de desenvolvimento pessoal.

Holotrópico significa “movendo-se em direção à totalidade”. Deriva do grego holos (todo) e trepein (mover-se em direção a). Na Respiração Holotrópica, estes estados ampliados de consciência e seu pontencial de cura e transformação são alcançados com a combinação de técnicas essencialmente simples: respiração profunda e acelerada, música evocativa e trabalho corporal em um ambiente seguro e responsável. Corpo, mente, emoções e espírito trabalham em conjunto e, dessa forma, acessam o Ser Integral, que reúne estes campos.

Ao atingir estados incomuns de consciência, o método permite que os participantes se conectem à sabedoria e à capacidade de cura próprias de seu corpo e psiquismo, capaz de selecionar e trazer à tona conteúdos de forte carga emocional e, portanto, de grande importância às dinâmicas psíquicas. Pode-se reviver ou conectar-se com material biográfico, ter acesso às memórias do nascimento e da vida pré-natal, além de infindável espectro dos fenômenos transpessoais.

http://www.holotropica.com.br/#!respiracao/cjg9

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PSICOLOGIA TRANSPESSOAL e STANISLAV GROF

Na Psicologia Transpessoal, o homem é concebido como um todo, interconectado com toda a existência e toda a manifestação de vida, não encapsulado e limitado por um ego. É o princípio holográfico, onde não só o Todo contém as partes, mas também as partes contêm o Todo. Compreende ainda que nossa consciência manifesta propriedades não limitadas pelo espaço e/ou tempo. A inter-relação de toda a vida que existe no cosmos revela a espiritualidade como um aspecto de nossa natureza, onde nos sentimos conectados a esta Totalidade.

A Física Quântica e suas novas e surpreendentes descobertas acerca da realidade embasam a Psicologia Transpessoal e mostram que ciência e espiritualidade não são incompatíveis. Neste contexto, espiritualidade refere-se à dimensão transcendente própria do psiquismo humano, fonte importante de plenitude, discernimento e consciência ética em relação à vida e aos demais.

A cisão entre espiritualidade e ciência decorrente do modelo cartesiano de percepção de realidade é vista como uma das principais causas do mau uso do saber científico e do grande vazio existencial presente no mundo moderno.

http://www.holotropica.com.br/#!respiracao/cjg9

DEUSES-INDIANOS

DEUSES INDIANOS – SIGNIFICADO E SIMBOLISMO

A maioria das pessoas reconhece que estas belas imagens são indianas, pois demonstram o esplendor da cultura do hinduísmo: cores vivas, jóias extravagantes, enfeites exagerados e presença de alguma flor ou fruto em personagens antropomorfos misturadas com animais coloridos de encher os olhos.
 
Mas quando vemos tudo isso em uma imagem só, não é a toa, cada detalhe tem um significado profundo,simbolismos que tem o objetivo de transformar nossa consciência. 
 
Na série a seguir, iremos explicar via infográfico, alguns desses belíssimos deuses reverenciados na Índia.
 
 
BRAHMA
 
O Deus da Criação – Brahma, o primeiro Deus da Trimurti, trindade dos Deuses do hinduísmo (Brahma, Vishnu e Shiva). Representação da força da criação do universo.
 
Como terceiro membro da trimúrti hindu, Brahma representa o equilíbrio, enquanto Vishnu e Shiva representam as forças opostas da conservação e da destruição, respectivamente.
 
Simboliza a mente universal e por possuir atributos humanos (mente e intelecto), ele não é muito popular entre os indianos porém é mais reverenciado ao redor do mundo.
 
Veja no infográfico cada detalhe do simbolismo desta alegre figura…
 
KRISHNA
 
O Deus do amor. Krishna é um dos principais nomes de Deus e significa “o todo atraente”. Nos Vedas encontramos muitos e muitos nomes para Deus, pois para cada qualidade, podemos ter um nome. Como Deus tem qualidades ilimitadas, tecnicamente Ele tem ilimitados nomes. Porém, o nome Krishna tem uma conotação muito especial, pois refere-se ao aspecto mais atraente, íntimo e completo de Deus.
 
Krishna é a Suprema Personalidade de Deus, a Verdade Absoluta, a fonte de tudo e a causa de todas as causas. Nas escrituras, especialmente o Srimad Bhagavatam, existem explicações detalhadas de Sua morada, Sua aparência, Seus passatempos, Suas expansões, Suas energias, etc. Ele é dotado de seis opulências, todas ao grau infinito:beleza, força, sabedoria, riqueza, fama e renúncia. Ele sabe tudo que aconteceu, tudo que está acontecendo e tudo que vai acontecer. Ele é infinitamente misericordioso. Ele é o beneficiário de todos os sacrifícios e austeridades, o Senhor Supremo de todos os planetas e semideuses e o benfeitor e bem-querente de todas as entidades vivas.
 
Para conhecer em maior detalhe sobre Sua última vinda a Terra, cerca de 5.200 anos atrás, leia o livro “Krsna, A Suprema Personalidade de Deus” ou escute-o, de graça, em MP3, aqui.
 
Para conhecer Seus principais ensinamentos, leia o Bhagavad-gita, disponível aqui.
 
Veja no infográfico cada detalhe do simbolismo desta toda atraente figura…
 
VISHNU
 
O Deus protetor – Vishnu, uma das três deidades supremas do hinduísmo, o Deus supremo do Vaishnavismo. Suas qualidades são incontáveis, porém as 6 principais são:
Jnana (Omnisciência); é consciente de todos os seres;
Aishvarya (Soberania), é autoridade suprema;
Shakti (Energia), é capaz de fazer possível o impossível;
Bala (Força), é capaz de suportar qualquer coisa apesar de fadiga ou cansaço;
Virya (Vigor), é capaz de manter a imaterialidade;
Tejas (Esplendor), é autosuficiente.
As quatro mãos:
 
As quatro mãos de Vishnu simbolizam além das quatro direções do espaço, os quatro estagios da vida (quatro ashrams):
 
1) A busca do conhecimento (Brahamacharya)
2) Vida familiar (Grihastha)
3) Retiro na floresta (Vana-Prastha)
4) Renunciação (Sannyasa)
 
Também, representam as atividades primordiais que uma entidade desfrutando existência mundana deve se empenhar em alcançar (Purusharthas):
 
a) Deveres e virtudes (Dharma)
b) Bens materiais, riqueza e sucesso (Artha)
c) Prazer, sexualidade e curtição (Kama)
d) Libertação (Moksha)
 
Veja o infográfico com cada detalhe do simbolismo desta alegre figura…
 
 
SHIVA NATARAJA
 
Nataraja, “O rei da Dança”, é uma representação do Shiva como o dançarino cósmico, quem apresenta sua dança divina para destruir o que for necessário no universo e assim poder fazer a preparação para o Deus Brahma começar o processo de criação.
 
