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Os Arcturianos

 

Os Arcturianos são uma das espécies mais velhas de alienígenas em nossa galáxia. Milhões de anos de existência os permitiu alcançar um estado de ascensão, levando muitos a classificá-los como uma civilização de quinta dimensão.Esta mesma situação pode estar esperando pelos humanos num futuro distante.

Há milhões de anos, os Arcturianos eram tão desenvolvidos tecnologicamente quanto nós agora. Isto significa que conquistaram todos os desafios que enfrentaram.

Seu planeta lar orbita a maior estrela na constelação de Boötes e está localizado por volta de 200 anos luz da Terra. Embora esta distância seja enorme para nós, os Arcturianos não têm dificuldade alguma para cruzá-la, pois possuem uma das tecnologias mais avançada da Via Láctea.

Apesar de sua intervenção diária em nossa vidas, poucas pessoas têm interagido diretamente com esta espécie. Somente através de suas descrições é que sabemos como eles se parecem.

De acordo com os contatados, os Arcturianos têm de 1 metro a 1,5 metro de altura, possuem enormes cabeças e grandes olhos amendoados. Sua pele é esverdeada e somente possuem três dedos em cada mão.

Eles são mestres da comunicação telepática e podem mover objetos ou interagir com a matéria através do uso de suas mentes. Os Arcturianos ultrapassaram a barreira das doenças e do envelhecimento, e a morte foi virtualmente eliminada de sua sociedade há muito tempo.

Sua esquadrilha de naves estelares cruzam o Universo e diz-se que uma delas orbita a Terra, caso algo venha a ameaçar a nossa existência. Sendo antigos e sábios, os Arcturianos assumem seriamente seu papel como protetores, e podemos agradecê-los por já não termos sido invadidos.

Uma de suas sondas, o famoso satélite Cavaleiro Negro, tem orbitado o nosso planeta pelos últimos 13.000 anos.

 

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OM – O Som Cósmico – Paramahansa Yogananda

 

O OM, é um dos símbolos mais sagrados do Hinduísmo.
Estudos mostram que este som induz efeitos relaxantes, potencializando a cura física e emocional.
O símbolo vem do Devanagiri, um manuscrito baseado em sânscrito, de onde outras linguagens emergiram.
O OM é o nome/frequência universal “Daquele que Tudo Sabe”. É composto dos sons à (foneticamente como em “manhã”), U (foneticamente como em “ungir”) e M (foneticamente como em “mamãe”).
O som simboliza o Trimurti, uma união de três deuses, consistindo em Brahma (o criador), Vishnu (o conservador), e Shiva (o destruidor).
Esta palavra é um dos sons mais profundos que seres humanos podem criar com as cordas vocais e o mais fácil de ser proferido.

VÍDEO: Meditação com o Mantra Sagrado OM (AUM) com texto de Paramahansa Yogananda, retirado de seu livro “Meditações Metafísicas” com música “Om” de Áureo Corrá.

Paramahansa Yogananda (5 de janeiro de 1893 a 7 de março de 1952), foi um iogue e guru indiano. É considerado um dos maiores emissários da antiga filosofia da Índia para o Ocidente. Através da Self-Realization Fellowship (SRF), a organização que fundou ao chegar aos Estados Unidos, foi pioneiro ao promover a prática da meditação por meio das lições que os estudantes recebiam em casa, pelo correio, para cumprir a sua missão mundial de difundir as técnicas de Kriya Yoga.
Paramahansa Yogananda teve sua singular história de vida imortalizada no best-seller “Autobiografia de um Iogue”.

Veja o efeito místico e esotérico das “sílabas-sementes”(o Som que manifesta a realidade) inserido no primeiro livro da Trilogia O Sol Negro:
– O Sol Negro – O Retorno das Sociedades Secretas do Vril
– O Sol Negro – A Cidade Secreta do Vril.

 

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Descrevendo a ilusão e a realidade

O que é a verdade? A verdade é o fato. E o que descreve o fato é o conhecimento. A irrealidade é o não-fato e descrever o não-fato como fato, ou o irreal como real, é chamado de ilusão.

Ilusão não é apenas ignorância, pois a ignorância pode ser conhecida. Por exemplo: eu sei que não sou capaz de compor uma sinfonia; eu sei que não sou capaz de compreender as notas de um soneto. Apesar de ser ignorante sobre a estrutura de uma música clássica, não sou ignorante quanto ao fato de não saber. Eu sei que não sei. Eu conheço e reconheço minha ignorância. E não me iludo acreditando ser capaz de compor alguma sinfonia.

Então, o que é ilusão? Ilusão é ignorar o que ignoro. Eu não sei e não sei que não sei. Além disso, tal ignorância ignorada determina a maneira como lido com as situações relacionadas. Isso significa que, uma vez conhecendo a realidade, eu agiria diferente. Normalmente, a ilusão me traz sofrimento de inúmeras formas, pois crio expectativas que refletem a irrealidade e, frequentemente, isso me traz desconforto e ansiedade.

A ilusão descrita pelo conhecimento do yoga é relacionada à identidade, pois é a partir da noção de identidade que produzimos desejos, tomamos decisões e atribuímos valor às coisas e às pessoas ao nosso redor.

Quer um exemplo? Confúcio, um filósofo chinês, ilustra a ilusão de um homem e como ela impacta na vida deste: “Um homem saiu à noite com tocha na mão procurando fogo. Se ele soubesse o que era fogo, teria cozinhado seu arroz bem mais cedo”. Pode parecer engraçado, mas essa é a situação na qual está grande parte da civilização. Substitua a palavra “fogo” pela palavra “felicidade” (ou “paz”, “satisfação”, “segurança”…). O homem não sabe o que é fogo e nem sabe que não sabe. Isso é ilusão. E ilusão sempre nos faz dispender energia física e mental nas crenças nela alicerçadas.

Encontrar o conhecimento do fato significa abandonar a ilusão; e, no caso de Vedanta (ou Yoga), significa abandonar a falsa noção de eu, abandonar o impulso por domínio, abandonar a ideia de que algum objeto trará paz ou segurança a mim.

Da mesma forma que a escuridão não permanece na presença da luz, a ilusão é dissipada na presença do conhecimento.

A busca pelo conhecimento pressupõe um forte desejo pelo mesmo, além de uma certa capacidade de abdicar de paradigmas e crenças que, porventura, possam estar em desalinho com a realidade que se procura entender. Afinal, para que buscar a verdade se, quando confrontado com a mesma, não estarei disposto a criar uma coerência entre minha vida e o fato que passa a ser conhecido?

Um buscador não pode envolver e condicionar a verdade à suas crenças, distorcendo-a, ainda que tais crenças sejam herdadas da família, sociedade e religião. Por quê? Porque a verdade independe de maiorias, minorias ou opiniões, e encontrar a verdade significa viver conforme.

Por mais que existam desconfortos oriundos do confronto entre o hábito, o costume e a tradição secular e a realidade, aquele que tem valor pelo real abandonará gradualmente a ignorância e os seus derivados em função de uma percepção de um valor maior.

Nenhuma sociedade, nenhuma cultura, nenhuma religião ou hábito devem custar o conhecimento do real.

 

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O Campo – Lynne McTaggart

Este livro foi indicado durante um curso de aromaterapia em que experimentamos um círculo de constelação seguido de “socorro” aromático. A consteladora foi quem indicou o livro e acabei comprando, para entender melhor esta história sobre campo de ponto zero. Gostei da leitura, interessante. Não é dos assuntos que mais me apaixonam, mas tem boas partes, que trago aqui, além do que a gente deixa de ser tão ignorante sobre a fronteira.

Antes das melhores partes, porém, deixe-me comentar sobre a epígrafe do livro. Quão inspiradora e inusitada pode ser uma epígrafe? Eu, que gosto muito de escrever, sempre estou colecionando epígrafes para um novo texto. Mas esta que a autora Lynne McTaggart escolheu me pareceu inimitável no seu gracejo, robustez, meiguice e pertinência. Ela abre o livro citando Dorothy, de O Mágico de Oz: “Agora eu sei que não estamos no Kansas.”