No centro de um arco de chamas de fogo, Shiva dança a dança da bem aventurança, dança durante a qual o universo foi criado. Ele dança sobre uma anão que é um demônio (Apasmara), quem além de representar a superação da escuridão, também simboliza a passagem do divino ao material. O rosto neutro de Shiva dá a impressão de equilíbrio, enquanto uma cobra se enrola no pescoço, representando Shakti e o caráter atemporal desta energia, também as vezes conhecida como Kundalini.
 
Esta estatua é um dos mais populares enfeites numa sala de Yoga, sem dúvida é muito vistosa e harmoniosa à vista. Veja no infográfico mais outros simbolismos que ajudam a entender o significado da beleza que nesta estatua fica sempre implícita.
 
GANESHA
 
GANESHA é o Deus do sucesso ou o Deus removedor de obstáculos – É um dos deuses mais comuns no hinduísmo, é uma deidade de fama popular na cultura hinduísta e atualmente tem grande influência das massas.
 
Filho dos Deuses Shiva e Parvati, de figura antropomorfa-elefantosa é também adorado como o Deus da educação, conhecimento, sabedoria e riqueza. É um das 5 principais deidades hinduístas (Brahma, Vishnu, Shiva e Durga os outros quatro)
 
A cabeça de elefante simboliza Atman ou alma, que é a suprema realidade da existência humana e o corpo de humano representa Maya ou a existência terráquea dos humanos. E a razão pela qual ele está com um colmilho faltando é porque ele quebrou ao escrever o livro sagrado Mahabharata.
 
Veja o infográfico com cada detalhe do simbolismo desta alegre figura…
 
 
SARASWATI
 
Deusa da sabedoria, das artes e da música. Esposa, de Brahma, o criador do mundo, ela faz parte da Trimurti – trindade das Deusas do hinduísmo (Saraswati, Lakshmi e Shakti).
 
É a protetora dos artesãos, pintores, músicos, atores, escritores e artistas em geral. Ela também protege aqueles que buscam conhecimento, os estudantes, os professores, e tudo relacionado à eloquência, sendo representada como uma mulher muito bela, de pele branca como o leite, e tocando sitar (um instrumento musical). Seus símbolos são um cisne e um lótus branco.
 
Na mitologia hindu, o cisne é a ave sagrada à qual se for oferecida uma mistura de leite e água, é capaz de beber só o leite, distinguindo a essência do superficial e o eterno do evanescente. Representa a qualidade de discriminação entre o bom e o mau.
 
A esta deusa era consagrado o chamado dia de Savitu-Vrta, normalmente comemorado no dia 16 de maio.
 
Veja no infográfico cada detalhe do simbolismo desta alegre figura…
 
 
LAKSHMI
 
A Deusa da prosperidade – Lakshmi, representação da prosperidade e riqueza (material e espiritual), da beleza e do amor. É a esposa e energia ativa de Vishnu.
 
É uma das deusas mães, sendo assim, chamada de “mata” – mãe: “Mata Lakshmi.” Também é chamada de “Shri” – a energia feminina do Ser Supremo. É a deusa que, através da sua representação, convoca à prosperidade, riqueza, pureza, generosidade e incorporação da beleza, graça e charme.
 
A importância de Lakshmi no lar tradicional hinduísta, faz dela uma deidade doméstica, pois é reverenciada a cada sexta-feira no altar na casa dos indianos hinduístas que se dedicam aos negócios (vivi isso como experiência própria na minha viagem pra India).
 
Um dos principais ensinamentos desta poderosa mulher é que com esforço constante governado com sabedoria e pureza e de acordo com o dharma próprio, a prosperidade espiritual e material são facilmente atingidas. 
 
Veja no infográfico cada detalhe do simbolismo desta alegre figura…
 
HANUMAN
 
O Deus super poderoso – Lord Hanuman, simbolicamente representa devoção pura, a ausência total de ego ou “eu inferior.” Representa a natureza neanderthal do ser humano, mesma que quando refinada e transformada, pode se estabilizar em Deus.
 
Hanuman simboliza a mente humana, que pula igual macaco para um lado e para o outro, desejando as coisas e comprometendo-se com inumeráveis atividades que distraem a paz interna. A mente, igual Hanuman, pode viajar a onde desejar na velocidade do pensamento. Pode também se expandir ou se contrair.
 
Enquanto ela permanecer apegada as paixões animais e os sentidos, permanecerá instável, causando distúrbios. Mas uma vez que se entregue à paz interna, e se dedica a ela disciplinadamente, pode chegar a manifestar poderes benéficos inimagináveis, igual Hanuman.
 
Veja o infográfico com cada detalhe do simbolismo desta alegre figura…
 
DURGA

A  Deusa inacessível ou invencível.  Foi criada como uma deusa guerreira para combater os demônios.

A palavra “Durga” em sânscrito, significa – barreira que não pode ser derrubada – ou também – aquela que elimina sofrimentos –

Protege aos seus devotos dos demônios do mundo e remove os mistérios.

Durga também é conhecida com a Deusa dos três olhos. O olho esquerdo representa o desejo (lua), o olho direito representa a ação (sol), e o terceiro olho (ponto vermelho no meio da testa) representa a sabedoria (fogo).

Veja no infográfico cada detalhe do simbolismo desta toda atraente figura…


RAMA

Rama, avatar de Vishnu e marido de Sita é um símbolo de sacrifício, um modelo de fraternidade, um administrador ideal, e um guerreiro incomparável. A essência da Rama é, portanto, a essência da excelência em cada exercício.

Rama é o exemplo supremo de como as pessoas devem se comportar no mundo, como um país deve ser governado, como a integridade e moralidade dos seres humanos devem ser protegidos. Ações elevados, qualidades ideais e pensamentos sagrados são fundamentos básicos de caráter. Rama é a própria personificação destes três atributos.

O Princípio de Rama é uma combinação do divino no humano e do humano no Divino. A inspiradora história de Rama apresenta o código de ética tripla relativa ao indivíduo, à família e à sociedade. Se a sociedade está progredindo bem, a família também estará feliz, harmoniosa e unida. Para a unidade na família, os indivíduos que a compõem devem ter um espírito de sacrifício.