 

Campo de Ponto Zero

– Uma das coisas difíceis é explicar conceitos de física; piorou se for da quântica. Na passagem abaixo, gostei muito de uma metáfora para explicar a energia do campo de ponto zero. Veja:

“Mas se somarmos todas as partículas de todas as variedades no Univeso que estão constantemente adquirindo vida e deixando de existir, nos vemos diante de uma vasta e inexaurível fonte de energia – igual ou maior do que a densidade de energia em um núcleo atômico – discretamente posicionado em segundo plano no espaço vazio à nossa volta, como um pano de fundo difuso e sobrecarregado. Foi calculado que a energia total do campo de ponto zero excede toda a energia da matéria por um fator de 1040, ou 1 seguido de 40 zeros. Como descreveu certa vez o grande físico Richard Feynman ao tentar explicar uma ideia dessa magnitude, a energia em um único metro cúbico é suficiente para ferver todos os oceanos do mundo.” (p. 49)

– Você pode entender o conceito através desta ideia de “ferver os oceanos” ou imaginar que esta força é como a do cubo Tesseract do filme Os Vingadores. That´s big, entendeu?

 

 

50%

– Uma das coisas que este livro traz são vários experimentos feitos com humanos que conseguiram desviar a probalidade de 50% de algo ocorrer. Todos estes experimentos são muito interessantes, pena que não se fala mais neles.

“O que a interpretação de Copenhagen [princípios da mecânica quântica que falam da imprecisão da matéria] afirmava era que a aleatoriedade é uma característica fundamental da natureza.” (p. 141)

– Ainda bem que este livro foi escrito, senão o que a gente faria com tantos conceitos queridos nossos, como karma, causalidade, sincronicidade, né?

 

 

O obsevador

“Se o observador humano estabilizava o elétron em um estado definido, em que grau ele influenciava a realidade em grande escala? O efeito do observador sugeria que a realidade só emergia de uma sopa primordial como o campo de ponto zero com o envolvimento da consciência viva. A conclusão lógica era que o mundo físico só existia em estado concreto enquanto estávamos envolvidos nele.” (p. 143)

– Ufa! (vide acima)

“Quando desejamos ou pretendemos algo, ato que requer uma grande uniformidade de pensamento, a nossa própria coerência pode ser, em certo sentido, contagiante.

No nível mais profundo, as pesquisas da PEAR também levam a crer que a realidade é criada por cada um de nósapenas pela nossa atenção. No nível mais baixo da mente e da matéria, cada um de nós cria o mundo.” (p. 167)

– Uma das coisas legais deste livro é o tom de saga científica, o relato de como cientistas outsiders foram construindo experimentos para provar que somos um campo que interfere em outros campos. PEAR é a sigla para um projeto que existiu na Universidade de Princeton, EUA, por volta de 1970, para estudar desvios causados pela intenção humana em máquinas que geravam eventos aleatórios. Se você é do tipo que gosta do lado B da ciência, vai se entusiasmar muito com o livro, fora que ele lhe dará o verniz científico de que precisa para falar a seus alunos e clientes sobre a validade das terapias ditas energéticas.

 

 

Sonhos

– Num dos experimentos que Lynne nos relata, foi avaliada a capacidade de uma pessoa de influenciar os sonhos de outra naquele mesmo instante. Para ilustrar esta experiência, a autora traz uma história sobre os índios Achuar e Huaorani da Amazônia que é muito curiosa. Veja:

“Nas profundezas das florestas tropicais do Amazonas, os índios Achuar e Huaorani estão reunidos para um ritual cotidiano. Todas as manhãs, cada membro da tribo desperta antes do amanhecer, e quando se reúnem naquela hora crepuscular, enquanto o mundo explode na luz, compartilham seus sonhos. Não se trata simplesmente de um passatempo interessante, uma oportunidade para contar histórias: para o índios Achuar e Huaorani, o sonho não pertence apenas à pessoa que sonha, mas ao grupo, e a pessoa que sonha é somente o instrumento do qual o sonho decidiu se apropriar para ter uma conversa com a tribo inteira. Eles encaram os sonhos como mapas para as horas em que estão despertos. É um prognosticador do que está por vir para todos. Nos sonhos, eles entram em contato com os ancestrais e com o resto do Universo. O sonho é a realidade! A vida desperta é a falsidade”!” (. 169)

– Não sei quanto a você, mas os sonhos assim me parecem muito mais legais que naquelas teorias freudianas.