Fonte: yogui.co
http://aumagic.blogspot.com.br/2015/08/deuses-indianos-significado-e-simbolismo.html

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Historia Sobre os Anunnaki

                                       
Anunnaki significa “Aqueles que desceram dos céus” na língua suméria; para os hebreus eram Nefilim, Elohim e para os egípcios antigo, Neter. Descobertas arqueológicas e artefatos recolhidos nos últimos duzentos e cinqüenta anos são a base da teoria de que uma avançada civilização proveniente deNibiru – um planeta distante, mas do nosso próprio sistema solar – desembarcou na antiga Mesopotânia a aproximadamente 450 mil anos atrás; eram os Anunnaki, alienígenas que colonizaram a Terra com o propósito de extrair grandes quantidades de ouro. Sua mão-de-obra foi arrebanhada entre os humanos primitivos, que foram manipulados geneticamente.

 

Há 250 mil anos, o sistema de colonização alienígena começou a declinar em virtude da pouca produtividade e rebeliões dos escravos humanos, especialmente nas minas. “Os Anunnaki decidiram então criar um novo ser para substituir os humanos primitivos. O geneticista Enki e o chefe de medicina Ninhursag, realizaram diversas experiências e criaram um híbridos usando material do homo-erectus, de animais e dos próprios Anunnaki. O resultado foi o homo-sapiens, que veio ao mundo para ser escravo! Como os primeiros homo-sapiens eram híbridos, não se reproduziam. Como precisavam de mais escravos e o tempo que dedicavam para criarem mais servos estava comprometendo os volumes de produções, realizaram novas experiências que permitiram a auto-procriação de suas criaturas.

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Quando os sapiens tornavam-se muito numerosos, parte deles era expulso das cidades Anunnaki e, assim, gradualmente espalharam-se pelo planeta. Mas as criaturas surpreenderam os criadores: eram belos e se desenvolviam muito bem. Algumas fêmeas começaram a servir de parceiras sexuais para os colonizadores. Essas uniões eram férteis, produziam prole. Mas isto era uma situação inaceitável para a elite dos Anunnaki que decidiram exterminar a população colonizada – a humanidade – provocando uma colossal inundação em época próxima à reentrada de Nibiru nas proximidades da órbita da terra. Esse dilúvio aconteceu há aproximadamente de 12 mil anos atrás.

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Muitos humanos foram salvos por Enki, que simpatizava com aqueles que ele mesmo havia criado. Por milhares de anos, homens e mulheres foram escravos e soldados. Os Anunnaki usavam seus servos nas guerras que travaram entre si, na construção de palácios e cidades, em instalações astronômicas localizadas em todos os continentes. Eles ocuparam não somente a Mesopotâmia, como também o Egito, a Índia, as Américas. Por isso os sinais de sua presença são encontrados em praticamente todo o mundo.

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Seis mil anos depois do dilúvio, os Anunnaki que aqui permaneceram resolveram que era hora de deixar o planeta e, gradualmente, conduziram a raça humana à independência, introduzindo um sistema sóciopolítico fortemente hierarquizado. Linhagens de reis foram estabelecidas, possivelmente considerando a descendência direta dos próprios Anunnaki: eram os “Iniciados”, versados em ciências como matemática e astronomia, conhecedores de técnicas de medicina, arquitetura e engenharia. Dinastias cuja continuidade era feita por meio “colégios” – os “colégios dos mistérios”.

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Mistério de Tiamar – O outro nome da Terra
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Há 500 mil anos atrás o planeta Terra não se chamava “Terra”. O nome “Terra”, do grego gaia, é uma inovação recente. O antigo nome do nosso planeta é Tiamat. Era um lugar completamente diferente do que conhecemos hoje e localizava-se no espaço em outra posição, mais distante do sol, entre Marte e Júpiter. Marte, que ficava mais perto do sol era, então, habitado, com um clima temperado e água abundante em estado líquido. Este fato, embora não divulgado, foi amplamente estudo pela NASA e cientistas de outros órgãos.

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Tiamat estava mais próximo da estrela Sírius (ou Sothis, como a chamavam os antigos egípcios). O sistema planetário de Sírios e o sistema do nosso Sol eram parte de um mesmo e único sistema maior – parte de uma unidade cósmica. Os dois sistemas ainda são gravitacionalmente conexos com um terceiro sistema, outro fato que começa a ganhar espaço nos meios científicos.

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O “Sistema Regional de Sírius” gira em torno de um sol central chamado Alcyone, estrela situada na constelação das Plêiades ou “Quadrante das Plêiades”. O conjunto Sol-Sírius-Alcyone descreve uma órbita ao redor do centro da galáxia (Via Láctea) em direção da estrela de Sagitário. Todo o movimento orbital do megasistema tem uma duração de 200 milhões de anos. Este grande ciclo deve completar uma revolução em 21 de dezembro de 2012, data prevista pelos maias para a deflagração de catástrofes apocalípticas.

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Evidências Astronômicas

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A prova definitiva da veracidade da tradição suméria seria o reconhecimento científico de um décimo planeta (ou 12º astro) no sistema solar, ou seja, a “descoberta” de Nibiru com tamanho, órbita e outras características descritas nos registros da Mesopotâmia.

Plutão foi descoberto em 1930 e Caronte, sua lua, em 1978. A análise de Plutão mostra que determinadas peculiaridades da órbita deste planeta e também das órbitas de Urano e Netuno somente podem ser explicadas pela existência de um planeta desconhecido que deve ser bem maior que Plutão e mesmo a Terra.

Entre 1983 e 1984, o IRAS – Infrared Astronomical Satellite – registrou informações relacionadas a um décimo planeta. Em 1992 novas descobertas foram publicadas na imprensa norte-americana sobre “…mais um planeta em nosso sistema solar, denominado intruder”. Os cientistas iniciaram, então, a confrontar dados da astronomia clássica com traduções de Zecharia Sitchin, especialmente com a tradução de ‘Enuma Elish’, “…que narra a história da formação deste sistema solar”! São dados antiguíssimos que falam “…do planeta Tiamat, do tamanho de Urano, cuja órbita passa entre Marte e Júpiter”.

“O grande planeta Nibiru foi capturado pela força gravitacional do sistema solar e sua entrada no conjunto causou anomalias nas luas dos outros planetas. Nibiru colidiu com Tiamat e enormes fragmentos entraram na órbita da Terra. Um desses fragmentos veio a ser a nossa Lua”.

O interesse de antigos e contemporâneos por Nibiru ocorre de uma questão bem prática. Os relatos arqueológicos são claros: a passagem deste planeta a cada 3600 anos nas proximidades da Terra produz efeitos sensíveis na realidade ambiental; catástrofes são desencadeadas. A passagem de Nibiru é, possivelmente, a causa da mudança nos pólos da Terra, dos regimes da marés, dos padrões climáticos, dos desvios da órbita e choque com asteróides que são arrastados pelo “intruso”. Hoje, especula-se, que Nibiru pode ter provocado a extinção da vida em Marte, o fim dos dinossauros e o dilúvio bíblico.