 

 

Crianças

“Pesquisas de EEG sobre o cérebro de crianças com menos de cinco anos mostram que ele funciona permanentemente no modo alfa – o estado de consciência alterado no adulto – e não no modo beta costumeiro da consciência amadurecida. As crianças estão abertas a uma quantidade bem maior de informações disponíveis no Campo do que o adulto típico. Na verdade, a criança vive em um estado de permanente alucinação. Se uma criança pequena afirma se lembrar de um vida passada, ela talvez não seja capaz de distinguir suas experiências das informações de uma outra pessoa que estão armazenadas no campo de ponto zero.” (p. 186)

– Não é mais interessante fazermos uma terapia de regressão sabendo que vamos acessar informações do Campo que estão ressoando em nós do que simplesmente extratos de vidas supostamente passadas? Outra coisa: não é hilário descrever este estado de consciência de crianças menores de 5 anos como alucinação? Na verdade, se a gente se lembrar disso, fica bem mais fácil não nos estressarmos com a educação deles. Quando eles fizerem algo surreal, que vai nos deixar de cabelos em pé e com vontade de pô-los de castigo, lembremos: é só alucinação. E vamos continuar com nosso chá da tarde.

 

 

Plantas

– As pessoas que me acusam de ser insensível ao preferir matar uma planta a matar um animal para eu manter minha dieta vegetariana têm, em parte, razão: as plantas sentem. Veja:

“Backster [um cientista especialista em polígrafos detectores de mentiras de Nova York citado no livro] experimentara queimar a folha de uma planta e em seguida mediu a reação galvânica, da mesma maneira como registraria a reação da pele de uma pessoa que estivesse sendo testada para a verificação de uma mentira. Curiosamente, a planta registrou a mesma reação de estresse aumentado que um ser humano exibiria se a sua mão tivesse sido queimada. O que é ainda mais fascinante, no que dizia respeito a Hal [outro cientists que acompanhava este experimento], era que Backster queimara então a folha de uma planta próxima que não estava ligada ao equipamento. A planta original, que ainda estava conectada ao polígrafo, registrou novamente a reação de ‘dor’ que registrara quando suas próprias folhas haviam sido queimadas.” (p. 192)

– Provocação: se as plantas sentem, imagine os animais!

 

 

Pensamento positivo

– Um das tentativas deste livro é mostrar como cientistas ligados às teorias quânticas estão querendo mostrar que a realidade é interdependente do que achamos que ela é. Sobre premonições – que eu acho que também se aplica à questão de como funciona o pensamento positivo –, o livro traz esta constribuição:

“A terceira possibilidade [para explicar a pré e retrocognição], que talvez faça mais sentido, é que tudo no futuro já existe em algum nível subjacente na esfera de puro potencial, e que quando vemos algo no futuro, ou no passado, estamos ajudando a dar-lhe forma e existência, exatamente como fazemos com uma entidade quântica no presente no ato da observação. Uma transferência de informação por meio de ondas subatômicas não existe no tempo ou no espaço, mas está, de algum modo, espalhada e é onipresente. O passado e o presente são indistintos em um vasto ‘aqui e agora’, de modo que o nosso cérebro ‘capta’ sinais e imagens do passado e do futuro. O nosso futuro já existe em um estado nebuloso que podemos começar a realizar no presente. Isso faz sentido se levarmos em consideração que todas as partículas subatômicas existem em um estado de todos os potenciais a não ser que sejam observadas – o que incluiria alguém pensando a respeito delas.” (p. 230)

 

 

Saúde

“É possível que a doença seja um isolamento: uma falta de ligação com a saúde coletiva do Campo e da comunidade.” (p. 256)

– Isto é profundo, mas apenas se você quiser enxergar a profundidade.