 

Representações maias de pilotos antigos

 

Peças representando um jetpack

 

O “Dogu”, astronauta ancestral que teria visitado o Japão antigo, no período Jomon

 Artefatos milenares do Peru e México comparadas c/ fotos de astronautas e pilotos modernos

O “astronauta de palenque

 

 

Peças representando um ônibus espacial

 

Obeliscos sumérios retratando uma possível estação orbital

 

Evidências Tecnológicas

Há muito tempo escavações arqueológicas têm trazido à luz artefatos, ferramentas, máquinas e registros que, por suas sofesticações, surpreendem estudiosos e cientistas. São objetos inexplicáveis para a ciência histórica e acadêmica a exemplo de: No deserto do Iraque foram encontradas baterias de argila com eletrodos datadas em 2 mil e 500 anos antes de Cristo; em uma pirâmide funerária, havia um modelo de aeroplano perfeitamente funcional.

Mais recentemente, a redescobeta de ouro monatômico em sítios arqueológicos do Oriente Médio veio reforçar a crença em civilizações do passado altamente sofisticadas. As substâncias monatômicas são supercondutoras de energia em temperatura ambiente e possuem propriedades anti-gravitacionais. Somente nos últimos anos o ouro monatômico tem sido investigado pela física. Arqueologicamente, entretanto, o ouro monatômico mesopotâmico é conhecido desde 1889, quando sir Flinders Petrie demonstrou que o material foi produzido há 3 mil anos atrás.
Evidências Documentais

O registro histórico documentado sobre a existência e as realizações dos Anunnaki começaram a aparecer nos primeiros anos do século 19. Diversas escavações arqueológicas na Mesopotânia (atual Iraque) acabaram revelando que “a aproximadamente 6 mil anos atrás houve uma avançada civilização na Suméria”! Centenas de placas de argila contendo informações relacionadas não somente com às questões do cotidiano, a exemplo do comércio, casamentos, ações militares, sistema de cálculos astronômicos, etc., mas também placas com escrita cuneiformes falando dos Anunnaki!

Fica evidente que os sumérios sabiam perfeitamente que aqueles aliens eram criaturas vivas, de “carne e osso”. A Biblioteca de Assurbanipal, apesar de ter sofrido um incêndio, não perdeu nada de seus documentos feitos de argila, resistente ao fogo. Assim, foram preservadas 400 placas cuneiformes que contém a história de tempos muito antigo; uma espécie de “cápsula do tempo” feita de barro cozido. São estes documentos que contam a saga dos Anunnaki.

 

Evidências Genéticas

.Os registros sumérios localizam o “…laboratório, onde os Anunnaki criaram o homo-sapiens na região leste da África Central”. Coincidentemente é a mesma área onde foi encontrado o mais antigo DNA mitocondrial – do fóssil que ficou conhecido como Lucy – e, ruínas de minas de ouro com mais de 100 mil anos. Parte desse documentos descrevem, ainda, avanços da engenharia genética! Vale registrar que o rápido progresso da espécie humana sapiens é notavelmente anômalo face aos milhões de anos que foram necessários para consolidar os membros mais antigos do nicho dos homo-erectus.

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Alguns dados “científicos” vazados para a imprensa

1. Nibiru é um de muitos planetas que orbitam uma Estrela Escura (Dark Star) ou Anã Marrom (Brown Dwarf). Esta Estrela Escura tem ao todo sete planetas: cinco pequenos, Homeworld (o sexto planeta, do tamanho e similar à Terra) e Nibiru, o sétimo planeta – embora haja dúvidas se seja realmente um planeta.

2. Quando a Estrela Escura fica no periélio (posição mais próxima do nosso Sol), entre 60 e 70 AU (AU = Astronomical Unit – unidade astronômica igual à distância média entre a Terra e o Sol. aproximadamente 150 milhões de quilômetros, ou 500 segundos-luz / 8 minutos-luz), a órbita de Nibiru, que fica a 60 AU da Estrela Escura, possui uma órbita suficientemente alongada para atravessar nosso sistema solar, geralmente nas proximidades da órbita de Júpiter, apesar dessa órbita poder variar.

3. A inclinação orbital de Nibiru é cerca de 30 graus em relação ao nosso plano solar ou da eclíptica. Quando Nibiru atravessa nosso sistema solar em movimento retrógrado (sentido oposto em relação aos demais planetas) gera gigantescas e generalizadas perturbações electromagnéticas que afeta os corpos celestes próximos.

4. Quando Nibiru aproxima-se do nosso sistema solar interior, ele acelerará rapidamente por debaixo da eclíptica, passando atrás e por baixo do Sol antes que ele passe para cima da eclíptica num ângulo de 33 graus.

 

5. Do polo sul ou extremo sul da Austrália, Chile ou Argentina, Nibiru será visto pelas pessoas – a partir de 15 de maio de 2009 – como uma estrela vermelha brilhante do tamanho aproximado da nossa Lua. Ele estará se movendo de baixo – a partir da órbita da terra – para cima.

6. A partir de junho de 2011, todos na terra poderão ver Nibiru a olho nú.

7. Em 7 de setembro de 2012, dia em que Nibiru estará mais próximo da terra: somente a 1,4636 UA (219,6 milhões de quilômetros – 731,8 segundos-luz / 12,20 minutos-luz).

8. Em 21 de dezembro de 2012, Nibiru estará a 2,7950 UA (419,3 milhões de quilômetros – 1.397,5 segundos-luz / 23,292 minutos-luz) da terra. Esta não é uma data crítica para o planeta terra.

9. Em 27 de abril de 2013, entre as 6 horas da manhã até às 11 horas da noite, Nibiru estará a apenas 1,5720 UA (235,8 milhões de quilômetros – 786 segundos-luz / 13,1 minutos-luz) da terra, se afastando continuamente dessa parte da galáxia até regressar novamente em aproximadamente 5614.
Informações que se enlaçam?

1. “Astrônomos reputados acreditam na existência de um planeta desconhecido – um planeta X – em algum lugar além da órbita de plutão pois afirmam que é a única forma de esclarecer as anomalias detectadas nas órbitas de Netuno e Urano…” New York Times, em 19 de junho de 1982.

2. Em 1982 a NASA reconheceu publicamente a possibilidade de existir um planeta extra solar. Um ano depois, “…numa espécie de frenética corrida espacial”, a NASA lança o IRAS – Infrared Astronomical Satellite.- projeto patrocinado pelos Estados Unidos, Inglaterra e Holanda. Este sofisticado satélite, lançado com o mínimo de informações sobre seus objetivos, acabou ”localizando um enorme corpo celeste”, como foi divulgado em 1983 pelo jornal Washington Post, em entrevista à Gerry Neugebauer, cientista chefe do JPL-IRAS (Jet Propulsion Laboratory), que afirmou: “Um corpo celeste provavelmente tão grande como Júpiter e tão próximo da Terra, podendo inclusive ser parte do nosso sistema solar, foi encontrado próximo à constelação de Orion. Tudo o que posso dizer é que não sabemos o que é isso”.

3. No inicio de 1984 a NASA anuncia a construção de um potente telescópio no Polo Sul: SPT – South Pole Telescope. no inicio de 2006 Nibiru iniciou a ser observado e estudado a partir deste telescópio.

4. Em março de 2007 a Noruega e a ONU firmam parceria para construção de uma “Caixa Forte Internacional de Sementes” com o declarado objetivo de “salvar a agricultura mundial no caso de catástrofes futuras…”

5. Três exemplos de informações divulgadas pela imprensa que estão gerando outras interpretações, “…como se parte das lideranças mundiais desejasse convencer a sociedade humana sobre a existência de vida for a da Terra”: Vaticano admite que pode haver vida for a da terra; astronautas da missão Endeovour estão convencidos de que há vida extraterrestre; Inglaterra abre arquivo secreto sobre OVNIS, etc.
Observando o Planeta X

A partir de maio de 2009, quem observar cuidadosamente o nascer ou pôr do Sol no extremo sul do nosso planeta (Polo Sul, Austrália, Argentina ou Chile) poderá ver um “pequeno sol vermelho, ao lado do nosso já conhecido Sol. Este é o Planeta X ou Nibiru como muitos hoje o denominam.

Algumas especulações divulgadas na web

1. Os Annunaki, “os Gigantes ou Deuses de Antigamente”, habitam Homeworld. Nibiru é na maior parte inabitável.

2. Nibiru e/ou suas luas foram responsáveis pela destruição de Maldek, que agora é o Cinturão de Asteróides (localizado entre as órbitas de Marte e Júpiter). Ele também causou as crateras e cicatrizes superficiais na nossa Lua e nos planetas do nosso sistema solar, assim como as inclinações axiais variáveis dos planetas em suas órbitas.

3. Nibiru pode ter causado o afundamento de Lamuria, Atlântida e o Dilúvio de Noé.

4. Membros da NASA, Pentágono, Departamento de Defesa americana, Serviços de Inteligência Militar internos, SETI (Search for Extra-Terrestrial Inteligence) e CIA especulam que 2/3 da população do planeta podem morrer durante cataclismas planetários que culminará com a inversão dos pólos; causados pela passagem de Nibiru.

5. Essas mesmas agências governamentais e públicas também estimam que outros 2/3 dos sobreviventes poderão morrer de fome, sede, frio e outros agentes climáticos, nos 6 meses após a passagem de Nibiru.

6. Diversos governos já conhecem a gravidade dos acontecimentos que se aproximam e estão se preparando para salvar o que for possível. Eles sabem que não poderão salvar a todos – tentarão salvar àqueles que forem mais necessários para sobrevivência da espécie humana e, talvez de outros animais. Eles têm planos, você têm algum?

7. O volume de informações que estão “vazando” por membros de agências governamentais e públicas que estão apar dessa delicada questão está rompendo a barragem e liberando essas informações para a sociedade humana. Mas até que ponto o “vazamento” dessa informações é bom? Em parte, acreditamos, que isso é negativo pois além de alimentar boatos e especulações pode gerar pânicos coletivos que, se ampliados, pode até inviabilizar ou tornar bem mais difíceis ações públicas que estão sendo feitas para tentar salvar pelo menos parte de nós e de nossa cultura.

FONTE:http://www.book-of-thoth.com/blogs/oddthings/

http://deusesastronautas.blogspot.com.br/2011/05/historia-sobre-os-anunnaki.html

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O HAARP e o brasileiro Dr. Fran De Aquino

Um físico brilhante publicou um livro revolucionário citando 30 outros trabalhos científicos que revelam que HAARP tem incríveis poderes muito além do que suspeita a maioria dos investigadores da tecnologia de energia de alta freqüência. Dr. Fran De Aquino afirma que uma rede totalmente funcional do HAARP, ativada globalmente, pode não só afetar o clima e eventos geofísicos, mas influir no espaço e gravidade… Inclusive o próprio tempo!

Dr. Fran De Aquino

Agora, a rede está quase completa com a ativação das mais recentes instalações do HAARP na parte inferior do mundo: a desolada e alienígena Antártida. Os mestres do HAARP tornar-se-ão os mestres do tempo também?

Facções de três dos maiores governos do mundo — os Estados Unidos da América, a Federação da Rússia e da República Popular da China — podem ORDENAR A ELIMINAÇÃO do homem que eles vêem como um dos mais perigosos do mundo. Não, ele não é o mais caçado terrorista multinacional do mundo, nem mesmo um cientista louco com um novo vírus que pode destruir a humanidade.

O homem mais perigoso do mundo é o físico brasileiro Dr. Fran De Aquino

De Aquino não desenvolveu um raio da morte ou obteve códigos secretos para lançamento de mísseis nucleares no mundo. Ele tem feito algo potencialmente muito pior: ele tem derramado os “feijões” científicos e tecnológicos do maior segredo do mundo: o objetivo final do HAARP.

HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program) agora tem instalações “criss-crossing” do mundo e estende-se de pólo a pólo. As instalações da Antártica estão perto de conclusão.

De Aquino, diz que o papel da radiação High-power ELF gerada pelo Aquecimento de HF modulado da ionosfera pode causar terremotos, ciclones e aquecimento localizado, e levanta o véu que esconde os “mágicos” do HAARP — e ao contrário do antigo mágico de Oz, os “mágicos” do HAARP têm algum poder real à sua disposição.

Trabalho acadêmico do físico — citando 30 outros trabalhos científicos, e semelhantes revisados— revela muito mais do que o incrível título do livro promete.

HAARP pode manipular a gravidade

A maioria dos pesquisadores do HAARP suspeitam há algum tempo que a tecnologia pode provocar terremotos e estimular furacões.

De Aquino tende a confirmar essas suspeitas, mas vai mais longe. Utilizando altas frequências, diz ele, o HAARP pode modificar, inclusive o controle da gravidade bloqueando ondas de gravidade localmente.

De Aquino sustenta que objetos pesados podem ser movidos, e mesmo transportados através da criação de “gravitacional shieldings.” Mas, insiste o cientista, HAARP pode fazer ainda mais.