“Em pesquisas sobre a longevidade, as pessoas que vivem mais tempo com frequência são aquelas que não apenas acreditam em um ser espiritual superior, mas também as que têm o mais forte sentimento de pertencer a uma comunidade.” (p. 256)

– Não sei como encaixar isso na questão de que nunca vivemos tanto e fomos tão egoístas como na atualidade…

“Isto pode significar que a intenção do agente de cura era tão importante quanto o seu tratamento. O médico agitado que gostaria que o paciente cancelasse a consulta para poder ir almoçar, o médico recém-formado que passou três noites sem dormir e o médico que não gosta de determinado paciente podem exercer um efeto prejudicial. Tambem pode significar que o tratamento mais importante que um médico pode ministrar é desejar intensamente a saúde e o bem-estar do paciente.” (p. 256)

– Farei um relação inusitada deste trecho com a questão do futebol no Brasil. Futebol no Brasil – e isto é um clichê – é um esporte de talentos individuais. Nunca reverenciamos um técnico, a menos que ele ganhe o campeonato. Não temos aqui nesta terra a tradição de reverenciar técnicos, muito menos outro esporte. A exceção talvez seja Bernadinho, do vôlei. Quando olho para a cultura esportista norte-americana, sobressai a importância que as pessoas dão a técnicos, que acabam sendo celebridades tanto quanto jogadores. Também sobressai o quanto pessoas comuns se dedicam a ser técnicas de times mirins, sejam times de beisebol, basquete ou futebol americano. Acho que a total falta de ânimo que os brasileiros têm com seus médicos é que, por aqui, ninguém quer ser técnico – aquele agente de cura de um time, que o anima e quer que ele vença –; todos querem ser Ronaldinhos, fazer uma carreira fulgurante e depois serem convidados para jantares protocolares.

 

MCTAGGART, Lyne. O campo: em busca da força secreta do universo. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.

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Biomimética – a inovação inspirada na natureza

Conceito e etimologia

A etimologia do termo biomimética está relacionada diretamente com a conjugação dos termos gregos bios: vida; e mimesis: imitação, denominando um novo corpo de conhecimentos que encontra em alguma característica dos seres vivos seu modelo, seu mentor e/ou uma fonte de inspiração.

É evidente que boa parte de nossa tecnologia seria no fundo biomimética, haja vista que não é muito difícil encontrarmos seu similar na natureza, como por exemplo, a criação do avião que se inspirou na habilidade dos pássaros ou a do submarino que tem sua fagulha criadora na realidade da vida subaquática.

Importância

Pesquisadores da envergadura de Stephen Wainwright afirmam que a biomimética em breve ultrapassará a biologia molecular e a substituirá “como a mais desafiadora e importante ciência biológica do Século XXI”

Na opinião do professor Mehmet Sarikaya:

“Estamos no limiar de uma revolução de materiais equivalente à que houve na Idade do Ferro e na Revolução Industrial e a biomimética será o mais importante agente que modificará profundamente a forma de como nos relacionamos com a natureza e com nós mesmos.

Algumas de suas aplicações

Velcro

Desenvolvido pelo engenheiro George de Mestral a partir da observação de que sementes de algumas gramíneas são dotadas de espinhos e ganchos que as habilitam de se prender nos pelos dos animais.

Superfícies de baixo atrito

São desenvolvidas aplicações inovadoras, como trajes de natação e mergulho mais hidrodinâmicos, inspirados na pele dos tubarões ou mesmo carenagens mais aerodinâmicas para os mais variados veículos, de trens a aviões, valendo-se do estudo da biomecânica do voo dos pássaros.

Telas “asa-de-borboleta”

Novas superfícies de visualização de baixíssimo consumo de energia, fundamentada nas propriedades reflexivas das asas de algumas espécies de borboletas.