A tecnologia ELF pode gerar gravitacionais mantos de blindagem que são feitos por camadas de semicondutores de alta força dielétrica colada por duas camadas de folhas metálicas e camadas de isolamento. O manto de blindagem gravitacional pode ser feito para que tenha apenas 1 milímetro de espessura.”

A alegação de Aquino se sustenta pelas experiências do outro físico, Dimitriou Stavros TEI-Atenas, Deptartmento de engenharia elétrica na Grécia. Stavros demonstrou com sucesso uma interação eletromagnética com o campo de gravidade.

Do seu resumo: The period of the pendulum oscillations of a suspended electromagnetic resonant circuit formed by quarter-wavelength transmission line sections is found to be affected by electrical parameters of the oscillator driving it. Of particular influence appears to the magntitude of current at resonance, which depends on the effective quality factor (Q) of the RF tank circuit and the input driving power.o.

Ainda, o mais surpreendente de tudo, De Aquino afirma que o poder supremo do HAARP é sua capacidade de distorcer o tempo.

Dilatação do tempo, um efeito relativístico descrito na teoria especial da relatividade de Einstein, é criada por massa se aproximando da velocidade da luz e afetando a gravidade pela deformação de espaço-tempo.

HAARP pode controlar o tempo e o espaço

De Aquino mostra que, quando submetidas a um campo eletromagnético de ELF uniforme, a massa pode ser transferida para um tempo diferente relativo para observadores externos. Isto é feito artificialmente, e a vontade.

A avançada tecnologia de teletransporte HAARP

A analogia que ele representa considera um navio no oceano. Ele explica… O navio “é feito de aço. Quando submetido a um campo eletromagnético de ELF uniforme, com intensidade e freqüência o navio executará uma transição no tempo para outro momento. É importante observar que o campo eletromagnético, além de ser uniforme, deve permanecer com o navio durante a transição para o novo tempo. Se não for uniforme, cada parte do navio realizará transições para diferentes momentos no futuro. Para que o campo eletromagnético permaneça com o navio, é necessário que todas as peças, que estão envolvidas com a geração do campo, permaneçam dentro do navio. Se as pessoas estiverem dentro do navio elas realizarão as transições para tempos diferentes no futuro porque suas condutividades e densidades são diferentes.”

Nikola Tesla

Notavelmente, é quase o exato cenário descrito pela testemunha Carl Allende do experimento Filadélfia. Agora amplamente considerado como uma história fabricada, no início da década de 1940 U.S. A Marinha alega que o experimento denominado projeto Rainbow nunca realmente ocorreu.
HAARP baseia-se no trabalho de Nikola Tesla, há um século.

Crentes da história, no entanto, afirmam que o famoso inventor e gênio eletricista Nikola Tesla ajudou no experimento que envolveu um navio escolta naval o USS Eldridge. O objetivo foi criar invisibilidade, mas acabou tragicamente quando o navio foi espacialmente transportado e partes dele ficaram presas em anomalias temporais.

Suspeita-se fortemente que grande parte da tecnologia HAARP é um trabalho de Tesla — atualizado e melhorado — e construída sobre os mais recentes conhecimentos científicos do século XXI.
Assim, para o que será HAARP usado? Guerras do tempo? Manipulação de eventos geofísicos? Manipulação da gravidade? Deformação de espaço-tempo? Alguns pensam que a tecnologia é para enlouquecer as pessoas.

http://olharparaofim.blogspot.com.br/2013/05/o-haarp-e-o-brasileiro-dr-fran-de.html

http://piramidal.net/2013/09/06/o-haarp-e-o-brasileiro-dr-fran-de-aquino-o-homem-mais-perigoso-do-mundo-atual/

 

HAARP, a Arma que Controla o Mundo

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No remoto Alasca está localizado o H.A.A.R.P. (High Frequency Active Auroral Research Program, Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência) que começou a operar em 1993. Segundo relatos oficiais, o projeto tem como objetivo principal ampliar o conhecimento obtido até hoje, sobre as propriedades físicas e elétricas da ionosfera terrestre. Com isso, seria possível melhorar o funcionamento de vários sistemas de comunicação e navegação, tanto civis quanto militares (o que gera desconfiança em grande parte dos conhecedores do HAARP).

 

Boreaul-Haarp-To-no-Cosmos

 

Tudo isso seria muito bom, e além de mais uma contribuição tecnológica para a humanidade, porém em 2002 o parlamento russo apresentou ao então presidente Vladimir Putin documentos que afirmavam que os Estados Unidos estariam produzindo um novo aparelho capaz de interferir em todo planeta.

O relatório dizia que o HAARP seria uma nova transição na indústria bélica, que já passou pelas fases de armas brancas, armas de fogo, armas nucleares, armas biológicas e chegaria então ao patamar de armas geofísicas. Segundo estas teorias, seria possível controlar placas tectônicas, temperatura atmosférica e até mesmo o nível de radiação que passa pela camada de ozônio.

 

revista haarp - To no Cosmos

O grande cientista Nikola Tesla já havia premeditado essa técnica, hoje tido como artimanhas do governo.

 

Vladimir Acosta, que era o porta voz de Hugo Chávez, fez a seguinte declaração para o canal Vive TV em 2010: “Os Estados Unidos aparentemente tem em possa uma “arma de terremoto” que criou o catastrófico terremoto no Haiti e matou 200 mil inocentes. Não acredita em mim? Pergunte ao Hugo Chávez.”

Os motivos para a escolha de um país tão pobre parece ser uma simples resposta. Os Estados Unidos precisavam de um local para testar o potencial de sua nova arma. Os testes oceânicos não davam informações suficientes e atacar os inimigos no oriente médio seria suicídio comercial.

Existem ondas de rádio em diversas frequências, por mais que não sintonizemos nossos rádios para captá-las, elas estão no ar. O som também é emitido em frequências e há amplitudes delas que os ouvidos humanos não são capazes de captar, mas isso não quer dizer que elas não existam. Somando estes dois pontos, temos mais uma teoria conspiratória.

Mammatus - To no Cosmos

Por ficar muito mais acima, balões meteorológicos e satélites não podem ser utilizados para realizar medições e análises sobre a ionosfera. Por isso o HAARP seria tão importante, já que utiliza a maneira mais eficiente de contatar o setor: antenas de emissão de ondas de frequência altíssima.

 

Utilizando uma mescla de ondas de rádio com frequência sonora, os Estados Unidos poderiam manipular a mente coletiva para que algum ideal fosse defendido ou algum governo rival fosse atacado. Enviando as informações para toda a população em frequências que não poderiam ser captadas por aparelhos, não demoraria para que a “lavagem cerebral” estivesse concluída.