Turbina “WhalePower”

O design das pás de turbinas eólicas inspirado na geometria das barbatanas da baleia jubarte produzem 32% menos atrito e 8% menos arrasto que as lâminas convencionais.

Carro biônico

Desenvolvido pela Mercedes-Benz a partir da geometria hidrodinâmica do peixe cofre, o “Bionic car” atinge um coeficiente aerodinâmico de 0,19 e consome até 20% menos combustível que um veículo convencional de potência equivalente.

Efeito lótus

Fundamentado no design e textura das folhas do lótus que repele a água e a poeira, diversas dessas soluções estão sendo desenvolvidas pela indústria para sua aplicação em tecidos, carenagens metálicas, para-brisas de aviões e faróis de automóveis.

Abrangência

A célebre pesquisadora norte americana em Ciências da Natureza Janine Benyus conceitua a biomimética exatamente por esses três vieses:

  1. A natureza como modelo
  2. A natureza como mentora
  3. A natureza como medida

No primeiro caso, tendo a natureza como modelo, está se tornando possível, no design o desenvolvimento de aplicações inovadoras, como os já citados trajes de natação e mergulho e as carenagens mais aerodinâmicas.

Muitos especialistas garantem que, nessa área, a investigação está apenas começando.

Em sua segunda dimensão, tomando-se a natureza como mentora, a tecnologia inovadora deve contemplar inevitavelmente a sustentabilidade e a usabilidade.

Muito mais do que simplesmente extrair da natureza a matéria-prima até o seu esgotamento, há que se aprender com a natureza a importância de seus ciclos e metodologia na construção de uma verdadeira política de consciência ambiental, imprescindível para sustentar a vida em sua diversidade e em seu delicado equilíbrio.

Esse aprendizado, notadamente, aponta para a terceira dimensão da biomimética, que é a de tomar a natureza como medida.

Ora, nesses 3,8 bilhões de anos de evolução os processos naturais testaram, por tentativa e erro, o que funciona e o que não funciona na preservação de uma espécie e de seu habitat.

E é nesse viés, de fato, que se reafirma:

— Quem não aprende a lição com a história, identificando seus erros, está fadado a repeti-los.

Na esteira de suas mais recentes conclusões ecológicas — que inevitavelmente passa pela avaliação de que a extinção em massa é uma realidade — seria oportuno do ponto de vista da biomimética, nessa altura, antever o que funcionará e o que não funcionará amanhã para garantir, por exemplo, a nossa sobrevivência enquanto espécie.

 

Artigo de Mustafá Ali Kanso 

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OS MESTRES DA ENERGIA: TESLA – REICH e FREDERICO DE MARCO

A história desses três homens, apesar de terem vivido em tempos e lugares diferentes, tem algo que os une. Todos, cada um a sua maneira, chegaram até a energia primordial do universo. Nikolas Tesla a chamou de Energia Livre, Wilhelm Reich de Orgone, e o brasileiro Frederico de Marco, aqui da cidade de Araraquara, de Energia UM. Alguns outros cientistas de pesquisadores, como John Bedini, John Hutchison e Adam Trombly também chegaram à ela, como outros tantos, mas que por falta de espaço deixarei de citar aqui. Essa é a energia que está disponível no universo, galáxias, estrelas, planetas, e dentro de cada um de nós. Esses homens descobriam também como utilizá-la, e se, destinada à movimentar toda a nossa tecnologia atual, substituiria gratuitamente todas as fontes de energia que estamos utilizando agora. Não foi por menos que alguns desses pesquisadores tiveram seus laboratórios, residências e locais de trabalho invadidos e destruídos, suas vidas arruinadas, e alguns foram assassinados, como Eugene Mallove (editor da revista Infinite Energy), W.Reich, Franz Bardon e outros tantos. Se fosse listar todos os que foram vítimas de violências e assassinatos, no correr dos últimos cem anos, encheria todo esse espaço do descritivo.
Traduzindo, tem gente muito má que procura, das formas mais vis, obstruir o verdadeiro progresso da humanidade, e outros, por total ignorância, denegri-los. Os tempos, porém, são outros, e pelo planeta muita gente volta à pesquisá-la, assim como procurar conhecer as pessoas que a acessaram. E, felizmente, sem necessariamente colocarem as suas vidas em risco.
Para que a integridade dessa nova geração, e daqueles que sobreviveram até os dias de hoje, torna-se fundamental que seus trabalhos e identidades sejam conhecidos e divulgados pela WEB.

grato pela sua atenção.