 

 

 

No documentário exibido no Brasil pelaTrutv, ‘Teoria da Conspiração’, há um episódio em que o apresentador e ex-Governador da Califórnia vai até o Alasca em busca de respostas sobre o HAARP, porém só encontra portões fechados e tem sua entrada barrada. O responsável diz que a entrada ao público é permitida apenas em uma ocasião especial que acontece a cada dois anos.

 

Os relatos dos habitantes locais mostram que não se trata apenas de uma máquina para estudar o tempo, e sim de um ‘controlador do clima’.

O governo chegou a cessar as operações do HAARP para dar fim as especulações, mas parece que não aguentaram, e já está funcionando novamente.

Willian Cohen - To no Cosmos

Para a grande maioria o que não afeta a sua vida diretamente não importa. Porém isso está afetando a vida de todos diretamente. Em Abril de 1997 em uma conferência sobre o antiterrorismo, o ex-Secretário de Defesa dos EUA, William Cohen, fez a seguinte declaração:

 

“Outros (terroristas) estão envolvidos até em um tipo ecológico de terrorismo através do qual possam alterar o clima, provocar terremotos, ativar vulcões remotamente através do uso de ondas eletromagnéticas. Então há uma abundância de mentes engenhosas que estão lá fora trabalhando para encontrar formas em que eles possam causar terror e pânico às nações. É real, e isso é a razão pela qual temos de intensificar os nossos esforços (de antiterrorismo).” 

 

Há quem diga que várias outras catástrofes não foram naturais como pensamos, e sim causadas pelo HAARP, inclusive parte da seca no Nordeste brasileiro que teria aumentado após alguns testes, além de alguns tornados misteriosos pelo país.

Tudo seria como em um videogame, onde o jogo seria o planeta e através de seus controles, mudariam, criariam a direção de ventos, terremotos entre outros, adulterando a ordem natural das coisas.

http://tonocosmos.com.br/haarp

 

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Dharma, Karma e Samsara

por Gilberto Coutinho”Na maioria das tradições filosóficas da Índia, tais como o Hinduísmo, Budismo e Jainismo, o samsara – ciclo mecânico de morte e renascimento – é tido como algo natural. Preso ao samsara, através da lei do karma, encontra-se o homem, cujos frutos de suas ações, sejam eles bons ou maus, devem esgotar seus efeitos através de inúmeras existências”
Num passado longínquo, sábios (rishis) da Índia compreenderam a maneira mais fácil e perfeita de se conectar com o universo: “agir de acordo com as próprias leis da natureza”.
Dharma é um termo sânscrito, provém da raiz “dhr”, “levar”, “suster”, “portar”, e significa “suporte”, “aquilo que sustém, mantém unido ou elevado”. Dharmah, “religião”, “código de vida”, “modo de bem viver”, “dever ou obrigações”. Dharmam, “doutrinas”.
Dharma é a lei universal da natureza, que se expressa em cada ser e, simultaneamente, em todo o universo, através de sua influência constante e cíclica; a justiça ideal que faz com que as coisas sejam o que elas são, ou o que devam ser. É um dos principais conceitos do Hinduísmo, Budismo e Jainismo. É o princípio da verdade que mantém todas as coisas animadas e inanimadas em harmonia, favorecendo o crescimento e o desenvolvimento espirituais.Dharma aponta para os fundamentos da lei universal na qual os pensamentos, sentimentos e as ações humanas devem basear-se para obter apoio do universo. Os hindus a chamam de Sanatana Dharma, ou “eterna lei da verdade”, sugerindo que a tradição da lei natural não é limitada pelo tempo, espaço ou pessoa.

Para os budistas, Buddha Dharma é o caminho natural para a iluminação. Uma vida centrada no dharma é o alicerce necessário para se vivenciar a filosofia yogue e a base de todos os tratamentos ayurvédicos. Dharma também é a capacidade de prestar serviço, o que consiste numa das qualidades essenciais dos seres humanos. Portanto, cada pessoa deve conscientizar-se de seu dharma e realizá-lo da melhor forma possível.

Outra maneira de conectar-se com a mente do universo se dá através da prática diária do yoga, do cultivo do silêncio interior, da meditação (dhyana), reconhecendo a verdadeira natureza que jaz em seu próprio ser (quando alguém reconhece a sua própria natureza interior, está praticando yoga); desligando-se dos sentidos (pratyahara) e das coisas mais próximas ao seu redor, aproveitando o tempo para experimentar o silêncio, nele se concentrar, e apenas existir.

Muito antes do físico, matemático e astrônomo inglês Isaac Newton (1642-1727) ter estudado e descrito brilhantemente uma importante lei da física, “Ação e Reação”, os sábios e yogues da antiga Índia já a haviam observado na natureza e, inclusive, preocupavam-se com os frutos das ações humanas e filosofaram profundamente a respeito disso.

A mais importante lei dhármica é o karma (da raiz “kr”, “fazer”, “ação”, “rito”, “execução), significa “ação” ou “atividade”. É a lei da ação e reação, de causa e efeito. Sir Newton descreveu metodologicamente uma lei física, enquanto que esses antigos sábios e yogues foram capazes de descrever filosoficamente algo ainda mais sutil, uma lei que além de física é também espiritual.

Da forma como se age, experimentam-se os frutos das próprias ações, não apenas na vida presente, mas também em vidas futuras. Existe uma infinita justiça no universo que se manifesta através de inúmeras vidas ou encarnações, não apenas instantaneamente. Para os yogues e hindus, nenhum débito fica sem ser pago no universo. Os frutos das ações kármicas podem restringir a consciência (chit), conduzi-la a um estado de aprisionamento, estagnação, ignorância (tamas), miséria, apego e doenças, o que confere intranquilidade à mente (chitta ou manas), sofrimento, e aprisioná-la em conquistas efêmeras.

Pode-se imaginar alguém jogando uma pedrinha na superfície de um lago imóvel, cristalino e sereno, observando as ondulações que ela produzirá, quando atingir a sua superfície; isso reflete a “lei de ação e reação”. Também, quando se busca aquietar a mente e se concentrar, e uma ideia ou pensamento aflige a mente, isso poderá produzir (dependendo da identificação ou não com esse pensamento) inúmeras modificações mentais.

Então, deve-se persistir na concentração até que a mente se torne completamente serena, livre das interferências dos pensamentos. As ações humanas têm um significado além do que se pode ver na superfície. Toda ação produzirá uma energia que retornará ao seu progenitor. Colhem-se os frutos que se plantam. Quando alguém opta e realiza ações que favorecem a natureza, os animais, a justiça, a felicidade e a prosperidade de outras pessoas, essas ações acabam tornando-se parte dessa pessoa e ela, também, torna-se realizada, próspera e feliz.

Ao se relacionar, uma pessoa terá que dar de si mesmo, precisará valorizar e compreender o seu próximo. Todos os dias os seres humanos executam inúmeras ações sutis que acabam influenciando enormemente o que a vida lhes traz. Em termos práticos, deve-se perguntar a si mesmo: “Quais serão as consequências da minha escolha ou atitude?” Dentre uma gama de escolhas, há sempre uma correta, que pode trazer harmonia, felicidade, saúde, liberdade e prosperidade. Como realizar a escolha correta?

No momento em que se faz uma escolha, deve-se prestar bem atenção aos próprios sentimentos. Se ocorrerem dúvidas, desconforto, receios e mal-estar, então, provavelmente, a escolha não é de karma apropriado. O presente e o futuro são arquitetados por escolhas feitas a cada instante da vida. Tudo o que acontece no presente momento é resultado de escolhas que se fez num passado próximo ou distante. Tais escolhas podem trazer consequências evolutivas ou destrutivas.

A lei do karma ressalta que a cada momento existe a possibilidade de se realizarem coisas diferentes e mudar-se favoravelmente o rumo da vida. Deve-se parar um momento e testemunhar as escolhas já feitas e aquelas por se fazerem na vida.

Samsara

Na maioria das tradições filosóficas da Índia, tais como o Hinduísmo, Budismo e Jainismo, o samsara – ciclo mecânico de morte e renascimento – é tido como algo natural. Preso ao samsara, através da lei do karma, encontra-se o homem, cujos frutos de suas ações, sejam eles bons ou maus, devem esgotar seus efeitos através de inúmeras existências.

O homem deve transcender o samsara mediante a “iluminação” de sua consciência. O karma e o samsara podem ser transcendidos ou dissolvidos mediante dois caminhos que conduzem à libertação (moksha): a aquisição de jnâna (conhecimento superior) e a prática de bhakti (devoção, amor). Uma vez que a sabedoria libertadora (vidya) é alcançada através do conhecimento (jnâna), a ideia do ahamkâra (sentido de individualização, ego) e mamata (“ação do eu” ou “isso é meu”) se dissolve; consequentemente, o samsara se extingue, e a natureza divina existente no homem (atman), alcançando a libertação (moksha), funde-se a Brahma (deus criador), à consciência do universo.

Com a dissolução da ilusão de aham (“eu sou”) e mamata (“isso é meu”, apego), atman, finalmente, alcança-se a verdadeira compreensão de que se é também Brahman (o Absoluto) – aham brahmansmi, “eu sou brahman” – e o samsara deixa de existir.

Eu e Deus somos Um – Facebook

 

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OS novos hippies do século 21 não usam drogas

 

 

Eles fazem yoga, buscam comidas naturais e orgânicas, fazem a cabeça com meditação e música e não buscam alterar a consciência através de drogas psicodélicas como a geração hippie de 70. Esses são os novos hippies identificados por Steve Schapiro no seu livro Bliss: Transformational Festivals & the Neo Hippie.

Schapiro, 80,  viajou pelo EUA com seu filho Teófilo Donoghue, 32, por eventos como Rainbow Gathering, Electric Forest, and Burning Man entre 2012 e 2014 e descobriu uma subcultura nesses grupos mais interessados ​​em meditação e uma vida saudável do que em fixações psicodélicas de seus antecessores.

“É uma atitude totalmente nova. Há muito menos de um estresse sobre drogas psicodélicas. O que vimos foi que as pessoas buscam entrar em um estado de felicidade verdadeira através da meditação e dança”. disse Schapiro.

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No Brasil, vemos também uma nova geração de hippies que buscam acessar estados elevados de consciênciaatravés do contato com a natureza,  aprofundamento em meditação, aproximação com culturas milenares focadas na disciplina e eliminação do ego como hinduísmo e budismo, engajamento em causas sociais, preservação da natureza, utilização de energias alternativas, veganismo entre diversas outras novas tendências desses novos hippies que só visualmente se parecem com os hippies de 70, mas a consciência é outra.

Drogas psicodélicas estão sendo consideradas por essa nova geração como um empecilho a própria liberdade.

A consequência do uso de qualquer substância que altere estados de consciência leva a dependência física e psicológica a médio/longo prazo, entrando em contradição direta com uma cultura que preza pela liberdade. Como ser livre, se sou dependente?

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Atualmente, muitos festivais e reuniões desses novos hippies são proibidos drogas, álcool e qualquer tipo de substância que tire a percepção do momento.

Esses eventos é uma espécie de grande reunião familiar onde estão reunido idosos, crianças, adultos e jovens.

Ecovilas

Muitos desses novos hippies se reúnem em ecovilas para viverem de maneira sustentável, em comunidade e sempre há uma vertente espiritual que os mantém ligados e dita a ética dentro dessas comunidades.

Nessas ecovilas se praticam técnicas avançadas de permacultura, cultivos orgânicos, atividades em grupo, construção das próprias casas com materiais recicláveis, manutenção das áreas comuns, escolas com metologia focada na criatividade das crianças e jovens, reutilização de águas da chuva e práticas espirituais como yoga, meditação, tai chi são comuns nesses grupos.

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Quem são esses novos hippies ?

Se engana quem imagina que esses novos hippies estão girando por aí sem um destino. Na realidade essa nova geração de novos hippies estão questionando o status quo de viver na cidade, trabalhar para consumir e consumir para trabalhar, se prender a uma prestação de um pequeno apartamento por 30 anos numa grande cidade, ter um custo altíssimo de vida para manter carro, prestações, escola dos filhos e estarem infelizes mesmo com todo seus esforços para serem felizes.

Estão questionando se vale a pena ficar preso a um emprego que não gostam pelo dinheiro no fim do mês. Esses novos hippies são pessoas estudadas, que muitas vezes atingiram estágios altos na sociedade de consumo e simplesmente se encontram infelizes, com uma falta de sentido profundo na vida.

Muitos resolvem dar um basta a essa corrida maluca e se reposicionam perante a vida.

Refazem planos, refazem expectativas, se aproximam de grupos conscienciais, começam a praticar meditação, yoga e outras práticas holísticas, reposicionam seus padrões de consumo, buscam a simplicidade voluntária e umsentido profundo para a vida.

Muitos largam tudo, juntam a família, vendem coisas e refazem suas vidas em alguma cidadezinha do interior com menos necessidades e mais sentido.

Esses são os novos hippies, pessoas comuns que se cansaram da corrida de ratos e perceberam a farsa de um sistema criado para gerar cada vez mais necessidades e nos fazer acreditar que se atingirmos o Estágio X estaremos felizes e plenos.

É mentira, não estaremos!

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http://yogui.co/os-novos-hippies-do-seculo-21-nao-necessitam-de-drogas/