Domingos Takeshita

 

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QUANTOS ANOS SUA ALMA TEM?

Desde aquele tempo de bater os sinos e descer correndo as escadas para o mestre não zangar você diz que sou jovem demais. Passei anos acreditando que um dia você me emanciparia com orgulho, mas nunca conheci seus verdadeiros amigos nem o apogeu. Irmão, escrevi hoje um ensaio sobre a sua e a minha idade.

 

 

Você me diz que é mais velho que eu.

Tudo bem. Eu concordo que você viveu muitos anos a mais. Mas me diz: quantos anos sua alma tem?

Sua alma costumava ter quinze anos. Outro dia teve sessenta, depois duzentos e vinte e cinco. Mas mestre apareceu no meio da fumaça da mirra e falou: isso é coisa do ser humano, é analogia que alma não obedece porque ela é primitiva e selvagem. Você mesmo concordou – “essencial e transcendente. Portanto não é regida por leis humanas”. Pois ouça bem: uma alma carrega experiências, e experiências não podem ser medidas, empacotadas num espaço temporal e transformadas em padrão. Você mede sua idade pelo tempo, mas como medir a idade do Atman? Ele não é regido pelo tempo, você não pode me dizer que você tem “tantas” experiências por dia, porque você pode ter tido uma única e um milhão em apenas um minuto. Vai se lembrar de cada dia da sua vida e fazer uma daquelas suas contagens exorbitantes?

Não vai.

E eu não vejo problema nenhum nisso. O engano é pedir esse padrão que a alma desconhece, nessa ordem intransigente e sem exceção. Mas existem exceções, percebe? Existem pessoas de sessenta anos que não são capazes de me ajudar e existem pessoas de quinze que provocam diásporas. Então, a idade desses seus todos anos de vida não é nada, ela não tem valor a não ser que os seus anos tenham te proporcionado sabedoria e evolução. Você sabe do que estou falando. Do contrário, a idade da sua alma é muito pequena. E você não é mais velho que eu. Você viu mais coisas. Lama disse isso. Mas a vida não se trata do que vemos – “se trata de como vemos”. E se você não fez nada, sua alma não tem nada de idade e nada para me dizer agora. Às vezes, o não-fazer também é uma escolha e uma saída; escolher não agir, em alguns casos, é mesmo crescer. Mas quando não é, se você não faz, não acrescenta. Já te disse isso antes. E você não merece ser considerado mais sábio ou velho que outra pessoa.

E eu juro que não existe nenhum problema nisso (muito embora tenhamos sido avisados sobre os riscos das juras).

Hoje acordei com 21 anos. Aquela senhora de oitenta se prostrou feito bebê por aqui ontem (eu tinha 21 ontem também). A criança que busca água me driblou hoje cedo e eu entrei envergonhado. Como você pode saber se é ou não mais velho que eu? Venha conversar com esse menino. E vamos nos sentar e passar o resto de nossas vidas colocando sobre a mesa tudo o que vivemos para podermos medir. Ainda assim não será o bastante. Aceite: é impossível para nós, humanos, medir a idade da alma. Essa pergunta (quantos anos sua alma tem) jamais terá resposta para nós. Então, repito: não é aconselhável que você diga que é mais velho que eu.

Nem você nem eu sabemos se isso ainda é verdade.

 

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QUANDO ACABA A FLUOXETINA

De repente, o universo de fluoxetina começa desmoronar.

É, amigo, não dá mais para disfarçar.

Quem acredita em deuses, reza.

Quem acredita na palavra, canta mantra: venha paciência, venha serenidade, venha sabedoria, venha altivez, venha coragem, venha, venha, venha.

E nada aparece, nem deus, nem sentimento nenhum.

Nada além da sua vontade de sentar no chão e chorar copiosamente em posição fetal.

 

 

Um belo dia de chuva, em um feriado, você se levanta e reza que o dia vai ser bom se você determinar que ele será. É feriado, seu patrão diz que é ponto facultativo e você vai trabalhar. Jura, juradinho, que seu bom humor depende única e exclusivamente da sua mente linda e insana que te acompanha desde quando você nasceu. Você se esforça, pensa num pote lindo no fim do arco-íris. Repete: é o poder da mente! é o poder da mente! Não-dá-certo. Você tem vontade de chorar ouvindo Caetano Veloso, assistindo vídeos sobre trabalho escravo ou simplesmente quando bebe água. Água te remete ao mar, às gotas, à ressaca nas pedras do litoral e, enfim, choro. E é numa hora dessas, meu amigo, que você sente uma nostalgia abissal da infância. Lugar no qual você podia simplesmente se esconder debaixo de uma árvore, fechar a porta do quarto ou fingir que vai embora de casa. Bem, ninguém realmente vai, e se vai, chega na padaria da esquina e lembra que está na hora do café da vó. E volta. Seria o sonho de muita gente se tudo se resumisse a ir embora, inclusive o meu. Mas chegou a hora de parar de encarar a vida como uma novela mexicana. A vida é feita de impossibilidades também.

Ficar significa aguentar. Conquistar significa resistir. Desistir não é uma opção para os resilientes. No fim, tudo se resume ao quanto você pode aguentar sem arriar os joelhos. E esse discurso é muito mais dolorido que bonito. Viver é muito mais sobre Tim Burton do que sobre Woody Allen. Não me lembro de alguém além da minha mãe ter me contando sobre isso. E a gente nunca quer acreditar, até o primeiro tombo, até o primeiro capote, até o primeiro erro. Já que a vida não é lá esse cenário colorido da disneylândia, a gente se acostuma com a rotina autoritária furta-sonhos, a gente se acostuma com a falta de paciência, com a falta de afeto, com excesso de brutalidade. Mas nos esquecemos que os ombros são humanos e que a gente ainda sente dor, por mais que o desejo de negar seja maior.

Uma coisa dá errado, e você pensa: “hum, ok”. Duas coisas dão errado, e você pensa: “é, né, faz parte da vida”. Quando três dão errado, você acha até graça. Seus ombros estão lá, deslumbrantes, se mexendo e dançando para qualquer problemática. Você aguenta uma coisa ali ou aqui. Muda algumas coisas de lugar e segue. Afinal, bonito na vida é ter brio e viver dentro de uma literatura Augusto Cury de ser. O problema é quando sua cartilagem começa dar sinais de desgaste e alguns hematomas aparecem. De repente, o universo de fluoxetina começa desmoronar. É, amigo, não dá mais para disfarçar. Quem acredita em deuses, reza. Quem acredita na palavra, canta mantra: venha paciência, venha serenidade, venha sabedoria, venha altivez, venha coragem, venha, venha, venha. E nada aparece, nem deus, nem sentimento nenhum. Nada além da sua vontade de sentar no chão e chorar copiosamente em posição fetal.

Colega, você não está sozinho. Eu quero sentar e chorar também, mesmo sabendo que às 6 horas amanhã o compromisso da vida me chama de segunda a sexta. Eu quero sentar e chorar, porque sou humana, porque me frustro a cada descoberta. A cada vez que vejo que nada é como me contaram. Eu sei que tudo que eu e você precisamos é de paciência. O mundo não se dobra as nossas decisões em um passe de mágica. Eu sei, nós sabemos, é questão de tempo. Mas enquanto o grande lance não acontece, eu vou sentar aqui e chorar minhas pitangas. É o que eu quero fazer agora, mesmo que depois eu levante e comece dançar macarena.